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Questões de Concursos Área Análises Clínicas

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101Q1012855 | Técnicas em Laboratório, Biossegurança Técnica em Laboratório, Área Análises Clínicas, UNB, CESPE CEBRASPE, 2025

Julgue o item que se segue, relativo a equipamentos de proteção individual e coletiva.

Em laboratórios com nível de biossegurança 1 (NB-1), o uso de jaleco fechado, de luvas descartáveis e as boas práticas laboratoriais são considerados suficientes para a proteção do trabalhador durante procedimentos de rotina com microrganismos não patogênicos.Em laboratórios com nível de biossegurança 1 (NB-1), o uso de jaleco fechado, de luvas descartáveis e as boas práticas laboratoriais são considerados suficientes para a proteção do trabalhador durante procedimentos de rotina com microrganismos não patogênicos.

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102Q1012865 | Biomedicina, Parasitologia, Área Análises Clínicas, UNB, CESPE CEBRASPE, 2025

No que se refere ao uso de fixadores e conservadores em amostras para diagnóstico parasitológico, julgue o item seguinte.

Os conservadores mais utilizados em parasitologia são o formol a 10%, o álcool polivinílico, a solução de mertiolato, iodo e formaldeído, e a solução de acetato de sódio, ácido acético e formaldeído.

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103Q1011663 | Português, Crase, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Texto associado.
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, referente a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

No segmento “projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área” (primeiro período do terceiro parágrafo), o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” em “a futuras” não acarretaria prejuízo à correção gramatical do texto.

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104Q1011683 | Biomedicina, Coleta e Transporte de Amostras, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Em relação ao manuseio e transporte de amostras biológicas, julgue o item a seguir.

Laboratório de nível de biossegurança 2 (NB-2) deve estar equipado com cabine de segurança biológica classe II para a manipulação de agentes que geram aerossol.

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105Q1012857 | Técnicas em Laboratório, Biossegurança Técnica em Laboratório, Área Análises Clínicas, UNB, CESPE CEBRASPE, 2025

No que diz respeito à biossegurança em laboratórios de análises clínicas, julgue o item seguinte.

A limpeza superficial de materiais não críticos, independentemente do tipo de sujidade, em procedimento repetido entre os seus usos, atende aos critérios de biossegurança previstos.

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106Q1012120 | Redação Oficial, Atos Normativos, Área Análises Clínicas, UNB, CESPE CEBRASPE, 2025

Considerando as características gerais da redação oficial e a padronização de documentos da Universidade de Brasília, julgue o item a seguir.

Na UnB, o ato da reitoria é o documento adequado para a formalização de decisões em matéria de competência da reitoria.

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107Q1012121 | Direito Administrativo, Área Análises Clínicas, UNB, CESPE CEBRASPE, 2025

Considerando as regras previstas no Decreto n.º 1.171/1994, nas Leis n.º 8.112/1990, n.º 8.429/1992, n.º 9.784/1992 e n.º 14.133/2021, julgue o item a seguir.

Estar no gozo dos direitos políticos é requisito básico para a investidura em cargo público.

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108Q1011670 | Ética na Administração Pública, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Considerando as regras previstas no Decreto n.º 1.171/1994, nas Leis n.º 8.112/1990, n.º 8.429/1992, n.º 9.784/1992 e n.º 14.133/2021, julgue o item a seguir.

O exercício da função pública está desvinculado da vida particular do servidor, estando a função pública, portanto, integrada apenas ao âmbito profissional da vida do servidor.

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109Q1011672 | Legislação Federal, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Julgue o item a seguir, a partir das disposições do Estatuto e Regimento Geral da Universidade de Brasília e das Leis n.º 11.091/2005, n.º 13.709/2018 e n.º 12.527/2011.

A Lei de Acesso à Informação é inaplicável aos dados do Poder Judiciário e do Ministério Público.

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110Q1011675 | Biomedicina, Normas de Biossegurança e Descarte, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Julgue o próximo item, em relação à esterilização e à desinfecção de materiais e superfícies, considerada a biossegurança em análises clínicas.

O álcool etílico a 70% (m/m) é eficaz como desinfetante de nível intermediário para superfícies não críticas após processamento de amostras biológicas, sendo sua ação desinfetante comprometida na presença de determinadas sujidades.

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111Q1011676 | Biomedicina, Normas de Biossegurança e Descarte, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Julgue o próximo item, em relação à esterilização e à desinfecção de materiais e superfícies, considerada a biossegurança em análises clínicas.

Antes da esterilização em autoclave, os materiais devem ser submetidos à limpeza para a remoção de resíduos de matéria orgânica.

