Início

Questões de Concursos Analista Judiciário Assistência Social

Resolva questões de Analista Judiciário Assistência Social comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


201Q134490 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Assistência Social, TJ AP, FCC

Texto associado.

Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar
lições sobre a atualidade - ele, que morreu há mais de cem
anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo
cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,
sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.
Melancolicamente, isso também significa que a história da
humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de
desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.
Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os
homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em
associações empresariais, mas cada um dos acionistas não
cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo
alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de
contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de
agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal
que nos põe em marcha na direção de um objetivo
supostamentecoletivo.
Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração
machadiana - mas ela não deixa de ser instigante, obrigandonos
a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes
promovemos agrupamentos e colaborações. É como se
Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto
desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão
verdadeira de cada ato.
Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor
pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema
econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A
crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,
com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem
ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo
acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor
torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Está coerente, clara e correta a redação da frase:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

202Q139414 | Serviço Social, Assistência Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ AP, FCC

O exercício profissional do Assistente Social exige habilidades para o planejamento. Ao abordá-lo, sob a perspectiva da totalidade, o mesmo tem como princípio a

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

203Q137594 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ PI, FCC

No acesso gratuito da pessoa idosa ao sistema de transporte coletivo interestadual, nos modos rodoviário, ferroviário e aquaviário é assegurada

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

204Q135806 | Legislação Federal, Lei nº 10741, Analista Judiciário Assistência Social, TRE BA, CESPE CEBRASPE

Ao idoso é garantido o desconto de pelo menos 50% nos preços dos ingressos para qualquer evento artístico, cultural e esportivo, bem como a gratuidade nos transportes coletivos públicos, exceto nos serviços seletivos e especiais, quando prestados paralelamente aos serviços regulares.

  1. ✂️
  2. ✂️

205Q137032 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ RJ, FCC

A noção de propriedade privada foi essencial para a formação da família, pois a partir do sistema patriarcal, os homens e as mulheres teriam papéis definidos na sociedade. Esses papéis remetem-se a centralidade do poder no homem

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

206Q137813 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ RJ, FGV

Na realização de uma visita domiciliar a partir de denúncia de negligência contra pessoa idosa, cabe ao assistente social:

I - observar as condições e o modo de vida da família em seu local de moradia;
II - solicitar reforço policial, caso se trate de domicílio localizado em área de conflitos armados;
III – informar à família que a mesma deve buscar psicoterapia para aprender a lidar com as dificuldades do dia a dia.

É correto o que se afirma em:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

207Q134564 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TRE BA, CESPE CEBRASPE

O Código de Ética Profissional do Assistente Social, publicado em 1986, é considerado um orientador da ação profissional suficientemente desenvolvido em sua parte operacional e em seus pressupostos teóricos, haja vista ter sido reformulado em um contexto semelhante ao do Código de 1980.

  1. ✂️
  2. ✂️

208Q139071 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ RJ, FGV

Do ponto de vista jurídico-legal, dois instrumentos são fundamentais para a formulação de projetos de trabalho profissional para o assistente social:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

209Q135065 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ RJ, FCC

Segundo Maria Amália Vitale Faller:

(...) os estigmas nos impedem, na maioria das vezes, de perceber as possibilidades e os recursos que famílias monoparentais buscam construir.

Desse modo, a autora destaca que ao tratar as famílias monoparentais é importante considerar

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

210Q135495 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TRE BA, CESPE CEBRASPE

Atribuir centralidade às expressões da questão social como matéria do serviço social sem menosprezar a mediação das políticas sociais no exercício profissional permite sua inserção no Poder Legislativo e no Judiciário, os quais, considerando a própria natureza, não têm a atribuição de implementar diretamente políticas sociais públicas.

