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Questões de Concursos Assistente Administrativo

Resolva questões de Assistente Administrativo comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


6541Q952265 | Raciocínio Lógico, Assistente Administrativo, CORECE, Quadrix, 2025

Em um torneio secreto, 47 ninjas de diferentes clãs se reuniram para demonstrar suas habilidades em combate. As principais armas utilizadas pelos participantes foram as kunais e as shurikens. Durante o evento, soube‑se que 28 ninjas utilizaram kunais, 19 utilizaram shurikens e 12 utilizaram ambas as armas.

Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta quantos ninjas presentes no torneio não utilizaram nenhuma dessas duas armas.

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6542Q892873 | Arquivologia, Protocolo, Assistente Administrativo, CORENRR, SELECON, 2024

As atividades de protocolo, de acordo com Paes (1997), envolvem cinco setores. O setor responsável pelas rotinas referentes à distribuição da correspondência particular e à abertura da correspondência ostensiva é denominado:
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6543Q917712 | Administração Geral, Ciclo PDCA, Assistente Administrativo, CIMPAJEÚ PE, ADM TEC, 2025

Acerca do Ciclo PDCA e seu uso no gerenciamento da qualidade, pode-se afirmar:
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6544Q952274 | Conhecimentos Gerais, Assistente Administrativo, CORECE, Quadrix, 2025

Ele foi eleito em 2024, pela segunda vez, presidente da maior potência econômica e militar do mundo, os Estados Unidos da América, desta feita pelo voto popular e do colégio eleitoral. Com base nessas informações, é correto afirmar que trata‑se de
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6545Q953043 | Administração Geral, Abordagem Neoclássica da Administração, Assistente Administrativo, Prefeitura de Clevelândia PR, FAMA, 2025

Setor encarregado do recebimento, classificação, registro, distribuição, expedição e tramitação de documentos (Ohira, 2002, p. 12). Esta definição refere-se ao setor de:
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6546Q953813 | Português, Estrutura das Palavras Radical, Assistente Administrativo, Prefeitura de Serra Alta SC, EVO Concursos, 2025

Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam prefixo de negação:
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6547Q1020374 | Sem disciplina, Pontuação, Assistente Administrativo, EBSERH, VUNESP, 2020

Texto associado.

Prazeres da “melhor idade”


A voz no aeroporto de Congonhas anunciou: “Clientes com necessidades especiais, crianças de colo, melhor idade, gestantes e portadores do cartão tal terão preferência etc.”. Num rápido exercício intelectual, concluí que, não tendo necessidades especiais, nem sendo criança de colo, gestante ou portador do dito cartão, só me restava a “melhor idade” – algo entre os 60 anos e a morte.

Para os que ainda não chegaram a ela, “melhor idade” é quando você pensa duas vezes antes de se abaixar para pegar o lápis que deixou cair e, se ninguém estiver olhando, chuta-o para debaixo da mesa. Ou, tendo atravessado a rua fora da faixa, arrepende-se no meio do caminho porque o sinal abriu e agora terá de correr para salvar a vida. Ou quando o singelo ato de dar o laço no pé esquerdo do sapato equivale, segundo o João Ubaldo Ribeiro*, a uma modalidade olímpica.

Privilégios da “melhor idade” são o ressecamento da pele, a osteoporose, as placas de gordura no coração, a pressão lembrando placar de basquete americano, a falência dos neurônios, as baixas de visão e audição, a falta de ar, a queda de cabelo, a tendência à obesidade e as disfunções sexuais. Ou seja, nós, da “melhor idade”, estamos com tudo, e os demais podem ir lamber sabão.

Outra característica da “melhor idade” é a disponibilidade de seus membros para tomar as montanhas de estimulantes e antidepressivos que seus médicos lhes receitam e depois não conseguem retirar. Outro dia, bem cedo, um jovem casal cruzou comigo no Leblon. Talvez vendo em mim um pterodáctilo da clássica boemia carioca, o rapaz perguntou: “Voltando da farra, Ruy?”. Respondi, eufórico: “Que nada! Estou voltando da farmácia!”. E esta, de fato, é uma grande vantagem da “melhor idade”: você extrai prazer de qualquer lugar a que ainda consiga ir.

(Ruy Castro. Folha de S.Paulo, 29.01.2012. Adaptado)

*João Ubaldo Ribeiro: escritor baiano, autor, entre várias obras, de Viva o povo brasileiro.