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112Q1011681 | Biomedicina, Normas de Biossegurança e Descarte, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Julgue o item que se segue, relativo a equipamentos de proteção individual e coletiva.

Em laboratórios de nível de biossegurança 3 (NB‑3), o uso de máscara cirúrgica é suficiente para a proteção do trabalhador em trabalhos com agentes que geram aerossol.

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113Q920119 | Biomedicina, Área Análises Clínicas, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

Segundo a ABNT, o exame de urina é realizado em uma amostra de urina humana e serve para determinar os caracteres físicos e químicos bem como para verificar a presença de estruturas celulares ou de outra origem. O exame de urina é conhecido com outras denominações, tais como: urina de rotina, sumário de urina, urina do tipo 1, EAS (Elementos Anormais e Sedimento), EQU (Exame Químico de Urina), ECU (Exame Comum de Urina), urina parcial e PEAS (Pesquisa dos Elementos Anormais e Sedimento). Sobre a coleta de urina regulamentada pela norma da ABNT, analise os procedimentos abaixo.
I. As amostras de urina para o EAS e a urocultura de um mesmo paciente devem ser coletadas no mesmo recipiente, refrigeradas adequadamente e enviadas ao laboratório, em até, no máximo, 2 horas após a coleta, sendo imediatamente separadas nos respectivos setores onde os exames serão realizados.
II. O frasco usado na coleta da urina deve possuir tampa fácil de manusear. O laboratório deve receber um volume de pelo menos 20mL para análise, que deve ser centrifugado, e desse sedimento, pelo menos 50µL deve ser analisado.
III. Se houver a solicitação da coleta de urina de primeiro jato e de jato médio, estas poderão ser feitas em um mesmo momento, desde que as amostras sejam coletadas em frascos separados e identificados.
IV. O EAS deve ser realizado no prazo máximo de 02 horas após a coleta da amostra. Na impossibilidade de o exame ser realizado dentro desse prazo e nessas condições, a amostra deverá ser refrigerada à temperatura de 2ºC a 8ºC e, em seguida, encaminhada ao laboratório para análise.
Dos procedimentos, estão corretos
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114Q1012856 | Técnicas em Laboratório, Biossegurança Técnica em Laboratório, Área Análises Clínicas, UNB, CESPE CEBRASPE, 2025

No que diz respeito à biossegurança em laboratórios de análises clínicas, julgue o item seguinte.

Centrífugas devem ser balanceadas e tampadas, utilizando-se, sempre que possível, recipiente de contenção para evitar geração de aerossóis perigosos.

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115Q1011656 | Português, Análise sintática, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Texto associado.
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, referente a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

O primeiro período do quarto parágrafo é composto por subordinação.

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116Q1011668 | Redação Oficial, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Considerando as características gerais da redação oficial e a padronização de documentos da Universidade de Brasília, julgue o item a seguir.

O emprego da voz passiva nas comunicações oficiais contribui para conferir maior impessoalidade à linguagem, a exemplo do trecho a seguir.

Constituiu-se grupo de trabalho com o objetivo de rever e atualizar as normas de padronização de documentos administrativos e normativos da instituição.

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117Q1011680 | Biomedicina, Normas de Biossegurança e Descarte, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Julgue o item que se segue, relativo a equipamentos de proteção individual e coletiva.

Por serem resistentes a desgastes, as luvas nitrílicas podem ser reutilizadas após procedimento com material biológico que não seja visível a olho nu.

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118Q1011660 | Português, Regência, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Texto associado.
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, referente a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

No primeiro período do segundo parágrafo, a inclusão de "aos"após a forma verbal ‘orientaria’ preservaria a correção gramatical do texto bem como seus sentidos originais.

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119Q920121 | Biomedicina, Área Análises Clínicas, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

O técnico do laboratório clínico fez um hemograma de um paciente em um equipamento automatizado, e os resultados da contagem das hemácias, da dosagem da hemoglobina e da determinação do hematócrito foram, respectivamente: 4,47 milhões/mm³ de sangue, 14,7g% e 41,6%. A partir desses resultados, ele calculou os índices hematimétricos e encontrou o
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120Q1011655 | Português, Significação Contextual de Palavras, Área Análises Clínicas, FUB, CESPE CEBRASPE, 2025

Texto associado.
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Em relação ao texto CB2A1, aos seus sentidos e às ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.

Sem prejuízo da coerência do texto, o vocábulo ‘equidade’ (último período do terceiro parágrafo) poderia ser substituído por paridade.

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