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Questões de Concursos Auditor

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1621Q550192 | Informática, Hardware, Auditor, AGE ES, CESPE CEBRASPE

As ferramentas CASE dividem-se em categorias, que são classificadas por funções, pelo uso, pela arquitetura do ambiente etc. A respeito dessas categorias, julgue os itens que se seguem.

As ferramentas de integração e de testes são divididas nas seguintes categorias: aquisição de dados; medição estática, em que são analisados os códigos-fontes e executados os casos de testes; medição dinâmica, em que se simula a função de hardware; gerenciamento de testes; e ferramentas transfuncionais, que cruzam fronteiras das categorias citadas.

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1622Q682302 | Português, Interpretação de Textos, Auditor, UFSC, UFSC, 2019

Texto 1

A linguagem e a constituição da subjetividade

[...] O tema da “constitutividade” remete, de alguma forma, a questões que demandam explicitação, já que supõe uma teoria do sujeito e esta, por seu turno, implica a definição de um lugar nem sempre rígido a inspirar práticas pedagógicas e por isso mesmo políticas.
Quando se admite que um sujeito se constitui, o que se admite junto com isso? Que energeia põe em movimento este processo? É possível determinar seus pontos alfa e ômega? Em que sentido a prática pedagógica faz parte deste processo? Com que “instrumentos” ou “mediações” trabalha este processo?
Obviamente, este conjunto de questões, a que outras podem ser somadas, põe em foco a totalidade do fenômeno humano, sua destinação e sua autocompreensão. Habituados à higiene da racionalidade, ao inescapável método de pensar as partes para nos aproximarmos de respostas provisórias que, articuladas um dia – sempre posto em suspenso e remetido às calendas gregas – possam dar do todo uma visão coerente e uniforme, temos caminhado e nos fixado nas partes, nas passagens, mantendo sempre no horizonte esta suposição de que o todo será um dia compreendido.
Meu objetivo é pôr sob suspeição a esperança que inspira a construção deste horizonte, o ponto de chegada. E pretendo fazer isso discutindo precisamente a noção de constitutividade e as seguintes implicações que me parecem acompanhá-la:
1. admitir a noção de constitutividade implica em admitir um espaço para o sujeito; 
2. admitir a noção de constitutividade implica em admitir a inconclusibilidade; 
3. admitir a noção de constitutividade implica em admitir o caráter não fechado dos “instrumentos” com que se opera o processo de constituição; 
4. admitir a noção de constitutividade implica em admitir a insolubilidade.
No movimento pendular da reflexão sobre o sujeito, os pontos extremos a que remete nossa cultura situam o sujeito ora em um de seus lados, tomando-o como um deus ex-nihilo, fonte de todos os sentidos, território previamente dado já que racional por natureza (e por definição), espaço onde se processa toda a compreensão. Na outra extremidade, o sujeito é considerado mero ergon, produto do meio ambiente, da herança cultural de seu passado. Entre a metafísica idealista e o materialismo mecanicista, pontos extremos, movimenta-se o pêndulo. E a força deste movimento é territorializada em um de seus pontos. A absorção de elementos outros, não essenciais segundo o espaço em que se situa a reflexão, são acidentes incorporados ao conceito de sujeito que cada corrente professa. Exemplifiquemos pelas posições mais radicais.
Do ponto de vista de uma metafísica religiosa, destinando-se o homem a seu reencontro paradisíaco com seu Criador, de quem é feito imagem e semelhança, os desvios de rota, os pecados, enfim a vida vivida por todos nós, neste tempo de provação, a consciência que, em sua infinita bondade, nos foi concedida pelo Criador, aponta-nos o bem e o mal, ensina-nos, do nada, o arrependimento pela prática deste e a alegria pela prática daquele. Deus e o Diabo, ambos energeia. Impossível um sem o outro, como mostra o “evangelista” contemporâneo José Saramago em O Evangelho Segundo Jesus Cristo. 
