Início

Questões de Concursos Auditor

Resolva questões de Auditor comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


2281Q728768 | Direito Financeiro, Princípios orçamentários, Auditor, TCdosM CE, FCC

São princípios orçamentários:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

2282Q355270 | Contabilidade Geral, Orçamento na Constituição de 1988, Auditor, Suframa AM, FUNRIO

As metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, devem ser estabelecidas no seguinte instrumento de planejamento governamental do(a)

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

2283Q375753 | Administração Pública, Planejamento e Orçamento Governamental, Auditor, TCE ES, CESPE CEBRASPE

Em vários aspectos, os métodos e técnicas de administração de órgãos públicos se aproximam dos utilizados na administração de entidades privadas. Com relação a esse assunto, julgue os itens subsequentes. Os planos operacionais, que podem ser classificados em procedimentos, orçamentos, programas e regulamentos, devem focar aspectos de curto prazo, voltados para a eficiência, e não para a eficácia.
  1. ✂️
  2. ✂️

2284Q738762 | Economia, Renda e Produtos Nacionais, Auditor, TCU, CESPE CEBRASPE

A macroeconomia lida com os grandes agregados econômicos e, por essa razão, é importante para se avaliar o desempenho global das economias de mercado. Acerca desse assunto, julgue os itens subseqüentes.

Se um aumento de 200 nas despesas de investimento resultar em um aumento de 800 da despesa agregada, então a inclinação da curva de demanda agregada é igual a 0,25.

  1. ✂️
  2. ✂️

2285Q522993 | Auditoria, Auditoria Governamental, Auditor, TCE CE, FCC

O servidor do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

2286Q463871 | Direito Penal, Do Crime, Auditor, TCE AM, FCC

A respeito do crime tentado e do crime consumado, é correto afirmar que

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

2287Q816907 | Legislação Federal, Lei n 8429 1992 Lei de Improbidade Administrativa, Auditor, TCU, CESPE CEBRASPE

Ao julgar um processo de tomada de contas, o TCU condenou um administrador público solidariamente com uma empresa particular à restituição de determinada quantia aos cofres públicos. O administrador era ocupante de cargo efetivo e integrante dos quadros de um órgão do Poder Executivo federal. No processo, ficou comprovado o conluio do administrador e dos representantes da empresa para fraudar a licitação e desviar dinheiro público. No decorrer do processo, o administrador foi citado e notificado por meio de edital, uma vez que não tinha domicílio certo. Havia, outrossim, nos autos, informação de que o administrador havia tentado alienar os bens que possuía.

Ante a situação hipotética acima descrita, julgue os itens seguintes.

A conduta do administrador público no sentido de fraudar a licitação e desviar dinheiro público constitui ato de improbidade adminis trativa, fazendo que, independentemente das sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação específica, ele fique sujeito, entre outras, às seguintes cominações: ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e pagamento de multa.

  1. ✂️
  2. ✂️

2288Q377636 | Administração Pública, Auditor, TCE RN, CESPE CEBRASPE

Julgue os itens seguintes a respeito de planejamento e avaliação das políticas públicas. Para simplificar o processo de avaliação dos programas de governo, deve ser único e exclusivo o indicador de desempenho de cada programa.
  1. ✂️
  2. ✂️

2289Q160551 | Direito Constitucional, Finanças públicas e orçamento, Auditor, TCM RJ, FGV

O Poder Executivo publicará, após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária até:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

2290Q524082 | Auditoria, Auditor, FUB, CESPE CEBRASPE

No que se refere ao planejamento de auditoria e suas etapas, julgue os próximos itens. Quanto maior a materialidade do objeto auditado, o risco de auditoria e o grau de sensibilidade do auditado a determinado assunto, maior será a necessidade de evidências mais robustas.
  1. ✂️
  2. ✂️

2291Q434004 | Direito Constitucional, Municípios, Auditor, TCdosM CE, FCC

Ao editar sua Lei Orgânica, o Município deverá respeitar a regra contida da Constituição Federal segundo a qual

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

2292Q524377 | Auditoria, Planejamento e Orçamento Governamental, Auditor, Universidade Federal do Pampa RS, CESPE CEBRASPE

Com base nas normas e nos procedimentos atinentes ao controle interno, julgue os itens a seguir.

Erros repetitivos não requerem o aprofundamento dos exames do auditor, salvo se forem individualmente relevantes, quando, então, sim, indicarão deficiência nos controles internos.

  1. ✂️
  2. ✂️

2293Q523359 | Auditoria, Planejamento e Orçamento Governamental, Auditor, Fundação Universidade de Brasília, CESPE CEBRASPE

Acerca da efetividade dos controles internos e suas limitações, julgue os itens seguintes.

Uma estrutura de controle interno efetiva em uma organização indica que ela identifica e trata, de maneira eficaz, os eventos externos que impactam o alcance de seus objetivos, o que faz que eles não gerem consequências significativas em seu funcionamento operacional ou que tenham reduzida sua probabilidade de ocorrer.

