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Questões de Concursos Auxiliar Administrativo

Resolva questões de Auxiliar Administrativo comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1021Q44928 | Português, Auxiliar Administrativo, IBIO AGB Doce MG

Texto I
Animais Racionais


      Paralisar músculos, injetar substâncias capazes de alterar a percepção ou inocular doenças. Esses são alguns exemplos da infinidade de procedimentos científicos utilizados pelos cientistas em experimentos com animais. Crueldade? Aparentemente, sim. Porém, antes de levantar a bandeira contra, é preciso estar bem ciente das incoerências que esse debate acalorado suscita.

     Como saber os efeitos danosos que as vacinas podem ter em humanos, sem avaliar suas consequências em organismos semelhantes? Eis um dos limites da evolução tecnológica. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por exemplo, declara: se houver proibição do uso de animais, anos de esforços para descobrir a cura de doenças como a Aids, dengue, malária e leishmaniose terão sido em vão.

      Os defensores da extinção do uso de animais em pesquisas conta-argumentam contestando a validade dessa necessidade, declarando a existência da “cultura do medicamento”. Para eles, a sociedade investe em sanar efeitos ao invés de atacar as causas reais das doenças, como estresse e má alimentação.

      Ainda que parcialmente correto, a má qualidade de vida e certas doenças soam irresponsáveis em um país em vias de assistir a um novo surto de dengue, além de verificar a expansão da Aids entre as camadas mais escolarizadas. Investir em pesquisa e na melhoria da qualidade de vida são fatores que devem caminhar juntos, não se excluírem mutuamente. Se falta educação para eliminar os mosquitos vetores da dengue, o que dirá de hábitos culturais relacionados à obesidade, por exemplo.

      Criticar o uso de animais em experimentos ainda ajuda a mascarar a hipocrisia do churrasco do final de semana. Parece conveniente defender a piedade perante todos os seres vivos sem olhar – literalmente – o próprio prato. No abate de bois, em tempos não muito remotos, incisões na virilha em animais ainda vivos ajudavam a deixar a carne mais macia ao fazer com que o boi sangrasse até a morte. Ao mesmo tempo, deveria ser no mínimo estranho apoiar principalmente a vida de mamíferos. A temática da violência animal parece esquecida ao comprarmos nos supermercados toda a sorte de novidades exterminadoras de insetos. A dignidade dos que merecem ser defendidos parece, assim, escolhida a dedo.

      Explicitar os pontos movediços da extinção ao uso de animais em experimentos científicos, contudo, não significa defender a arbitrariedade. Não é com base em incoerências que se dá ao aval da crueldade em laboratórios, mas sim se mostra que é preciso meio-termo. Bem como critério de responsabilidade e fiscalização.

      Por isso, a criação do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA), por meio do projeto de lei Arouca, deveria ser vista como uma iniciativa positiva ao debate. Após 13 anos de tramitações, o governo aprovou em setembro o projeto de lei.

      Reunir membros da comunidade científica como representantes de sociedades protetoras dos animais pode ser um caminho prático no sentido de introduzir as alternativas. É preciso observar no CONCEA um passo mais democrático em relação à discussão, bem como o cumprimento da própria Constituição (artigo 225, que protege a fauna e a flora). Para isso, é preciso crer na democracia. Um problema que os brasileiros, também animais racionais, à vezes padecem.

LIMA, Daniela Priscila 

A tese defendida pela autora é:
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1022Q30138 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar Administrativo, Copergás PE, FCC

Texto associado.
O revolucionário projeto de viagem interestelar apoiado por Stephen Hawking para tentar “salvar a humanidade” 

