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Questões de Concursos Analista Judiciário Arquivologia

Resolva questões de Analista Judiciário Arquivologia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1041Q136494 | Arquivologia, Conceitos Fundamentais, Analista Judiciário Arquivologia, TSE, CONSULPLAN

O termo classificação na área da Arquivologia pode ser entendido como

I. organização de documentos de acordo com um plano de classificação ou quadro de arranjo.

II. ato ou efeito de analisar e identificar o conteúdo de documentos, discriminando o código para seu acesso.

III. ato que se atribui aos documentos graus diferenciados de restrições de acesso.

IV. procedimentos que consideram os elementos formais e de conteúdo das unidades de arquivamento

Assinale

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1042Q136269 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 3ª Região, FCC

Texto associado.

Atenção: Para responder às questões de números 55 a 58, considere as informações abaixo.

O e-ARQ Brasil ? modelo de requisitos para sistemas informatizados de gestão arquivista de documentos estabeleceu metadados para uma série de entidades: documento, evento de gestão, classe, agente, componente digital e evento de preservação.

Quanto ao título do documento, é preciso indicar se é

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1043Q136794 | Arquivologia, Microfilmagem, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 8ª Região, FCC

A microfilmagem de segurança tem por objetivo

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1044Q137579 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, STJ, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
Com referência aos procedimentos de conservação e de preservação dos documentos eletrônicos, julgue os itens a seguir.

As etiquetas deverão ser preenchidas com lápis, depois de fixadas no disquete ou na fita.

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1045Q135023 | Arquivologia, Tabela de temporalidade avaliação eliminação, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 3ª Região, FCC

No processo de avaliação, é importante considerar a qualidade pela qual permanecem efetivos e válidos os encargos e as disposições contidos nos documentos, isto é, sua

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1046Q135543 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, TJ GO, FGV

Os arquivos estaduais do Poder Judiciário, por intermédio de seus órgãos centrais, passam a integrar:

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1047Q136823 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, TJ AP, FCC

Para agilizar a prestação jurisdicional, automatizando e padronizando procedimentos e documentos, o Tribunal de Justiça do Amapá desenvolveu um software genuinamente amapaense, com tecnologia e recursos humanos próprios. Trata-se do
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1048Q135616 | Arquivologia, Legislação arquivística, Analista Judiciário Arquivologia, STM, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

No que se refere a políticas, legislação e normas de descrição
arquivística e de acesso a documentos, julgue itens de 82 a 90.
Nesse sentido, considere que o siglema NOBRADE refere-se à
Norma Brasileira de Descrição Arquivística.

O crescimento da Internet como espaço para transferência e uso da informação levou o Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ) a elaborar diretrizes para a construção de sítios web institucionais, visando estimular a ampliação da disponibilidade de informações arquivísticas na rede.

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1049Q134875 | Arquivologia, Preservação, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 23ª REGIÃO, FCC

Quando da microfilmagem de documentos de arquivo é possível aparecer, nas matrizes de primeira geração, o chamado craquelamento da emulsão. Tal defeito deve-se a

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1050Q135649 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 3ª Região, FCC

Texto associado.

Atenção: Para responder à questão número 45, considere o

quadro abaixo, extraído do Código de Classificação

de Documentos Administrativos e Judiciais do Tribunal

Superior do Trabalho.

