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Questões de Concursos Auditor

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861Q414588 | Direito Civil, Bens, Auditor, TCE CE, FCC

Considere as seguintes assertivas sobre os bens, de acordo com o Código Civil em vigor:

I. Os bens públicos de uso comum do povo, os de uso especial e os dominicais são inalienáveis, enquanto conservarem a sua qualificação, na forma que a lei determinar.

II. As energias que tenham valor econômico são consideradas bens móveis para os efeitos legais.

III. Constitui universalidade de direito a pluralidade de bens singulares que, pertinentes à mesma pessoa, tenham destinação unitária.

IV. Os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas ações são considerados bens móveis para os efeitos legais.

Está correto o que se afirma APENAS em

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862Q162179 | Português, Significação Contextual de Palavras e Expressões, Auditor, SEFAZ BA, FUNCAB

Texto associado.
     No Brasil, podemos não estar na vanguarda tecnológica. Mas, na legislativa, acho que de vez em quando damos mostras de que temos condição, havendo vontade política, de aspirar a uma posição de destaque. Agora mesmo, leio aqui que se encontra em curso, na Câmara de Deputados, um projeto para a regulamentação da profissão de escritor. Já houve uma tentativa anterior, aliás estranhamente apoiada por alguns escritores profissionais, que não vingou. Mas deve ser uma área atraente demais para ainda não estar regulamentada. Claro, nem todas as atividades, ofícios e profissões estão ainda regulamentadas, mas a dos escritores parece ser importante em excesso, para tão prolongado esquecimento governamental.
     Não li o projeto, mas é claro que ele não pode ser discriminatório. Para definir o escritor, tem-se que ser o mais abrangente possível. Escreveu, valeu. Valerão, portanto, não só livros como panfletos, discursos, sermões, cartas, bilhetes, diários, memorandos, relatórios, bulas de remédio e - por que não? - um caprichado cardápio de restaurante. Como dizer a um sujeito que escreveu que ele não é escritor? Acusações de preconceito, incorreção política e discriminação se tornarão inevitáveis, se todo aquele que escrever não for classificável como escritor. Bem verdade que, de acordo também com o que li, caberá aos sindicatos de escritores essa árdua tarefa - e também eles terão o mesmo problema para rejeitar pretendestes.
     Conhecemos o Brasil, não conhecemos? Finjamos que conhecemos, pelo menos. Que tramas logo entrevemos no futuro, se o projeto for transformado em lei? Posso logo conceber os casos tristes dos aposentados que escrevem regularmente para os jornais (mais um golpe nessa velharia desagradável que não serve para nada, pau neles) e serão, cedo ou tarde, flagrados no exercício ilegal da profissão. Claro, o projeto atual não deve prever isto, mas outros para complementá- lo advirão, principalmente porque assim se gerarão mais burocracia e mais empregos de favor, e os escrevedores de cartas aos jornais ou se filiam ao sindicato ou arrumam um amigo filiado, para coassinar as cartas, na condição de “escritor responsável”. Infortúnio que, aliás, deverá abater-se sobre diversos outros, como síndicos de prédios ou inspetores de obras, ou quem quer que seja obrigado a escrever relatórios. Talvez até placas, quem sabe? [...]
     Sei que vocês pensam que eu brinco, mas não brinco. O Brasil tem leis interessantíssimas, que vieram com as melhores intenções e rendem situações intrigantes. Por exemplo, como se sabe, se o sujeito for pego matando uma tartaruga protegida, vai preso sem fiança. Em contrapartida, se encher a cara, sair de carro e matar umas quatro pessoas, paga fiança e vai para casa. No caso da tartaruga, alguém raciocinará que é mais negócio matar o fiscal do Ibama, mesmo com testemunhas. Principalmente se estiver um pouco bêbado, porque aqui é atenuante. É só escapar do flagrante, mostrar ser réu primário, conseguir responder ao processo em liberdade e, com azar, pegar aí seus dois aninhos de cana efetiva (em regime semiaberto). Portanto, se aqui é mais negócio matar um homem do que uma tartaruga, não brinco. Acredito que nos possam perpetrar qualquer absurdo, inclusive esses de que acabo de falar e outros, que não chegaram a me ocorrer, mas são possíveis. Entretanto, há sempre um lado bom. Por exemplo, se algum dia exigirem carteirinha de escritor para eu escrever, não escrevo mais. Será, quiçá, uma boa notícia para alguns. Ou muitos, talvez, ainda não promulgaram uma Lei de Proteção da Literatura Nacional, obrigando todo mundo a gostar de tudo o que o escritor brasileiro escreve. Embora, é claro, eu alimente fundadas esperanças, pois uma boa lei resolve qualquer coisa.
RIBEIRO, João Ubaldo. O Conselheiro Come. Rio Novo Fronteira,2000,p. 48 ss.