   Um programa de pesquisa de US$ 100 milhões (cerca de R$ 350 milhões) para o desenvolvimento de “naves estelares” do tamanho de pequenos chips eletrônicos foi lançado pelo milionário Yuri Milner e apoiado pelo fundador do Facebook, Mark Zuckerberg.
   A viagem interestelar tem sido um sonho para muitos, mas ainda enfrenta barreiras tecnológicas. Entretanto, o físico Stephen Hawking disse à BBC News que a fantasia pode ser realizada mais cedo do que se pensa. “Para que nossa espécie sobreviva, precisamos finalmente alcançar as estrelas”, disse. “Os astrônomos acreditam que haja uma chance razoável de termos um planeta parecido com a Terra orbitando estrelas no sistema Alfa Centauri. Mas saberemos mais nas próximas duas décadas por intermédio de dados dos nossos telescópios na Terra e no espaço.”
   O projeto apoiado pelo físico ambiciona produzir aeronaves do tamanho de um chip usado em equipamentos eletrônicos e lançar milhares dessas “mininaves” na órbita da Terra. Mas antes de projetar naves espaciais capazes de chegar a outras estrelas, há muitos problemas a serem superados. Uma prioridade é desenvolver câmeras, instrumentos e sensores em miniatura.
Stephen Hawking acredita que o que antes era um sonho distante pode e deve se tornar uma realidade dentro de três décadas. “Não é sábio manter todos os novos ovos em uma cesta frágil”, disse ele. “A vida na Terra enfrenta perigos astronômicos como asteroides e supernovas.”

(Adaptado de: GHOSH, Pallab. O revolucionário projeto de viagem interestelar apoiado por Stephen Hawking para tentar “salvar a humanidade”. Disponível em: www.bbc.com/portuguese/ noticias/2016/04/160412_interestelar_np
Ao afirmar “Não é sábio manter todos os novos ovos em uma cesta frágil” (4o parágrafo), Stephen Hawking reforça a tese
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1023Q37066 | Arquivologia, Auxiliar Administrativo, TJ RR, CESPE CEBRASPE

Com referência à preservação e conservação de documentos de arquivo, julgue os itens a seguir.

O ar seco contribui para o enfraquecimento do papel.
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1024Q711184 | Português, Pontuação, Auxiliar Administrativo, Câmara de Cabo de Santo Agostinho PE, AOCP, 2019

Texto associado.

                   Uma breve história das cadeiras para escritório


      Com a escalada da Revolução Industrial e a sociedade menos agrária, surgiu nas empresas a necessidade de ambientes de trabalho equipados com ferramentas para as novas rotinas nos escritórios. Neste cenário, era preciso acomodar em cadeiras quem trabalhava por horas sentado. Nasce uma combinação de forma e função em prol dos funcionários.

      Os historiadores afirmam que a primeira cadeira de escritório pode ser rastreada até Júlio César. O imperador romano conduziria negócios oficiais sentado em uma “cadeira Curule”. Enquanto outros líderes, magistrados e sacerdotes também usavam esta cadeira, César finalmente distinguiu sua cadeira levando-a aonde quer que fosse. Sua cadeira de “escritório” dourada o acompanhava em viagens, ao lado de sua coroa e outros objetos de valor.

      Ao longo do tempo, a cadeira de escritório passou a ter objetivos mais utilitários. No início de 1800, com as viagens de trem tornando-se cada vez mais comuns, os vagões foram equipados com as Poltronas Centripetais de Primavera, projetadas por Thomas E. Warren. Como estas viagens eram uma forma das empresas expandirem seus territórios, o uso de uma cadeira de trabalho adequada permitia que os funcionários completassem suas tarefas administrativas em trânsito. Diante da crescente importância, a cadeira Centripetal foi equipada com molas de assento para ajudar a absorver os solavancos das viagens e permitir que os negócios continuassem nos trilhos, no duplo sentido da frase.

      Nos anos que antecederam a Revolução Industrial, as cadeiras de escritório passam a ser usadas como ferramentas de produtividade. Despertou-se o uso consciente dos ambientes de escritório e a necessidade de se trabalhar por mais horas. A cadeira de escritório foi então fundamental para acomodações mais confortáveis, para que os trabalhadores experimentassem menos cansaço ao longo do dia.