04 COMUNICAÇÃO SOCIAL

4.1 Ações de planejamento relacionadas com a

execução dos serviços de comunicação social

4.2 Assessoramento de Magistrado no relacionamento

com a mídia

4.3 Relações com a imprensa

4.4 Credenciamento de jornalistas

4.5 Administração das páginas do TST na Internet

4.6 Solicitação de atualização de intranet/ extranet e

sites sociais

4.7 Entrevistas, noticiários, reportagens e editoriais

4.8 Solicitação de cobertura jornalistica ou fotográfica

4.9 Campanhas e publicidade institucional

4.10 Campanha de saúde no âmbito interno no TST

4.11 Material de divulgação

4.12 Acervo de áudio e vídeo

4.13 Informativo semanal

4.14 Clipping

4.15 Release ou sinopse de matérias sobre a instituição

a serem divulgadas pela imprensa

4.16 Projeto editorial

4.17 Editoração e programação visual

4.18 Elaboração de pauta

4.19 Artigo, nota e notícia

4.20 Convite aos autores para elaboração de artigo

4.21 Autorização do autor para publicação de artigo

4.22 Artigo original do autor

4.23 Solicitação de ISBN / ISSN

4.24 Controle das publicações em mídia impressa

4.25 Encaminhamento de material editorial para

publicação

4.26 Comunicados e informes gerais de natureza interna

4.27 Agradecimentos, convites, felicitações e pêsames

4.28 Atendimento ou consultas do público externo

A classificação adotada para a área de Comunicação Social coloca no mesmo plano, sem distingui-los, assuntos, atividades e documentos. Constituem exemplos de documentos, entre outros, os códigos

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1051Q139500 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, TRF 3a, FCC

No âmbito das atividades forenses, a classe “Julgamento” destina para guarda permanente, entre outros documentos,
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1052Q134392 | Português, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 13a Região, FCC

Texto associado.

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 8.

O caldo cultural do Nordeste, particularmente do sertão, foi primordial na formação do paraibano Ariano Suassuna. A infância passada no sertão familiarizou o futuro escritor e dramaturgo com temas e formas de expressão artística que mais tarde viriam a influenciar o seu universo ficcional, como a literatura de cordel e o maracatu rural. Não só histórias e casos narrados foram aproveitados para o processo de criação de suas peças e romances, mas também todas as formas da narrativa oral e da poesia sertaneja foram assimiladas e reelaboradas por Suassuna. Suas obras se caracterizam justamente por isso, pelo domínio dos ritmos da poética popular nordestina. Com apenas 19 anos, Suassuna ligou-se a um grupo de jovens escritores e artistas. As atividades que o grupo desenvolveu apontavam para três direções: levar o teatro ao povo por meio de apresentações em praças públicas, instaurar entre os componentes do conjunto uma problemática teatral e estimular a criação de uma literatura dramática de raízes fincadas na realidade brasileira, particularmente na nordestina. No final do século XIX, surgiu no Nordeste a chamada literatura de cordel. A primeira publicação de folheto no Nordeste, historicamente comprovada, aconteceu em 1870. O nome cordel originou-se do fato de os folhetos serem expostos em cordões, quando vendidos nas feiras livres. O principal nome do cordel foi Leandro Gomes de Barros, considerado por Ariano Suassuna "o mais genial de todos os poetas do romanceiro popular do Nordeste". A peça Auto da Compadecida, de Suassuna, é uma releitura do folclore nordestino em linguagem teatral moderna. O enredo da peça é um trabalho de montagem e moldagem baseado em uma tradição muito antiga, que remonta aos autos medievais e mais diretamente a inúmeros autores populares que se dedicaram ao gênero do cordel. As apropriações de Suassuna tanto do folheto nordestino quanto de outras fontes literárias são possíveis porque a palavra imitação, usada por Suassuna, remete-nos ao conceito aristotélico de mimesis, cujo significado não representa apenas uma repetição à semelhança de algo, uma cópia, mas a representação de uma realidade. Suassuna já fez diversos elogios da imitação como ato de criação e costuma dizer que boa parte da obra de Shakespeare vem da recriação de histórias mais antigas. Recontar uma história alheia, para o cordelista e para o dramaturgo popular, é torná-la sua, porque existe na cultura popular a noção de que a história, uma vez contada, torna-se patrimônio universal e transfere-se para o domínio público. Autoral é apenas a forma textual dada à história por cada um que a reescreve.

