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Questões de Concursos Analista Judiciário Arquivologia

Resolva questões de Analista Judiciário Arquivologia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


441Q138422 | Arquivologia, Sistemas Informatizados de Gestão, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 11a Região, FCC

Sobre a informatização do processo judicial, no âmbito da Justiça do Trabalho, é correto afirmar que

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442Q139467 | Arquivologia, Descrição, Analista Judiciário Arquivologia, TJ DF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Aplicado aos materiais documentários, o termo descrição
compreende todas as atividades exigidas para a preparação de
instrumentos e meios de busca. Descrição, de acordo com o
dicionário, é a enumeração das qualidades essenciais de um
objeto.
T.R. Schellenberg. In: Documentos públicos e privados: arranjo
e descrição. Rio de Janeiro: FGV, 1980, p. 199.

A partir do tema do fragmento acima, julgue os itens seguintes,
relativos ao programa descritivo em arquivos.

O campo características físicas e requisitos técnicos deve fornecer informações sobre a estrutura interna, ordem e(ou) sistema de arranjo da unidade de descrição.

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443Q136931 | Arquivologia, Arquivo Intermediário, Analista Judiciário Arquivologia, TJ ES, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Julgue os itens a seguir, relativos à gestão de documentos.

O arquivo intermediário, que constitui um dos principais elementos do programa de gestão de documentos, foi concebido para armazenar uma grande quantidade de documentos com um baixo custo.

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444Q136425 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, STJ, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Considerando que um arquivista tenha de coordenar as etapas do processo de organização do arquivo intermediário do STJ, em consonância com as normas e os procedimentos propostos por Rousseau e Couture, julgue os itens a seguir.

Cabe ao órgão produtor expedir autorização para o descarte de seus documentos.

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446Q138805 | Arquivologia, Normas de descrição de documentos, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 17a Região, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Normas para descrição de documentos arquivísticos
visam garantir descrições consistentes, apropriadas e
autoexplicativas. A padronização da descrição, além de
proporcionar maior qualidade ao trabalho técnico, contribui para
a economia dos recursos aplicados e para a otimização das
informações recuperadas.

BRASIL. Conselho Nacional de Arquivos. NOBRADE: Norma Brasileira de
Descrição Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2006.

Considerando o texto acima, julgue os itens de 96 a 101, acerca
dos instrumentos de pesquisa.

O elemento de descrição é cada uma das categorias de informação que compõem a descrição normalizada de documentos.

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447Q138072 | Arquivologia, Arquivística, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 19a Região, FCC

Em função da data de criação do Tribunal Regional do Trabalho - Alagoas, o corte cronológico, que visa preservar os processos judiciais dos primeiros tempos da instituição, foi fixado no ano de

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448Q138858 | Arquivologia, Legislação arquivística, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 3a Região, FCC

De acordo com a legislação vigente,

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449Q136044 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Arquivologia, TJ AM, FGV

Texto associado.

Volta à polêmica sobre patente de remédios

         Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito.  

        A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

       A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

        A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

       O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. (O Globo, 07/04/2013) 

A polêmica sobre o medicamento, referida no último parágrafo do texto, se concentra entre

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450Q137081 | Arquivologia, Princípios, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 21ª Região, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Em relação à gestão dos arquivos permanentes, julgue os itens a
seguir.

Os documentos pertencentes a um mesmo fundo guardam relação orgânica entre si, contudo, seus componentes podem ser separados, visto que constituem unidades distintas.

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451Q138698 | Arquivologia, Lei nº 12527 2011 Lei de Acesso às Informações Públicas, Analista Judiciário Arquivologia, TJ DF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Julgue os itens seguintes quanto à legislação arquivística.

Os servidores civis e militares, de acordo com regulamentação específica de cada órgão ou entidade da administração pública federal, podem, também, atribuir o grau de sigilo secreto a um documento.

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453Q136502 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 3ª Região, FCC

Segundo Bruno Delmas, os arquivos têm quatro utilidades fundamentais: uma utilidade jurídica, pelo aspecto probatório dos documentos; uma utilidade de gestão, pelo fato de os documentos permitirem a busca de antecedentes; uma utilidade científica, pela possibilidade de se compreender determinadas realidades, por meio dos documentos; e uma utilidade social, na medida em que os documentos propiciam

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454Q139381 | Português, Pontuação, Analista Judiciário Arquivologia, TRF 3a, FCC

Texto associado.