      […] No entanto, na década de 20, associava-se preguiça ao ato de sentar confortavelmente e era comum ver pessoas trabalhando em fábricas usando bancos sem encosto. Reagindo às reclamações de queda de produtividade e doença, particularmente entre as mulheres que já eram uma presença crescente na força de trabalho, uma empresa chamada Tan-Sad lançou uma cadeira giratória com encosto curvo que poderia ser ajustado à estatura de cada trabalhador.

      […] Nos anos seguintes surgiram muitas outras cadeiras emblemáticas e produtos tidos como referência de design, conforto e imponência, que fazem parte da história e ainda podem ser vistos no portfólio das empresas. No entanto, é difícil definir uma maneira acordada de medir o sucesso de uma cadeira.

      Cadeiras de escritório são utilizadas para fins profissionais e as demandas das empresas devem sim ser equacionadas levando-se em conta ergonomia, durabilidade e design, mas também o peso relevante da relação custo-benefício dos produtos.

      No terceiro milênio, as cadeiras continuam a evoluir, porém com uma nova característica de serem acessíveis aos orçamentos enxutos das organizações. Hoje é possível se ter produtos ergonomicamente adequados, com conforto e design, sem necessariamente ter que fazer investimentos como já vistos no rol restrito de produtos do passado.

Adaptado de:  Acesso em: 30 out. 2019.



Assinale a alternativa em que o uso da vírgula tenha função diferente da vírgula utilizada em “Ao longo do tempo, a cadeira de escritório passou a ter objetivos mais utilitários.”.
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1025Q166518 | Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, Internação, Auxiliar Administrativo, DEGASE, CEPERJ

Decretada a internação de um adolescente pela autoridade judiciária, o artigo 185 do ECA determina que a medida:

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1026Q44943 | Informática, Auxiliar Administrativo, IBIO AGB Doce MG

O atalho utilizado para a função Substituir no MS- Word 2010 é:
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1027Q557716 | Informática, Teclas de Atalho, Auxiliar Administrativo, AMEAS PR, Prosperity

Digamos que seu computador estragou o mouse e precisa usar o teclado assinale a alternativa incorreta:
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1028Q30142 | Português, Auxiliar Administrativo, Copergás PE, FCC

Considere o poema abaixo.

Certa senhora
Da casa, como de uma caixa fumarenta,
saem as sombras, pelos cantos,
e envolvem o terraço de onde a tarde, velhinha,
sob os muitos vestidos de cigana,
desce os batentes
segurando-se nos balaústres,
e passa pelo jardim, entre as plantas a escurecerem,
alcançando a calçada de muitos sapatos voltando.

Na rua, sem olhar para trás,
à frente de homens e mulheres calados,
vejo-a desaparecer no poente.


(MELO, Alberto da Cunha. O cão de olhos amarelos & outros poemas inéditos. São Paulo, A Girafa, 2016, p. 208)

No poema,
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1029Q839135 | Matemática, Aritmética e Problemas, Auxiliar Administrativo, AMAUC, 2021

Um colaborador de uma indústria tem salário mensal de R$ 2.180,00. Todo mês, seu empregador recolhe ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) o percentual de 20% sobre o valor do seu salário. Esse percentual é dividido em duas partes, sendo que 12% compete ao empregador recolher e a outra parte é descontada do salário do colaborador. O salário líquido desse colaborador é de:
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1030Q853744 | Matemática, Aritmética e Problemas, Auxiliar Administrativo, Prefeitura de Gravatá PE, ADM TEC, 2020

Analise as afirmativas a seguir:

I. Em uma escola, há 214 estudantes matriculados no turno da manhã e 318 estudantes matriculados no turno da tarde. Se essas crianças forem igualmente distribuídas entre 14 salas, ao mesmo tempo, então cada sala terá mais de 29 e menos de 51 alunos.

II. Três amigos ganharam uma quantia de valor X em uma pequena aposta e decidiram dividi-la igualmente entre todos. Um deles emprestou 1/5 do que recebeu ao próprio irmão. O irmão, por sua vez, utilizou toda a quantia que tomou emprestada para comprar 2 unidades de um produto Y. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o preço de Y representa mais de 2,8% e menos de 4,4% da quantia X.