Altera-se o sentido de: “Valerão, portanto, NÃO SÓ LIVROS COMO PANFLETOS, DISCURSOS...” (§ 2), com a seguinte redação dos termos correlacionados em destaque:
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863Q823196 | Legislação Federal, Lei 9613 1998, Auditor, TCE RN, CESPE CEBRASPE

A respeito dos crimes de lavagem de dinheiro e de abuso de autoridade, julgue os itens subsequentes. Conforme o entendimento do STJ, ao acusado de crime de abuso de autoridade pode ser feita proposta de transação penal.
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864Q805808 | Legislação e Decretos, Organização da Administração Federal, Auditor, Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC

Assinale a alternativa CORRETA, quanto aos princípios fundamentais que devem reger as atividades da Administração Federal, segundo o art. 6º do Decreto Lei 200/67.
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865Q160692 | Auditoria, Auditor, Transpetro, CESGRANRIO

No âmbito da administração pública, considera-se que a finalidade básica da auditoria é comprovar a legalidade e a legitimidade dos atos e fatos administrativos e avaliar os resultados alcançados. Porém, em decorrência de peculiaridades, alguns procedimentos específicos de auditoria podem ser requeridos. Considere-se um contexto em que o objetivo da auditoria é avaliar ações gerenciais e procedimentos relacionados aos programas de governo, com a finalidade de emitir uma opinião sobre a gestão quanto aos aspectos da eficiência, eficácia e economicidade, procurando auxiliar a administração na gerência e nos resultados.

Nesse caso, recomenda-se uma auditoria
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866Q728543 | Direito Financeiro, Receita creditícia Empréstimo Público, Auditor, TCE CE, FCC

Os empréstimos públicos contraídos a curto prazo, para satisfação de necessidades momentâneas do Tesouro, como, por exemplo, por antecipação de receita; e os empréstimos públicos contraídos a longo prazo, para compromissos de exigibilidade superior a doze meses, denominam- se, respectivamente, dívida pública
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867Q355094 | Contabilidade Geral, Demonstração das Variações Patrimoniais, Auditor, TCU, CESPE CEBRASPE

No que se refere à apresentação e à composição da demonstração das variações patrimoniais, julgue os itens subseqüentes.

Constitui insubsistência passiva o cancelamento de uma dívida ou a prescrição de uma obrigação.

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868Q728681 | Direito Financeiro, Orçamento e o Tributo nele não previsto, Auditor, TCU, CESPE CEBRASPE

Acerca do direito financeiro, julgue os itens que se seguem.

A situação de calamidade pública de determinada região brasileira, em razão de eventos da natureza, autoriza a abertura de créditos orçamentários extraordinários pela União por medida provisória.

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869Q161422 | Direito Administrativo, Auditor, TCE GO, ESAF

Sobre a intervenção, pelo poder concedente, na concessão de serviço público, assinale a opção correta.

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870Q162190 | Direito Financeiro, Princípios orçamentários, Auditor, TCE MG, FUNDEP

Considerando os princípios orçamentários, analise as proposições a seguir.

I. “Fixa a necessidade de previsão de todas as despesas e receitas de todos os órgãos de uma entidade federativa na LOA [Lei Orçamentária Anual], pelas respectivas totalidades, com a explicitação dos objetivos, metas e metodologia adotada pelo Poder Público na realização das despesas, sem qualquer tipo de dedução ou compensação."

II. “Visa a impedir a inserção no corpo da LOA [Lei Orçamentária Anual] de disposições estranhas, constituindo caudas orçamentárias."

III. “Impõe a impossibilidade de transposição, remanejamento ou transferência de recursos de uma categoria programática a outra ou de um órgão a outro, sem prévia autorização legislativa."

IV. “Determina que o projeto de lei orçamentária deva ser acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia."

                                                                                 Trechos extraídos de FERRAZ, Luciano; GODOI,
                                                                                Marciano Seabra de; SPAGNOL, Werther Botelho.
                                                                                                   Curso de direito financeiro e tributário.
                                                                                               Belo Horizonte: Fórum, 2014, p.142-147.