Do ponto de vista de um materialismo estreito, o sujeito na vida que vive apenas ocupa lugares previamente definidos pela estrutura da sociedade, cujas formações discursivas e ideológicas já estatuíram, desde sempre, o que se pode dizer, o que se pode pensar. Recortaram o dizível e o indizível. Toda e qualquer pretensão de dizer a sua palavra, de pensar a motu proprio não passa de uma ilusão necessária e ideológica para que o Criador, agora o sistema, a estrutura se reproduza em sua igualdade de movimentos. Assujeitado nestes lugares, o sujeito conduz-se segundo um papel previamente dado. Representamos na vida. Infelizmente uma representação definitiva e sem ensaios. Sempre a representação final de um papel que não escolhemos. E aqui a lembrança de leitor remete a Milan Kundera de A Insustentável Leveza do Ser.
Em nenhum dos extremos a noção de constitutividade situa a essência do que define o sujeito. Elege o fluxo do movimento como seu território sem espaço. Lugar de passagem e na passagem a interação do homem com os outros homens no desafio de construir categorias de compreensão do mundo vivido, nem sempre percebido e dificilmente concebido de forma idêntica pela unicidade irrepetível que é cada sujeito. As interações são perpassadas por histórias contidas e nem sempre contadas. Por interesses contraditórios, por incoerências. São de um presente que, em se fazendo, nos escapa porque sua materialidade é inefável, contendo no aqui agora as memórias do passado e os horizontes de possibilidades de um futuro. Ao associarem a noção de constitutividade à de interação, escolhendo esta como o lugar de sua realização, as concepções bakhtinianas de linguagem e de sujeito trazem, ao mesmo tempo, para o processo de formação da subjetividade, o outro, alteridade necessária, e o fluxo do movimento, cuja energia não está nos extremos, mas no trabalho que se faz cotidianamente, movido por interesses contraditórios, por lutas, mas também por utopias, por sonhos. Presente limitado pelas suas condições de sua possibilidade, e porque limitado mostra que há algo para além das margens (ou não haveria limites). Os instrumentos disponíveis, construídos pela herança cultural e reconstruídos, modificados, abandonados ou recriados pelo presente, têm um passado, mas seu sentido se mede pelo que no presente constrói como futuro.
Professar tal teoria do sujeito é aceitar que somos sempre inconclusos, de uma incompletude fundante e não casual. Que no processo de nos compreendermos a nós próprios apelamos para um conjunto aberto de categorias, diferentemente articuladas no processo de viver. Somos insolúveis (o que está longe de volúveis) no sentido de que não há um ponto rígido, duro, fornecedor de todas as explicações.
Que papel reservar à educação e à leitura neste processo? Considerando que a educação somente se dá pelo processo de mediação entre sujeitos e que a leitura é uma das formas de interação entre os homens – um leitor diante de uma página escrita sabe que por trás desta há um autor (seja ele da ordem que for) com que está se encontrando, então devemos incluir todos os processos educacionais e a leitura entre as interações e por isso mesmo dentro dos processos de constituição das subjetividades.
A leitura do mundo e a leitura da palavra são processos concomitantes na constituição dos sujeitos. Ao “lermos” o mundo, usamos palavras. Ao lermos as palavras, reencontramos leituras do mundo. Em cada palavra, a história das compreensões do passado e a construção das compreensões do presente que se projetam como futuro. Na palavra, passado, presente e futuro se articulam.
GERALDI, João Wanderley. A aula como acontecimento. São Carlos: Pedro & João Editores, 2010, p. 30-32. [Adaptado].
Assinale a alternativa correta em relação aos quatro primeiros parágrafos do texto 1.
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1623Q471118 | Direito Tributário, Extinção do crédito tributário, Auditor, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba MG, 2018

Caso o contribuinte efetue, espontaneamente, pagamento a maior ou indevido de um tributo, em face da legislação tributária aplicável, é corrreto afirmar que o direito de pleitear a restituição
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1624Q161121 | Auditoria, Procedimentos de Auditoria, Auditor, Prefeitura de Várzea Grande MT, FUNCAB

Qual alternativa melhor descreve o procedimento previsto na Norma de Auditoria aprovada pela Resolução CFC nº 1.219/09, acerca do procedimento a ser tomado pelo Auditor no caso da administração se recusar a permitir que o Auditor envie solicitações de confirmação?

