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Questões de Concursos VUNESP

Resolva questões de VUNESP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


2881Q706519 | Português, Interpretação de Textos, Auditor de Controle Interno, Prefeitura de Campinas SP, VUNESP, 2019

Texto associado.
                                   Dilemas do teletrabalho
      Uma questão clássica das ciências humanas, debatida ainda hoje, consiste em saber se o progresso tecnológico ajuda a satisfazer as necessidades sociais ou apenas aprofunda a alienação humana. Em poucas palavras, a tecnologia serve para nos emancipar ou nos explorar? Muitos analistas veem a flexibilidade do trabalho como aspecto positivo do atual desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação. Há, porém, aqueles que enfatizam como aspecto negativo o desemprego estrutural produzido pelos avanços da atual revolução da internet das coisas e da manufatura complexa do setor de serviços e na indústria.
      Diante desse dissenso, como interpretar o inegável crescimento do número de profissionais em home office, isto é, de pessoas trabalhando fora da sede das empresas que as contratam? Se no Brasil a tendência é recente, concentrando-se, sobretudo, em empresas prestadoras de serviços tecnológicos ligadas ao mundo virtual, nos Estados Unidos estimativas indicam que, independentemente do setor econômico, 40% de todo o trabalho de escritório já é realizado em home office.
      Em primeiro lugar, é importante sublinhar que a tecnologia não é em si mesma exploradora ou emancipadora. Aqui, as questões-chave são o modo como o progresso tecnológico é apropriado pelas empresas e como ele é regulado pela sociedade.
      Da perspectiva do processo de trabalho, o home office apresenta, de fato, uma face muito sedutora. Afinal, vivendo em uma cidade como São Paulo, por exemplo, quem não gostaria de trabalhar em casa, evitando o trânsito e os perigos ligados à circulação nos espaços públicos? Além disso, o trabalho em home office satisfaz com mais frequência a parcela feminina da força de trabalho, que percebe na flexibilização da jornada uma maneira de equilibrar demandas profissionais e exigências domésticas.
      No entanto, cabe observar que muitos efeitos deletérios para os profissionais em home office têm sido registrados por sociólogos do trabalho. Na medida em que esse trabalho é regulado economicamente pelo sistema de administração por metas, e considerando que as empresas tendem a endurecer permanentemente seus objetivos, verifica-se certa implosão das barreiras entre tempo livre e tempo de trabalho. Ou seja, todo o tempo da vida de quem está em home office transforma-se em trabalho.
      Aqui, não se trata mais de falar em flexibilização da jornada de trabalho, mas em ampliação de uma jornada que devora os finais de semana e não diferencia o dia da noite.
                                                                  (Ruy Braga. Revista E. mai. 2019. Adaptado)
O termo em destaque na seguinte frase do texto é empregado em sentido figurado:
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2882Q705522 | Direito Constitucional, Guarda Municipal, Prefeitura de Valinhos SP, VUNESP, 2019

Rômulo, 19 anos de idade, é brasileiro nato, e Rêmulo, 30 anos de idade, é brasileiro naturalizado. Conforme dispõe a Constituição Federal, é correto afirmar que, atendidas as demais exigências constitucionais, eles podem candidatar-se, entre outros,
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2883Q704514 | Direito Civil, Procurador do Município, Prefeitura de Ribeirão Preto SP, VUNESP, 2019

Considerando a Jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar, sobre o dano moral, que
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2884Q698995 | Matemática, Auxiliar Legislativo, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Luiza comprou barrinhas de chocolate e bombons, num total de 11 itens, sendo o valor total dessa compra igual a
R$ 45,00. Se cada barrinha custou R$ 6,00 e cada bombom custou R$ 3,00, então o número de bombons
comprados foi
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2885Q667418 | Português, Agente de Licitações e Contratos, Prefeitura de Morro Agudo SP, VUNESP, 2020

Texto associado.
Leia o texto, para responder à questão.

