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Questões de Concursos Analista Judiciário Arquivologia

Resolva questões de Analista Judiciário Arquivologia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


461Q692724 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, TJ AM, CESPE CEBRASPE, 2019

No que concerne à análise tipológica de documentos de arquivo e suas aplicações no tratamento de documentos arquivísticos, julgue o próximo item. A análise tipológica é útil à descrição arquivística pela identificação de metadados fixos para determinados formatos jurídicos. 
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462Q136992 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, STJ, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

No Brasil, a política de acesso aos documentos está imbuída de novos dispositivos legais, oriundos da promulgação do Decreto n.º 4.553, de 27 de dezembro de 2002. Por meio desse decreto, estão inseridos, na categoria de secretos, os dados ou informações referentes a

planos ou operações de interesse da defesa nacional.

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464Q135227 | Arquivologia, Documentos eletrônicos digitais, Analista Judiciário Arquivologia, TJ DF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Acerca da microfilmagem, da gestão de documentos eletrônicos
e digitalização de documentos arquivísticos, julgue os itens a
seguir.

O documento eletrônico é uma entidade material que necessita de um contexto administrativo para ser compreendido.

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465Q138827 | Arquivologia, Código de Classificação de documentos, Analista Judiciário Arquivologia, STM, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A respeito de arranjo, classificação e tipologia de documentos,
julgue os itens seguintes.

A classificação arquivística é uma sequência de operações que visa organizar os documentos de um arquivo ou de uma coleção segundo um plano de classificação.

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466Q139607 | Arquivologia, Classificação dos documentosespécie, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 8a Região, FCC

Observe as definições abaixo.

I. Disposição ou conjunto de medidas resultantes do entendimento de duas ou mais partes.

II. Ato pelo qual se pede a determinada autoridade ou instituição novo exame de decisão tomada.

III. Decisão proferida por tribunal, em caráter definitivo.

Referem-se elas, respectivamente, às seguintes espécies documentais:

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467Q135671 | Arquivologia, Diagnóstico da Realidade Arquivística, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 11ª Região, FCC

No Diagnóstico dos arquivos da Justiça do Trabalho (Brasília, 2009), levado a efeito pelo Grupo de Trabalho de Gestão Documental do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, foram recomendadas, entre outras, as seguintes providências:

I. Estruturar unidade organizacional, diretamente subordinada à Direção do Tribunal, com competência para a gestão de documentos administrativos e judiciais nas fases de guarda intermediária e permanente, em conformidade com a legislação brasileira e com os princípios da Arquivologia.

II. Tornar obrigatório que parte da dotação orçamentária anual dos Tribunais seja direcionada para ações de gestão documental e de processamento técnico do arquivo permanente, conforme planejamento estratégico, através de rubrica própria.

III. Solicitar estudos de viabilidade da centralização dos arquivos intermediários das unidades administrativas e judiciárias, incluindo as Varas localizadas na sede e fora da sede, bem como da implantação de arquivos setoriais de acordo com macrorregiões, estipulando-se cronograma para retirada e entrega dos documentos arquivados.

Está correto o que se afirma em

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468Q134138 | Direito Administrativo, Atos Administrativos, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 13a Região, FCC

A respeito dos atos administrativos, considere:

I. Apenas os atos discricionários são passíveis de revogação, mantidos os efeitos anteriormente produzidos.

II. Os atos vinculados, quando eivados de vício de competência são passíveis de convalidação, salvo em matérias de competência exclusiva.

III. Os atos vinculados podem ser anulados, retroagindo a anulação à data da edição do ato, ou revogados, com efeitos a partir da revogação.

Está correto o que consta APENAS em

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469Q134402 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, STJ, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Acerca dos princípios arquivísticos, julgue os itens subseqüentes

O princípio da unicidade refere-se, sobretudo, ao quantitativo de cópias do documento produzido.

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470Q139283 | Arquivologia, Preservação, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 21a Região, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Considerando arquivo como o conjunto de documentos produzidos
e acumulados por uma entidade coletiva, pública ou privada, pessoa
ou família, no desempenho de suas atividades, independentemente
da natureza do suporte, julgue os itens subsecutivos.

As ações de conservação e preservação devem incluir estudos sobre as condições físicas e os riscos potenciais do acervo, contudo, não precisam abranger as intervenções anteriores pelas quais os documentos tenham passado.

