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Questões de Concursos UNICENTRO

Resolva questões de UNICENTRO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


21Q949399 | Física, Refração, Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Uma pessoa conduz um veículo em alta velocidade e se assusta ao passar por uma sirene aguda (15 kHz) fixada em uma placa de alerta ao lado da pista. O susto ocorre, pois ela começa a ouvir o ruído da sirene no momento em que a cruza. Considerando os limites do audível de um ser humano, entre 20 Hz e 20 kHz, a que velocidade mínima a pessoa estava para não ter ouvido a sirene durante a aproximação? (Dado: velocidade do som = 330 m/s).
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22Q949516 | Física, Ondas e Propriedades Ondulatórias, Física, UNICENTRO, UNICENTRO

Em 1887, Henrich Hertz verificou que uma placa de metal eletricamente neutra adquire carga positiva quando atingida por luz de alta frequência. O fenômeno no qual determinadas substâncias liberam elétrons quando atingida por radiação eletromagnética é chamado de:
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23Q950009 | Física, Espelhos Esféricos, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Dentre os fenômenos ópticos, está correto o que se afirma em
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24Q679427 | Sociologia, Émile Durkheim e os Fatos Sociais, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

A Sociologia deve ter como finalidade não apenas explicar a sociedade, como também encontrar remédios para as patologias da vida social. Para Durkheim, a sociedade é um organismo e, como tal, apresenta tanto estado normal como patológico. Os fatos normais são aqueles que não estão além dos limites dos acontecimentos e que são gerais de uma sociedade, ou seja, são os valores e as condutas sociais que são aceitas pela população.
Considerando-se as informações apresentadas e os conhecimentos sobre o tema, o raciocínio de Durkheim pode ser assim sintetizado:
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25Q942880 | Português, Interpretação de Textos, Literatura, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Leia o conto a seguir e responda à questão.

Preciosidade (para Mafalda)

