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Questões de Concursos Auxiliar de Biblioteca

Resolva questões de Auxiliar de Biblioteca comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


381Q865009 | Biblioteconomia, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Concórdia SC, FEPESE, 2024

A Classificação Decimal Universal (CDU) serve como um sistema de classificação abrangente para organizar informações em diversas áreas do conhecimento.

Assinale a alternativa correta sobre a CDU.

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382Q912230 | Legislação Federal, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Nova Mutum MT, SELECON, 2023

A respeito da classificação dos arquivos quanto ao grau de sigilo, aqueles que não devem ser divulgados, pois não podem ser do conhecimento do público em geral, são os:
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383Q914936 | Biblioteconomia, Processos Técnicos, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Lagoa de Itaenga PE, Instituto Darwin, 2023

Para a realização da higienização de acervos bibliotecários, o manipulador deverá trajar, EXCETO:
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384Q915113 | Biblioteconomia, Serviço de Referência, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Pindamonhangaba SP, VUNESP, 2023

Com relação a serviço de referência, é correto afirmar que

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385Q864181 | Biblioteconomia, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

O resumo deve ressaltar sucintamente o conteúdo de um texto. A ordem e a extensão dos elementos dependem do tipo de resumo e do tratamento que cada item recebe no documento original. Com relação à extensão dos resumos, a NRB 6028/2021 recomenda: 
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387Q914034 | Biblioteconomia, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Campos do Jordão SP, IPEFAE, 2023

A Classificação Decimal de Dewey (CDD) é um sistema de classificação bibliográfica originado no século XIX, constituindo-se como um instrumento que tem por função:
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388Q869548 | Biblioteconomia, Administração de Bibliotecas, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Turilândia MA, LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita, 2024

Dentro do universo bibliotecário, como se define e se destaca a função primordial da orientação à consulta em um ambiente de biblioteca. De que forma essa orientação direcionada e especializada permite aos usuários otimizar a busca e a utilização de materiais, maximizando a eficácia na obtenção de informações relevantes e confiáveis para suas necessidades de estudo, pesquisa ou leitura:
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389Q916073 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Texto associado.
Fazer nada
Como a visita de um pássaro nos fez pensar no tempo.

Conseguimos uns dias de folga e fomos passar um tempo cuidando um do outro. No hotel, em Itatiba, deram-nos o quarto 37, que se abre para um mar de morros verdes, com plantações, pastos, florestas. Fica no piso superior, tem pé-direito alto e uma varanda abraçada por árvores repletas de pássaros. À noite, entrou pela janela um passarinho. Minúsculo, branco no peito e na parte inferior da face, preto no dorso e na metade de cima da cabeça. Entrou pelo quarto, acelerado. Voava junto ao teto e não conseguia baixar até a altura da porta por onde havia entrado. Temíamos que se machucasse. Apagamos as luzes. Ele se acalmou e parou para descansar no toucador. Pulou em pé, no chão. Caminhou um pouco, ofegante. Usamos um chapéu para levá-lo à varanda, onde ficou ainda um tempo, refazendo-se.
Depois, vimos que deixou de lembrança um cocozinho na nossa cama. De onde teria vindo essa ave? Qual o significado do carimbo de passarinho sobre o lençol? Resisti à ideia de lembrar que excremento de pássaro é sinal de boa fortuna em antigas tradições. Augúrio? Sinal? Ali não havia mistério. Era apenas um bichinho assustado, acelerado demais. Talvez apenas apavorado por haver entrado em um lugar de onde parecia impossível sair. Mais do que um significado oculto, sua visita pode é nos inspirar, quem sabe, uma analogia. Quantas vezes o homem não se debate, na ilusão de que está acuado? Quantas vezes sofre sem perceber que está saturado por estímulos que ele próprio foi buscar? A sensação de que seu tempo é estrangulado, sem se dar conta de que é ele quem cultiva desassossego para si. Um amigo, sobrinho de um sábio do interior, costuma usar a imagem da trajetória errática e vã das formigas para ilustrar a ilusão que acomete o homem em movimentos inócuos e sem sentido, o esforço inútil. Não é à toa que se fale tanto na necessidade de ir com mais calma.
Afinal, nós nunca aceleramos tanto. Na ilusão de anteciparmos o futuro, roubamos o momento seguinte e deixamos de vivê-lo. Convivemos sem prestar atenção no outro, respiramos com sofreguidão, comemos sem sentir o sabor. Fugimos do presente, o único tempo que existe e sobre o qual criamos a referência para um passado reconstruído na memória e um futuro sonhado. Como parar e fazer nada? Como apenas ser, sem se debater por ter entrado em uma porta estranha? Há quem não consiga relaxar e, simplesmente, fazer nada. Alguém já disse que fazer nada não é a completa falta de ação, mas a ação feita com desapego, sem visar resultado para si mesmo. Há algo de bom em atingir esse momento em que só se é parte da paisagem e não um observador separado. Se ainda quiséssemos procurar um significado para a visita da pequena ave, poderíamos dizer que ela veio trazer o tema para estas linhas que você lê agora. Como se nos dissesse: que bom que vocês conseguiram uns dias de folga e vieram aqui, cuidar um do outro. Sejam bem-vindos a este momento e esqueçam o resto. Fui.

