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Questões de Concursos Analista Judiciário Biblioteconomia

Resolva questões de Analista Judiciário Biblioteconomia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


361Q135711 | Biblioteconomia, Indexação, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRE PR, FCC

Em uma unidade de informação em que a política de indexação recomenda uma baixa especificidade, um documento que trate de “morango”, “maçã” e “damasco” será indexado sob
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363Q138930 | Biblioteconomia, Princípio de administração, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRE AM, FCC

Declaração de objetivo único e fundamental que diferencia uma empresa de outras do mesmo tipo e que identifica o escopo das operações de negócio quanto a produto e mercado.

A definição acima refere-se
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364Q139250 | Biblioteconomia, Administração de bibliotecas, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRE BA, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
Com relação à administração de bibliotecas, julgue os
próximos itens.
Em bibliotecas especializadas, a atividade de planejamento frequentemente ocorre no nível operacional, uma vez que o planejamento estratégico e o tático constituem prerrogativa dos níveis de direção da instituição a que pertencem.
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365Q136212 | Biblioteconomia, Analista Judiciário Biblioteconomia, TSE, CONSULPLAN

Segundo a visão participativa, a função gerencial ou administrativa de tomada de decisão é a função gerencial ou administrativa de uma biblioteca, em que todos os profissionais compartilham a responsabilidade de sua administração, subsidiados pela

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366Q138798 | Direito Constitucional, Controle difuso, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRF 4a, FCC

Os Tribunais poderão declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público somente pelo voto

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367Q138914 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRT 16a REGIÃO, FCC

Texto associado.

Sobre a efemeridade das mídias

Um congresso recente, em Veneza, dedicou-se à questão
da efemeridade dos suportes de informação, desde a tábua
de argila, o papiro e o pergaminho até o livro impresso e os
atuais meios eletrônicos. O livro impresso, até agora, demonstrou
que sobrevive bem por 500 anos, mas só quando se
trata de livros feitos de papel de trapos. A partir de meados do
século XIX, passou-se ao papel de polpa de madeira, e parece
que este tem uma vida máxima de 70 anos (com efeito, basta
consultar jornais ou livros dos anos de 1940 para ver como
muitos se desfazem ao ser folheados). Há muito tempo se
realizam estudos para salvar todos os livros que abarrotam nossas
bibliotecas; uma das soluções mais adotadas é escanear
todas as páginas e passá-las para um suporte eletrônico.

Mas aqui surge outro problema: todos os suportes para a
transmissão e a conservação de informações, da foto ao filme,
do disco à memória do computador, são maisperecíveis que o
livro. As velhas fitas cassetes, com pouco tempo de uso se
enrolavam todas, e saíam mascadas; as fitas de vídeo perdem
as cores e a definição com facilidade. Tivemos tempo suficiente
para ver quanto podia durar um disco de vinil sem ficar riscado
demais, mas não para verificar quanto dura um CD-ROM, que,
saudado como a invenção que substituiria o livro, ameaça sair
rapidamente do mercado, porque podemos acessar on line os
mesmos conteúdos por um custo menor. Sabemos que todos os
suportes mecânicos, elétricos ou eletrônicos são rapidamente
perecíveis, ou não sabemos quanto duram e provavelmente
nunca chegaremos a saber. Basta um pico de tensão, um raio
no jardim para desmagnetizar uma memória. Se houvesse um
apagão bastante longo, não poderíamos usar nenhuma memória
eletrônica.

Os suportes modernos parecem criados mais para a
difusão do que para a conservação das informações. É possível
que, dentro de alguns séculos, a única forma de lernotícias
sobre o passado continue sendo a consulta a um velho e bom
livro. Não, não sou um conservador reacionário. Gravei em
disco rígido portátil de 250 gigabytes as maiores obras primas
da literatura universal. Mas estou feliz porque os livros continuam
em minha biblioteca - uma garantia para quando os
instrumentos eletrônicos entrarem em pane.