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471Q138537 | Arquivologia, Gestão de documentos, Analista Judiciário Arquivologia, STM, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Em relação a gestão de documentos na esfera pública, julgue os
itens subsequentes.

Gestão de documentos é o sistema de controle sobre a produção e manutenção de documentos nas fases corrente e intermediária, por meio de registros, listagens, índices e planos de arquivamento.

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472Q139312 | Português, Analista Judiciário Arquivologia, TJ AP, FCC

Texto associado.

A expressão “política indigenista" foi utilizada por muito tempo como sinônimo de toda e qualquer ação política governamental que tivesse as populações indígenas como objeto. As diversas mudanças no campo do indigenismo nos últimos anos, no entanto, exigem que estabeleçamos uma definição mais precisa e menos ambígua do que seja a política indigenista.

Primeiramente temos como agentes principais os próprios povos indígenas, seus representantes e organizações. O amadurecimento progressivo do movimento indígena desde a década de 1970, e o consequente crescimento no número e diversidade de organizações nativas, dirigidas pelos próprios índios, sugere uma primeira distinção no campo indigenista: a “política indígena", aquela protagonizada pelos próprios índios, não se confunde com a política indigenista e nem a ela está submetida. Entretanto, boa parte das organizações e lideranças indígenas vêm aumentando sua participação na formulação e execução das políticas para os povos indígenas.

Numa segunda distinção, encontramos outros segmentos que interagem com os povos indígenas e que também, como eles, têm aumentado sua participação na formulação e execução de políticas indigenistas, antes atribuídas exclusivamente ao Estado brasileiro. Nesse conjunto encontramos principalmente as organizações não governamentais. Somam-se a este universo de agentes não indígenas as organizações religiosas que se relacionam com os povos indígenas em diversos campos de atuação.

Contemporaneamente, portanto, temos um quadro complexo no qual a política indigenista oficial (formulada e executada pelo Estado) tem sido formulada e implementada a partir de parcerias formais estabelecidas entre setores governamentais, organizações indígenas, organizações não governamentais e missões religiosas.



(Disponível em: pib.socioambiental.org. Acesso em 03/10/14. Com adaptações)



A frase que se mantém correta após a inserção de uma ou mais vírgulas, sem prejuízo do sentido original, está em:

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473Q135269 | Arquivologia, Sistemas Informatizados de Gestão, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 6ª Região, FCC

Dentre os serviços on-line prestados pelo TRT6, destaca- se o que permite ao cidadão, por meio de várias possibilidades de busca, inclusive por palavra-chave, o acesso a um conjunto padronizado de informações, que incluem número do processo, nome do redator, data de publicação, nome das partes, ementa e

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474Q137590 | Português, Sintaxe, Analista Judiciário Arquivologia, TJ PI, FCC

Texto associado.

Abstrações

"Deus não joga dados com o Universo", disse Einstein,
para nos assegurar que existe um plano por trás de,
literalmente, tudo, e que o comportamento da matéria é lógico e
previsível. A física quântica depois revelou que a matéria é mais
maluca do que Einstein pensava e que o acaso rege o Universo
mais do que gostaríamos de imaginar. Mas fiquemos com a
palavra do velho. Deus não é um jogador, o Universo não está
aí para Ele jogar contra a sorte e contra Ele mesmo. Já os
semideuses que controlam o capital especulativo do planeta
Terra jogam com economias inteiras e podem destruir países
com um lance de dados, ou uma ordem de seus computadores,
em segundos.

Às vezes eles têm uma cara, e até opiniões, mas quase
sempre são operadores anônimos, todos com 28 anos, e um
poder sobre as nossas vidas que o Deus de Einstein invejaria.
Deus, afinal, é sempre o ponto supremo de uma cosmogonia
organizada, não importa qual seja a religião. Todas asigrejas
têm metafísicas antigas e hierarquizadas. Todos os deuses
podem tudo, mas dentro das expectativas e das tradições de
seus respectivos credos. Até a onipotência tem limites.

A metafísica dos operadores das bolsas de valores, dos
deuses de 28 anos, é inédita. Não tem passado nem
convenções. É a destilação final de uma abstração, a do capital
desassociado de qualquer coisa palpável, até do próprio
dinheiro. Como o dinheiro já era a representação da
representação de um valor aleatório, o capital transformado em
impulso eletrônico é uma abstração nos limites do nada - e é
ela que rege as nossas economias e, portanto, as nossas vidas.
E quem pensava ter liberado o mundo de um ideal inútil, o de
sociedades regidas por abstrações como igualdade e
solidariedade, se vê prisioneiro do invisível, de um sopro que
ninguém controla, da maior abstração de todas.