De manhã cedo era sempre a mesma coisa renovada: acordar. O que era vagaroso, desdobrado, vasto. Vastamente ela abria os olhos. Tinha quinze anos e não era bonita. Mas por dentro da magreza, a vastidão quase majestosa em que se movia como dentro de uma meditação. E dentro da nebulosidade algo precioso. Que não se espreguiçava, não se comprometia, não se contaminava. Que era intenso como uma joia. Ela acordava antes de todos, pois para ir à escola teria que pegar um ônibus e um bonde, o que lhe tomaria uma hora. O que lhe daria uma hora. De devaneio agudo como um crime. O vento da manhã violentando a janela e o rosto até que os lábios ficavam duros, gelados. Então ela sorria. Como se sorrir fosse em si um objetivo. Tudo isso aconteceria se tivesse a sorte de “ninguém olhar para ela”. Era uma manhã ainda mais fria e escura que as outras, ela estremeceu no suéter. A branca nebulosidade deixava o fim da rua invisível. Tudo estava algodoado, não se ouviu sequer o ruído de algum ônibus que passasse pela avenida. Foi andando para o imprevisível da rua. As casas dormiam nas portas fechadas. Os jardins endurecidos de frio. No ar escuro, mais que no céu, no meio da rua uma estrela. Uma grande estrela de gelo que não voltara ainda, incerta no ar, úmida, informe. Surpreendida no seu atraso, arredondava- -se na hesitação. Ela olhou a estrela próxima. Caminhava sozinha na cidade bombardeada. Não, ela não estava sozinha. Com os olhos franzidos pela incredulidade no fim longínquo de sua rua, de dentro do vapor, viu dois homens. Dois rapazes vindo. Olhou ao redor como se pudesse ter errado de rua ou de cidade. Mas errara os minutos: saíra de casa antes que a estrela e dois homens tivessem tempo de sumir. Seu coração se espantou. O que se seguiu foram quatro mãos difíceis, foram quatro mãos que não sabiam o que queriam, quatro mãos erradas de quem não tinha a vocação, quatro mãos que a tocaram tão inesperadamente que ela fez a coisa mais certa que poderia ter feito no mundo dos movimentos: ficou paralisada. Eles, cujo papel predeterminado era apenas o de passar junto do escuro de seu medo, e então o primeiro dos sete mistérios cairia; eles que representariam apenas o horizonte de um só passo aproximado, eles não compreenderam a função que tinham e, com a individualidade dos que têm medo, haviam atacado. Foi menos de uma fração de segundo na rua tranquila. Numa fração de segundo a tocaram como se a eles coubessem todos os sete mistérios. Que ela conservou todos, e mais larva se tornou, e mais sete anos de atraso. Quando foi molhar os cabelos diante do espelho, ela era tão feia. Ela possuía tão pouco, e eles haviam tocado. Ela era tão feia e preciosa. Estava pálida, os traços afinados. As mãos, umedecendo os cabelos, sujas de tinta ainda do dia anterior. “Preciso cuidar mais de mim”, pensou. Não sabia como. A verdade é que cada vez sabia menos como. A expressão do nariz era a de um focinho apontando na cerca. Voltou ao banco e ficou quieta, com um focinho. “Uma pessoa não é nada.” “Não”, retrucou-se em mole protesto, “não diga isso”, pensou com bondade e melancolia. “Uma pessoa é alguma coisa”, disse por gentileza. Mas no jantar a vida tomou um senso imediato e histérico:
– Preciso de sapatos novos! Os meus fazem muito barulho, uma mulher não pode andar com salto de madeira, chama muita atenção! Ninguém me dá nada! Ninguém me dá nada! – e estava tão frenética e estertorada que ninguém teve coragem de lhe dizer que não os ganharia. Só disseram:
– Você não é uma mulher e todo salto é de madeira. Até que, assim como uma pessoa engorda, ela deixou, sem saber por que processo, de ser preciosa. Há uma obscura lei que faz com que se proteja o ovo até que nasça o pinto, pássaro de fogo. E ela ganhou os sapatos novos.

(LISPECTOR, C. Laços de Família. São Paulo: Rocco, 1998. p.95-108.)
Leia a notícia a seguir e responda à questão.
90% das mulheres estupradas não denunciam agressor, diz especialista Medo de morte, vergonha e humilhação e sentimento de culpa são os principais motivos para a falta de denúncia.

Três dias antes do Natal do ano passado, a agente de atendimento Isabela (nome fictício), de 18 anos de idade, estava voltando para casa após um culto na igreja onde frequenta quando foi abordada por um desconhecido em uma moto. A princípio, ela diz ter pensado se tratar de um assalto e chegou a entregar o telefone celular ao homem com capacete. “Esse foi o único dia que eu estava voltando para casa sozinha. Ele me pegou em uma rua deserta e apontou a arma para mim. Por medo, eu não gritei. Ele pegou o celular e disse que ia me guiar. Me levou a uma rua mais deserta e colocou um capuz em mim para eu não ver o rosto dele”, diz. O estupro aconteceu na rua mesmo. Com medo do agressor que a ameaçou de morte caso contasse para alguém, Isabela ficou calada e relatou apenas o assalto para a mãe.
(Adaptado de: OLIVEIRA, A. Disponível em: <http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2014-04-25/90-das-mulheres-estupradas-nao-denunciam-agressor-diz-especialista.html>. Acesso em: 25 abr. 2014.)
Com base no conto “Preciosidade” e na notícia, assinale a alternativa correta.
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26Q679445 | Geografia, Conceitos Demográficos, Primeiro dia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

A teoria Malthusianisma defendia a tese de que o crescimento demográfico era maior do que os meios de subsistência, pois enquanto a população cresce em progressão geométrica, a produção de alimentos se dá em progressão aritmética, ou seja, a população crescia em patamares superiores aos da produção de alimentos.