(Adaptado de Umberto Eco - UOL - Notícias - NYT/ 26/04/2009)

Está clara e correta a redação do seguinte comentário sobre o texto:

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368Q135594 | Direito Administrativo, Licitação, Analista Judiciário Biblioteconomia, TSE, CONSULPLAN

No que tange às modalidades de licitações é correto afirmar que

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369Q135724 | Biblioteconomia, Informação jurídica, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRT 23ª REGIÃO, FCC

Um juiz que deseja consultar a jurisprudência referente a jornadas de trabalho deve recorrer

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370Q139351 | Biblioteconomia, Gerenciamento de Bibliotecas, Analista Judiciário Biblioteconomia, STF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Os sistemas informatizados de gerenciamento de bibliotecas
permitem a gestão de acervos e a administração dos serviços
prestados por elas. Julgue os itens seguintes, acerca de
características desses sistemas.

O Aleph é um sistema de gerenciamento de bibliotecas que possui as seguintes características: arquitetura clienteservidor, registros bibliográficos adaptados ao padrão MARC, compatibilidade com os protocolos de comunicação da WWW e Z39.50.

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371Q139375 | Biblioteconomia, Aquisição de Materiais, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRT 18a Região, FCC

O documento que registra a forma como as atividades de aquisição de materiais de informação são realizadas no dia-a-dia de uma unidade de informação é denominado

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372Q136311 | Biblioteconomia, MARC, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRT 21ª Região, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Acerca de automação, de bibliotecas e de sistemas de informação
em ambiente digital, julgue os itens a seguir.

Com o passar dos anos, o formato MARC passou por uma série de desenvolvimentos, como: O MARC Authority, MARC 21, MARC Holdings, MARC Classification e MARC Community.

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373Q135829 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRE RR, FCC

Texto associado.

Conselhos ao candidato

Certa vez um enamorado da Academia, homem ilustre e aliás perfeitamente digno de pertencer a ela, escreveu-me sondando-me sobre as suas possibilidades como candidato. Não pude deixar de sentir o bem conhecido calefrio aquerôntico, porque então éramos quarenta na Casa de Machado de Assis e falar de candidatura aos acadêmicos sem que haja vaga é um pouco desejar secretamente a morte de um deles. O consultado poderá dizer consigo que “praga de urubu não mata cavalo”. Mas, que diabo, sempre impressiona. Não impressionou ao conde Afonso Celso, de quem contam que respondeu assim a um sujeito que lhe foi pedir o voto para uma futura vaga:

-Não posso empenhar a minha palavra. Primeiro porque o voto é secreto; segundo porque não há vaga; terceiro porque a futura vaga pode ser a minha, o que me poria na posição de não poder cumprir com a minha palavra, coisa a que jamais faltei em minha vida.

Se eu tivesse alguma autoridade para dar conselhos ao meu eminente patrício, dir-lhe-ia que o primeiro dever de um candidato é não temer a derrota, não encará-la como uma capitis diminutio, não enfezar com ela. Porque muitos dos que se sentam hoje nas poltronas azuis do Trianon, lá entraram a duras penas, depois de uma ou duas derrotas. Afinal a entrada para a Academia depende muito da oportunidade e de uma coisa bastante indefinível que se chama “ambiente”. Fulano? Não tem ambiente. [...]

Sempre ponderei aos medrosos ou despeitados da derrota que é preciso considerar a Academia com certo senso de humour. Não tomá-la como o mais alto sodalício intelectual do país. Sobretudo nunca se servir da palavra “sodalício”, a que muitos acadêmicos são alérgicos. Em mim, por exemplo, provoca sempre urticária.

No mais, é desconfiar sempre dos acadêmicos que prometem: “Dou-lhe o meu voto e posso arranjar-lhe mais um”. Nenhum acadêmico tem força para arranjar o voto de um colega. Mas vou parar, que não pretendi nesta crônica escrever um manual do perfeito candidato.

(BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1993, vol. único, p. 683-684)

*aquerôntico = relativo ou pertencente a Aqueronte, um dos rios do Inferno, atravessado pelos mortos na embarcação conduzida pelo barqueiro Caronte.
*capitis diminutio:expressão latina de caráter jurídico empregada para designar a diminuição de capacidade legal.
 