Assinale a alternativa em que a pontuação pode ser modificada de acordo com a norma-padrão e sem alterar o sentido do texto.
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6548Q952286 | Legislação Federal, Assistente Administrativo, CORECE, Quadrix, 2025

Com base nas normas contidas no Código de Ética e Disciplina dos Representantes Comerciais, assinale a opção correta a respeito da competência para a tramitação e o julgamento do processo ético dos representantes comerciais.
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6549Q952287 | Legislação Federal, Assistente Administrativo, CORECE, Quadrix, 2025

O processo ético‑disciplinar será iniciado mediante representação de qualquer autoridade pública, pessoa interessada ou de ofício pelo Conselho Regional. Sendo assim, assinale a opção correta a respeito do início do processo ético‑disciplinar.
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6550Q1026274 | Raciocínio Lógico, Diagramas de Venn Conjuntos, Assistente Administrativo, Câmara de Alexânia GO, FUNATEC, 2024

Em um auditório possui 140 espectadores, 80 usam boné, 100 usam óculos e possui uma certa quantidade que usam boné e óculos. Assinale a assertiva que apresenta a quantidade de pessoas que estão usando apenas óculos.
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6551Q1053680 | Português, Morfologia, Assistente Administrativo, HEMOBRÁS, Consulplan, 2021

Texto associado.
Os cordéis e as notícias: a rede e o fio que nos unem

Ao aproximar as narrativas rimadas dos cordéis às notícias que vemos publicadas
nas redes sociais, pude atestar que sempre estivemos em busca de histórias.


Era uma vez, num tempo não tão distante, um lugar onde as pessoas se acotovelavam diante de uma fileira de folhas soltas, penduradas em um varal. Era a feira da cidade. Ou a praça pública onde as pessoas se reuniam costumeiramente. Curiosas e ávidas por uma boa história, elas queriam saber das novidades, do que acontecia ali perto e lá longe, em um lugar desconhecido, que sabiam existir mesmo sem nunca terem visto. Assim nasceram os cordéis, histórias e notícias soltas balançando ao sabor do vento, impressas em tipos cuidadosamente organizados para prender o leitor àquela narrativa e fazer com que, na semana seguinte, lá estivesse ele de novo, em busca de se conectar com o mundo.

Corta para o século XXI. Alguém está diante de uma tela de luz azulada e clica de um quadro para outro em busca das notícias, que também estão soltas, e ainda permanecem sendo produzidas cuidadosamente para que, no minuto seguinte, a pessoa busque por mais e mais informações sobre aquele tema. Ou se perca nos quadrados, clicando em atalhos a ponto de esquecer qual foi o fio da meada. Como podemos observar, o cordão que nos une continua sendo um só: as histórias. Reais ou imaginárias, fatos ou ficção, informação ou fake news, estamos em busca de conexão, razão e sentido para entendermos o que acontece, e principalmente, o que nos acontece.

Essas reflexões fizeram parte do meu cotidiano durante os últimos quatro anos, tempo em que me dediquei à pesquisa sobre cordéis brasileiros, paixão que herdei de meu pai, sertanejo amante de uma boa peleja. Elas originaram a obra “Heróis e heroínas do cordel”, meu novo livro, que acabou de sair pela Companhia das Letrinhas. Em busca das histórias ancestrais que arrebataram meu pai e muitas gerações antes (e depois) dele, me deparei com muitos relatos de que eram os cordéis que representavam “...para as classes pobres (...) o que hoje é mais ou menos a internet para todos nós”, como diz o grande artista e pesquisador da cultura popular Antônio da Nóbrega no posfácio do livro. Juntei as pontas do meu traçado como pesquisadora, unindo as histórias de tradição oral, foco da minha pesquisa, ao jornalismo, ofício que escolhi seguir há mais de 30 anos.

“Vendidos nas feiras livres/ Pendurados num cordão/ Esses livretos viraram/ O jornal da região/ Levando conhecimento/ Àquela população”, diz o famoso cordelista Moreirade Acopiara, autor de mais de 100 cordéis, em seu “Beabá dos cordéis”. Da morte de Getúlio Vargas às façanhas de Lampião, chegando até à Covid-19, é possível encontrar o registro da História do Brasil e do mundo nos livretos, que hoje fazem parte do nosso patrimônio cultural. Em 2018, o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) declarou a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, o mais justo reconhecimento à literatura que ajudou a moldar a formação literária de tantos brasileiros como Ariano Suassuna, Manuel Bandeira, Guimarães Rosa e Graciliano Ramos, por exemplo. Essas narrativas, primorosamente construídas em seis versos com sete sílabas, como a maioria dos cordéis ancestrais foi escrita, contam bem mais do que os fatos ocorridos no país, revelam sobre o nosso povo, sobre a maneira como vemos, lemos e construímos as nossas histórias.

Ao aproximar as narrativas rimadas dos cordéis às notícias que vemos publicadas nas redes sociais, que usam os vídeos, dancinhas e memes como recursos imagéticos para nos colocar no centro da história, pude atestar que sempre estivemos em busca da mesma matéria: a narrativa que emociona, inquieta, horroriza, faz pensar. A história que impacta, que revela nossas facetas e nos conta como somos semelhantes, mesmo quando escolhemos contar a nossa história sob o ponto de vista que nos interessa e nos favorece.