Para solucionar esse problema, Thomas Malthus propôs

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27Q942891 | Biologia, Introdução ao Estudo dos Animais, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO

Entre os animais, podem-se encontrar ovos oligolécitos e ovos telolécitos. A quantidade e a distribuição de vitelo presentes nesses dois tipos de ovos são responsáveis pela diferença no desenvolvimento embrionário dos animais. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a característica do desenvolvimento embrionário determinada por essa diferença.
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28Q949465 | Português, Formação das Palavras Composição, Língua Portuguesa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
Assinale a única alternativa incorreta sobre os aspectos formais do texto e sua interpretação:
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29Q949977 | História, República de 1954 a 1964, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

De acordo com a filósofa Hannah Arendt, em sua obra Origens do Totalitarismo, Estado Totalitário se refere a determinado tipo de Estado (governo) que exerce de forma autoritária o controle sobre todos os aspectos da vida dos cidadãos: relações econômicas, manifestações culturais, expressões artísticas e relações sociais. O totalitarismo destrói a capacidade de o cidadão criar e conduzir instituições sociais, destruindo, assim, sua vida política – valendo-se, para isso, do terror e da propaganda ideológica – e submetendo-o à manipulação do Estado. Tendo em vista esses pressupostos, assinale a alternativa abaixo que não corresponde a uma característica presente em regimes totalitários.
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30Q942876 | Arquivologia, Morfologia, Português, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Internet é coisa do passado

Para especialista, humanos estarão cada vez mais integrados com tecnologia. Não, um futurista não é alguém que veio do futuro para nos prevenir a respeito do domínio das máquinas e o início de uma guerra sem fim. Muito pelo contrário, Tiago Mattos é multiempreendedor, educador, palestrante e formado pela Singularity University como futurista e seu trabalho é entender que tendências a tecnologia está seguindo. Para entrar no curso, o empreendedor gaúcho de 35 anos de idade foi avaliado com a capacidade de impactar um bilhão de pessoas em dez anos. De acordo com ele, a revolução da Internet já passou e, agora, o futuro aponta para uma integração cada vez maior entre homens e tecnologias. A Singularity University é uma iniciativa da NASA em parceria com o Google e tem como meta principal discutir e encontrar novos caminhos da cultura digital e pós-digital. “O pensamento humano é linear. Já o pensamento dos computadores funciona de acordo com uma lógica exponencial. A cada dezoito meses, mais ou menos, nossa capacidade duplica. Por isso, a velocidade da evolução é cada vez maior”, explica Mattos. Depois da Internet, segundo as discussões da Singularity, três novas revoluções em curso ditam as tendências do futuro próximo: genética/biotecnologia, nanotecnologia e robótica/inteligência artificial. Mattos explica que os anos de 1980 foram transformados pela computação, os 1990 pela Internet e os 2000/2010 viveram o advento dos sensores e da Internet das coisas, agora, o momento já é outro. As interações entre os objetos e os humanos devem se intensificar e se complexificar. “Este é um processo irreversível. Se já temos smartphone, SmarTVs... as coisas ficarão cada vez mais “espertas” e nós, humanos, somos apenas mais uma dessas coisas”, afirma Tiago.

As novas revoluções já começaram

Talvez, para um terráqueo das antigas, muito pode parecer roteiro de ficção científica, mas as três revoluções citadas por Mattos já estão a pleno vapor. Pesquisas para desenvolvimento de órgãos humanos com impressoras 3D, realidade aumentada para uso pedagógico em simulações de situações de risco e funções de dispositivos móveis capazes de monitorar condições médicas dos usuários ou acessar dados bancários remotamente são exemplos de como essas novas tecnologias já estão em nosso dia a dia. E, pelo visto, vem muito mais por aí.