III. Uma empresa faturou R$ 35.500 em janeiro; R$ 42 mil em fevereiro; R$ 58 mil em março; R$ 21 mil em abril; R$ 23 mil em maio; e R$ 44.500 em junho. A cada mês, a empresa teve que pagar impostos correspondentes a 5% da receita com vendas. No entanto, a partir de julho, a empresa foi beneficiada por uma nova lei que reduzia para 2% o valor desse imposto. Se o desconto tivesse sido concedido em janeiro, a empresa em questão poderia ter economizado um valor superior a R$ 6.520 em impostos.

Marque a alternativa CORRETA:

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1031Q46867 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Auxiliar Administrativo, IPT SP, VUNESP

Leia a notícia relativa às eleições para o governo do estado de São Paulo. 

Os três principais candidatos ao Palácio dos Bandeirantes dedicam pouco espaço à ameaça de falta d’água que ronda a Grande São Paulo e parte do interior do Estado nos últimos meses no primeiro documento oficial com propostas de governo nestas eleições. (atarde.uol.com.br; 14 jul. 2014)

A notícia reflete a preocupação gerada pela omissão nos programas de governo dos candidatos, em relação
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1032Q30511 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Auxiliar Administrativo, CRA MA, IDECAN

No Dia Mundial Sem Tabaco, em 31 de maio de 2014, o governo do Brasil anunciou
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1033Q672310 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar Administrativo, Câmara de Divino MG, GUALIMP, 2020

Texto associado.
Delírios de Honestidade.

Outro dia eu estava pensando em como seria o mundo se ___ pessoas fossem realmente honestas. Inclusive no mais prosaico cotidiano. Eu me imagino entrando em uma dessas churrascarias de luxo. Sento-me ___ mesa e peço um filé bem passado ao garçom. Ele me alerta:
— Não aconselho. O filé hoje está uma sola de sapato.
— Peço o quê?
— Peça licença e vá para outro lugar. Olhe bem o cardápio. Pelo preço de um bife o senhor compra mais de um quilo no açougue. Quer jogar seu dinheiro fora?
Vou para outro e escolho: salmão. O garçom:
— Se o senhor quiser, eu trago. Mas salmão, salmão, não é. É surubim, alimentado de forma ___ ficar com a carne rosada. Ainda quer?
— Nesse caso fico com escargots.
— Lesmas, quer dizer? Por que não vai catar no jardim?
Ou então entro numa butique de griffe. Experimento um jeans, que está apertadinho na barriga. O vendedor aproxima-se:
— Ficou bom? Ah, não ficou, não, está apertado e não tenho um número maior.
— Acho que dá... ando pensando em fazer regime.
— Pois compre depois de obter algum resultado. Se bem que não sei, não... essa barriga parece coisa consolidada.
— Eu quero o jeans. Quero e pronto!
— Não vou deixar que cometa essa loucura. Aliás, falando francamente, o que o senhor viu nesse jeans, que nem cai bem nas suas adiposidades? Só pode ser a etiqueta. Meu amigo, ainda acredita em griffe?
Corro ___ casa de chocolates e peço um dietético. A mocinha no balcão:
— Confia nessa história de dietético? Ou só quer calar ___ sua consciência?
— E se eu quiser confiar, estou proibido?
— Pois saiba que engorda. Menos que o chocolate comum, mas engorda. E o senhor não me parece em condição de fazer concessões a doces. Não vou contribuir para o seu auto-engano, jamais poria esse chocolate nas suas mãos. Vá ___ feira e peça um jiló.
Resolvo trocar de carro. Passeio pela concessionária, escolho:
— Este vermelho, que tal?
— O motor funde mais dia, menos dia - alerta o vendedor.
— Parece tão bonitinho...
— Desculpe, mas você acha que a lataria anda sozinha? Já alertei o dono da loja, este carro está péssimo. Fique com aquele.
— Mas é velho e horroroso!
— Pode ser, mas anda. Está decidido, leve aquele. E não discuta!
O embate com a honestidade absoluta também poderia ser uma galeria de arte.
— Gostei daquele - aponto o quadro à marchande.
— Está precisando de pano de chão?
— Não... é que... bem, posso não entender de arte, mas achei bonito.
— Sinceramente, o senhor não entende mesmo. Isso aqui é um horror. Não vale a tinta que gastou. Está exposto porque o dono da galeria insistiu. Leve aquele, é valorização na certa. — Aquele? É muito sombrio... eu queria alguma coisa alegre e ...
— Não insista. Sombrio ou não, vou embrulhar. Faça o cheque, é melhor pra você.
E numa loja de móveis? Mostro as cadeiras que me interessam. O decorador:
— É amigo de algum ortopedista?
— Está precisando de um? Posso indicar...
— Você é quem vai precisar. Essas cadeiras vão desmontar na terceira vez em que alguém se sentar. Fratura na certa.
— Caras assim e desmontam? Eu devia chamar o Procon.
— Se quiser, eu chamo para o senhor!
Pior seria alguma vaidosa querendo fazer plástica. O cirurgião examina:
— Hum... hum...
— Meu nariz vai ficar bom, doutor?
— Se a senhora se contenta em trocar uma picareta por um parafuso, fica! Agora, se ambiciona uma melhora significativa, o melhor é morrer e reencarnar de novo. Pode ser tenha mais sorte.
A paciente sai chorando. Eu, que vivo me irritando com vendedores, chego a uma conclusão: quero comprar o jeans que me oprime a barriga, o chocolate que não emagrece e o quadro colorido. Deliciar-me com as pequenas fantasias. Feitas as contas, delírios de honestidade podem transformar-se em pesadelos cruéis. Os pequenos enganos abrem as comportas dos pequenos sonhos e adoçam o dia-a-dia.

