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Questões de Concursos VUNESP

Resolva questões de VUNESP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1861Q255140 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Técnico Judiciário, TJ SP, VUNESP

Texto associado.

O trecho a seguir é a introdução de um texto de Jô Soares. Leia-o para responder às questões de números 20 a 24.

A verdade é que não se escreve mais como antigamente, pois naquele tempo não havia computadores e, por incrível que pareça, nem mesmo canetas esferográficas. Porém, se fôssemos registrar em papel todos os absurdos do ser humano, não sobraria sequer uma resma para os cartões de Natal.
(Jô Soares. Veja, 01.05.1996)

Assinale a frase correta quanto à concordância verbal.

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1862Q200735 | Informática, Navegadores, Escrevente Técnico Judiciário, TJ SP, VUNESP

Nos navegadores (browser) de internet típicos, quando são acessados alguns sites específicos, é apresentado um ícone com um cadeado junto à Barra de endereços do navegador. A apresentação desse cadeado indica que

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1863Q118544 | Engenharia de Software , Análise de Pontos de Função, Analista de Sistemas Desenvolvimento de Aplicações, CEAGESP, VUNESP

Ao se iniciar a análise dos pontos de função (FPA - Function Point Analysis) de um determinado sistema, percebeu-se que foi disponibilizada uma rotina de backup dos dados. Em relação à contagem de pontos de função, o backup

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1864Q103982 | Direito Civil, Analista Administrativo, SP URBANISMO, VUNESP

Assinale a alternativa correta no que tange ao compromisso de compra e venda.

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1865Q3018 | Português, Oficial Operacional, SAP, VUNESP

Texto associado.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

Cadeias lotadas

   Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
na cadeia, desde que haja lugar.
   Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
A continuar assim, à medida que esse processo de
modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
Como sair do impasse?
   Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
Os estudos mostram que correm mais risco de se
tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
pequeno número que envereda pelo crime.
   Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
a sociedade inteira.
   Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

(Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
Ao afirmar que a violência urbana adquire características
epidêmicas
nas camadas mais pobres, o autor sugere
que a violência
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1866Q2858 | História, Soldado PM voluntário, Polícia Militar SP, VUNESP

No Brasil colonial, a mineração
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1867Q859726 | Informática, Noções de Informática, Escrevente Técnico Judiciário, TJ SP, VUNESP, 2021

Considerando o software Microsoft Teams, é correto afirmar que

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1868Q618513 | Informática, Analista de Sistemas Web, Prefeitura de Presidente Prudente SP, VUNESP

Considerando a gerência de configuração de um projeto de software, um item importante a ser considerado são seus baselines, que visam especificar
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1869Q445577 | Direito Constitucional, Emenda à Constituição, Investigador de Polícia, Polícia Civil BA, VUNESP, 2018

Imagine que 1/3 (um terço) dos membros da Câmara dos Deputados apresentou proposta de Emenda Constitucional com o objetivo de alterar o voto popular de secreto para aberto. Nesse caso, é correto afirmar que a proposta é
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1870Q368631 | Enfermagem, Administração em Enfermagem, Enfermeiro, IAMSPE SP, VUNESP

Considerando que as instituições cedentes do campo de estágio devem respeitar as disposições da Resolução COFEN n.º 371/2010, no que se refere à participação do enfermeiro na supervisão de estágio, o enfermeiro do estabelecimento de saúde deve ter ciência de que o art. 1.º da referida resolução trata da

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1872Q336324 | Matemática, Sistemas Lineares, Técnico Judiciário, TJ SP, VUNESP

Numa fazenda há ovelhas e avestruzes, totalizando 90 cabeças e 260 patas. Comparando-se o número de avestruzes com o das ovelhas, pode-se afirmar que há

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1873Q335483 | Matemática, Analista de Banco de Dados, Prefeitura de Presidente Prudente SP, VUNESP

Ricardo gastou um terço de sua mesada logo no dia em que a recebeu e no segundo dia gastou mais um quarto do valor da mesada. No terceiro dia Ricardo gastou um terço do dinheiro que ainda restava, ficando com R$ 20,00 do total recebido. No segundo dia, Ricardo gastou um valor que supera o valor gasto no terceiro dia em
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1874Q334601 | Matemática, Cálculo Aritmético, Auxiliar de Promotoria I, Ministério Público Estadual SP, VUNESP