Rotulo, logo existo

    Nosso cérebro é uma complexa estrutura forjada por milhões de anos de evolução. Por outro lado, é também primitivo e foi lapidado para seres trogloditas que viveram há milhares de anos. É curioso pensar que o mais refinado, erudito e urbano dos moradores deste planeta tenha o mesmo hardware que um caçador coletor que passou a vida errando em uma pequena área de algum lugar em busca de comer, aquecer-se e garantir a reprodução.
    Desenvolvida para uma chave amigo-inimigo, nossa mente tende a rotular tudo o que vê, julgando a novidade de acordo com seu conhecimento prévio. Isso garantiu nossa vida por muitas gerações: se eu comer algo que me faz mal, toda vez que olhar para algo semelhante, sentirei repulsa. Nosso cérebro rotula de acordo com a percepção de nossos sentidos. Isso pode ser bom para evitar perigos, porém cria problemas para nossa atualidade.
    Encerrar em caixas herméticas dá segurança. Começamos com a minha tribo e a do outro. Se é da minha, diminuem as chances de ataque. Classificar é a primeira forma de dominar e de se defender. O vício entrou em nós. Da tribo, passamos a gostos musicais e sexuais ou escolas artísticas. Classificar não é ruim ou errado. Supor que algo esteja controlado mentalmente por estar etiquetado é, no fundo, estupidez.
    Tudo pede que você classifique continuamente. Resistir à tentação é um desafio. Pensar em aprofundar, dar uma segunda olhada, fugir do rótulo: parecem ser atitudes que exigem o desafio da vontade férrea. Deixar que sentidos mais amplos invadam sua percepção sem julgar e engavetar de imediato é um ato de resistência. Abrir espaço para complexidades é boa meta. O resto? O rema-rema de frases superficiais, senso comum e a celebração da boçalidade. Talvez, um dia, descubram que se trata de uma bactéria específica transmitida pela digitação. O remédio continua sendo ler com atenção, duvidar como método, analisar possibilidades fora do que está posto e nunca ser o representante da verdade na Terra. Ah, e ajuda abandonar redes sociais por pelo menos uma hora por dia. É preciso ter esperança.
(Leandro Karnal. Disponível em: . Acesso em 09.11.2019. Adaptado)
Nas passagens – Isso garantiu nossa vida por muitas gerações ... Talvez, um dia, descubram que se trata de uma bactéria específica transmitida pela digitação. – as preposições destacadas expressam, respectivamente, as noções de
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2886Q480099 | Farmácia, Farmacêutico, Prefeitura de Presidente Prudente SP, VUNESP

Com relação aos sistemas transdérmicos de liberação de fármacos (TTSs), é correto afirmar que
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2887Q421650 | Direito Civil, Teoria das Obrigações Contratuais, Procurador, Instituto de Previdência do Servido Municipal de São José dos Campos SP, VUNESP, 2018

Sobre a boa-fé nas relações contratuais, assinale a alternativa correta.
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2888Q44132 | Enfermagem, Saúde Mental, Enfermeiro, HCFMUSP, VUNESP

Quais os medicamentos utilizados no atendimento inicial nos pacientes em episódios de Estado de Mal Epiléptico?
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2889Q44130 | Enfermagem, Doenças Crônicas Não Transmissíveis, Enfermeiro, HCFMUSP, VUNESP

Em relação às causas cirúrgicas da disfunção aguda do enxerto renal relacionadas ao processo de transplantação, assinale a alternativa correta.
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2890Q33520 | Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, Lei n 8069 de 1990, Defensor Público, DPE MS, VUNESP

Assinale a alternativa correta.
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2891Q32398 | Informática, Redes de Computadores, Técnico em Informática, DCTA, VUNESP

Em uma rede local de computadores (LAN), os endereços IPs para os computadores podem ser distribuídos automaticamente, ou seja, não requerem a configuração manual em cada computador, caso seja utilizado na rede o servidor:
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2892Q27675 | Conhecimentos Específicos, Política Brasileira, Telefonista, Câmara de São Carlos SP, VUNESP

Leia a notícia.

Perdão da dívida de países africanos daria para Brasil construir 57 mil casas populares. Dilma quer livrar pagamento de R$ 2 bi de 12 nações, mas medida tem que passar pelo Senado.

