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Questões de Concursos Analista de Tecnologia da Informação

Resolva questões de Analista de Tecnologia da Informação comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1301Q120781 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Tecnologia da Informação, UFPE, COVEST COPSET

Texto associado.

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Analise as informações apresentadas a seguir.

1) Saber descrever bem uma língua não é garantia de melhor desempenho no uso dessa língua.
2) A escola deve ser o espaço privilegiado para que os profissionais se tornem especialistas em língua portuguesa.
3) A competência nas atividades de leitura e de escrita prescinde de maior aprofundamento do conhecimento gramatical.
4) Todos os profissionais deveriam ter conhecimento aprofundado da gramática de sua língua, já que ela é um bem comum a todos.

Estão em consonância com o Texto 1:

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1302Q120275 | Português, Analista de Tecnologia da Informação, IFN MG, FUNDEP

Texto associado.

2015_07_01_5594160eb2c7d.https://www.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

2015_07_01_5594164f587db.https://www.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

Assinale a alternativa em que o termo destacado remete a um termo sem referência explícita, anteriormente, no texto 2.

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1303Q631772 | Informática, Gestão de TI, Analista de Tecnologia da Informação, TCE SE, FGV

Considere que você e sua equipe são responsáveis por conduzir um processo de revisão e validação de todos os requisitos identificados para um projeto de um sistema de software. Em relação aos princípios de validação de requisitos que contribuem para melhorar a qualidade dos resultados da validação, analise as recomendações a seguir:

I. Evite que o autor de um requisito também seja a pessoa que vai validar o requisito.

II. Separe a atividade de identificação de falhas nos requisitos da atividade de correção.

III. Valide requisitos somente a partir do ponto de vista do stakeholder principal.

Está correto o que se recomenda em:

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1304Q703292 | Português, Analista de Tecnologia da Informação, SANASA Campinas, FCC, 2019

      A atual revolução tecnológica lança, a cada ano, novas formas de leitura, mudando não só o modo como a literatura é distribuída, mas também como é escrita, à medida que os autores se ajustam a essas novas realidades. Ao mesmo tempo, alguns dos termos que começamos a usar recentemente parecem momentos anteriores da longa história da literatura.

      Hoje, muitos já leem em uma tela. No dispositivo, o leitor irá virar páginas ou rolar um texto. Dois milênios após o rolo de papiro ter dado lugar ao livro de pergaminho, esse movimento de rolagem voltou, visto que a infindável sequência de palavras armazenadas pelos computadores está mais próxima de um pergaminho do que de páginas separadas. E, como os antigos escribas, mais uma vez nos sentamos curvados sobre “tabuletas”. A narração oral também retornou. Como bem se sabe, palavras “escritas” podem ser apenas ouvidas em um dispositivo de áudio.

      Mas a revolução tecnológica por si só não assegura o futuro da literatura. A única garantia de sobrevivência de uma obra é o uso contínuo: um texto precisa permanecer relevante o suficiente e ser lido, traduzido, transcrito e transcodificado pelas gerações futuras para persistir ao longo do tempo.

(Adaptado de: PUCHNER, Martin. O mundo da escrita. Trad. Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das Letras, 2018, edição digital) 

No texto, estabelece-se relação de causa e consequência, respectivamente, entre:
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1305Q121660 | Português, Sintaxe, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto,no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usualde
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemosmodelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e nãodois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
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O acento grave usado em: "ter uma condição física superior à média" (4º parágrafo) torna-se facultativo com a substituição de "à média" por:

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1306Q858435 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Tecnologia da Informação, CESPE CEBRASPE, 2020

       Quando eu era criança (e isso aconteceu em outro tempo e em outro espaço), não era incomum ouvir a pergunta “Quão longe é daqui até lá?” respondida por um “Mais ou menos uma hora, ou um pouco menos se você caminhar rápido”. Num tempo ainda anterior à minha infância, suponho que a resposta mais comum teria sido “Se você sair agora, estará lá por volta do meio-dia” ou “Melhor sair agora, se você quiser chegar antes que escureça”. Hoje em dia, pode-se ouvir ocasionalmente essas respostas. Mas serão normalmente precedidas por uma solicitação para ser mais específico: “Você vai de carro ou a pé?”.
      “Longe” e “tarde”, assim como “perto” e “cedo”, significavam quase a mesma coisa: exatamente quanto esforço seria necessário para que um ser humano percorresse uma certa distância — fosse caminhando, semeando ou arando. Se as pessoas fossem instadas a explicar o que entendiam por “espaço” e “tempo”, poderiam ter dito que “espaço” é o que se pode percorrer em certo tempo, e que “tempo” é o que se precisa para percorrê-lo. Se não fossem muito pressionados, porém, não entrariam no jogo da definição. E por que deveriam? A maioria das coisas que fazem parte da vida cotidiana são compreendidas razoavelmente até que se precise defini-las; e, a menos que solicitados, não precisaríamos defini-las. O modo como compreendíamos essas coisas que hoje tendemos a chamar de “espaço” e “tempo” era não apenas satisfatório, mas tão preciso quanto necessário, pois era o wetware — os humanos, os bois e os cavalos — que fazia o esforço e punha os limites. Um par de pernas humanas pode ser diferente de outros, mas a substituição de um par por outro não faria uma diferença suficientemente grande para requerer outras medidas além da capacidade dos músculos humanos.


