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Questões de Concursos Agente Administrativo

Resolva questões de Agente Administrativo comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1301Q27213 | Administração Geral, Agente Administrativo, Prefeitura de Angra dos Reis RJ, AOCP

Qual é uma das etapas ou decisões do processo de organização?
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1302Q2396 | Conhecimentos Específicos, Orçamento Público e Gestão Fiscal, Agente Administrativo, MPE RS, FCC

Nos termos da Lei Complementar no 101/2000, as contas apresentadas pelo Chefe do Poder Executivo ficarão disponíveis, no respectivo Poder Legislativo e no órgão técnico responsável pela sua elaboração, para consulta e apreciação pelos cidadãos e instituições da sociedade, durante
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1303Q2675 | Português, Agente Administrativo, FMS, NUCEPE

Texto associado.
Memórias estressadas

O primeiro beijo. O casamento. O dia em que o carro saiu do controle na estrada e
passou raspando pelo caminhão. Cada detalhe desses eventos marcantes é gravado em sua mente,
ainda que você não consiga se lembrar de absolutamente nada do que aconteceu nas últimas 24
horas. Ocasiões excitantes, emocionantes e grandiosas, inclusive as estressantes, são arquivadas
facilmente. Ou seja: o estresse pode melhorar a memória.
Todos nós também já passamos pela experiência oposta: quando estamos muito tensos
as palavras e as ideias parecem sumir da mente. Alguns casos de falha de memória estão ligados
a traumas infinitamente maiores: alguém que sofreu abuso sexual na infância, por exemplo, pode
ver os detalhes se perderem numa névoa amnésica.
Para pesquisadores que estudam o fenômeno, como eu, essa dicotomia é bastante
familiar. O estresse melhora algumas funções em certas circunstâncias e as atrapalha em outras.
Pesquisas recentes mostram como situações estressantes leves ou moderadas melhoram a
cognição e a memória, enquanto as fortes ou prolongadas as prejudicam.
(...)

(Revista Mente Cérebro –Duetto Editorial - Número 27 - Por Robert M. Sapolsky – p. 53)
Trecho para as questões 07 e 08.
“Ocasiões excitantes, emocionantes e grandiosas, inclusive as estressantes, são arquivadas
facilmente.” (l. 04-05).

Do ponto de vista gramatical, é CORRETO afirmar que “excitantes” está para “Ocasiões”, assim
como:
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1304Q853375 | Português, Sintaxe, Agente Administrativo, FACET Concursos, 2020

Leia o texto abaixo e, em seguida, responda a questão pertinente:

Louco amor
(Ferreira Gullar)