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1625Q162918 | Direito Civil, Parte Geral, Auditor, TCE AL, FCC

A pessoa natural que não tenha residência habitual
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1626Q521582 | Auditoria, Papéis de Trabalho, Auditor, Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC

Os papéis de trabalho constituem o elo entre o trabalho de campo e o relatório de auditoria. Devido à importância e utilização, sua preparação deve ser orientada pelos seguintes critérios:
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1627Q615030 | Informática, Auditor, AGE ES, CESPE CEBRASPE

As ferramentas CASE dividem-se em categorias, que são classificadas por funções, pelo uso, pela arquitetura do ambiente etc. A respeito dessas categorias, julgue os itens que se seguem.

As ferramentas de programação auxiliam na criação de um protótipo em qualquer ponto de implementação, utilizando para isso uma base de conhecimento que entende o domínio da aplicação.

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1628Q823422 | Legislação Federal, Lei Complementar 123 2006, Auditor, TCE RN, CESPE CEBRASPE

Com relação às microempresas e aos empresários e empresas irregulares, julgue os itens a seguir. A empresa que se enquadrar no conceito de microempresa terá, à luz das disposições da Lei Complementar n.º 123/2006, benefícios do regime próprio dessa lei, neles incluídos a apuração e o recolhimento dos impostos da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, o que não implica, todavia, qualquer alteração no cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias previstas para outras empresas.
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1629Q522393 | Auditoria, Fraude e Erro, Auditor, UNIPAMPA RS, CESPE CEBRASPE

Em relação a fraudes e erros que podem ser identificados no processo de auditoria, julgue os próximos itens.

O auditor pode retirar-se do trabalho quando a entidade não tomar as medidas corretivas que ele considera necessárias às circunstâncias relacionadas com fraude já identificada.

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1630Q682910 | Auditoria, Risco de Auditoria, Auditor, UFF, COSEAC, 2019

O risco de distorção relevante que uma demonstração contábil possa conter, relacionado a uma afirmação a respeito de transação, saldo contábil ou divulgação, a uma distorção que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, antes de consideração de quaisquer controles relacionados, é denominado:
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1631Q162207 | Direito Tributário, Disposições gerais, Auditor, TCE AL, FCC

O lançamento pode ser efetuado e revisto de ofício
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1632Q687781 | Administração Pública, Auditor, UFF, COSEAC, 2019

No processo de gestão do conhecimento, apresenta-se a etapa que se encarrega de “identificar o conteúdo desejado e fazer as pessoas contribuírem com ideias”. Essa etapa é denominada: 
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1633Q411079 | Direito Administrativo, Contratos, Auditor, IF PE, IFPE

O contrato administrativo caracteriza-se pela presença de cláusulas exorbitantes. Sobre elas, é CORRETO afirmar que:
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1634Q162006 | Direito Administrativo, Contratos Administrativos, Auditor, INFRAERO, FCC

De acordo com a Lei nº 8.666/1993, a declaração de nulidade do contrato administrativo

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1635Q162525 | Administração Pública, Contratos e convêniosparcerias, Auditor, TCM RJ, FGV

Pode-se afirmar que o contrato de gestão é:

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1636Q403935 | Direito Administrativo, Contratos Administrativos, Auditor, TCE CE, FCC

Atenção: Para responder às questões de números 37 a 40 assinale, na folha de respostas, a alternativa que contém a afirmação correta em relação ao assunto indicado.

Consórcios públicos.

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1637Q355306 | Contabilidade Geral, Receita Pública, Auditor, TCE AM, FCC

É definição de Receitas Públicas, em sentido estrito:

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1638Q793324 | Ética na Administração Pública, Ética na Administração Pública, Auditor, CGE PB, CESPE CEBRASPE

A respeito do Código de Ética e Disciplina dos Auditores de Contas Públicas do Estado da Paraíba (CED-PB), assinale a opção correta.

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1639Q162557 | Direito Previdenciário, Auditor, TCE PA, AOCP

De acordo com as normas vigentes, é possível o recebimento conjunto dos seguintes benefícios da Previdência Social:
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1640Q523525 | Auditoria, Procedimentos de Auditoria, Auditor, FUB, CESPE CEBRASPE

A respeito do processo de auditoria, julgue os itens subsequentes.

Na realização do teste para superavaliação, o auditor deve partir do valor registrado no livro razão geral para o documento-suporte da transação.

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