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Questões de Concursos Analista Judiciário Arquivologia

Resolva questões de Analista Judiciário Arquivologia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


541Q138288 | Arquivologia, Lei nº 12527 2011 Lei de Acesso às Informações Públicas, Analista Judiciário Arquivologia, TSE, CONSULPLAN

Considerando a autonomia entre os Poderes da República em seus diferentes níveis de atuação, pode-se afirmar sobre a Lei nº 12.527 promulgada pela Presidente Dilma Russeff, em 18 de novembro de 2011, que regula o acesso aos documentos de arquivo e revoga, não apenas a Lei nº 11.111/2005, mas também alguns dispositivos da Lei nº 8.159/1991, que

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542Q134973 | Arquivologia, Legislação arquivística aplicada ao Poder Judiciário, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 19ª Região, FCC

No âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região, a estratégia da guarda amostral, aplicada para processos que serão eliminados,

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544Q138159 | Português, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 13a Região, FCC

Texto associado.

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 8.

O caldo cultural do Nordeste, particularmente do sertão, foi primordial na formação do paraibano Ariano Suassuna. A infância passada no sertão familiarizou o futuro escritor e dramaturgo com temas e formas de expressão artística que mais tarde viriam a influenciar o seu universo ficcional, como a literatura de cordel e o maracatu rural. Não só histórias e casos narrados foram aproveitados para o processo de criação de suas peças e romances, mas também todas as formas da narrativa oral e da poesia sertaneja foram assimiladas e reelaboradas por Suassuna. Suas obras se caracterizam justamente por isso, pelo domínio dos ritmos da poética popular nordestina. Com apenas 19 anos, Suassuna ligou-se a um grupo de jovens escritores e artistas. As atividades que o grupo desenvolveu apontavam para três direções: levar o teatro ao povo por meio de apresentações em praças públicas, instaurar entre os componentes do conjunto uma problemática teatral e estimular a criação de uma literatura dramática de raízes fincadas na realidade brasileira, particularmente na nordestina. No final do século XIX, surgiu no Nordeste a chamada literatura de cordel. A primeira publicação de folheto no Nordeste, historicamente comprovada, aconteceu em 1870. O nome cordel originou-se do fato de os folhetos serem expostos em cordões, quando vendidos nas feiras livres. O principal nome do cordel foi Leandro Gomes de Barros, considerado por Ariano Suassuna "o mais genial de todos os poetas do romanceiro popular do Nordeste". A peça Auto da Compadecida, de Suassuna, é uma releitura do folclore nordestino em linguagem teatral moderna. O enredo da peça é um trabalho de montagem e moldagem baseado em uma tradição muito antiga, que remonta aos autos medievais e mais diretamente a inúmeros autores populares que se dedicaram ao gênero do cordel. As apropriações de Suassuna tanto do folheto nordestino quanto de outras fontes literárias são possíveis porque a palavra imitação, usada por Suassuna, remete-nos ao conceito aristotélico de mimesis, cujo significado não representa apenas uma repetição à semelhança de algo, uma cópia, mas a representação de uma realidade. Suassuna já fez diversos elogios da imitação como ato de criação e costuma dizer que boa parte da obra de Shakespeare vem da recriação de histórias mais antigas. Recontar uma história alheia, para o cordelista e para o dramaturgo popular, é torná-la sua, porque existe na cultura popular a noção de que a história, uma vez contada, torna-se patrimônio universal e transfere-se para o domínio público. Autoral é apenas a forma textual dada à história por cada um que a reescreve.

(Adaptado de FOLCH, Luiza. Disponível em: www.omarrare.uerj.br/numero15. Acesso em 17/05/2014)

Considerando-se o contexto, a palavra que no segmento

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545Q135650 | Arquivologia, Arranjo, Analista Judiciário Arquivologia, TSE, CONSULPLAN

Os documentos públicos de guarda permanente possuem como sustentação de base do seu arranjo

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546Q135908 | Arquivologia, Arquivística, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 17ª Região, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Desde o desenvolvimento da arquivologia como
disciplina, a partir da segunda metade do século XIX, talvez nada
a tenha revolucionado tanto quanto a concepção teórica e os
desdobramentos práticos da gestão ou a administração de
documentos estabelecidos após a Segunda Guerra Mundial. Para
alguns, trata-se de um conceito emergente, alvo de controvérsias
e ainda restrito, como experiência, a poucos países.
José Maria Jardim. O conceito e a prática de gestão de documentos, 1987

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens de 61
a 65, a respeito da gestão de documentos aplicada aos arquivos
governamentais.

A gestão documental apareceu como nova área com estreito vínculo com a administração e distinta da arquivística, sendo esta considerada, no período entre as grandes guerras mundiais, como preocupada apenas com a documentação de interesse histórico.

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547Q135669 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 23ª REGIÃO, FCC

Texto associado.