    Era dado a paixões, desde menino. Na escola, aos oito anos, sentava-se ao lado de Nevinha, que tinha a mesma idade que ele e uns olhos que pareciam fechados: dois traços no rosto redondo e sorridente. Quando se vestia, de manhã cedo, para ir à escola, pensava nela e queria ir correndo encontrá-la. Puxava conversa a ponto da professora ralhar. Mas, chegaram as férias de dezembro, perguntou onde ela ia passá-las. “No inferno”, respondeu. Ele se espantou, ela riu. “É como minha mãe chama o sítio de meus avós em Codó.” No ano seguinte, sua mãe o matriculou numa escola mais perto de sua casa e ele nunca mais viu Nevinha.
    Na nova escola, enamorou-se de Teca, que tinha duas tranças compridas caídas nos ombros. Era engraçada e sapeca, brincava com todo mundo e não dava atenção a ele. Já no ginásio, foi a Lúcia, de olhos fundos, silenciosa, quase não ria. Amor à distância. Uma vez ela deixa cair o estojo de lápis e ele, prestimoso, o juntou no chão, e lhe entregou. Ela riu, agradecida.
    Enlouqueceu mesmo foi pela Paula, de 15 anos, quando ele já tinha 22 e se tornara pintor. Era filha de Bonetti, seu professor na Escola de Belas Artes e cuja casa passou a frequentar, bem como outros colegas de turma. A coisa nasceu sem que ele se desse conta, já que a via como uma menina. Mas, certo dia, acordou com a lembrança dela na mente, o perfil bem desenhado, o nariz, os lábios, os olhos inteligentes. Ela era muito inteligente, falava francês, já que vivera com os pais em Paris e lá estudara. A partir daquela manhã, quando visitava o professor era, na verdade, para revê-la. De volta a seu quarto, no Catete, sentia sua falta e inventava pretextos para visitas. Ficava a olhá-la, o coração batendo forte, louco para tomar-lhe as mãos e dizer-lhe: “Eu te amo, Paula”.
    Mas não se atrevia, embora já não conseguisse pintar nem sair com os amigos sem pensar no momento em que declararia a ela o seu amor. Mas não o fazia e já agora custava a dormir e, quando dormia, sonhava com ela. Mas eis que, numa das visitas à casa do professor, não a encontrou. Puxou conversa com a mãe dela e soube que havia ido ao cinema com um primo. Quando chegou, foi em companhia dele, de mãos dadas. Era o Eduardo, que chegara dos Estados Unidos, onde se formara.
    Sentiu que o mundo ia desabar sobre sua cabeça, mal conseguia ver os dois, sentados no divã da sala, cochichando e rindo, encantados um com o outro.
    Agora, acordar de manhã era um suplício, já que a lembrança dela não lhe saía da cabeça. Evitava agora ir à casa de Bonetti, que, entranhando-lhe a ausência, telefonava para convidá-lo. Temia ir lá, mas terminava indo, porque pelo menos podia revê-la, mas voltava para casa arrasado. Muitas vezes nem entrava em casa, com medo de se defrontar com a insuportável realidade. Ficava pela rua andando à toa, até altas horas da noite. Decidiu entregar-se totalmente a sua pintura, comprou telas novas, tintas novas, mas postado em frente ao cavalete, tudo o que conseguia era pensar nela. “Então, vou fazer dela o tema de meus quadros”, decidiu-se e iniciou uma série de retratos dela, que eram antes alegorias patéticas e dolorosas. Os colegas gostaram e contaram ao Bonetti, que pediu para vê-los. Levou-lhe alguns dos quadros, que mereceram dele entusiasmados elogios. Paula, depois de elogiá-los, observou: “Ela parece comigo!”. Ele a fitou nos olhos: “Ela é você”. Sem entender, ela sorriu lisonjeada.
    Paula e o primo se casaram e foram morar nos Estados Unidos. Júlio ganhou um prêmio de viagem ao exterior e foi conhecer os museus da Europa, fixando-se em Paris, que era na época o centro irradiador de arte e literatura. De volta ao Brasil, conheceu Camila, com quem se casou e teve dois filhos, uma menina e um menino, que hoje estão casados e lhe deram netos. Quanto a Paula, de que nunca mais tivera notícias, soube que se separara do marido e voltara ao Brasil, indo morar em São Paulo.
    Júlio e Bonetti continuaram amigos. Já sem a mesma frequência, ia visitá-lo naquele mesmo apartamento de Botafogo, onde viveu com a mesma mulher, mãe de Paula. Morreu dormindo, como queria. Júlio foi ao velório, no Cemitério de São João Batista, onde ele encontrou Paula, quarenta anos depois.
    Ela estava sentada junto ao caixão, ao lado de uma moça. “Júlio foi amigo de meu pai a vida toda... Me conheceu menina.”
    Falou aquilo com toda a naturalidade. “Que estranha é a vida”, pensou ele, fitando o rosto da mocinha que jamais poderia ter sido filha sua.

Gullar, Ferreira. A alquimia na quitanda: artes, bichos e barulhos nas melhores crônicas do poeta. São Paulo: Três Estrelas, 2016.
Releia e responda: “Mas eis que, numa das visitas à casa do professor, não a encontrou.” Qual é a relação que o conectivo grifado estabelece com a construção antecedente?
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1306Q930 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Agente Administrativo, CAERN, FGV

Em relação aos aspectos de saúde pública e meio ambiente no setor de saneamento no Brasil, é correto afirmar que, a partir da década de 1990, o cenário se caracteriza
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1307Q48051 | Português, Agente Administrativo, Prefeitura de Campinas SP, CETRO

Leia as orações abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

1. Estava com os pés in__ados de tanto andar.
2. Os primeiros aborí__enes possuíam armamento limitado, muitos feitos de madeira e pedra, que os auxiliavam a conseguir alimento.
3. Não conseguia mais pensar, estava com en__aqueca.
4. Não conseguia __ntitular o novo texto. 
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1308Q954 | Português, Agente Administrativo, CAERN, FGV

