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Questões de Concursos Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação

Resolva questões de Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q109730 | Direito Constitucional, Espécies Normativas Medida Provisória, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE AM, FCC

Presentes os pressupostos constitucionais de urgência e relevância, é constitucional a edição, pelo Presidente da República, de medida provisória que

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162Q111047 | Redes de Computadores , MPLS, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Com relação às tecnologias de redes de longa distância, julgue os
itens seguintes.

A etiqueta MPLS tem comprimento de 3 bytes, tendo, entre outros, um campo Label (20 bits) e um campo TTL (8 bits), este último com função diferente do campo homônimo do cabeçalho IP.

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163Q110043 | Português, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE CE, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto que segue.

A velhice na sociedade industrial

A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobrevivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade constituem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens. Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pessoa. Nos cuidados com a criança, o adulto "investe" para o futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá- los com cuidados "para o seu próprio bem". Em privá-los da liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes, "administrando" sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força. Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em que foram abandonados pelos seus? Quando se vive o primado da mercadoria sobre o homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles o braço servil, mas não o conselho.

(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)

Depreende-se da leitura do texto que, na sociedade industrial, a sabedoria acumulada pelos velhos

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164Q108308 | Informática , Data Warehouse, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

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Com base nas figuras I e II acima, e nos conceitos de
datawarehousing, julgue os itens subsequentes.

Na figura II, que corresponde à visão de Kimball, o datawarehousing é visto como uma constituição de data marts, cujo foco é entregar objetivos do negócio para departamentos na organização

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165Q110504 | Informática , SOAP, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Imagem 025.jpg
Considerando a figura acima, julgue os itens subsequentes.

Na figura mostrada, na notification, o serviço envia uma mensagem e a operação tem um único elemento de saída. O padrão request-response é pouco utilizado nos serviços SOAP.

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166Q110866 | Português, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE GO, FCC

Texto associado.
Da moderação

Como se tivéssemos infeccioso o tato, ocorre-nos corromper, se as manusearmos em excesso, as coisas que em si são belas e boas. A virtude pode tornar-se vício se ao seu exercício nos dedicarmos com demasiada avidez e violência. E jogam com as palavras os que dizem não haver excesso na virtude porque não há virtude onde há excesso: “Não é sábio o sábio, nem justo o justo, se seu amor à virtude é exagerado”.

Trata-se de uma sutileza filosófica. Pode-se dedicar imoderado amor à virtude e ser excessivo em uma causa justa. Preconiza o apóstolo São Paulo, a esse respeito, um equilíbrio razoável: “Não sejais mais comportados do que o necessário; ponde alguma sobriedade no bom comportamento”. Vi um dos grandes deste mundo prejudicar a religião por se entregar a práticas religiosas incompatíveis com a sua condição social. Aprecio os caracteres moderados e prudentes: ultrapassar a medida, ainda que no sentido do bem, é coisa que me espanta, se não me incomoda, e a que não sei como chamar. Mais estranha do que justa se me afigura a conduta da mãe de Pausânias, que foi a primeira a denunciá-lo e a contribuir com a primeira pedra para a morte do filho*; nem tampouco aprovo a atitude do ditador Postúmio, mandando matar o filho que, no en- tusiasmo da mocidade, saíra das fileiras para atacar o inimigo, com felicidade, aliás. Não me sinto propenso nem a aconselhar nem a imitar tão bárbara virtude.

Falha o arqueiro que ultrapassa o alvo, da mesma maneira que aquele que não o alcança. Minha vista se perturba se de repente enfrenta uma luz violenta, quando então vejo tão pouco como na mais profunda escuridão.

*Nota: A mãe de Pausânias depositara um tijolo diante do templo de Minerva, onde se refugiara o rei, seu filho. Os lacedemônios, aprovando-lhe o julgamento simbólico, ergueram muros em torno do refúgio e deixaram o prisioneiro morrer de fome.

Da compreensão geral do texto resulta adequada a seguinte conclusão: para Montaigne,
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167Q107389 | Informática , Data Warehouse, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

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Com base nas figuras I e II acima, e nos conceitos de
datawarehousing, julgue os itens subsequentes.

Na figura I, o datawarehouse é criado com base em um enfoque subject-by-subject. Dessa forma, o desenvolvimento de um datawarehouse poderia começar com dados de uma loja online, por exemplo, e outros subjects seriam adicionados ao datawarehouse conforme as necessidades. Nesse enfoque, o data mart é a criação de uma subject area do datawarehouse.

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168Q108315 | Português, Pontuação, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

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Julgue os seguintes itens com base na organização do texto
acima.