Menino do mato

Eu queria usar palavras de ave para escrever.
Onde a gente morava era um lugar imensamente e sem
[ nomeação.
Ali a gente brincava de brincar com palavras
tipo assim: Hoje eu vi uma formiga ajoelhada na pedra!
A Mãe que ouvira a brincadeira falou:
Já vem você com suas visões!
Porque formigas nem têm joelhos ajoelháveis
e nem há pedras de sacristias por aqui.
Isso é traquinagem da sua imaginação.
O menino tinha no olhar um silêncio de chão
e na sua voz uma candura de Fontes.
O Pai achava que a gente queria desver o mundo
para encontrar nas palavras novas coisas de ver
assim: eu via a manhã pousada sobre as margens do
rio do mesmo modo que uma garça aberta na solidão
de uma pedra.
Eram novidades que os meninos criavam com as suas
palavras.

Assim Bernardo emendou nova criação: Eu hoje vi um
sapo com olhar de árvore.
Então era preciso desver o mundo para sair daquele
lugar imensamente e sem lado.
A gente queria encontrar imagens de aves abençoadas
pela inocência.
O que a gente aprendia naquele lugar era só ignorâncias
para a gente bem entender a voz das águas e
dos caracóis.
A gente gostava das palavras quando elas perturbavam
o sentido normal das ideias.
Porque a gente também sabia que só os absurdos
enriquecem a poesia.


(BARROS, Manoel de, Menino do Mato, em Poesia Completa, São Paulo, Leya, 2013, p. 417-8.)

Em uma redação em prosa, para um segmento do poema, a pontuação se mantém correta em:
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455Q134302 | Arquivologia, Preservação, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 11ª Região, FCC

No processo de conservação preventiva de documentos textuais manuscritos, datilografados ou impressos,convém

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456Q139079 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 13a Região, FCC

Texto associado.

   O caldo cultural do Nordeste, particularmente do sertão, foi primordial na formação do paraibano Ariano Suassuna. A infância passada no sertão familiarizou o futuro escritor e dramaturgo com temas e formas de expressão artística que mais tarde viriam a influenciar o seu universo ficcional, como a literatura de cordel e o maracatu rural. Não só histórias e casos narrados foram aproveitados para o processo de criação de suas peças e romances, mas também todas as formas da narrativa oral e da poesia sertaneja foram assimiladas e reelaboradas por Suassuna. Suas obras se caracterizam justamente por isso, pelo domínio dos ritmos da poética popular nordestina.

   Com apenas 19 anos, Suassuna ligou-se a um grupo de jovens escritores e artistas. As atividades que o grupo desenvolveu apontavam para três direções: levar o teatro ao povo por meio de apresentações em praças públicas, instaurar entre os componentes do conjunto uma problemática teatral e estimular a criação de uma literatura dramática de raízes fincadas na realidade brasileira, particularmente na nordestina.

   No final do século XIX, surgiu no Nordeste a chamada literatura de cordel. A primeira publicação de folheto no Nordeste, historicamente comprovada, aconteceu em 1870.

   O nome cordel originou-se do fato de os folhetos serem expostos em cordões, quando vendidos nas feiras livres. O principal nome do cordel foi Leandro Gomes de Barros, considerado por Ariano Suassuna “o mais genial de todos os poetas do romanceiro popular do Nordeste”.

   A peça Auto da Compadecida, de Suassuna, é uma releitura do folclore nordestino em linguagem teatral moderna. O enredo da peça é um trabalho de montagem e moldagem baseado em uma tradição muito antiga, que remonta aos autos medievais e mais diretamente a inúmeros autores populares que se dedicaram ao gênero do cordel.

   As apropriações de Suassuna tanto do folheto nordestino quanto de outras fontes literárias são possíveis porque a palavra imitação, usada por Suassuna, remete-nos ao conceito aristotélico de mimesis, cujo significado não representa apenas uma repetição à semelhança de algo, uma cópia, mas a representação de uma realidade. Suassuna já fez diversos elogios da imitação como ato de criação e costuma dizer que boa parte da obra de Shakespeare vem da recriação de histórias mais antigas.

   Recontar uma história alheia, para o cordelista e para o dramaturgo popular, é torná-la sua, porque existe na cultura popular a noção de que a história, uma vez contada, torna-se patrimônio universal e transfere-se para o domínio público. Autoral é apenas a forma textual dada à história por cada um que a reescreve.

(Adaptado de FOLCH, Luiza. Disponível em: www.omarrare.uerj.br/numero15. Acesso em 17/05/2014)

Depreende-se do contexto que o autor lança mão do conceito de “mimesis” para

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459Q135387 | Arquivologia, Protocolo, Analista Judiciário Arquivologia, CNJ, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Acerca de protocolo, julgue os itens subsecutivos.

Os elementos utilizados para o registro de documentos nos serviços de protocolo são metadados desses documentos.

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460Q137190 | Arquivologia, Classificação dos documentosespécie, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 1ª REGIÃO, FCC

Contrato, alvará de soltura, rascunho, folha e papel constituem, respectivamente, exemplos de

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