  1. ✂️
  2. ✂️

2294Q522615 | Auditoria, Auditoria Independente, Auditor, CEASA MG, FUMARC

Assinale a alternativa CORRETA.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

2295Q436875 | Direito Constitucional, Meio Ambiente, Auditor, AGE ES, CESPE CEBRASPE

Quanto ao direito constitucional brasileiro, julgue os seguintes itens.

A floresta amazônica e o pantanal mato-grossense são considerados patrimônios nacionais e a utilização dos seus recursos naturais subordina-se às disposições legais que assegurem a preservação do meio ambiente.

  1. ✂️
  2. ✂️

2296Q693652 | Português, Interpretação de Textos, Auditor, UFSC, UFSC, 2019

Texto 1

A linguagem e a constituição da subjetividade

[...] O tema da “constitutividade” remete, de alguma forma, a questões que demandam explicitação, já que supõe uma teoria do sujeito e esta, por seu turno, implica a definição de um lugar nem sempre rígido a inspirar práticas pedagógicas e por isso mesmo políticas.
Quando se admite que um sujeito se constitui, o que se admite junto com isso? Que energeia põe em movimento este processo? É possível determinar seus pontos alfa e ômega? Em que sentido a prática pedagógica faz parte deste processo? Com que “instrumentos” ou “mediações” trabalha este processo?
Obviamente, este conjunto de questões, a que outras podem ser somadas, põe em foco a totalidade do fenômeno humano, sua destinação e sua autocompreensão. Habituados à higiene da racionalidade, ao inescapável método de pensar as partes para nos aproximarmos de respostas provisórias que, articuladas um dia – sempre posto em suspenso e remetido às calendas gregas – possam dar do todo uma visão coerente e uniforme, temos caminhado e nos fixado nas partes, nas passagens, mantendo sempre no horizonte esta suposição de que o todo será um dia compreendido.
Meu objetivo é pôr sob suspeição a esperança que inspira a construção deste horizonte, o ponto de chegada. E pretendo fazer isso discutindo precisamente a noção de constitutividade e as seguintes implicações que me parecem acompanhá-la:
1. admitir a noção de constitutividade implica em admitir um espaço para o sujeito; 
2. admitir a noção de constitutividade implica em admitir a inconclusibilidade; 
3. admitir a noção de constitutividade implica em admitir o caráter não fechado dos “instrumentos” com que se opera o processo de constituição; 
4. admitir a noção de constitutividade implica em admitir a insolubilidade.
No movimento pendular da reflexão sobre o sujeito, os pontos extremos a que remete nossa cultura situam o sujeito ora em um de seus lados, tomando-o como um deus ex-nihilo, fonte de todos os sentidos, território previamente dado já que racional por natureza (e por definição), espaço onde se processa toda a compreensão. Na outra extremidade, o sujeito é considerado mero ergon, produto do meio ambiente, da herança cultural de seu passado. Entre a metafísica idealista e o materialismo mecanicista, pontos extremos, movimenta-se o pêndulo. E a força deste movimento é territorializada em um de seus pontos. A absorção de elementos outros, não essenciais segundo o espaço em que se situa a reflexão, são acidentes incorporados ao conceito de sujeito que cada corrente professa. Exemplifiquemos pelas posições mais radicais.
Do ponto de vista de uma metafísica religiosa, destinando-se o homem a seu reencontro paradisíaco com seu Criador, de quem é feito imagem e semelhança, os desvios de rota, os pecados, enfim a vida vivida por todos nós, neste tempo de provação, a consciência que, em sua infinita bondade, nos foi concedida pelo Criador, aponta-nos o bem e o mal, ensina-nos, do nada, o arrependimento pela prática deste e a alegria pela prática daquele. Deus e o Diabo, ambos energeia. Impossível um sem o outro, como mostra o “evangelista” contemporâneo José Saramago em O Evangelho Segundo Jesus Cristo. 
Do ponto de vista de um materialismo estreito, o sujeito na vida que vive apenas ocupa lugares previamente definidos pela estrutura da sociedade, cujas formações discursivas e ideológicas já estatuíram, desde sempre, o que se pode dizer, o que se pode pensar. Recortaram o dizível e o indizível. Toda e qualquer pretensão de dizer a sua palavra, de pensar a motu proprio não passa de uma ilusão necessária e ideológica para que o Criador, agora o sistema, a estrutura se reproduza em sua igualdade de movimentos. Assujeitado nestes lugares, o sujeito conduz-se segundo um papel previamente dado. Representamos na vida. Infelizmente uma representação definitiva e sem ensaios. Sempre a representação final de um papel que não escolhemos. E aqui a lembrança de leitor remete a Milan Kundera de A Insustentável Leveza do Ser.
Em nenhum dos extremos a noção de constitutividade situa a essência do que define o sujeito. Elege o fluxo do movimento como seu território sem espaço. Lugar de passagem e na passagem a interação do homem com os outros homens no desafio de construir categorias de compreensão do mundo vivido, nem sempre percebido e dificilmente concebido de forma idêntica pela unicidade irrepetível que é cada sujeito. As interações são perpassadas por histórias contidas e nem sempre contadas. Por interesses contraditórios, por incoerências. São de um presente que, em se fazendo, nos escapa porque sua materialidade é inefável, contendo no aqui agora as memórias do passado e os horizontes de possibilidades de um futuro. Ao associarem a noção de constitutividade à de interação, escolhendo esta como o lugar de sua realização, as concepções bakhtinianas de linguagem e de sujeito trazem, ao mesmo tempo, para o processo de formação da subjetividade, o outro, alteridade necessária, e o fluxo do movimento, cuja energia não está nos extremos, mas no trabalho que se faz cotidianamente, movido por interesses contraditórios, por lutas, mas também por utopias, por sonhos. Presente limitado pelas suas condições de sua possibilidade, e porque limitado mostra que há algo para além das margens (ou não haveria limites). Os instrumentos disponíveis, construídos pela herança cultural e reconstruídos, modificados, abandonados ou recriados pelo presente, têm um passado, mas seu sentido se mede pelo que no presente constrói como futuro.
Professar tal teoria do sujeito é aceitar que somos sempre inconclusos, de uma incompletude fundante e não casual. Que no processo de nos compreendermos a nós próprios apelamos para um conjunto aberto de categorias, diferentemente articuladas no processo de viver. Somos insolúveis (o que está longe de volúveis) no sentido de que não há um ponto rígido, duro, fornecedor de todas as explicações.
Que papel reservar à educação e à leitura neste processo? Considerando que a educação somente se dá pelo processo de mediação entre sujeitos e que a leitura é uma das formas de interação entre os homens – um leitor diante de uma página escrita sabe que por trás desta há um autor (seja ele da ordem que for) com que está se encontrando, então devemos incluir todos os processos educacionais e a leitura entre as interações e por isso mesmo dentro dos processos de constituição das subjetividades.
A leitura do mundo e a leitura da palavra são processos concomitantes na constituição dos sujeitos. Ao “lermos” o mundo, usamos palavras. Ao lermos as palavras, reencontramos leituras do mundo. Em cada palavra, a história das compreensões do passado e a construção das compreensões do presente que se projetam como futuro. Na palavra, passado, presente e futuro se articulam.
GERALDI, João Wanderley. A aula como acontecimento. São Carlos: Pedro & João Editores, 2010, p. 30-32. [Adaptado].
Com base no texto 1, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
( ) O evangelista José Saramago é autor de “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, que compõe o conjunto dos 27 livros do Novo Testamento. 
( ) A locução ‘já que’ (linha 2) pode ser substituída por ‘uma vez que’ mantendo a mesma relação de sentido. 
( ) O termo ‘Criador’ (linhas 34, 36 e 44) possui o mesmo referente nas três ocorrências. 
( ) A tipologia textual predominante é a argumentativa. 
( ) Trata-se de um texto da esfera jornalística. 
( ) O texto é um exemplar do gênero editorial.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