Zygmunt Bauman. A modernidade como história do tempo. In: Modernidade líquida. Plínio Dentzien (Trad.). Rio de Janeiro: Zahar, 2001 (com adaptações).

A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item seguinte.

A correção gramatical e o sentido original do texto seriam preservados se o período “Se não fossem muito pressionados, porém, não entrariam no jogo da definição”, no segundo parágrafo, fosse reescrito da seguinte forma: Não entrariam no jogo da definição se não fossem muito pressionados, porém.

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1307Q646981 | Informática, Arquitetura de Computadores, Analista de Tecnologia da Informação, Câmara de Belo Horizonte MG, CONSULPLAN, 2018

“Um hazard de pipeline ocorre quando o pipeline, ou alguma parte dele, precisa parar porque as condições não permitem a execução contínua. A parada do pipeline é conhecida como bolha de pipeline.” Existem três tipos de hazards; assinale-os.
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1309Q119900 | Informática, Analista de Tecnologia da Informação, TCE SE, FGV

Analise o comando de criação de tabela no contexto do SQL Server.

CREATE TABLE T
(A INT,B INT) ON [Z]

Nesse caso, a cláusula ON é importante na atividade de administração dos bancos de dados porque permite:
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1310Q850012 | Administração Geral, Gestão de processos, Analista de Tecnologia da Informação, CESPE CEBRASPE, 2020

Com relação ao gerenciamento de processos, julgue os itens que se seguem.

O ciclo de gerenciamento de processos é formado pelas seguintes etapas: análise; desenho e modelagem; implementação; gerenciamento de desempenho; e refinamento ou transformação.

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1311Q120928 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Tecnologia da Informação, UNIFESP, INSTITUTO CIDADES

Texto associado.

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A indignação da garotinha deve-se ao fato de:

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1312Q636771 | Informática, Engenharia de Software, Analista de Tecnologia da Informação, TCE SE, FGV

Diagramas entidade-relacionamento na notação IDEF1X distinguem relacionamentos identificadores e não identificadores. A presença de um relacionamento identificador faz com que:
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1313Q119654 | Português, Sintaxe Período Simples e Composto, Analista de Tecnologia da Informação, MPE RN, FCC

Texto associado.

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciamaos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação dabondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:

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1314Q486004 | Inglês, Gramática, Analista de Tecnologia da Informação, UFABC, UFABC

Complete the sentence with one of the words below.

Instead of .................. them orders from above, your administration should support them and try to make their life easier.

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1316Q120708 | Redes de Computadores , Segurança de Redes Firewall, Analista de Tecnologia da Informação, UFPR, UFPR

Sobre Firewall Iptable (operações para gerenciar chains), numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a da esquerda.

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Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

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1317Q648583 | Informática, Algoritmos, Analista de Tecnologia da Informação, Universidade Federal do Pará PA, 2018

O algoritmo Heapsort, quando usado para ordenar uma coleção n elementos distintos, possui, respectivamente, complexidade de melhor caso e de pior caso iguais a
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1318Q119451 | Redes de Computadores , Conceitos Básicos, Analista de Tecnologia da Informação, UNIFESP, INSTITUTO CIDADES

Acerca de intranet, marque a alternativa correta:

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1319Q636578 | Informática, OSI, Analista de Tecnologia da Informação, DETRAN RJ, EXATUS PR

Tomando o modelo ISO/OSI como base e um processo de transmissão (envio) de informações, teremos em determinado momento a seguinte situação por parte do host transmissor:

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1320Q120251 | Lei Orgânica do DF, Poder Legislativo, Analista de Tecnologia da Informação, BRB, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Julgue os itens seguintes, relativos ao Poder Legislativo no DF.

De acordo com a LODF, a indicação do presidente e dos diretores de instituições financeiras oficiais do DF está sujeita à aprovação prévia da Câmara Legislativa.

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