Política e sociedade na obra de
Sérgio Buarque de Holanda


Para Sérgio Buarque de Holanda a principal tarefa do
historiador consistia em estudar possibilidades de mudança
social. Entretanto, conceitos herdados e intelectualismos
abstratos impediam a sensibilidade para com o processo do
devir. Raramente o que se afigurava como predominante na
historiografia brasileira apontava um caminho profícuo para o
historiador preocupado em estudar mudanças. Os caminhos
institucionalizados escondiam os figurantes mudos e sua fala.
Tanto as fontes quanto a própria historiografia falavam a
linguagem do poder, e sempre imbuídas da ideologia dos
interesses estabelecidos. Desvendar ideologias implica para o
historiador um cuidadoso percurso interpretativo voltado para
indícios tênues e nuanças sutis. Pormenores significativos
apontavam caminhos imperceptíveis, o fragmentário, o não-
determinante, o secundário. Destes proviriam as pistas que
indicariam o caminho da interpretação da mudança, do
processo do vir a ser dos figurantes mudos em processo de
forjar estratégias de sobrevivência.
Era engajado o seu modo de escrever história. Como
historiador quis elaborar formas de apreensão do mutável, do
transitório e de processos ainda incipientes no vir a ser da
sociedade brasileira. Enfatizava o provisório, a diversidade, a
fim de documentar novos sujeitos eventualmente participantes
da história.
Para chegar a escrever uma história verdadeiramente
engajada deveria o historiador partir do estudo da urdidura dos
pormenores para chegar a uma visão de conjunto de sociabi-
lidades, experiências de vida, que por sua vez traduzissem
necessidades sociais. Aderir à pluralidade se lhe afigurava
como uma condição essencial para este sondar das possibili-
dades de emergência de novos fatores de mudança social.
Tratava-se, na historiografia, de aceitar o provisório como ne-
cessário. Caberia aohistoriador o desafio de discernir e de
apreender, juntamente com valores ideológicos preexistentes,
as possibilidades de coexistência de valores e necessidades
sociais diversas que conviviam entre si no processo de
formação da sociedade brasileira sem uma necessária
coerência.


(Fragmento adaptado de Maria Odila Leite da Silva Dias, Sérgio
Buarque de Holanda e o Brasil
. São Paulo, Perseu Abramo,
1998, pp.15-17)

Ao contrapor conceitos herdados e intelectualismos abstratos, de um lado, e a sensibilidade para com o processo do devir, de outro, a autora afirma a opção de Sérgio Buarque de Holanda

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548Q138490 | Arquivologia, Arquivo Permanente, Analista Judiciário Arquivologia, TSE, CONSULPLAN

O fator primordial que orienta a constituição de uma massa documental em um fundo de arquivo propriamente dito é o(a)

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549Q137993 | Arquivologia, Classificação dos documentosespécie, Analista Judiciário Arquivologia, STM, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A respeito de arranjo, classificação e tipologia de documentos,
julgue os itens seguintes.

Para alguns autores, o tipo documental é uma divisão da espécie determinada por características da fórmula diplomática, pela natureza do conteúdo ou pela técnica do registro. Para outros, que consideram, além da espécie, a atividade geradora do documento, o tipo é a ampliação da análise diplomática em direção ao contexto arquivístico.

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550Q134179 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 3ª Região, FCC

Quando o despacho dá andamento ao processo, diz-se que é

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551Q137017 | Arquivologia, Analista Judiciário Arquivologia, TRF 3a, FCC

Na área dos documentos sonoros, gravação, disco e vinil são, respectivamente, exemplos de ;
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552Q134719 | Arquivologia, Tabela de temporalidade avaliação eliminação, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 11ª Região, FCC

De acordo com a Resolução no 67 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, de 30 de abril de 2010, que edita a tabela de temporalidade de documentos unificada da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus, podem ser eliminados, depois de 5 anos de guarda em arquivo intermediário, processos referentes a

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553Q135243 | Arquivologia, Classificação dos documentosespécie, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 23ª REGIÃO, FCC

O instrumento que serve para indicar o ato (citação, penhora, apreensão ou qualquer medida processual), cuja prática se requisita de juiz de outra circunscrição, chama-se

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555Q134600 | Arquivologia, Microfilmagem, Analista Judiciário Arquivologia, TJ DF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Acerca da microfilmagem, da gestão de documentos eletrônicos
e digitalização de documentos arquivísticos, julgue os itens a
seguir.

A imagem de abertura de cada série de documentos microfilmados deverá ter os seguintes elementos: grau de redução e equipamento utilizado.

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557Q134221 | Arquivologia, Arranjo, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 21ª Região, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Julgue os itens que se seguem, referentes aos instrumentos de
pesquisas.

O arranjo em fundos torna o arquivo permanente organizado e lógico, contudo, é a descrição que possibilita que os dados contidos nos arquivos cheguem aos pesquisadores.

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558Q139342 | Arquivologia, Legislação arquivística aplicada ao Poder Judiciário, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 6a Região, FCC

Segundo a Lei no 11.419, de 19 de dezembro de 2006, que dispõe sobre a informatização do processo judicial, os documentos produzidos eletronicamente e juntados aos processos eletrônicos com garantia da origem e de seu signatário serão considerados

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559Q136790 | Arquivologia, Microfilmagem, Analista Judiciário Arquivologia, TJ DF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Acerca da microfilmagem, da gestão de documentos eletrônicos
e digitalização de documentos arquivísticos, julgue os itens a
seguir.

As cópias em papel de documentos microfilmados, para produzirem efeitos legais em juízo ou fora dele, terão de ser autenticadas pela autoridade competente detentora do filme original.

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560Q134796 | Arquivologia, Código de Classificação de documentos, Analista Judiciário Arquivologia, TRT 3ª Região, FCC

As rubricas com que se distinguem os diferentes documentos de uma instituição a partir do contexto imediato do qual se originaram (atividades, funções, estruturas) resultam do processo de

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