2297Q160664 | Administração Geral, Auditor, TCE AL, FCC

No processo da administração estratégica, liderança no custo total, diferenciação e enfoque são três abordagens denominadas estratégias
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

2298Q161945 | Auditoria, Auditor, Transpetro, CESGRANRIO

A evidência de auditoria compreende as informações utilizadas pelo auditor para chegar às conclusões em que se fundamenta a sua opinião. Um dos tipos de evidência refere-se à continuidade da entidade auditada.

Para fins de avaliação de evidência de auditoria, uma indicação, de caráter operacional, de que a continuidade da entidade pode estar em risco, é a seguinte:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

2299Q466332 | Direito Tributário, Fato gerador, Auditor, TCU, CESPE CEBRASPE

Com base nos dispositivos do Código Tributário Nacional (CTN), julgue os itens que se seguem.

As espécies tributárias se distinguem, originariamente, a partir de seu fato gerador. Todavia, com o advento das contribuições de mesmo fato gerador do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, o texto constitucional inaugurou novo critério de distinção, de natureza jurídica específica, para os impostos e as contribuições sociais.

  1. ✂️
  2. ✂️

2300Q163261 | Controle Externo, Auditor, TCE MG, FUNDEP

Analise o caso a seguir.

Mascarenhas, superintendente da secretaria de saúde de um importante município mineiro, celebrou contrato milionário com empresa fabricante de remédios, sob uma das hipóteses de dispensa de licitação, para a distribuição de medicamentos de forma gratuita a portadores de doenças cardíacas do município. Transcorrido o prazo de que trata a Lei Federal n. 8.666/93, Mascarenhas não comunicou a realização da contratação para a ratificação da autoridade superior, nem se atentou para a necessidade de publicação da dispensa na imprensa oficial.

Na hipótese e considerando a sistemática do controle sobre a Administração Pública, assinale a assertiva CORRETA.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.