A medida do comprimento de um salão retangular está para a medida de sua largura assim como 4 está para 3. No piso desse salão, foram colocados somente ladrilhos quadrados inteiros, revestindo-o totalmente. Se cada fileira de ladrilhos, no sentido do comprimento do piso, recebeu 28 ladrilhos, então o número mínimo de ladrilhos necessários para revestir totalmente esse piso foi igual a
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1875Q332945 | Matemática, Sistemas Lineares, Almoxarife, SAAE Sorocaba SP, VUNESP

Um escritório possui um arquivo com muitas gavetas, utilizado para guardar processos, sendo que em cada gaveta o número de processos guardados equivale a seis vezes o número de gavetas desse arquivo. Se foi possível guardar, sem sobras, 864 processos nesse arquivo, então o número de processos em uma gaveta foi

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1876Q211804 | Português, Pronomes pessoais oblíquos, Fotógrafo Criminalístico, Polícia Civil SP, VUNESP

Texto associado.

 

Leia o texto para responder às questões de números 41 a 47.

 

Sondagem

 

O carteiro, conversador amável, não gosta de livros. Tornam

pesada a carga matinal, que, na sua opinião, devia constituir-se

apenas de cartas. – No máximo algum jornalzinho leve, mas esses

pacotes e mais pacotes que o senhor recebe, ler tudo isso

deve ser de morte!

Explico-lhe que não é preciso ler tudo isso, e ele muito se

admira:

– Então o senhor guarda sem ler? E como é que sabe o que

tem no miolo?

Esclareço que não leio de ponta a ponta, mas sempre leio

algumas páginas.

– Com o devido respeito, mas quem lhe mandou o livro desejava

que o senhor lesse tudinho.

– Bem, Teodorico, faz-se o possível, mas...

– Eu sei, eu sei. O senhor não tem tempo.

– É.

– Mas quem escreveu, coitado! Esse perdeu o seu latim,

como se diz.

– Será que perdeu? Teve satisfação em escrever, esvaziou a

alma.

A ideia de que escrever é esvaziar a alma perturbou meu

carteiro, tanto quanto percebo em seu rosto magro e sulcado.

– Não leva a mal?

– Não levo a mal o quê?

– Eu lhe dizer que nesse caso carece prestar mais atenção

ainda nos livros, muito mais! Se um cidadão vem à sua casa e

pede licença para contar um desgosto de família, uma dor forte,

dor-de-cotovelo, vamos dizer assim, será que o senhor não escutava

o lacrimal dele?

– Teodorico, nem todo livro representa uma confissão do

autor. E depois, no caso de ter uma dor moral, escrevendo o livro

o camarada desabafa, entende? Pouco importa que seja lido ou

não, isso é outra coisa.

Ficou pensativo; à procura de argumento? Enquanto isso, eu

meditava a curiosidade de um carteiro que se queixa de carregar

muitos livros e ao mesmo tempo reprova que outros não os leiam

integralmente.

– Tem razão. Não adianta mesmo escrever.

– Como não adianta? Lava o espírito.

– No meu fraco raciocínio, uma coisa nunca acontece sozinha

nem acaba sozinha. Se a pessoa, vamos dizer, eu, só para

armar um exemplo, se eu escrevo um livro, deve existir um outro

– o senhor, numa hipótese – para receber e ler esse livro. Mas se

o senhor não liga a mínima, foi besteira eu fazer esse esforço.

– Teodorico! você... escreveu um livro?

Virou o rosto.

– De poesia, mas agora não adianta eu lhe oferecer um

exemplar. Até segunda, bom domingo para o senhor.

– Escute aqui, Teodorico...

– Bem, já que o senhor insiste, aqui está o seu volume, não

repare os defeitos, ouviu? Esvaziei bastante a alma, tudo não era

possível!