No desenvolvimento do texto, o autor deixa transparecer

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374Q136110 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Analista Judiciário Biblioteconomia, STJ, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Um ano depois da guerra do Iraque, o mundo é mais

inseguro e o futuro, mais incerto. O bárbaro ataque terrorista na

Espanha e a sucessão infindável de ataques terroristas no Iraque

e em Israel não deixam dúvida nenhuma sobre isso. Por que tanta

insegurança? O século 20 não foi o século da democracia, e o fim

da Guerra Fria não foi o capítulo final das ameaças totalitárias?

O mundo tornou-se mais inseguro porque o governo do

presidente George W. Bush não se revelou à altura da

responsabilidade de governar o país que emergiu do colapso da

União das Repúblicas Socialistas Soviéticas como única grande

potência mundial. Em vez de assumir de forma equilibrada a

liderança do novo sistema global em que hoje vivemos, ignorou

as regras do jogo desse sistema e adotou, de forma unilateral e

fundamentalista, uma política equivocada de luta contra o

terrorismo islâmico.

Luiz Carlos Bresser-Pereira. Um mundo mais inseguro.

In: Folha de S. Paulo, 4/4/2004, p. A3 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o

cenário internacional contemporâneo, julgue os itens

subseqüentes.

Insegurança e incerteza, preocupantes características que o texto identifica no mundo de hoje e de amanhã, decorrem, essencialmente, da ausência de contendores que possam frear o ímpeto imperial e hegemônico dos EUA. Em suma, esse é o ponto de vista defendido pelo autor.

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375Q135966 | Biblioteconomia, Catalogação, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRE AM, FCC

Em relação ao AACR-2, considere:

I. É possível afirmar que um dos princípios que norteiam o código é a homogeneidade; quanto mais homogêneos forem os dados, maior será a qualida- de do catálogo.

II. A determinação dos pontos de acesso compreende duas etapas: a primeira é a própria escolha do ponto de acesso e, a segunda, a escolha da forma dos cabeçalhos.

III. Há três níveis para a descrição catalográfica, o que dá às bibliotecas certa flexibilidade para determinar a sua política de catalogação. Os fatores que afetam a decisão sobre o nível de catalogação a ser adotado incluem objetivo da biblioteca, necessi- dades dos usuários e importância do acervo.

IV. Ao estabelecer os pontos de acesso secundários para vários tipos de responsabilidade, como tradutor, ilustrador, coordenador etc., é preciso indicá-los segundo a ordem de importância que têm na obra.

V. Na representação bibliográfica, integridade significa que a mesma solução deve ser sempre usada para informações semelhantes.

Está correto o que se afirma APENAS em
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376Q135199 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Conhecimentos Gerais, Analista Judiciário Biblioteconomia, STF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Em uma inesperada e rara condenação pública à
violência no Tibete e à falta de liberdade de imprensa na China,
o presidente do Comitê Olímpico Internacional classificou como
crise as manifestações populares ocorridas em Londres, Paris e
São Francisco, por onde passou a tocha olímpica. Ele deixou
claro o desagrado da comunidade esportiva internacional com a
repressão ao Tibete e apelou à China para que cumpra o
compromisso moral de respeitar os direitos humanos.
O Parlamento Europeu sugeriu um boicote à abertura dos jogos
e exortou os líderes dos 27 países da União Européia (UE) a
tomar uma decisão conjunta.

O Globo, 11/4/2008, capa (com adaptações

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as
múltiplas ramificações do tema por ele abordado, julgue os itens
subseqüentes.

Sede das Olimpíadas de 2008, a China atravessa fase de excepcional crescimento econômico, ampliando seus níveis de consumo e participação no mercado global, ao mesmo tempo em que mantém um regime político forte que não se identifica com o modelo ocidental de democracia.

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377Q138298 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRT 18a Região, FCC

Texto associado.