  1. ✂️
  2. ✂️

211Q134798 | Serviço Social, Seguridade Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ PE, FCC

O Assistente Social, ao prestar atendimento às famílias, muitas vezes, depara-se com mulheres gestantes ou que já tiveram seus bebês e ainda, aquelas que estão em processo de adoção. Na regulamentação do salário- maternidade, este é um direito assegurado no caso de

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

212Q136080 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ PI, FCC

O trabalho profissional do assistente social, considerando o pensamento crítico dialético, está condicionado

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

213Q134333 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ AP, FCC

Os Homens nunca viram sua tristeza
a tristeza dos seus olhos
até de lágrimas carentes
que nunca viram você ...
você que vivia a seu lado,
engraxava os seus sapatos
vendia chiclete e limão!

(Fragmento da poesia "Ode ao Trombadinha" de Yolanda Heloisa)

Ao longo dos anos o Brasil vem legislando sobre o trabalho infantil e propondo ações que coíbam a exploração de crianças e adolescentes em atividades laborais que não condigam com sua peculiar situação de desenvolvimento. O assistente social ao atuar neste contexto deve considerar os princípios que norteiam a formação técnico-profissional que são:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

214Q136443 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ RJ, FGV

A posição das entidades de fiscalização do Serviço Social no Brasil sobre a participação de assistentes sociais na metodologia de inquirição de crianças e adolescentes conhecida como “Depoimento Sem Danos” ou “Depoimento Especial de Crianças e Adolescentes” diz respeito:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

215Q138519 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ PE, FCC

A realização da política pública exige e reforça a constituição da esfera pública, que pode ser definida como

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

216Q138025 | Princípios Normas e Atribuições Institucionais, Analista Judiciário Assistência Social, TJ RJ, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 36 a 39 referem-se a Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Visando a regularidade e a celeridade dos serviços cartorários de sua Vara, a juíza Vitória poderá criar rotinas complementares, através de

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

217Q135315 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Assistência Social, TJ PI, FCC

Texto associado.

Nos anos 90, o Brasil estabilizou sua economia e deslanchou
um importante processo de reformas estruturais, com o
forte impulso dado à privatização e à reorientação da política
social. Tais mudanças, não é preciso repetir, deram-se como
resposta ao precedente modelo de crescimento via substituição
de importações, por um lado, e à aceleração da globalização,
por outro. Esse conjunto de transformações alterou profundamente
as percepções e estratégias "normais" de ascensão social,
cujo horizonte deixa de ser apenas individual para tornar-se
coletivo. De fato, milhões de brasileiros passam a experimentar
a mobilidade social em um contexto de mudança no plano das
identidades coletivas; de mudanças que dizem respeito não
apenas a taxas ou a padrões individuais de mobilidade, mas ao
próprio sistema de estratificação social. A classe C deixa de ser
"baixa" e começa a ser "média", disputando espaço com os estratos
situados imediatamente acima dela - ou seja, as classes
médias tradicionais.
Na análise da ascensão da classe C, a questão central
é a da sustentabilidade. Se a nova classe média resulta, em
grande parte, do encurtamento de distâncias sociais em função
da difusão do consumo, como irão seus integrantes gerar a renda
necessária para sustentar os novos padrões? Serão sustentáveis
? ou antes, sob que condições serão sustentáveis - os
índices de expansão do que se tem denominado a "nova classe
média"?
Dada a extrema desigualdade no perfil brasileiro de
distribuição de renda, os bons e os maus caminhos bifurcam-se
logo adiante. Por um lado, por si só a megamobilidade social a
que fizemos referência implica redução das desigualdades de
renda. Por outro, o risco de fracasso é alto, o que significa estagnação
e, no limite, dependendo de circunstâncias macroeconômicas,
até regressão na tendência de melhora na distribuição
de renda.
Deixando de lado a dinâmica macroeconômica, concentramos
nossa atenção em fatores ligados à motivação e à
autocapacitação (denominados fatores weberianos) na formação
de novos valores sociopolíticos.
De fato, o crescimento econômico dos últimos anos
traduziu-se em forte expansão da demanda por bens e serviços.
Mas as oscilações da renda familiar geradas por empregos
pouco estáveis ou atividades por conta própria sinalizam dificuldades
para as faixas de renda mais baixa manterem o perfil de
consumo ambicionado. Endividando-se além do que lhes permitem
os recursos de que dispõem, as famílias situadas nesse
patamar defrontam-se com um risco de inadimplência que passa
ao largo das famílias da classe média estabelecida.