(NOGUEIRA, Paulo. Vida Simples, ed. 37. São Paulo: Abril, 2006.)
Um texto argumentativo apresenta um ponto de vista sobre o mundo, defende uma tese. Assinale, a seguir, a alternativa que apresenta a tese defendida pelo autor.
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390Q916069 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Texto associado.
Fazer nada
Como a visita de um pássaro nos fez pensar no tempo.

Conseguimos uns dias de folga e fomos passar um tempo cuidando um do outro. No hotel, em Itatiba, deram-nos o quarto 37, que se abre para um mar de morros verdes, com plantações, pastos, florestas. Fica no piso superior, tem pé-direito alto e uma varanda abraçada por árvores repletas de pássaros. À noite, entrou pela janela um passarinho. Minúsculo, branco no peito e na parte inferior da face, preto no dorso e na metade de cima da cabeça. Entrou pelo quarto, acelerado. Voava junto ao teto e não conseguia baixar até a altura da porta por onde havia entrado. Temíamos que se machucasse. Apagamos as luzes. Ele se acalmou e parou para descansar no toucador. Pulou em pé, no chão. Caminhou um pouco, ofegante. Usamos um chapéu para levá-lo à varanda, onde ficou ainda um tempo, refazendo-se.
Depois, vimos que deixou de lembrança um cocozinho na nossa cama. De onde teria vindo essa ave? Qual o significado do carimbo de passarinho sobre o lençol? Resisti à ideia de lembrar que excremento de pássaro é sinal de boa fortuna em antigas tradições. Augúrio? Sinal? Ali não havia mistério. Era apenas um bichinho assustado, acelerado demais. Talvez apenas apavorado por haver entrado em um lugar de onde parecia impossível sair. Mais do que um significado oculto, sua visita pode é nos inspirar, quem sabe, uma analogia. Quantas vezes o homem não se debate, na ilusão de que está acuado? Quantas vezes sofre sem perceber que está saturado por estímulos que ele próprio foi buscar? A sensação de que seu tempo é estrangulado, sem se dar conta de que é ele quem cultiva desassossego para si. Um amigo, sobrinho de um sábio do interior, costuma usar a imagem da trajetória errática e vã das formigas para ilustrar a ilusão que acomete o homem em movimentos inócuos e sem sentido, o esforço inútil. Não é à toa que se fale tanto na necessidade de ir com mais calma.
Afinal, nós nunca aceleramos tanto. Na ilusão de anteciparmos o futuro, roubamos o momento seguinte e deixamos de vivê-lo. Convivemos sem prestar atenção no outro, respiramos com sofreguidão, comemos sem sentir o sabor. Fugimos do presente, o único tempo que existe e sobre o qual criamos a referência para um passado reconstruído na memória e um futuro sonhado. Como parar e fazer nada? Como apenas ser, sem se debater por ter entrado em uma porta estranha? Há quem não consiga relaxar e, simplesmente, fazer nada. Alguém já disse que fazer nada não é a completa falta de ação, mas a ação feita com desapego, sem visar resultado para si mesmo. Há algo de bom em atingir esse momento em que só se é parte da paisagem e não um observador separado. Se ainda quiséssemos procurar um significado para a visita da pequena ave, poderíamos dizer que ela veio trazer o tema para estas linhas que você lê agora. Como se nos dissesse: que bom que vocês conseguiram uns dias de folga e vieram aqui, cuidar um do outro. Sejam bem-vindos a este momento e esqueçam o resto. Fui.