Após análise, assinale a alternativa que melhor corresponda aos referidos princípios, respectivamente.
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871Q523669 | Auditoria, Papéis de Trabalho, Auditor, Suframa AM, FUNRIO

Constituem aspectos fundamentais dos papéis de trabalho do auditor:

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872Q684193 | Português, Interpretação de Textos, Auditor, UFSC, UFSC, 2019

Texto 2

Pesquisadores explicam por que é tão difícil imitar os sons de outra língua 
Por Rennan A. Julio 
Cérebro adapta todo e qualquer som estranho para o seu idioma original.

Estudos tentam entender a origem do sotaque. Em busca de justificativas para a nossa dificuldade de reproduzir sons de línguas diferentes, pesquisadores fizeram testes com bebês e adolescentes de todo o mundo. 
Há mais de duas décadas, uma equipe da Universidade de Washington tenta entender como o cérebro humano compreende a linguagem humana. Para isso, analisou bebês do mundo inteiro durante esse período. 
Em um dos testes, a equipe fez com que, aos seis meses de idade, bebês japoneses e ingleses escutassem sons de ambas as culturas. Até então, as crianças conseguiam reproduzir os “barulhos” característicos às duas nações; só que quando atingiram os dez meses de idade, os mesmos bebês falharam na percepção de sons que não faziam parte de sua cultura. Os japoneses deixaram de reconhecer “r” e “l”, cuja distinção não existe no Japão, mas existe na língua inglesa. 
Realizado por outra equipe de pesquisadores, um segundo estudo sugere diferente: as pessoas não perdem tão abruptamente essa capacidade de aprender línguas, mas o processo acontece durante a puberdade. Depois de uma série de testes, esses cientistas perceberam uma forte relação entre o aprendizado de uma segunda língua e a época em que isso acontece.
Para o especialista Eric Bakovic, existe um movimento para processar esse tipo de informação: “Você aprende uma língua pegando sons e imitando seus pais. Depois, seu cérebro começa a fazer outras coisas, assumindo que já tinha aprendido todos os sons necessários para manter uma relação comunicativa com as pessoas ao seu redor”.
Essa biblioteca de sons nos permite fluência com a língua que falamos, mas quando tratamos de sons “externos” ficamos “surdos”, afirma o linguista da Universidade de San Diego.
“Quando você escuta um sotaque ou uma língua totalmente diferente, seu cérebro mapeia os sons diretamente para a língua que você fala”, conta Bakovic. Ao invés de pronunciar com precisão, as pessoas acabam juntando as partes “próximas” do que os seus cérebros sabem e reproduzindo dessa maneira.
Mas para Joel Goldes, especialista nessa área e atuante em Hollywood, isso pode ser treinado. “Nosso cérebro realmente nos bloqueia de ouvir o que estamos ouvindo. Até que alguém nos ensine a produzir novos sons, nós não os escutamos. É por isso que uma pessoa pode ficar 40 anos em um país diferente sem perder o sotaque”. 

Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/10/pesquisadores-explicam-por-que-e-tao-dificil-imitar-o-sotaque-de-outralingua.html. [Adaptado]. Acesso em: 10 nov. 2018.  

Com base no texto 2, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) O primeiro estudo analisou bebês porque outro estudo aplicado a adolescentes não havia gerado resultados. 
( ) O segundo estudo obteve conclusões diferentes do primeiro. 
( ) A escolha dos idiomas japonês e inglês para o teste se deu por conta de sua diferença fonética. 
( ) A dificuldade de produção de sons de línguas estrangeiras não ocorre em adultos. 
( ) Eric Bakovic acredita que os bebês já nascem sendo capazes de entender a língua da mãe.
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873Q163287 | Direito Tributário, Prescrição, Auditor, TCE AL, FCC

A prescrição de crédito tributário definitivamente constituído em 18 de maio de 2003 e cujo fato gerador aconteceu em 05 de fevereiro de 2003 será em cinco anos a contar
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874Q162793 | Contabilidade Geral, Restos a Pagar, Auditor, TCM RJ, FGV

Quanto à inscrição de Restos a pagar, é correto afirmar que afeta o saldo dos seguintes balanços:

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875Q522560 | Auditoria, Planejamento e Orçamento Governamental, Auditor, Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais MG, FUNDEP UFMG, 2018

Analise as afirmativas a seguir relativas à materialidade e ao risco de auditoria.

I. Risco de auditoria é o risco de o auditor expressar uma opinião de auditoria inadequada quando as demonstrações contábeis apresentam distorções relevantes. Esse risco é derivado da combinação entre os riscos de distorção relevante e de detecção.

II. A materialidade e os riscos de auditoria devem ser levados em consideração durante a auditoria, exceto na avaliação do efeito de distorções não corrigidas, se houver, sobre as demonstrações contábeis e na formação da opinião no relatório do auditor independente.