(Carlos Drummond de Andrade. A bolsa e a vida. 1959. Adaptado)

 

As expressões destacadas no trecho – A ideia de que escrever é esvaziar a alma perturbou meu carteiro... – estão, corretamente, substituídas por pronomes, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, em:

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1877Q203917 | Direito Constitucional, Direitos Sociais, Escrevente Técnico Judiciário, TJ SP, VUNESP

É um direito constitucional do trabalhador doméstico:

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1878Q27661 | Português, Reescritura de Texto, Telefonista, Câmara de São Carlos SP, VUNESP

Texto associado.
Brinquedos de meninos

Existem fortes evidências a sugerir que as preferências de meninos e meninas por brinquedos específicos para cada gênero envolvem mais do que preconceitos, estereótipos e a irresponsabilidade social de fabricantes. Ao que tudo indica, existe uma base biológica para as distintas predileções.

Para começar, brincadeiras típicas de machos e fêmeas não são uma exclusividade humana. Em 2010, o primatologista Richard Wrangham, de Harvard, ganhou manchetes ao publicar um estudo descrevendo como fêmeas jovens de chimpanzés brincavam com pedaços de pau como se fossem bonecas. Elas chegavam a construir ninhos na floresta para acomodar os gravetos à noite. Machos da mesma idade por vezes topavam brincar de casinha com elas, mas o uso preferencial que davam aos galhos era o de armas simuladas.

Aparentemente, os níveis de exposição do feto a hormônios respondem ao menos em parte pela predisposição. Em 2009, Bonnie Auyeung e colaboradores mostraram que meninas que estiveram expostas a mais testosterona durante a gravidez tendiam na infância a engajar-se mais em brincadeiras típicas de garotos. No caso de animais não humanos, cientistas foram capazes de mudar o comportamento de jovens manipulando os hormônios fetais.

Estudos com mamíferos revelam que fêmeas preferem cores mais quentes como vermelho e rosa. Em machos não há uma predileção clara. No caso de humanos, esse padrão aparece mesmo quando lidamos com culturas bem distintas, como norte-americanos e chineses.

A biologia talvez não explique todas as diferenças, mas revela que não somos uma tábula rasa de gênero.

(Disponível em: www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2013/05/1286513-brinquedos-de-meninos.shtml. Acesso em: 29.05.2013. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra com, em destaque, foi empregada com a mesma função com que aparece na seguinte frase do texto:

... um estudo descrevendo como fêmeas jovens de chimpanzés brincavam com pedaços de pau como se fossem bonecas.
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1879Q3028 | Legislação de Trânsito CTB, Oficial Operacional, SAP, VUNESP

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1880Q2890 | Português, Soldado PM voluntário, Polícia Militar SP, VUNESP

Texto associado.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Solteiros e solteiras
  Uma queixa habitual das mulheres é de que faltam homens
na praça − leia-se homens solteiros e disponíveis. Mas o IBGE,
que veio ao mundo para desfazer dúvidas quantitativas, acaba de
apurar que há 31,9 milhões de homens solteiros no Brasil contra
30,4 milhões de mulheres. Ou seja, com um saldo de 1,5 milhão
de homens prontos para o abate, não será por falta de material
que tantas mulheres continuarão encalhadas.
  O problema, no entanto, não é estatístico, mas comportamental:
a tendência do homem a não ter pressa de assumir compromissos
sérios e passar anos pesquisando o mercado antes de se
decidir a investir. Sempre foi assim.
  E, se a querida leitora já estava desanimada, lamento informála
de que a situação tem tudo para piorar. Com a recente mania
dos homens de continuarem morando com a mãe até os 40 anos,
a taxa de rapazes casadouros promete diminuir ainda mais.
  Segundo o IBGE, essa discrepância quantitativa não é geograficamente
uniforme, alguns Estados do Brasil serão mais propícios
do que outros para que as mulheres encontrem seu par do baralho.
  Nesse sentido, nenhum supera Santa Catarina. Lá são 122
solteiros para cada cem solteiras. Outros Estados em que a oferta
masculina é considerável são Tocantins, Mato Grosso e Espírito
Santo. Já São Paulo está apenas na média: 108 contra cem. E, em
alguns Estados, há tantos homens quanto mulheres.
  O Rio, por exemplo, tem pequeno déficit: são 99,55 homens
para cada cem mulheres − o 0,45 saiu para comprar cigarros e
não voltou.
  Já no Distrito Federal faltam nove homens para as cem mulheres.
Se o amigo nunca encontrou motivo para ir até lá, agora
já tem um.

(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 13.09.2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em cujo trecho o cronista usou o humor para expressar suas ideias.
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