Walcyr Carrasco. O golpe do aniversariante. São Paulo, Ática, 1989. 

Na frase: “O filé hoje está uma sola de sapato” a figura de linguagem predominante é: 
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1034Q32076 | Arquivologia, Auxiliar Administrativo, CRN GO, QUADRIX

A Associação de Arquivistas Brasileiros adota a seguinte definição para Arquivo: "é o conjunto de documentos que, independentemente da natureza ou do suporte, são reunidos por acumulação ao longo das atividades de pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas". Para que se possam guardar os documentos dentro de dossiês ou pastas certas, a Unidade ou Área de trabalho deve ter um plano de:
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1035Q30135 | Química, Auxiliar Administrativo, Copergás PE, FCC

Em todo sistema de distribuição de gás natural devem ser previstos dispositivos de segurança como, por exemplo, válvulas de bloqueio ao longo da rede e derivações para os clientes. Em caso de um evento inesperado que possa comprometer esta segurança, a Companhia Distribuidora Local − CDL deve ter documentado procedimento específico de atuação, conhecido como 
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1036Q27077 | Direito Administrativo, Auxiliar Administrativo, Prefeitura de Agudo RS, OBJETIVA

Com base na Lei nº 8.429/92, assinalar a alternativa que apresenta uma informação INCORRETA:
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1037Q45768 | Português, Auxiliar Administrativo, CRBio, VUNESP

Leia a crônica de Walcyr Carrasco para responder à questão.
 