(Adaptado de Luis Fernando Veríssimo, O mundo é bárbaro)

Considerando-se o contexto, o elemento sublinhado está empregado com o sentido dos elementos destacados entre parênteses em:

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476Q134861 | Arquivologia, Microfilmagem e Automação, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 21ª Região, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Acerca de microfilmagem aplicada aos arquivos, julgue os itens de
93 a 97.

A microfilmagem é um processo voltado para a preservação e segurança dos documentos arquivísticos, bem como para a promoção do acesso a eles.

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477Q137696 | Arquivologia, Gestão de Documentos Arquivos Corrente e Intermediário, Analista Judiciário Arquivologia, TRF 2a, FCC

No arquivo intermediário,
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478Q135722 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 23ª REGIÃO, FCC

Texto associado.

Política e sociedade na obra de
Sérgio Buarque de Holanda


Para Sérgio Buarque de Holanda a principal tarefa do
historiador consistia em estudar possibilidades de mudança
social. Entretanto, conceitos herdados e intelectualismos
abstratos impediam a sensibilidade para com o processo do
devir. Raramente o que se afigurava como predominante na
historiografia brasileira apontava um caminho profícuo para o
historiador preocupado em estudar mudanças. Os caminhos
institucionalizados escondiam os figurantes mudos e sua fala.
Tanto as fontes quanto a própria historiografia falavam a
linguagem do poder, e sempre imbuídas da ideologia dos
interesses estabelecidos. Desvendar ideologias implica para o
historiador um cuidadoso percurso interpretativo voltado para
indícios tênues e nuanças sutis. Pormenores significativos
apontavam caminhos imperceptíveis, o fragmentário, o não-
determinante, o secundário. Destes proviriam as pistas que
indicariam o caminho da interpretação da mudança, do
processo do vir a ser dos figurantes mudos em processo de
forjar estratégias de sobrevivência.
Era engajado o seu modo de escrever história. Como
historiador quis elaborar formas de apreensão do mutável, do
transitório e de processos ainda incipientes no vir a ser da
sociedade brasileira. Enfatizava o provisório, a diversidade, a
fim de documentar novos sujeitos eventualmente participantes
da história.
Para chegar a escrever uma história verdadeiramente
engajada deveria o historiador partir do estudo da urdidura dos
pormenores para chegar a uma visão de conjunto de sociabi-
lidades, experiências de vida, que por sua vez traduzissem
necessidades sociais. Aderir à pluralidade se lhe afigurava
como uma condição essencial para este sondar das possibili-
dades de emergência de novos fatores de mudança social.
Tratava-se, na historiografia, de aceitar o provisório como ne-
cessário. Caberia aohistoriador o desafio de discernir e de
apreender, juntamente com valores ideológicos preexistentes,
as possibilidades de coexistência de valores e necessidades
sociais diversas que conviviam entre si no processo de
formação da sociedade brasileira sem uma necessária
coerência.


(Fragmento adaptado de Maria Odila Leite da Silva Dias, Sérgio
Buarque de Holanda e o Brasil
. São Paulo, Perseu Abramo,
1998, pp.15-17)

Na visão de Sérgio Buarque de Holanda, o historiador deve valorizar

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479Q134229 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, TJ GO, FGV

Um programa que acontece em vários países promove o contato do arquivo com estudantes, por intermédio de arquivistas e professores. Os alunos são levados a visitar os arquivos, têm contato direto com fontes primárias e aulas sobre assuntos pré- determinados, entre outras atividades. O objetivo é tornar os arquivos e sua função primária mais conhecidos, aproximando-os do público. Esse tipo de programa é chamado uso:

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480Q136287 | Arquivologia, Legislação arquivística aplicada ao Poder Judiciário, Analista Judiciário Arquivologia, CNJ, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A implementação de uma política de gestão documental que atenda
às características do Poder Judiciário é objetivo do Programa
Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário
(PRONAME). Acerca do PRONAME, julgue os itens a seguir.

Os processos com decisões transitadas em julgado devem ser arquivados permanentemente quando não necessitarem de diligência do juízo processante.

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