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Questões de Concursos Analista Judiciário Tecnologia da Informação

Resolva questões de Analista Judiciário Tecnologia da Informação comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


801Q153111 | Gerência de Projetos, PMBOK, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 15a Região, FCC

Segundo o Guia PMBoK quarta edição, o gerenciamento do tempo do projeto inclui os processos necessários para gerenciar o término pontual do projeto. Um destes processos é Desenvolver o Cronograma. Dentre as ferramentas e técnicas que o Guia indica para uso neste processo estão
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803Q154420 | Programação, XML, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 21a Região, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Com relação a interoperabilidade de sistemas, SOA e web services,
arquitetura e-ping e padrões XML, julgue os itens seguintes.

A XSD - XML schema definition permite definir elementos e atributos que podem aparecer em um documento XML, tal como um DTD (document type definition).

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804Q148535 | , Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TJ AP, FCC

Em um determinado momento, a coleção das informações armazenadas em um banco de dados é

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805Q152632 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 1a REGIÃO, FCC

                                Novas fronteiras do mundo globalizado

     Apesar do desenvolvimento espetacular das tecnologias, não devemos imaginar que vivemos em um mundo sem fronteiras, como se o espaço estivesse definitivamente superado pela velocidade do tempo. Seria mais correto dizer que a modernidade, ao romper com a geografia tradicional, cria novos limites. Se a diferença entre o “Primeiro” e o “Terceiro” mundo é diluída, outras surgem no interior deste último, agrupando ou excluindo as pessoas.
     Nossa contemporaneidade faz do próximo o distante, separando-nos daquilo que nos cerca, ao nos avizinhar de lugares remotos. Neste caso, não seria o outro aquilo que o “nós” gostaria de excluir? Como o islamismo (associado à noção de irracionalidade), ou os espaços de pobreza (África, setores de países em desenvolvimento), que apesar de muitas vezes próximos se afastam dos ideais cultivados pela modernidade.


          (Adaptado de: ORTIZ, Renato. Mundialização e cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994, p. 220)

Na frase Nossa contemporaneidade faz do próximo o distante, separando-nos daquilo que nos cerca, o segmento sublinhado terá seu sentido contextual preservado nesta nova redação:
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806Q153163 | Informática, SQL, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Considerando um banco de dados relacional com o uso da
SQL (structured query language), julgue os itens a seguir.

O comando INSERT INTO FUNC (coluna1, coluna2)
DATA (dado1, dado2) está sintaticamente correto e permite
realizar a inserção de um conjunto de dados em uma tabela
denominada FUNC.

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808Q155002 | Segurança da Informação, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 8a Região, CESPE CEBRASPE

Considere que o rompimento de um cabo tenha interrompido a comunicação entre os usuários e o servidor que provê o acesso à Internet em uma organização que utiliza cabeamento estruturado. Com base nessa situação hipotética e na norma ABNT NBR ISO/IEC 27.001, assinale a opção em que é apresentada uma área de segurança da informação segundo a qual os controles implementados podem prevenir esse tipo de incidente.

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809Q152964 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 1a REGIÃO, FCC

Texto associado.

           A cultura brasileira em tempos de utopia

     Durante os anos 1950 e 1960 a cultura e as artes brasileiras expressaram as utopias e os projetos políticos que marcaram o debate nacional. Na década de 1950, emergiu a valorização da cultura popular, que tentava conciliar aspectos da tradição com temas e formas de expressão modernas.

     No cinema, por exemplo, Nelson Pereira dos Santos, nos seus filmes Rio, 40 graus (1955) e Rio, zona norte (1957) mostrava a fotogenia das classes populares, denunciando a exclusão social. Na literatura, Guimarães Rosa publicou Grande sertão: veredas (1956) e João Cabral de Melo Neto escreveu o poema Morte e vida Severina - ambos assimilando traços da linguagem popular do sertanejo, submetida ao rigor estético da literatura erudita.

     Na música popular, a Bossa Nova, lançada em 1959 por Tom Jobim e João Gilberto, entre outros, inspirava-se no jazz, rejeitando a música passional e a interpretação dramática que se dava aos sambas-canções e aos boleros que dominavam as rádios brasileiras. A Bossa Nova apontava para o despojamento das letras das canções, dos arranjos instrumentais e da vocalização, para melhor expressar o “Brasil moderno”.

     Já a primeira metade da década de 1960 foi marcada pelo encontro entre a vida cultural e a luta pelas Reformas de Base. Já não se tratava mais de buscar apenas uma expressão moderna, mas de pontuar os dilemas brasileiros e denunciar o subdesenvolvimento do país. Organizava-se, assim, a cultura engajada de esquerda, em torno do Movimento de Cultura Popular do Recife e do Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes (UNE), num processo que culminaria no Cinema Novo e na canção engajada, base da moderna música popular brasileira, a MPB.