A sociedade democrática

Que significam as eleições? Muito mais do que a
mera rotatividade de governos ou alternância no poder.
Simbolizam o essencial da democracia: que o poder não se
identifica com os ocupantes do governo, não lhes pertence, mas
é sempre um lugar disponível, que os cidadãos, periodicamente,
preenchem com um representante, podendo revogar seu mandato
se não cumprir o que lhe foi delegado para representar.

As idéias de situação e oposição, maioria e minoria,
cujas vontades devem ser respeitadas e garantidas pela lei, vão
muito além dessa aparência. Significam que a sociedade não é
uma comunidade una e indivisa, voltada para o bem comum
obtido por consenso, mas, ao contrário, que está internamente
dividida e que as divisões são legítimas e devem expressar-se
publicamente. A democracia é a única forma política que
considera o conflito legítimo e legal, permitindo que seja
trabalhado politicamente pela própria sociedade.

Asidéias de igualdade e liberdade como direitos civis
dos cidadãos vão muito além de sua regulamentação jurídica
formal. Significam que os cidadãos são sujeitos de direitos e
que, onde tais direitos não existam nem estejam garantidos,
tem-se o direito de lutar por eles e exigi-los. É esse o cerne da
democracia.

(Marilena Chauí, Convite à Filosofia)

Numa sociedade efetivamente democrática, as eleições significam que

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378Q134084 | Direito Administrativo, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRF 4a, FCC

A reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens, é

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379Q135924 | Biblioteconomia, Normas Técnicas, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRT 23ª REGIÃO, FCC

A NBR 6.034 tem por objetivo

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380Q137501 | Português, Morfologia, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRT 16ª REGIÃO, FCC

Texto associado.

Sobre a efemeridade das mídias

Um congresso recente, em Veneza, dedicou-se à questão
da efemeridade dos suportes de informação, desde a tábua
de argila, o papiro e o pergaminho até o livro impresso e os
atuais meios eletrônicos. O livro impresso, até agora, demonstrou
que sobrevive bem por 500 anos, mas só quando se
trata de livros feitos de papel de trapos. A partir de meados do
século XIX, passou-se ao papel de polpa de madeira, e parece
que este tem uma vida máxima de 70 anos (com efeito, basta
consultar jornais ou livros dos anos de 1940 para ver como
muitos se desfazem ao ser folheados). Há muito tempo se
realizam estudos para salvar todos os livros que abarrotam nossas
bibliotecas; uma das soluções mais adotadas é escanear
todas as páginas e passá-las para um suporte eletrônico.

Mas aqui surge outro problema: todos os suportes para a
transmissão e a conservação de informações, da foto ao filme,
do disco à memória do computador, são maisperecíveis que o
livro. As velhas fitas cassetes, com pouco tempo de uso se
enrolavam todas, e saíam mascadas; as fitas de vídeo perdem
as cores e a definição com facilidade. Tivemos tempo suficiente
para ver quanto podia durar um disco de vinil sem ficar riscado
demais, mas não para verificar quanto dura um CD-ROM, que,
saudado como a invenção que substituiria o livro, ameaça sair
rapidamente do mercado, porque podemos acessar on line os
mesmos conteúdos por um custo menor. Sabemos que todos os
suportes mecânicos, elétricos ou eletrônicos são rapidamente
perecíveis, ou não sabemos quanto duram e provavelmente
nunca chegaremos a saber. Basta um pico de tensão, um raio
no jardim para desmagnetizar uma memória. Se houvesse um
apagão bastante longo, não poderíamos usar nenhuma memória
eletrônica.

Os suportes modernos parecem criados mais para a
difusão do que para a conservação das informações. É possível
que, dentro de alguns séculos, a única forma de lernotícias
sobre o passado continue sendo a consulta a um velho e bom
livro. Não, não sou um conservador reacionário. Gravei em
disco rígido portátil de 250 gigabytes as maiores obras primas
da literatura universal. Mas estou feliz porque os livros continuam
em minha biblioteca - uma garantia para quando os
instrumentos eletrônicos entrarem em pane.

(Adaptado de Umberto Eco - UOL - Notícias - NYT/ 26/04/2009)

Verifica-se correta transposição de uma para outra voz verbal no seguinte caso:

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