III. Ao estabelecer a estratégia de auditoria, o auditor deve determinar a materialidade para as demonstrações contábeis. Ele deve obter segurança razoável mediante a obtenção de evidências suficientes e apropriadas para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo.

Estão corretas as afirmativas:

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876Q523842 | Auditoria, Procedimentos de Auditoria, Auditor, Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais MG, FUNDEP UFMG, 2018

Analise as afirmativas a seguir relativas à obrigação de o auditor determinar a materialidade para a execução da auditoria com o objetivo de avaliar os riscos de distorções relevantes e determinar a natureza, a época e a extensão de procedimentos adicionais de auditoria.

I. A materialidade para execução da auditoria é fixada para reduzir a um nível adequadamente baixo a probabilidade de que as distorções não corrigidas e não detectadas em conjunto nas demonstrações contábeis excedam a materialidade para as demonstrações contábeis como um todo.

II. A materialidade para execução da auditoria relacionada a um nível de materialidade determinado para classe específica de transações é fixada para reduzir a um nível adequadamente baixo a probabilidade de que as distorções não corrigidas e não detectadas em conjunto nessa classe específica de transações excedam o nível de materialidade para essa classe específica de transações.

III. A determinação de materialidade para execução de testes é um cálculo mecânico simples e não envolve o exercício de julgamento profissional. Tal determinação não se limita às expectativas do auditor, deve resultar de uma análise realizada (pelo auditor) na entidade, com o objetivo de estimar o risco a partir da natureza e extensão de distorções identificadas em auditorias anteriores.

Estão corretas as afirmativas:

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877Q163149 | Contabilidade Geral, Análise por Índices, Auditor, SEFAZ RS, CESPE CEBRASPE

A respeito do indicador retorno sobre o investimento, julgue os itens a seguir.


I Duas empresas podem apresentar a mesma taxa de retorno, mas com margem de lucro e giro de ativo totalmente diferentes.

II Ao implantar um sistema de gestão de estoques que adota a manutenção de nível mínimo de estoque como premissa, a expectativa da empresa é que, mantido o mesmo nível de vendas, o giro do ativo venha a aumentar.

III Aumentar o giro do ativo sem aumentar simultaneamente a margem de lucro não é suficiente para provocar uma variação positiva na taxa de retorno sobre o investimento.

IV O volume de vendas não é uma variável relevante para o cálculo da margem de lucro de uma empresa.


Assinale a opção correta.

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878Q689779 | Contabilidade Geral, Sistema Contábil, Auditor, UFSC, UFSC, 2019

O plano de contas é a estrutura básica da escrituração contábil, formada por uma relação padronizada de contas contábeis, que permite o registro contábil dos atos e fatos praticados pela entidade de maneira padronizada e sistematizada, bem como a elaboração de relatórios gerenciais e demonstrações contábeis de acordo com as necessidades de informações dos usuários. A esse respeito, identifique quais dos itens abaixo correspondem a objetivos do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP), previstos no Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público (MCASP), e assinale a alternativa correta. 

I. Contribuir para a racionalização de custos no setor público. 
II. Permitir o detalhamento das contas contábeis, a partir do nível mínimo estabelecido pela Receita Federal, de modo que possa ser adequado às peculiaridades de cada ente. 
III. Permitir a elaboração de relatórios nos padrões adotados por organismos internacionais como o Government Finance Statistics Manual (GFSM) do Fundo Monetário Internacional (FMI). 
IV. Padronizar os registros contábeis das entidades do setor público. 
V. Contribuir para o atendimento aos acordos comerciais previstos pela Organização Mundial do Comércio (OMC). 
VI. Distinguir os registros de natureza patrimonial, orçamentária e de controle.
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879Q160975 | Controle Externo, Tribunal de contas RO, Auditor, TCE RO, FCC

Texto associado.
Para responder às questões de números 22 a 27
considere a Lei Complementar nº 154/96 do Estado
de Rondônia.

A decisão do Tribunal de Contas da qual resulte cominação de multa tem eficácia de título
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880Q391947 | Direito Administrativo, Servidores Públicos, Auditor, TCDF DF, CESPE CEBRASPE

Considerando as regras vigentes acerca do regime jurídico dos servidores do DF, julgue os itens a seguir. Os servidores públicos do DF submetem-se ao regime jurídico da Lei Federal n.º 8.112/1990. As alterações aprovadas pela União na referida lei são, portanto, autoaplicáveis aos servidores do DF.
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