Na linha 6, preservam-se a correção gramatical e a coerência textual ao se inserir uma vírgula imediatamente após o vocábulo "coletivo", mesmo que, com isso, as informações possam ser tomadas como uma explicação - e não como uma caracterização - da expressão "processo mental coletivo".

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170Q110230 | Português, Radical, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

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No que concerne à organização dos sentidos e das estruturas
linguísticas do texto acima, julgue os próximos itens.

O desenvolvimento da argumentação permite que se insira o conectivo Logo, seguido de vírgula, imediatamente antes de "A política" (L.9), escrevendo-se o artigo com letra minúscula, sem prejuízo para a coerência e a correção gramatical do texto.

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171Q110554 | Controle Externo, Lei Orgânica do TCU, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Julgue os próximos itens com base nas normas da Lei Orgânica
do TCU relativas às decisões em processos de tomada ou
prestação de contas.

Se o TCU, ao examinar um processo de tomada de contas, julgar as contas como regulares, tal decisão será classificada como terminativa.

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172Q110479 | Português, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE RJ, FEMPERJ

Em todas as alternativas abaixo, foram reescritas frases com a finalidade de eliminar a presença do vocábulo ?não?, mas mantendo?se o sentido original do texto. A alternativa em que a reescritura ALTERA o sentido original é:

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173Q109521 | Redes de Computadores, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE GO, FCC

O esquema a seguir ilustra uma estrutura de comunicação VoIP entre um computador e um telefone comum.

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No cenário apresentado, um computador equipado com um programa que possibilita as ligações em VoIP está conectado numa rede local (LAN) com o equipamento A. Primeiro, o computador descobre o equipamento A na rede, que envia ao computador seu endereço IP. O computador se registra com o equipamento A que, por sua vez, manda de volta uma mensagem de gerenciamento. Após aceitar a mensagem, o computador pede para o equipamento A largura de banda para iniciar a configuração da chamada, com o estabelecimento de uma conexão. Após a largura de banda ser liberada ao computador, ele envia outra mensagem com o número do telefone a ser chamado para o equipamento A, que confirma a solicitação da chamada e encaminha a informação para o equipamento B. Este, que é metade computador e metade comutador de telefonia, faz a chamada telefônica para o telefone comum. O telefone toca e o computador recebe o sinal indicando que ele está tocando. Quando o telefone é atendido, é enviada uma mensagem ao computador indicando que houve a conexão.

A e B são, respectivamente,
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174Q110124 | Português, Morfologia Verbos, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE GO, FCC

Texto associado.

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Não sejais mais comportados do que o necessário; ponde alguma sobriedade no bom comportamento.
A frase acima permanecerá correta com a substituição das formas verbais sublinhadas, respectivamente, por:

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175Q111100 | Governança de TI , Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.



A figura III acima, obtida de www.csscorp.com, apresenta uma proposta de organização de uma empresa de prestação de serviços de TI. Na figura, estão dispostos vários frameworks e áreas funcionais. Setores do diagrama usados para a análise estão representados por numerais de #1 a #23.

Julgue os itens que se seguem, considerando que, na proposta
organizacional descrita na figura III, a empresa tenha implantado
um programa de gestão de segurança da informação embasado na
ABNT NBR ISO/IEC 17799 (ISO 17799).

A organização deverá estabelecer um programa avançado de treinamento técnico em segurança da informação para todos os seus empregados relacionados com a prestação de atividades-fim relacionadas ao seu negócio.

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176Q109888 | Segurança da Informação, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE GO, FCC

Ao tentar entrar em alguns sites de comércio eletrônico para comprar produtos de seu interesse, Maria percebeu que estava sendo redirecionada para sites muito semelhantes aos verdadeiros, mas que não ofereciam conexão segura, nem certificado digital. Pela característica do problema, é mais provável que Maria esteja sendo vítima de
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177Q109379 | Redes de Computadores , Modelo OSI, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

No que se refere a arquitetura e protocolos para redes de
transmissão de dados, julgue os itens seguintes.

No modelo OSI da ISO, o protocolo RARP (reverse address resolution protocol) é um exemplo de protocolo da camada de transporte.

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178Q109432 | Português, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE CE, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto que segue.

A velhice na sociedade industrial

A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobrevivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade constituem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens. Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pessoa. Nos cuidados com a criança, o adulto "investe" para o futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá- los com cuidados "para o seu próprio bem". Em privá-los da liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes, "administrando" sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força. Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em que foram abandonados pelos seus? Quando se vive o primado da mercadoria sobre o homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles o braço servil, mas não o conselho.

