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Questões de Concursos Analista de Tecnologia da Informação

Resolva questões de Analista de Tecnologia da Informação comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1541Q630743 | Informática, Gestão de TI, Analista de Tecnologia da Informação, IFAP AP, FUNIVERSA

O modelo de implantação de um sistema de Computação em Nuvem deve ser escolhido de acordo com a necessidade das aplicações que serão disponibilizadas e o público de usuários que terá acesso aos recursos. O nome do modelo cujos recursos são compartilhados de forma ampla, com acesso a qualquer usuário da Internet é denominado
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1542Q649433 | Informática, Linguagens, Analista de Tecnologia da Informação, Fundo de Previdência dos Servidores do Município de Aparecida de Goiânia GO, UEG, 2018

Uma vantagem do Flash em relação ao HTML5 é que o Flash
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1543Q121825 | Segurança da Informação, Analista de Tecnologia da Informação, TCE SE, FGV

Um analista de segurança da informação de uma empresa deve escolher algoritmos para implementar dois mecanismos criptográficos básicos: a assinatura digital para assegurar a autenticidade de documentos e o hashing para verificação de integridade de arquivos.

Em relação ao algoritmo para assinatura digital e ao algoritmo de hashing, o analista deve escolher, respectivamente:
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1544Q121076 | Informática, Analista de Tecnologia da Informação, TCE SE, FGV

Observe a consulta SQL abaixo, correta para o SQL Server.

SELECT top 10 *
FROM empresa
ORDER BY nome

No Oracle, supondo-se que não haja duas empresas com o mesmo nome no banco de dados, o comando SQL equivalente para qualquer instância da tabela empresa é:
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1545Q702987 | Redes de Computadores, Analista de Tecnologia da Informação, BRB, IADES, 2019

A respeito de redes de computadores, assinale a alternativa correta.
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1548Q119593 | Ética na Administração Pública, Decreto 1171 94, Analista de Tecnologia da Informação, FUB, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Em cada um dos itens a seguir, é apresentada uma situação
hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada com relação à
conduta dos agentes em conformidade com o que dispõe o Código
de Ética do Servidor Público.

Marcos exerce cargo de chefia em determinado órgão público. Ao recepcionar os servidores recém-empossados, exorta-os a cumprir fielmente seus compromissos éticos com o serviço público, afirmando que a atividade pública é a grande oportunidade para o crescimento e o engrandecimento da nação. Nessa situação, Marcos descumpre o código de ética, de acordo com o qual o servidor deve evitar comentários exagerados e ufanistas.

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1549Q121129 | Redes de Computadores , RAID, Analista de Tecnologia da Informação, UNIFESP, INSTITUTO CIDADES

Acerca de tecnologia Redundant Arrays of Independent Disks-RAID, marque a alternativa correta:

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1550Q121145 | Programação , Programação orientada a objetos, Analista de Tecnologia da Informação, BRB, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A respeito de programação orientada a objetos, julgue os itens de
86 a 88.

Na implementação de objetos, a composição de objetos substitui a herança de classe. A herança de classe é definida estaticamente em tempo de compilação, enquanto a composição de objetos é definida dinamicamente em tempo de execução pela obtenção de referências a outros objetos por meio de determinado objeto. O uso da composição não viola o encapsulamento.

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1551Q647753 | Informática, CMMI e MPS BR, Analista de Tecnologia da Informação, Universidade Federal do Pará PA, 2018

Com respeito ao modelo MPS de Serviços (MR-MPS-SV), considere as seguintes afirmativas.

I Um dos objetivos do processo de Gerência de Incidentes e Solicitações de Serviço é restaurar a prestação do serviço ao estado normal o mais rapidamente possível. As causas subjacentes são tratadas em processo à parte, denominado Gerência de Problemas.

II O propósito do processo Gerência de Configuração é assegurar que todas as mudanças que afetam os serviços sejam avaliadas, aprovadas, implementadas e revisadas de maneira controlada.

III O propósito do processo Garantia de Qualidade é iniciar e manter operações de serviço que sejam necessárias, suficientes e sustentáveis, de forma a atender os objetivos estratégicos da organização.

Está(ão) correta(s) a(s) seguinte(s) afirmativa(s)

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1552Q644947 | Informática, OSI, Analista de Tecnologia da Informação, FUB, CESPE CEBRASPE

Acerca das redes de computadores, meios de transmissão, topologias, padrões e componentes de hardware e software, julgue os itens de 78 a 92.

A fibra óptica multimodo possui múltiplos caminhos de luz que podem ser utilizados concorrentemente.

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1553Q121435 | Português, Pontuação, Analista de Tecnologia da Informação, MPE RN, FCC

Texto associado.

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciamaos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação dabondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

É preciso corrigir a pontuação da frase:

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1555Q120428 | Arquitetura, Analista de Tecnologia da Informação, DATAPREV, Quadrix

Assinale a alternativa que contenha apenas materiais considerados isolantes térmicos.
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1557Q120192 | Programação, JSON, Analista de Tecnologia da Informação, MPOG, FUNRIO

A função que invoca o compilador Java Script, que pode ser usada para converter um texto JSON em um objeto, denomina- se

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1559Q643978 | Informática, Protocolo, Analista de Tecnologia da Informação, TCE SE, FGV

O uso de NAT impõe dificuldades ao uso de IPSec, pois a tradução de endereços IP altera a integridade dos pacotes IPSec, tornandoos inválidos. Uma possível solução para esse problema é o uso de:
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1560Q120458 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto,no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usualde
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemosmodelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e nãodois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
Imagem 002.jpg

Na passagem: "O sr. já recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por favor!" (6º parágrafo), é fator que contribui fortemente para a conclusão pretendida pelo autor:

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