Febre de fama

Há uma inflação de candidatos a astro e estrela. Toda família tem um aspirante aos holofotes. Desde que comecei a escrever para televisão, sou acossado por gênios indomáveis.
Dias desses, fui ouvir as mensagens do celular. Uma voz aflita de mulher:
– Preciso falar urgentemente com o senhor.
“É desgraça!”, assustei-me. Digitei o número.
– Quero trabalhar em novela – disse a voz.
Perguntei (já pensando em trucidar quem havia dado o número do meu celular) se tinha experiência como atriz. Não. Nem curso de interpretação. Apenas uma certeza inabalável de ter nascido para a telinha mágica. Com calma, tentei explicar que, antes de mais nada, era preciso estudar para ser atriz. Estudar? Ofendeu-se:
– Obrigada por ser tão grosseiro! e desligou o telefone.
Incrível também é a reação dos familiares. Conheci a mãe de uma moça que dança em um dos inúmeros conjuntos em que as integrantes rebolam em trajes mínimos. Bastante orgulhosa da pimpolha, a mãe revelou:
– Quando pequena ela queria ser professora, mas escolheu a carreira artística. Ainda bem!
Comentei, muito discreto:
– É... ela vai longe...
– Nem me fale. Daqui a pouco, vai estar numa novela!
Essa febre de fama me dá calafrios. Fico pensando na reação de grandes artistas como Marília Pêra, Tony Ramos, Juca de Oliveira diante desse vale-tudo, desse desejo insano por ser famoso a qualquer preço.
(Veja SP, 21.10.1998. Adaptado)

A expressão entre parênteses que substitui aquela destacada no trecho do texto, sem alterar o sentido original, está em:
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1038Q31251 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Auxiliar Administrativo, CRECI RJ, MS CONCURSOS

O município do Rio de Janeiro está localizado no estado de mesmo nome, na Região Sudeste do Brasil, e é limitado pelo 
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1039Q375152 | Português, Ortografia, Auxiliar Administrativo, Ministério Público Estadual GO, MPE GO, 2019

Assinale a alternativa cujas palavras estão grafadas corretamente:
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1040Q30610 | Português, Auxiliar Administrativo, CRB MG, QUADRIX

Texto associado.
Que animais ainda são usados para fazer casacos de pele?

     Desde focas e chinchilas até raposas e linces,
milhões de animais são mortos todos os anos para a
confecção de casacos de pele no mundo. Só na França são
abatidos 70 milhões de coelhos por ano para esse fim. Mas a
indústria dos casacos de luxo é alvo de críticas. Para as
organizações de defesa dos animais, mais do que
injustificada - há tecidos sintéticos e naturais que cumprem
a função a atividade é extremamente cruel. O sofrimento
já começaria na captura do bicho, que pena nas mãos dos
caçadores - as focas, por exemplo, são mortas a pauladas na
cabeça, para não danificar a pele. Mesmo quando criados
em cativeiro, os animais viveriam em condições degradantes
e padeceriam horrores na hora de extrair a pele. Os
produtores, por sua vez, contestam o que chamam de
sensacionalismo das entidades. "No caso da chinchila, a
morte ocorre pelo destroncamento de uma das vértebras
cervicais. É um processo indolor, sem sangue ou
sofrimento", diz Carlos Perez, presidente da Associação dos
Criadores de Chinchila Lanífera (Achila). Para os defensores
dos bichos, porém, a crueldade fica óbvia quando se leva em
conta que, ao contrário do que rola com vacas e frangos -
mortos para alimentar pessoas -, no caso da indústria da
moda os animais são sacrificados apenas para alimentar
a vaidade alheia.

MATADO PARA VESTIR

Confira o polêmico passo-a-passo da confecção de um casacão de madame

1. Os animais usados para fazer casacos de pele podem ser criados em cativeiro (como chinchilas, coelhos e martas) ou ser caçados em seu habitat (como focas, ursos e lontras). O abate rola quando o bicho atinge a maturidade e ocorre sempre no inverno, quando o pelo é mais longo, brilhante e abundante.

2. Há vários modos de abater o bicho. Eles podem ser mortos a pauladas, ser estrangulados - método indolor, segundo os produtores - ou, entre outras técnicas para resguardar a pele, ser eletrocutados com a introdução no ânus de ferramentas que fritam os órgãos internos.

3. Depois que o animal é morto, é hora de extrair sua pele. Há várias formas de escalpelá-lo, algumas mais profissionais e outras rudimentares e violentas.

(http://mundoestranho.abril.com.br/materia/que-animais-ainda-sao-usados-para-fazer-casacos-de-pele)
O conector "mesmo", em destaque no texto, participa de um processo de coesão, por meio da indicação de uma circunstância de:
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