(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)

Está clara, correta e coerente a redação da seguinte frase:

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179Q110520 | Português, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE GO, FCC

Texto associado.
O conceito de indústria cultural foi criado por Adorno e Horkheimer, dois dos principais integrantes da Escola de Frankfurt. Em seu livro de 1947, Dialética do esclarecimento, eles conceberam o conceito a fim de pensar a questão da cultura no capitalismo recente. Na época, estavam impactados pela experiência no país cuja indústria cultural era a mais avançada, os Estados Unidos, local onde os dois pensadores alemães refugiaram-se durante a Segunda Guerra.
Segundo os autores, a cultura contemporânea estaria submetida ao poder do capital, constituindo-se num sistema que englobaria o rádio, o cinema, as revistas e outros meios - como a televisão, a novidade daquele momento -, que tenderia a conferir a todos os produtos culturais um formato semelhante, padronizado, num mundo em que tudo se transformava em mercadoria descartável, até mesmo a arte, que assim se desqualificaria como tal. Surgiria uma cultura de massas que não precisaria mais se apresentar como arte, pois seria caracterizada como um negócio de produção em série de mercadorias culturais de baixa qualidade. Não que a cultura de massa fosse necessariamente igual para todos os estratos sociais; haveria tipos diferentes de produtos de massa para cada nível socioeconômico, conforme indicações de pesquisas de mercado. O controle sobre os consumidores seria mediado pela diversão, cuja repetição de fórmulas faria dela um prolongamento do trabalho no capitalismo tardio.
Muito já se polemizou acerca dessa análise, que tenderia a estreitar demais o campo de possibilidades de mudança em sociedades compostas por consumidores supostamente resignados.O próprio Adorno chegou a matizá-la depois. Mas o conceito passou a ser muito utilizado, até mesmo por quem diverge de sua formulação original. Poucos hoje discordariam de que o mundo todo passa pelo "filtro da indústria cultural", no sentido de que se pode constatar a existência de uma vasta produção de mercadorias culturais por setores especializados da indústria.
Feita a constatação da amplitude alcançada pela indústria cultural contemporânea, são várias as possibilidades de interpretá-la. Há estudos que enfatizam o caráter alienante das consciências imposto pela lógica capitalista no âmbito da cultura, a difundir padrões culturais hegemônicos. Outros frisam o aspecto da recepção do espectador, que poderia interpretar criativamente - e não de modo resignado - as mensagens que lhe seriam passadas, ademais, de modo não unívoco, mas com multiplicidades possíveis de sentido.

(RIDENTI, Marcelo. Indústria cultural: da era do rádio à era da informática no Brasil. In: Agenda brasileira. São Paulo: Cia das Letras, 2011, p. 292 a 301)

O segmento em que se restringe o sentido do termo imediatamente anterior encontra-se em:
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180Q108480 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE GO, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto seguinte.

A respeito do termo etnia

Por etnia entende-se um grupo de pessoas que parti-
lham vários atributos, como espaço geográfico, língua, costu-
mes e valores, e que reivindicam para si o mesmo nome étnico
e a mesma ascendência. Mas sempre há nisso grande dose de
subjetividade. Daí ser difícil estabelecer fronteiras claras entre
as etnias e quantificar os grupos étnicos existentes no planeta.
A língua, por exemplo, que parece um critério objetivo, não é
suficiente para determinar diversas etnias, se tomada isolada-
mente, pois muitos grupos étnicos usam o mesmo idioma.
O moderno conceito de etnia desenvolveu-se no século
XX, em oposição às teorias racistas que evocavam argumentos
de ordem biológica para justificar a dominação de um grupo
humano sobre outros. A ciência considera incorreto falar em
diferentes raças quando se trata de seres humanos. Todos os
homens pertencem ao gênero Homo e à espécie Homo sapiens.
Eventuais variações genéticas são mínimas e insuficientes para
configurar diferenciações raciais.
Os homens agrupam-se socialmente, e as semelhanças
e diferenças que estabelecem entre si decorrem de processos
históricos, sempre culturais, jamais naturais. Fundamentalmen-
te, um indivíduo pertence a determinada etnia porque acredita
nisso, e tal crença é compartilhada pelos demais indivíduos que
compõem o mesmo grupo.
A existência de vários grupos étnicos no interior das
mesmas fronteiras nacionais é uma situação comum, pois as
populações humanas não são homogêneas, em razão das mi-
grações no decorrer da história. Mas as diferenças étnicas, em
diversos casos, são manipuladas para acirrar conflitos de fundo
político ou econômico. O próprio conceito de raça humana, há
muito não admitido pela antropologia moderna, serviu (e por
vezes ainda serve) de pretexto para justificar as mais cruéis
manifestações de preconceito, violência e barbárie.


(Adaptado do Almanaque Abril Cultural 2009, p. 123)

De acordo com o texto, o conceito de etnia diz respeito, fundamentalmente,

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