(http://noticias.r7.com)

Apesar da crítica contida na notícia, na perspectiva do governo brasileiro, a medida se justifica, pois
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2893Q26762 | Português, Interpretação de Textos, Assistente de Contabilidade, Câmara de Caieiras SP, VUNESP

Texto associado.
 O fator sorte

     As pessoas mais inclinadas a buscar significados nos acontecimentos tendem de fato a encontrá-los, ainda que, para isso, tenham de subestimar as leis da probabilidade, no intuito de encontrar um maior número de “coincidências", que atribuem à sorte.
     Há alguns anos, o físico Richard A. J. Matthews estudou as chamadas leis de Murphy, a irônica suma do pessimismo resumida na máxima “se alguma coisa pode dar errado, dará". Matthews investigou, em particular, por que uma fatia de pão com manteiga cai geralmente com o lado da manteiga para baixo. A prevalência da “falta de sorte" foi confirmada por um estudo experimental, patrocinado por um fabricante de manteiga: o aparente azar deve-se simplesmente à relação física entre as dimensões da fatia e a altura em que estava colocada.
     São também explicáveis outros tipos de infortúnio, como o fato de que, quando duas meias soltas são retiradas da gaveta, geralmente elas não são do mesmo par. Além disso, tendemos a dar mais atenção a fatos rotineiros que nos frustram (como perder o ônibus por chegarmos ao ponto com segundos de atraso), em vez de contabilizar o grande número de ocasiões em que não tivemos contratempos. Essa atitude contribui para reforçar nossos preconceitos e nos fazer ignorar as leis da probabilidade.
     O psicólogo Richard Wiseman, professor da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra, também conduziu um estudo interessante sobre os mecanismos relacionados à sorte. O projeto, financiado por várias instituições, entre as quais a Associação Britânica para o Avanço da Ciência, gerou um manual chamado “O fator sorte", traduzido em mais de 20 idiomas.
     Ele publicou um anúncio no jornal solicitando que pessoas particularmente sortudas ou azaradas entrassem em contato com ele para que seus comportamentos fossem analisados. Descobriu que cerca de 9% desses indivíduos podiam ser considerados azarados e 12% favorecidos pela sorte. Todos os outros entravam na média.
      Wiseman deu aos participantes um jornal, solicitando que contassem as fotos impressas e prometendo um prêmio aos que o fizessem corretamente. Ora, o número solicitado estava gravado de forma evidente sobre uma das páginas, algo que muitos “azarados" não perceberam, pois estavam concentrados demais na tarefa.
       A análise experimental dos traços de personalidade que distinguiam sortudos e azarados permitiu concluir que esses últimos são mais tensos e concentrados, ao passo que os sortudos tendem a considerar as coisas de forma mais relaxada, mas sem perder de vista o contexto geral. Assim, se considerarmos os dados coletados, ter sorte pode significar, pelo menos em parte, saber fazer boas escolhas e perceber as ocasiões mais vantajosas para si mesmo.

(Gláucia Leal. Disponível em: http://blogs.estadao.com.br/pensar-psi/o-fator-sorte. Adaptado)
Na opinião da autora,
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2894Q23724 | Português, Técnico Administrativo em Recursos Humanos, CETESB, VUNESP

Texto associado.
O ideal de Rubem Braga

No ranking de autores com mais textos apócrifos na internet, Rubem Braga dificilmente figura entre os primeiros lugares, onde reinam os imbatíveis Clarice Lispector e Luis Fernando Veríssimo. Logo ele, pai da crônica moderna, e o primeiro a, de fato, consagrar- se com esse estilo tão difícil de definir e tão fácil de reconhecer.

Impossível saber como Braga lidaria com as peculiaridades da internet.

O amigo Zuenir Ventura acha que, se vivo nos dias de hoje, ele dificilmente teria se envolvido com a rede (reza a lenda que, quando conheceu a fita K7, Rubem tentou por horas colocar a caixinha inteira dentro do aparelho, até perceber que tinha de abri- la). Ainda assim é curioso observar como uma de suas tantas crônicas tem ares de profecia ao que vemos hoje no universo virtual.