            (Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos e VILLAÇA, Mariana. História para o ensino médio. São Paulo: Atual, 2013, p. 738)

Considere as seguintes afirmações:

I. No 2º parágrafo, estabelece-se uma aproximação entre cinema e literatura para marcar as convicções políticas opostas e contraditórias dos cineastas e dos escritores do período.

II. No 3º parágrafo, a característica essencial da música lançada em 1959 é reconhecida a partir da economia de recursos expressivos e da rejeição ao dramatismo.

III. No 4º parágrafo, acentua-se a tendência, na década de 1960, para a utilização das artes como meio de participação política e denúncia do nosso grau de desenvolvimento.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
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811Q153520 | Engenharia de Software, Engenharia de Requisitos, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 7a Região, FCC

No processo de engenharia de requisitos, é uma técnica de observação que pode ser usada para compreender os requisitos sociais e organizacionais.
Trata-se de

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812Q154596 | Programação, HTML, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 11a Região, FCC

Considere a página HTML:
<<?.?>html>
<<?.?>head>
<<?.?>title>Cadastro<<?.?>/title>
<<?.?>style type="text/css">

<<?.?>/style>
<<?.?>/head>
<<?.?>body>
<<?.?>p>
<<?.?>a href=music.html>Músicas
<<?.?>/p>
<<?.?>/body>
<<?.?>/html>

A instrução que deve ser utilizada no interior do elementopara retirar o sublinhado do link ao posicionar o ponteiro do mouse sobre ele é

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813Q153403 | Engenharia de Software, Teste de Software, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 9a REGIÃO, FCC

O teste de sistema que força o software a falhar de diversos modos e verifica o retorno do processamento dentro de um tempo pré-estabelecido é um tipo de teste de

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814Q150912 | Segurança da Informação, Assinatura Digital, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRF 5a, FCC

O Tribunal estuda uma licitação para a compra de microcomputadores. Pensando na modernidade, ele pretende encaminhar cartas-convite por meio do correio eletrônico para fornecedores que estejam com o cadastro em dia. O sigilo não é necessário, porém a integridade das informações e a autenticidade são indispensáveis (garantem a não modificação do edital e o reconhecimento de sua autenticidade pelos fornecedores). A solução adotada pelo Tribunal é o envio de uma mensagem S/MIME assinada digitalmente para a lista de e-mails dos fornecedores.

O algoritmo recomendado pelo S/MIME auxilia na geração de um resumo com as seguintes propriedades e características:

- qualquer alteração, por menor que seja (por exemplo, uma omissão de um sinal gráfico no edital) provocará uma alteração dramática no resumo;

- qualquer resumo obtido terá sempre 160 bits (mesmo que sejam croquis e imagens) não importando o tamanho da mensagem.

Trata-se do algoritmo

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815Q152471 | Português, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 3a Região, FCC

Texto associado.

Instruções: As questões de números 1 a 12 referem-se ao texto que segue.

A tribo que mais cresce entre nós

A nova tribo dos micreiros* cresceu tanto que talvez já não seja apenas mais uma tribo, mas uma nação, embora a linguagem fechada e o fanatismo com que se dedicam ao seu objeto de culto sejam quase de uma seita. São adoradores que têm com o computador uma relação semelhante à do homem primitivo com o totem e o fogo. Passam horas sentados, com o olhar fixo num espaço luminoso de algumas polegadas, trocando não só o dia pela noite, como o mundo pela realidade virtual. Sua linguagem lembra a dos funkeiros** em quantidade de importações vocabulares adulteradas, porém é mais ágil e rica, talvez a mais rápida das tribos urbanas modernas. Dança quem não souber o que é BBS, modem, interface, configuração, acessar e assim por diante. Alguns termos são neologismos e, outros, recriações semânticas de velhos significados, como janela, sistema, ícone, maximizar. No começo da informatização das redações de jornal, houve um divertido mal-entendido quando uma jovem repórter disse pela primeira vez: "Eu abortei!". Ela acabava de rejeitar não um filho, mas uma matéria. Hoje, ninguém mais associa essa palavra ao ato pecaminoso. Aborta-se tão impune e freqüentemente quanto se acessa. Nada mais tem forma e sim "formatação". Foi-se o tempo em que "fazer um programa" era uma aventura amorosa. O "vírus" que apavora os micreiros não é o HIV, mas uma intromissão indevida no "sistema", outra palavra cujo sentido atual nada tem a ver com os significados anteriores. A geração de 68 lutou para derrubar o sistema; hoje o sistema cai a toda hora. Alguns velhos homens de letras olham com preconceito essa tribo, como se ela fosse composta apenas de jovens, e ainda por cima iletrados. É um engano, porque há entre os micreiros respeitáveis senhoras e brilhantes intelectuais. Falar mal do computador é tão inútil e reacionário quanto foi quebrar máquinas no começo da primeira Revolução Industrial. Ele veio para ficar, como se diz, e seu sucesso é avassalador. Basta ver o entusiasmo das adesões.