(Amaury de Souza e Bolívar Lamounier. O Estado de
S. Paulo
, Aliás, J5, 7 de fevereiro de 2010, com adaptações)

As questões colocadas no 2º parágrafo

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

218Q136626 | Serviço Social, Analista Judiciário Assistência Social, TJ PE, FCC

O Assistente Social que trabalha no Tribunal de Justiça, ao prestar atendimento a adolescentes em situação de risco, poderá desenvolver a seguinte atividade:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

219Q134093 | Princípios Normas e Atribuições Institucionais, Analista Judiciário Assistência Social, TJ RJ, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 36 a 39 referem-se a Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Jorge, advogado de Luan, teve acesso à sentença do processo de seu cliente dois dias antes da publicação do pronunciamento judicial no órgão oficial, retirando, inclusive, os autos para melhor analisá-los. Neste caso,

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

220Q134986 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Assistência Social, TJ PI, FCC

Texto associado.

Nos anos 90, o Brasil estabilizou sua economia e deslanchou
um importante processo de reformas estruturais, com o
forte impulso dado à privatização e à reorientação da política
social. Tais mudanças, não é preciso repetir, deram-se como
resposta ao precedente modelo de crescimento via substituição
de importações, por um lado, e à aceleração da globalização,
por outro. Esse conjunto de transformações alterou profundamente
as percepções e estratégias "normais" de ascensão social,
cujo horizonte deixa de ser apenas individual para tornar-se
coletivo. De fato, milhões de brasileiros passam a experimentar
a mobilidade social em um contexto de mudança no plano das
identidades coletivas; de mudanças que dizem respeito não
apenas a taxas ou a padrões individuais de mobilidade, mas ao
próprio sistema de estratificação social. A classe C deixa de ser
"baixa" e começa a ser "média", disputando espaço com os estratos
situados imediatamente acima dela - ou seja, as classes
médias tradicionais.
Na análise da ascensão da classe C, a questão central
é a da sustentabilidade. Se a nova classe média resulta, em
grande parte, do encurtamento de distâncias sociais em função
da difusão do consumo, como irão seus integrantes gerar a renda
necessária para sustentar os novos padrões? Serão sustentáveis
? ou antes, sob que condições serão sustentáveis - os
índices de expansão do que se tem denominado a "nova classe
média"?
Dada a extrema desigualdade no perfil brasileiro de
distribuição de renda, os bons e os maus caminhos bifurcam-se
logo adiante. Por um lado, por si só a megamobilidade social a
que fizemos referência implica redução das desigualdades de
renda. Por outro, o risco de fracasso é alto, o que significa estagnação
e, no limite, dependendo de circunstâncias macroeconômicas,
até regressão na tendência de melhora na distribuição
de renda.
Deixando de lado a dinâmica macroeconômica, concentramos
nossa atenção em fatores ligados à motivação e à
autocapacitação (denominados fatores weberianos) na formação
de novos valores sociopolíticos.
De fato, o crescimento econômico dos últimos anos
traduziu-se em forte expansão da demanda por bens e serviços.
Mas as oscilações da renda familiar geradas por empregos
pouco estáveis ou atividades por conta própria sinalizam dificuldades
para as faixas de renda mais baixa manterem o perfil de
consumo ambicionado. Endividando-se além do que lhes permitem
os recursos de que dispõem, as famílias situadas nesse
patamar defrontam-se com um risco de inadimplência que passa
ao largo das famílias da classe média estabelecida.

(Amaury de Souza e Bolívar Lamounier. O Estado de
S. Paulo
, Aliás, J5, 7 de fevereiro de 2010, com adaptações)

... as famílias situadas nesse patamar defrontam-se com um risco de inadimplência que passa ao largo das famílias da classe média estabelecida. (final do texto)

A afirmativa grifada acima significa, considerando-se o contexto, que

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.