“O cinema e o rádio não precisam mais se apresentar
como arte. A verdade de que não passam de um
negócio, eles a utilizam como uma ideologia
destinada a legitimar o lixo que propositadamente
produzem. Eles se definem a si mesmos como
indústrias, e as cifras publicadas dos rendimentos de
seus diretores gerais suprimem toda dúvida quanto à
necessidade social de seus produtos.” In: ADORNO,
T.W.; HORKHEIMER, Max. Dialética do
esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 1985.p.114
No trecho acima, os filósofos Theodor Adorno e
Max Horkheimer refletem sobre a Indústria Cultural.
De acordo com os autores, uma das consequências
disso é