(Zuenir Ventura, Crônicas de um fim de século)

O elemento sublinhado na frase

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816Q150440 | , Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TJ AP, FCC

O controle de acesso à informação é composto por diversos processos, dentre os quais, aquele que identifica quem efetua o acesso a uma dada informação. Esse processo é denominado

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817Q148187 | Direito Constitucional, Tribunais e juízes eleitorais, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TSE, CESPE CEBRASPE

Considere a seguinte assertiva: o Supremo Tribunal Federal (STF) elegeu, em votação aberta e nominal, entre seus componentes, três juízes para comporem o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa assertiva é errada porque

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818Q152029 | Direito Administrativo, Tipos e Modalidades Concorrência, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRE SE, FCC

A respeito das licitações, considere as afirmativas abaixo.

I. É dispensável a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.
II. Tomada de preços é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número de três, sem a necessária qualificação.
III. Todos os valores, preços e custos utilizados nas licitações terão como expressão monetária a moeda corrente nacional, podendo ser permitida a cotação do preço em moeda estrangeira nas concorrências de âmbito internacional realizadas no Brasil.
IV. Nos casos em que couber a modalidade de licitação convite, a Administração poderá utilizar a tomada de preços.

É correto o que se afirma APENAS em:
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819Q156143 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Texto I - itens de 1 a 20
Apostando na leitura
1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais
regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma
plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se
4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo
e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual
juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade.
7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a
cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que seconfiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele
que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em
10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever
do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa
qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de
13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens
não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa
pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica
16 parece chegar à escola, na oferta decoleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que
contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros
e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano,
19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos
estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se
cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia
22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade representada por tal
círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos,de
poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam
25 no aprendizado social da leitura.

Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações).

De acordo com as idéias do texto I, julgue os itens seguintes.

Segundo Marisa Lajolo, o desinteresse pela leitura é um
problema antigo, que coincidiu com o advento dos modernos
veículos de comunicação e aumentou com o surgimento da
Internet.

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820Q151159 | Português, Significação Contextual de Palavras e Expressões, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 1a REGIÃO, FCC

Texto associado.

           A cultura brasileira em tempos de utopia

     Durante os anos 1950 e 1960 a cultura e as artes brasileiras expressaram as utopias e os projetos políticos que marcaram o debate nacional. Na década de 1950, emergiu a valorização da cultura popular, que tentava conciliar aspectos da tradição com temas e formas de expressão modernas.

     No cinema, por exemplo, Nelson Pereira dos Santos, nos seus filmes Rio, 40 graus (1955) e Rio, zona norte (1957) mostrava a fotogenia das classes populares, denunciando a exclusão social. Na literatura, Guimarães Rosa publicou Grande sertão: veredas (1956) e João Cabral de Melo Neto escreveu o poema Morte e vida Severina - ambos assimilando traços da linguagem popular do sertanejo, submetida ao rigor estético da literatura erudita.

     Na música popular, a Bossa Nova, lançada em 1959 por Tom Jobim e João Gilberto, entre outros, inspirava-se no jazz, rejeitando a música passional e a interpretação dramática que se dava aos sambas-canções e aos boleros que dominavam as rádios brasileiras. A Bossa Nova apontava para o despojamento das letras das canções, dos arranjos instrumentais e da vocalização, para melhor expressar o “Brasil moderno”.

     Já a primeira metade da década de 1960 foi marcada pelo encontro entre a vida cultural e a luta pelas Reformas de Base. Já não se tratava mais de buscar apenas uma expressão moderna, mas de pontuar os dilemas brasileiros e denunciar o subdesenvolvimento do país. Organizava-se, assim, a cultura engajada de esquerda, em torno do Movimento de Cultura Popular do Recife e do Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes (UNE), num processo que culminaria no Cinema Novo e na canção engajada, base da moderna música popular brasileira, a MPB.

            (Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos e VILLAÇA, Mariana. História para o ensino médio. São Paulo: Atual, 2013, p. 738)

O segmento do texto em que se assinala uma confluência entre tendências estéticas geralmente consideradas incompatíveis é:
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