Texto associado.
Texto I

O futuro das cidades é verde

     Cada vez mais humanos vivem em cidades. Somos
3,3 bilhões de pessoas em áreas urbanas – o que
corresponde a 51% da população mundial, contra 49% de
habitantes de áreas rurais, segundo dados da ONU. Apesar
da escalada das megalópoles ao longo do século XX, essa
inversão ocorreu em escala global apenas em 2008. No
Brasil, o fenômeno consolidou-se já na década de 70. Hoje,
apenas 16% dos 192 milhões de brasileiros vivem na zona
rural, de acordo com o IBGE. Com tanta gente ocupando o
mesmo espaço, agravam-se os problemas de saneamento,
transporte e uso de recursos naturais, entre muitos outros.
Como solucionar esses problemas é a pergunta do
momento.
     Durante o mês de março, o Brasil transforma-se
em sede de três eventos que pretendem respondê-la. A
Conferência Internacional das Cidades Inovadoras
(CICI2010) recebeu especialistas e prefeitos de diversas
partes do mundo entre os dias 10 e 13, em Curitiba (PR). Na
sequência, acontecem a Conferência Latino-Americana de
Saneamento (Latinosan 2010), de 14 a 18 em Foz do Iguaçu
(PR), e a Primeira Jornada Internacional sobre Energias
Renováveis, Eficiência Energética e Poder Local, em Betim
(MG), entre os dias 17 e 19.
     Um dos especialistas escalados para a CICI2010 é o
americano Marc Weiss, presidente da organização Global
Urban Development (Desenvolvimento Global Urbano). O
gestor acredita que o principal desafio à nossa frente é
gerar crescimento econômico sustentável e qualidade de
vida para todos em todos os lugares. “Com uma
combinação de inovação tecnológica e uma elevada
eficiência, as cidades poderão gerar uma expansão
substancial de negócios e empregos – o que vai culminar
em comunidades mais saudáveis e em harmonia com os
ciclos da natureza”, diz. O fato de eventos como esses
acontecerem por aqui não é mera coincidência. O País vem
se tornando protagonista no combate às mudanças
climáticas, principalmente depois da Conferência do Clima
da ONU (COP-15), realizada em dezembro em Copenhague,
na Dinamarca.
     Na ocasião, o governo brasileiro apresentou metas
ambiciosas de redução de emissões de gases do efeito
estufa, um dos grandes problemas gerados pela
concentração de automóveis em centros urbanos. “O Brasil
está se tornando um líder mundial no trabalho de
estabelecer um novo e alto padrão de desenvolvimento
urbano e industrial sustentável”, acredita Weiss. “O
desenvolvimento sustentável é política de governo em
algumas cidades, e não apenas um conjunto de medidas
dirigidas a questões pontuais”, diz Laura Valente de
Macedo, diretora regional para América Latina e Caribe do
ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade. Ela cita
Freiburg, Bonn (ambas na Alemanha), Malmö e Växjo (as
duas na Suécia) como exemplos. “Entre suas muitas
iniciativas, todas têm em comum a ênfase no uso de
energias renováveis, como a solar, o biogás e a eólica”,
afirma. Há quem esteja ousando ainda mais nesse desafio.
O escritório Gale International está construindo – em
parceria com a gigante de tecnologia Cisco – a cidade mais
sustentável do mundo. Nova Songdo, na Coreia do Sul, deve
ficar pronta em 2015 e contará com tecnologias que
reduzem o consumo de energia e utilizam materiais naturais
e reciclados.
     Existem planos para construir mais 20 centros
urbanos parecidos na China e na Índia nos próximos anos.
Uma excelente oportunidade para o Brasil ter cidades que
se aproximem desse sonho são os eventos esportivos que o
País vai sediar nos próximos anos. Para receber a Copa do
Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, os
organizadores tiveram de se submeter a uma série de
medidas ambientais. Coleta seletiva do lixo, uso racional de
água, economia de energia e transportes que usem
combustível de forma racional são algumas delas. Mesmo
que não houvesse essa obrigatoriedade, até lá já viveremos
um outro tempo. O Protocolo de Kyoto vence em 2012. Ou
seja: o mundo terá uma nova política de emissões de gases
estufa. No mesmo ano, acontece a Conferência das Nações
Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de
Janeiro – reedição da Rio-92. A bola está conosco.