(Adaptado de: RODRIGUES, Ennio. Internet é coisa do passado. Disponível em:<https://super.abril.com.br/tecnologia/internet-e-coisa-do-passado/>. Acesso em: 21 jul. 2015.)
Com base no texto, considere afirmativas a seguir.
I. “De acordo com ele, a revolução da Internet já passou e, agora, o futuro aponta para uma integração cada vez maior entre homens e tecnologias”, o trecho sublinhado faz uma retomada do referencial, indicando conformidade. II. Em “O pensamento humano é linear. o pensamento dos computadores funciona de acordo com uma lógica exponencial”, o conectivo sublinhado indica relação de adição entre os períodos. III. Em “A cada dezoito meses, mais ou menos, nossa capacidade duplica. Por isso, a velocidade da evolução é cada vez maior”, a locução sublinhada indica finalidade. IV. Em “Depois da Internet, segundo as discussões da Singularity, três novas revoluções em curso ditam as tendências do futuro próximo”, a circunstância sublinhada tem valor semântico temporal.
Assinale a alternativa correta.
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31Q949425 | História, Segunda Grande Guerra 1939 1945, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

A industrialização brasileira, durante as décadas de 30 e 40, do século XX, teve como base a empresa pública. Setores como o ferro, o aço, a energia elétrica e a química pesada desenvolveram-se com o investimento estatal. São exemplos dessas empresas no período:
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32Q950050 | Química, Transformações Químicas, Primeira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

O álcool etílico comercializado, uma mistura azeotrópica, que contém 96% de álcool e 4% de água, apresenta
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33Q949419 | História, Independências das regiões hispanoamericanas México, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

“Para o historiador, todos os acontecimentos, mesmo os remotos, têm atualidade e vida. Mas isso é ainda mais verdadeiro no caso da Revolução Francesa de 1789, que transformou o modo de vida até daqueles que pouco souberam ou sabem sobre ela, até hoje em dia. Não será exagero dizer que ela ajudou a dar forma ao mundo ocidental contemporâneo, moldando as instituições e os ideais que nos animam e que consideramos universais.” GRESPAN, Jorge. Revolução Francesa e Iluminismo. São Paulo: Contexto, 2003, p. 9.
Sobre a Revolução Francesa é correto afirmar.
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34Q950029 | Biologia, Uma visão geral da célula, Primeira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

As investigações sobre a origem da vida admitem a possibilidade de uma evolução química pré-biótica, que levou às primeiras“moléculas vivas”.

Um suporte para essa ideia é a

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35Q942965 | História, Colonialismo espanhol, História, UNICENTRO, UNICENTRO

Leia o texto a seguir.
“Ainda que vocês na Espanha achem um pouco forte meu casamento com uma índia, aqui isso não é, de modo algum, uma desonra, pois a nação dos índios goza de alta estima”. É assim que, em 1571, um comerciante espanhol do México explica sua união para um sobrinho instalado perto de Madri, em uma época em que a Europa se dilacera: as guerras de religião devastam a França e os Países Baixos, a noite de São Bartolomeu é iminente. Essa aliança entre um espanhol e uma índia ignora as barreiras étnicas, sociais e culturais. Ela coloca, de uma maneira brutal, uma questão que nos preocupa talvez ainda mais que aos contemporâneos de Montaigne, Shakespeare e Cervantes, a das mestiçagens.
(Adaptado de: BERNAND, C.; GRUZINSKI, S. História do Novo Mundo 2. As Mestiçagens. Trad. de Mary Amazonas Leite de Barros. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2006. p.9.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre as mestiçagens no processo de conquista e colonização da América, considere as afirmativas a seguir.
I. Os mestiços, que começaram a nascer na América em maior número a partir de 1570, eram festejados com grande alegria e esperança por suas famílias e comunidades, pois eram vistos como a grande oportunidade de ascensão social familiar, pela possibilidade de aproximação dos espanhóis e de sua cultura. II. A história do Novo Mundo se reduziu a um enfrentamento entre civilizações europeias e civilizações índias, duas unidades culturais desiguais em confronto, resultando na sobreposição da cultura espanhola sobre a cultura indígena, com a eliminação da cultura vencida. III. Ainda que se considere a fala repleta de positividade do comerciante espanhol sobre sua relação com uma índia, aos olhos das autoridades espanholas, os mestiços, oriundos desse tipo de relação, apareciam como uma coletividade ameaçadora, portadora da insubordinação natural, “sugada no leite materno”. IV. As condições demográficas permitem opor várias formas de mestiçagens; frente a importantes concentrações indígenas – no México, nos Andes –, as sociedades europeias são obrigadas a levar em conta a presença dos índios. Em áreas como a costa do Brasil, os índios que sobreviveram às epidemias são por demais dispersos ou raros para modificar a colonização.
Assinale a alternativa correta.
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36Q949504 | Física, MCU, Física, UNICENTRO, UNICENTRO