E por que escolhi as histórias que tratam de heróis e heroínas? Não bastasse que elas sejam a grande matriz de todas as histórias, como diz o mitólogo Joseph Campbell, observei que as nossas notícias seguem na primeira página quando narram feitos extraordinários, para o bem e para o mal. O cotidiano e suas pequenezas que servem de mote e inspiração aos cronistas acabam ocupando as páginas internas, e não ascendem às manchetes por serem próximas demais das nossas miudezas como seres humanos. Queremos outras experiências, que nos levem a outros mundos e nos apresentem outras possibilidades e realidades. Como num videogame, queremos ser muitos e fazer diversas escolhas, e por isso já estamos aguardando ansiosamente o metaverso, porque a realidade não tem sido nada, nada encantadora. Descobrir beleza no meio da pandemia, sabemos por experiência própria, não é nada mágico...

Ao me deparar com a guerra de narrativas nas redes sociais, olho para as belíssimas e emocionantes pelejas do cordel – que hoje se manifestam com a mesma força e brilhantismo nos SLAMs – e me pergunto onde se escondeu o encanto da verdadeira guerra das palavras que transforma. Talvez estejamos em guerra conosco mesmos, e nessa babel de vozes, nos demos conta de que perdemos as nossas, e então, tomamos emprestado narrativas alheias (no sentido literal, que alienam mesmo).

Os cordéis deram voz aos nossos antepassados, que nunca se calaram mesmo sendo analfabetos, muito pelo contrário, se empoderaram de suas histórias como um motor de expressão. Penso que talvez tenhamos de nos enxergar como heróis e heroínas que estamos resistindo a esses tempos em que somos empanturrados de narrativas que nos calam e nos distraem do nosso verdadeiro propósito,que é seguir entendendo as razões pelas quais estamos aqui, ajudando uns aos outros a enfrentar nossas batalhas. O cordão que nos une é feito dessa teia que devemos tecer juntos, como raça humana. São essas histórias que precisamos ler, escrever, curtir, contar e compartilhar.


(ALVES, Januária Cristina. Os cordéis e as notícias: a rede e o fio que nos unem. Nexo, 2021. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2021/Os-cord%C3%A9is-eas-not%C3%ADcias-a-rede-e-o-fio-que-nos-unem. Acesso em: 02/11/2021. Adaptado.)
A autora estabelece comparações entre cordéis e notícias veiculadas nas redes sociais. No entanto, é possível apontar uma diferença marcante entre os dois gêneros no que diz respeito:
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6553Q1000695 | Raciocínio Lógico, Proposições Simples e Compostas e Operadores Lógicos, Assistente Administrativo, Prefeitura de Feira de Santana BA, IBFC, 2024

Considere verdadeira a afirmação “todas as crianças da creche tiram uma soneca depois do almoço”. Então é necessariamente verdadeiro que:
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6554Q976639 | Gestão de Pessoas, Gestão de Competências, Assistente Administrativo, CONAB, CONSULPAM, 2025

A empatia é uma competência socioemocional fundamental na Administração Pública Contemporânea (APC). Considerando essa dimensão, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE uma manifestação empática.
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6555Q976919 | Administração Geral, Assistente Administrativo, ION de Niterói RJ, SELECON, 2025

Uma empresa está desenvolvendo um planejamento organizacional para os gerentes, orientado para médio prazo, em que são definidas as principais ações a serem implementadas para cada unidade, como o planejamento mercadológico, financeiro, da produção e de recursos humanos. Esse planejamento é o do tipo:
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6556Q1007416 | Arquivologia, Classificação dos Arquivos, Assistente Administrativo, EBSERH, IBFC, 2023

Arquivos ______ são arquivos constituídos de documentos em curso, de utilização constante, para a tomada de decisões das administrações.
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
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6557Q988217 | Matemática, Assistente Administrativo, CRMVPB, IBADE, 2024

Um diagrama lógico mostra que se o aluno A estuda, então o aluno B também estuda. Além disso, o diagrama indica que se o aluno B não estuda, então o aluno C não estuda.

Dado que o aluno C estuda, qual das seguintes afirmações deve ser verdadeira?
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6559Q994372 | Direito Administrativo, Assistente Administrativo, CRMVPB, IBADE, 2024

Os atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da Administração Pública:
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6560Q994380 | Legislação Federal, Assistente Administrativo, CRMVPB, IBADE, 2024

Assinale a alternativa correta no que diz respeito à Lei de Acesso à Informação Pública (Lei nº 12.527/2011).
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