(André Julião. IstoÉ, ed. 2105, março de 2010, com
adaptações)
"O desenvolvimento sustentável é política de governo em algumas cidades, e não apenas um conjunto de medidas dirigidas a questões pontuais", diz Laura Valente de Macedo, diretora regional para América Latina e Caribe do ICLEI - Governos Locais pela Sustentabilidade. (L.46-51)

No trecho acima, há quantas ocorrências de aposto?
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1309Q30411 | Conhecimentos Específicos, Política, Agente Administrativo, COREN SP, VUNESP

Durante nove horas, o estudante de marketing David Miranda, de 28 anos, ficou preso numa sala do aeroporto Heathrow, em Londres, interrogado por sete policiais britânicos. Sob o constante aviso de que seria preso com base na lei antiterror, caso não “cooperasse”, só teve acesso a um advogado na última hora. (...) Namorado de Glenn Greenwald, colunista do jornal inglês The Guardian e autor de reportagens sobre (...), David Miranda vê a detenção como um recado a jornalistas que fazem reportagens com base em documentos do ex-analista da NSA Edward Snowden.
(Época, 26.08.2013)

Essas reportagens de Greenwald referem-se
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1310Q188163 | Matemática, Equações do 2grau, Agente Administrativo, CAERN, FGV

A soma de dois números inteiros é 17, e o produto deles vale 52. A diferença entre esses números é

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1311Q40199 | Administração Geral, Agente Administrativo, TCE RO, CESPE CEBRASPE

No que se refere à administração geral, julgue os itens a seguir.

Segundo Max Weber, a organização burocrática viabiliza uma forma de dominação racional, que possibilita o exercício da autoridade e a obediência com precisão, continuidade e disciplina.
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1312Q31496 | Português, Agente Administrativo, CRF RS, QUADRIX

Texto associado.
Anvisa pede cautela em uso de remédio contra osteoporose

JOHANNA NUBLAT

     O médico deve avaliar, caso a caso, se vale a pena prolongar para além de três anos o uso dos bisfosfonatos no combate à osteoporose.
É o que alerta um boletim elaborado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com base em estudos clínicos e de casos internacionais que avaliaram o uso desses medicamentos por mulheres na pós menopausa.
     Por conta da redução na produção de estrogênio após a menopausa, estima-se que a osteoporose atinja um pouco menos de 20% das mulheres com 50 anos ou mais.
Entre os homens, as taxas estimadas não passam de 6%, descreve o boletim.
     O trabalho não questiona o benefício dos bisfosfonatos - remédios mais usados contra a doença- de forma geral, mas alerta que não há garantias de efetividade da droga após uso prolongado.
     "Não há evidência clara de benefício pelo uso além de três anos e há relatos de eventos adversos desagradáveis, apesar de pouco freqüentes", diz Márcia Fernandes, técnica da agência que trabalhou na produção da análise.
     Um desses eventos adversos é a fratura atípica (por exemplo, no meio do fêmur). Já as fraturas nas vértebras e no fêmur na altura da virilha são tidas como típicas em pacientes com osteoporose.
     As conclusões da Anvisa vão na mesma linha do relatório divulgado, em setembro de 2011, pela FDA (agência americana que regula remédios e alimentos). À época, a agência afirmou que os bisfosfonatos
só tinham benefícios comprovados na prevenção de fraturas até três anos. E informou que, após o quinto ano, não havia mais melhoria na densidade óssea.


MANTER OU NÃO

     O alerta que faz o boletim da Anvisa já é de conhecimento dos especialistas brasileiros. Eles, no entanto, acham que o estudo pode ser um aviso importante aos não especialistas que tratam pacientes comosteoporose.
     "Tem muita gente usando bisfosfonato há bastante tempo. Os especialistas sabem [do alerta], os generalistas não. E tem muito generalista tratando osteoporose", diz Bernardo Stolnick, vice-presidente do comitê de doenças osteometabólicas da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia).
     Para decidir manter, suspender ou trocar de droga é preciso avaliar questões como o passado de fraturas e o aumento da massa óssea, diz Sebastião Radominski, coordenador da comissão de osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia.
     "Há pacientes que, três ou quatro anos depois, continuam com altíssimo risco de ter uma fratura comum, que não aumentaram a massa óssea. Não tenho dúvida [de que ele deve manter o uso]. Porque, assim, você evita 240 fraturas típicas frente a uma atípica que poderia ocorrer", diz.
     Stolnick lembra que há remédios que servem de alternativa aos bisfosfonatos, como o ranelato de estrôncio.
     "É uma excepcional alternativa para quem usou o bisfosfonato e tem que parar após três ou cinco anos." Em fevereiro, o uso da substância foi aprovado no país para o tratamento de homens.

(http://wwwl.folha.uol.com.br/)
O núcleo do sujeito da forma verbal "alerta", em destaque no segundo parágrafo do texto, é:
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1313Q188191 | Direito Administrativo, Conceito, Agente Administrativo, AGU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
A respeito de licitações, julgue os itens subsequentes.