É “Meu ideal seria escrever...”. Publicada em 1967 no livro “A traição dos elegantes”, ela narra como o autor gostaria de criar uma história que, de boca em boca, fosse mudando a vida das pessoas. A essência dessa história seria o humor. E a autoria dela, o que menos importaria.

A disseminação de histórias desta forma espontânea existe desde que o mundo é mundo, é claro. Mas a maneira como Braga descreve seu desejo, de maneira tão bonita quanto trivial, encontra um paralelo muito feliz com a discussão atual sobre a transformação do conceito de autoria - não só na internet, mas muito potencializada por ela. No mundo virtual, o lance é fazer a ideia virar faísca. O dono dela nem sempre fica em evidência, mostrando que, muitas vezes, a história merece a atenção total. É ela que faz o interlocutor se emocionar, se revoltar ou, simplesmente, dar uma risada no meio de um pesado dia de trabalho.

*Apócrifo: obra falsamente atribuída a um autor.
O comentário entre parênteses no terceiro parágrafo – (reza a lenda que, quando conheceu a fita K7, Rubem tentou por horas colocar a caixinha inteira dentro do aparelho, até per- ceber que tinha de abri-la) – contribui para reforçar a ideia de que Rubem Braga
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2895Q15754 | História, Aluno Oficial, APMBB, VUNESP

Leia o registro de um contemporâneo da peste negra.

Eis que, em outubro do ano de 1347 da Encarnação do Senhor, (...) muitos genoveses, em doze galeras, fugindo à cólera divina que se abatera sobre eles em razão da sua iniquidade, acostaram no porto da cidade de Messina. Os genoveses transportavam consigo (...) uma doença tal que quem quer que tivesse falado com um deles era atingido por essa enfermidade mortal (...). As pessoas odiavam-se umas às outras a ponto de, se um filho fosse atingido pelo mal, o pai se recusar terminantemente a ficar do seu lado; e se ousasse aproximar-se dele, seria de tal modo atingido pelo mal que não haveria modo de escapar à morte (...).
(Michel de Piazza. Historia secula ab anno 1337 ad annum 1361. Apud Georges Duby. A Europa na Idade Média, 1988.)

A partir do trecho, pode-se afirmar que a peste negra era encarada como
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2896Q13650 | Conhecimentos Específicos, Direitos Difusos e Coletivos, Advogado, DESENVOLVESP, VUNESP

A ação popular é um instrumento que concede ao cidadão o direito de buscar o Poder Judiciário, na tentativa de invalidar atos administrativos praticados por pessoas jurídicas de Direito Público, tanto da Administração Direta quanto da Administração Indireta. A respeito de seu objeto, é correto afirmar que são
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2897Q8810 | Direito Processual Penal, Juiz substituto, TJ RJ, VUNESP

Em processo que tramita pelo rito comum ordinário, que conta com 3 (três) acusados e um assistente do Ministério Público que faz uso da palavra, o tempo reservado ao defensor de cada acusado nos debates orais, como regra, em minutos, é de
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2898Q4502 | Conhecimentos Específicos, Normas da Corregedoria Geral, Escrevente Técnico Judiciário, TJ SP, VUNESP

É correto afirmar que
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2899Q698760 | Direito Tributário, Princípios Constitucionais Tributários, Procurador Jurídico, Câmara de São Roque SP, VUNESP, 2019

Norma da Câmara Municipal de determinado Município alterou, em janeiro de 2019, data em que entrou em vigor, o prazo para pagamento do IPTU que, no exercício anterior, era 20 de fevereiro, para 02 de fevereiro do ano em curso. Diante da situação hipotética, é correto afirmar que
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2900Q681184 | Administração Geral, Profissional para Assuntos Administrativos, UNICAMP, VUNESP, 2019

A utilização do filme Tempos Modernos, de Charles Chaplin, para exemplificar a forma como os trabalhadores eram vistos durante quase toda a 1a metade do século passado, o XX, tem sido recorrente para a explicação dessa visão dos trabalhadores como parte da engrenagem das máquinas, sendo “movimentados” por elas na linha de produção. As máquinas é que providenciavam o ritmo e as ações dos trabalhadores, e o grande objetivo era a manutenção e o aumento da produtividade. Qual teoria da administração é que sustenta essa visão?

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