(Adaptado de FOLCH, Luiza. Disponível em: www.omarrare.uerj.br/numero15. Acesso em 17/05/2014)

Uma redação alternativa para um segmento do texto em que se respeitam as normas de concordância encontra-se em:

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1053Q139054 | Arquivologia, Conceitos Fundamentais, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 23a REGIÃO, FCC

Um documento de arquivo é autêntico quando

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1054Q134991 | Arquivologia, Preservação, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 3ª Região, FCC

Manchas de cor castanha, causadas ao papel por umidade, ferrugem ou impurezas químicas, são conhecidas na área de conservação como

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1055Q134996 | Direito Administrativo, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 1ª REGIÃO, FCC

A Lei no 8.112/1990, em seu capítulo V, seção I, trata do afastamento do servidor público federal para servir a outro órgão ou entidade. O servidor do poder executivo poderá ter exercício em outro órgão da Administração Federal direta que não tenha quadro próprio de pessoal, desde que preenchidos os seguintes requisitos:

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1056Q136802 | Arquivologia, Preservação, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 21ª Região, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Considerando arquivo como o conjunto de documentos produzidos
e acumulados por uma entidade coletiva, pública ou privada, pessoa
ou família, no desempenho de suas atividades, independentemente
da natureza do suporte, julgue os itens subsecutivos.

Um dos objetivos da preservação é estabilizar as condições físicas e químicas dos documentos, visando prevenir seu desgaste ao longo do tempo.

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1057Q134501 | Direito Administrativo, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 13a Região, FCC

Ana, servidora pública federal, titular de cargo efetivo e investida da função de chefia de determinada repartição pública, recusou-se a assinar certidão de contagem de tempo de serviço solicitada por servidor público em face de desavenças pessoais com o requerente, recusando fé a referido documento público. De acordo com as disposições da Lei no 8.112/90, que estabelece o regime jurídico dos servidores públicos federais, Ana sujeita-se à penalidade de

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1058Q135804 | Arquivologia, Tabela de temporalidade avaliação eliminação, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 17ª Região, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

As preocupações dos arquivistas com a avaliação foram
sentidas, de forma mais forte, no período entre as duas guerras
mundiais, e surgiram em consequência do aumento considerável
da produção de documentos, o que levou as administrações e
os arquivistas a encararem o problema de uma forma mais
determinada.
Fernanda Ribeiro. Novos caminhos da avaliação da informação. In:
Arquivística.Net, Rio de Janeiro, v. 1, n.º 2, jul.-dez./2005 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens
subsequentes, acerca da avaliação de documentos

O prazo de guarda nas fases corrente e intermediária é definido por necessidades administrativas, prescrições legais, extinção de atribuições, entre outros elementos.

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1059Q138877 | Legislação Estadual, Analista Judiciário Arquivologia, TJ DF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Para responder às questões de 19 a 22, considere exclusivamente o disposto no Regimento Interno do TJDFT (RITJDFT), pondo de parte possíveis e eventuais incompatibilidades dele com quaisquer outras normas, de qualquer hierarquia.

Acerca da competência dos órgãos do TJDFT, julgue os itens a seguir.

I - Se um membro do MPDFT cometer crime cujo julgamento seja competência do TJDFT, deverá ser julgado pelo Tribunal Pleno.
II - Considere a seguinte situação hipotética:
No julgamento de uma apelação cível, o apelante demonstrou que as turmas cíveis do Tribunal vinham decidindo acerca da matéria jurídica da causa de maneira díspar. Por isso, suscitou incidente de uniformização de jurisprudência, cujo processamento foi deferido pela turma competente para apreciar a apelação.
Nessa situação, compete ao Conselho Especial do Tribunal o julgamento do incidente.
III - Se, durante o recesso forense, um cidadão precisar impetrar habeas corpus contra ato de autoridade sujeita à competência do Tribunal, o pedido será apreciado pelo Conselho Especial.
IV - Se um cidadão ajuizar ação rescisória contra sentença de juiz de direito do DF, o julgamento dela competirá a uma das câmaras cíveis do Tribunal.
V - Se, em um processo de competência do tribunal do júri, o MPDFT requerer o desaforamento da causa, caberá a uma das turmas criminais julgar esse incidente.

Estão certos apenas os itens

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1060Q135055 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 3ª Região, FCC

Quando diretor do Arquivo Nacional (1958-1964), José Honório Rodrigues preocupou-se com a modernização da instituição e com sua transferência para a nova capital do país. Quis, para tanto, ouvir a opinião de um especialista na área, e conseguiu a vinda do

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