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Questões de Concursos Analista de Tecnologia da Informação

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1522Q121790 | Redes de Computadores , Arquitetura Cliente Servidor, Analista de Tecnologia da Informação, MPE RN, FCC

Em uma estrutura de camadas, considere:

I. Entre cada par de camadas adjacentes existe um protocolo.
II. Entre a camada de uma máquina e a camada de mesmo nível de outra máquina existe uma interface.
III. Uma interface define as operações e os serviços que uma camada inferior oferece à camada superior.

Está correto o que se afirma APENAS em

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1523Q121291 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto,no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usualde
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemosmodelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e nãodois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
Imagem 002.jpg

Em mais de um momento da exposição, o autor busca envolver emocionalmente o leitor a fim de torná-lo cúmplice das idéias que expõe - o que fica bastante evidente na passagem que se lê em:

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1524Q634844 | Informática, Postgree Sql, Analista de Tecnologia da Informação, IFB BA, FUNRIO

Sobre índices em PostgreSQL, seguem-se três afirmações: I- O PostgreSQL suporta índices multicolunas. II- O PostgreSQL suporta índices parciais. III- O PostgreSQL suporta índices sobre expressões. Quais dessas afirmações estão corretas?
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1525Q119538 | Português, Morfologia Pronomes, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto,no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usualde
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemosmodelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e nãodois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
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A colocação do pronome átono que se propõe fere as normas de colocação descritas pelas gramáticas da língua em:

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1527Q120824 | Engenharia de Software , Ferramentas CASE, Analista de Tecnologia da Informação, UFPR, UFPR

Assinale a alternativa que contém os processos estabelecidos pela norma ISO/IEC 14102 para avaliação e aquisição de ferramentas case.

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1528Q334628 | Matemática, Porcentagem, Analista de Tecnologia da Informação, TCE SE, FGV

Em uma empresa de Aracaju, 45% dos funcionários são mulheres. Do total de funcionários, 55% são de Aracaju e os demais são do interior do estado. Além disso, 60% dos que são do interior do estado são homens.

Entre as mulheres, a porcentagem daquelas que são do interior é:

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1529Q623681 | Informática, Armazenamento de Dados, Analista de Tecnologia da Informação, CEFET RJ, CEFETBAHIA

Os discos rígidos possuem basicamente 2 (dois) tipos de conectores: um de alimentação de energia e outro para troca de dados com o computador. Considerando o conector de troca de dados, marque a afirmativa INCORRETA:

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1530Q120148 | Engenharia Mecânica, Conceitos Básicos, Analista de Tecnologia da Informação, DATAPREV, Quadrix

Na manutenção de uma máquina, será necessário utilizar um bloco de aço com dimensões de 20cm x 30cm x 40cm para construir uma nova peça para reposição de outra danificada na máquina. Porém, ao comprar esse material, é necessário informar ao fornecedor qual a massa (em kg), do bloco de aço. Sabendo-se que a densidade do aço é igual a 7800 kg/m3 , qual é o valor da massa do bloco de aço a ser adquirido?
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1531Q119906 | , Analista de Tecnologia da Informação, DATAPREV, COSEAC

Tarefa de engenharia de requisitos que examina a especificação para garantir que todos os requisitos do Software tenham sido declarados de modo NÃO ambíguo:
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1532Q120430 | Engenharia de Software, Analista de Tecnologia da Informação, DATAPREV, Quadrix

Sobre o gerenciamento de configurações e mudanças, é incorreto afirmar que:
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1533Q618863 | Informática, Engenharia de Software, Analista de Tecnologia da Informação, EMBASA, IBFC

O Apache Maven 3 utiliza um arquivo XML para descrever o projeto de software sendo construído, suas dependências sobre módulos e componentes externos, a ordem de compilação, diretórios e plugins necessários. Esse arquivo XML, no Maven, é tradicionalmente conhecido pela sigla:
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1534Q120715 | Governança de TI , COBIT, Analista de Tecnologia da Informação, MPE RN, FCC

Cada domínio COBIT cobre um conjunto de processos para garantir a completa gestão de TI, somando um total de

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1535Q647563 | Informática, Engenharia de Software, Analista de Tecnologia da Informação, EBSERH, CESPE CEBRASPE, 2018

A respeito da gestão de relacionamento e engenharia de requisitos, julgue os itens seguintes. Protótipo consiste de um cenário de diálogo entre o usuário final e o sistema, sendo montado para que o usuário simule sua interação com o sistema e indique ao analista de que informações ele efetivamente necessita para realizar a tarefa projetada no protótipo.
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1536Q620176 | Informática, Tipos de redes, Analista de Tecnologia da Informação, MPE RN, FCC

Tipo de LAN sem fio que tem uma taxa de dados de até 11 Mbps, que é suficiente para a maioria das redes residenciais com acesso à Internet por cabo de banda larga ou por DSL. Opera na faixa de frequência de 2,4 a 2,485 GHz, competindo por espectro de frequência com telefones e fornos de micro-ondas de 2,4 GHz.

A LAN sem fio citada acima usa o padrão IEEE 802.11
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1537Q119717 | Redação Oficial, Características da Redação Oficial, Analista de Tecnologia da Informação, BRB, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Julgue os próximos itens, referentes ao formato e à linguagem que
devem ser empregados em correspondências oficiais.

As correspondências oficiais devem ser uniformes dentro de um mesmo órgão, mas não é necessário que apresentem essa mesma uniformidade com relação a outros órgãos, já que esse tipo de exigência não seria viável do ponto de vista prático.

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1538Q485556 | Inglês, Gramática, Analista de Tecnologia da Informação, CREA SP, NOSSO RUMO

Choose the alternative that correctly fills the blank spaces in the sentences below.

Welcome! ______ is my new house. _____ houses are bigger than ______ we saw yesteday I parked my car near _____ tree. Can you see it?

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1540Q120015 | Programação , Java, Analista de Tecnologia da Informação, BRB, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Acerca das tecnologias utilizadas para o desenvolvimento de sistemas em linguagem Java, julgue os itens a seguir.

No Eclipse, a perspectiva Debug possui várias views para realizar a depuração de um programa Java: uma delas é a view Debug, que exibe os servidores configurados para executar o projeto e a lista de processos Java em execução.

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