A Airbus está testando seu novo avião, o A350 XWB. Na opinião dos engenheiros da empresa, esse avião é ideal para linhas aéreas ligando cidades em longas distâncias. Conforme anunciado pelos técnicos, a velocidade média de cruzeiro do avião vale aproximadamente 900 km/h (no ar). Assim sendo, o tempo gasto num percurso de 5000 km será de aproximadamente:
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37Q679459 | Química, Substâncias Inorgânicas e suas características Ácidos, Primeiro dia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Os exageros do final de semana podem levar o indivíduo a um quadro de azia. A azia pode ser descrita como uma sensação de queimação no esôfago, provocada pelo desbalanceamento da acidez estomacal. Um dos antiácidos comumente empregados no combate à azia é o leite de magnésia (suspensão de hidróxido de magnésio, Mg(OH)2).



O hidróxido de magnésio quando reage com ácido do estômago constituído de cloro forma o sal de fórmula:

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38Q943022 | Sociologia, Auguste Comte e o positivismo, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Leia o texto a seguir e responda à questão.

A sociologia não é obra de um único filósofo ou cientista, mas o resultado da elaboração de um conjunto de pensadores que se empenharam em compreender as novas situações de existência inauguradas pelas transformações ocorridas nos séculos XVII, XVIII e XIX. Enquanto conhecimento científico, voltado para a explicação da evolução da natureza humana e progresso da sociedade, a sociologia aparece com Auguste Comte, em um contexto histórico que coincide com os derradeiros momentos da desagregação da sociedade feudal e da consolidação da civilização capitalista.

(Adaptado de: MARTINS, C. R. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 1982. p.10-16.)
Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o método científico que, orientando-se pela dúvida metódica e construtiva, livre de ideias preconcebidas e noções apriorísticas, influenciou o positivismo de Comte.
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39Q949545 | História, Guerra Fria e seus desdobramentos, História, UNICENTRO, UNICENTRO

- “[...] o totalitarismo difere essencialmente de outras formas de opressão política que conhecemos, como o despotismo, a tirania e a ditadura. Sempre que galgou o poder, o totalitarismo criou instituições políticas inteiramente novas e destruiu todas as tradições sociais, legais e políticas do país. Independentemente da tradição especificamente nacional ou da fonte espiritual particular de sua ideologia, o governo totalitário sempre transformou as classes em massas, substituiu o sistema partidário, não por ditaduras unipartidárias, mas por um movimento de massa, transferiu o centro do poder do exército para a polícia e estabeleceu uma política exterior que visava abertamente o domínio mundial.” (ARENDT, Hannah. Origens do totalitarismo. São Paulo: Cia. das Letras, 1989, p. 512). A partir do texto citado, assinale a alternativa INCORRETA quanto às características do regime totalitário.
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40Q942900 | Biologia, Relações ecológicas, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO

O princípio de Gause tem sido confirmado por diversos estudos feitos com diferentes espécies de organismos.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a conclusão a que chegou o cientista russo, Georgyi Frantsevich Gause, e que ficou conhecida como princípio de Gause.
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