Na hipótese de aquisição de bens, a Lei de Licitações veda expressamente condutas como a cotação de quantidade inferior à demandada na licitação e a fixação no edital de quantitativo mínimo, ainda que tais condutas sejam justificáveis para ampliar a competitividade do certame.
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1314Q27939 | Matemática, Agente Administrativo, Câmara de São Caetano do Sul SP, CAIPIMES

Quatro mecânicos, em 6 dias, montam 48 peças para o motor.

Quantas peças do mesmo tipo são montadas por 10 operários em 9 dias? 
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1315Q187692 | Administração de Recursos Materiais, Estoque de segurança, Agente Administrativo, CADE, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

No que se refere ao gerenciamento de estoque e às formas de avaliação da qualidade dos materiais recebidos, julgue os próximos itens.

Problemas de falta de material causados por atrasos no fornecimento ou consumo irregular podem ser minimizados com a adoção do estoque mínimo.

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1316Q47942 | Informática, Agente Administrativo, Prefeitura de Cajamar SP, MOURA MELO

Umas das suas principais funções é oferecer dados apenas para leitura:
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1317Q22348 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Agente Administrativo, CAERN, FGV

Quando um jornal fala em "capacetes (ou boinas) azuis", refere-se
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1318Q32591 | Direito Administrativo, Licitações, Agente Administrativo, DNOCS, FCC

De acordo com o Decreto n° 3.931/2001, a Ata de Registro de Preços, durante sua vigência, desde que devida- mente comprovada a vantagem, poderá ser utilizada
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1319Q6235 | Arquivologia, Agente Administrativo, MTE, CESPE CEBRASPE

Acerca do arquivo, julgue os itens a seguir.

O programa de gestão de documentos, quando implantado em um ministério, por exemplo, permite o desenvolvimento de uma série de atividades arquivísticas, exceto a de avaliação, que são próprias do arquivo permanente.
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1320Q27759 | Português, Interpretação de Textos, Agente Administrativo, Câmara de Jaboticabal SP, VUNESP

Texto associado.
Leia o texto para responder à questão
Revolução tecnológica pode ter sido tremendamente superestimada

    Você se lembra de O Guia do Mochileiro das Galáxias, romance de Douglas Adams lançado em 1979? A história começa com um chato tecnológico qualquer descartando a Terra por ser um planeta cujas formas de vida são tão primitivas que “elas ainda acham relógios digitais uma ideia bacana". Mas estamos falando do passado, dos primeiros estágios da revolução da tecnologia da informação.
    De lá para cá, avançamos para coisas muito mais significativas, a tal ponto que a grande ideia tecnológica de 2015 é, até o momento, um relógio digital. Mas este instrui o portador a se levantar se ele passar tempo demais sentado.
    Está bem, também estou sendo chato. Mas existe uma questão verdadeira nisso. Todo mundo sabe que vivemos em uma era de mudança tecnológica incrivelmente rápida, que está mudando tudo. Mas e se aquilo que todo mundo sabe estiver errado?
   O Guia do Mochileiro das Galáxias foi publicado na era do “paradoxo da produtividade", um período de duas décadas durante o qual a tecnologia parecia estar avançando rapidamente – computadores pessoais, telefones celulares, redes de computação e os estágios iniciais da Internet –, mas o crescimento econômico era lento e a renda estava estagnada.
    Apenas por volta de 1995, o crescimento da produtividade decolou. Mas não obtivemos um retorno sustentado a um rápido progresso econômico. Em lugar disso, tivemos um surto isolado de crescimento, que minguou cerca de uma década atrás. Desde então, vivemos em uma era de iPhones, iPads e AiMeuDeus; mas, mesmo que desconsiderados os efeitos da crise financeira, o crescimento e a tendência de renda retornaram à lentidão que caracterizou os anos 70 e 80.
    Em outras palavras, a esta altura, toda a era digital, abarcando mais de quatro décadas, parece uma decepção. Novas tecnologias produziram grandes manchetes, mas resultados econômicos modestos. Por quê?
    Uma possibilidade é que os números estejam desconsiderando a realidade, especialmente os benefícios dos novos produtos e serviços. Tecnologia que me permite assistir na Web apresentações ao vivo dos meus músicos favoritos me propicia muito prazer, mas isso não é computado no Produto Interno Bruto (PIB). Outra possibilidade é que as novas tecnologias sejam mais divertidas que fundamentais.

(Paul Krugman. Traduzido por Paulo Migliacci. Folha de S.Paulo, 25.05.2015. Adaptado)
Para o autor, a revolução tecnológica parece ter sido superestimada, porque
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