(NOGUEIRA, Paulo. Vida Simples, ed. 37. São Paulo: Abril, 2006.)
De acordo com a leitura do texto, NÃO possível inferir que:
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391Q916072 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Texto associado.
Fazer nada
Como a visita de um pássaro nos fez pensar no tempo.

Conseguimos uns dias de folga e fomos passar um tempo cuidando um do outro. No hotel, em Itatiba, deram-nos o quarto 37, que se abre para um mar de morros verdes, com plantações, pastos, florestas. Fica no piso superior, tem pé-direito alto e uma varanda abraçada por árvores repletas de pássaros. À noite, entrou pela janela um passarinho. Minúsculo, branco no peito e na parte inferior da face, preto no dorso e na metade de cima da cabeça. Entrou pelo quarto, acelerado. Voava junto ao teto e não conseguia baixar até a altura da porta por onde havia entrado. Temíamos que se machucasse. Apagamos as luzes. Ele se acalmou e parou para descansar no toucador. Pulou em pé, no chão. Caminhou um pouco, ofegante. Usamos um chapéu para levá-lo à varanda, onde ficou ainda um tempo, refazendo-se.
Depois, vimos que deixou de lembrança um cocozinho na nossa cama. De onde teria vindo essa ave? Qual o significado do carimbo de passarinho sobre o lençol? Resisti à ideia de lembrar que excremento de pássaro é sinal de boa fortuna em antigas tradições. Augúrio? Sinal? Ali não havia mistério. Era apenas um bichinho assustado, acelerado demais. Talvez apenas apavorado por haver entrado em um lugar de onde parecia impossível sair. Mais do que um significado oculto, sua visita pode é nos inspirar, quem sabe, uma analogia. Quantas vezes o homem não se debate, na ilusão de que está acuado? Quantas vezes sofre sem perceber que está saturado por estímulos que ele próprio foi buscar? A sensação de que seu tempo é estrangulado, sem se dar conta de que é ele quem cultiva desassossego para si. Um amigo, sobrinho de um sábio do interior, costuma usar a imagem da trajetória errática e vã das formigas para ilustrar a ilusão que acomete o homem em movimentos inócuos e sem sentido, o esforço inútil. Não é à toa que se fale tanto na necessidade de ir com mais calma.
Afinal, nós nunca aceleramos tanto. Na ilusão de anteciparmos o futuro, roubamos o momento seguinte e deixamos de vivê-lo. Convivemos sem prestar atenção no outro, respiramos com sofreguidão, comemos sem sentir o sabor. Fugimos do presente, o único tempo que existe e sobre o qual criamos a referência para um passado reconstruído na memória e um futuro sonhado. Como parar e fazer nada? Como apenas ser, sem se debater por ter entrado em uma porta estranha? Há quem não consiga relaxar e, simplesmente, fazer nada. Alguém já disse que fazer nada não é a completa falta de ação, mas a ação feita com desapego, sem visar resultado para si mesmo. Há algo de bom em atingir esse momento em que só se é parte da paisagem e não um observador separado. Se ainda quiséssemos procurar um significado para a visita da pequena ave, poderíamos dizer que ela veio trazer o tema para estas linhas que você lê agora. Como se nos dissesse: que bom que vocês conseguiram uns dias de folga e vieram aqui, cuidar um do outro. Sejam bem-vindos a este momento e esqueçam o resto. Fui.

(NOGUEIRA, Paulo. Vida Simples, ed. 37. São Paulo: Abril, 2006.)
A expressão que melhor define o objetivo central desse texto é:
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392Q914032 | Biblioteconomia, Conceitos Fundamentais, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Campos do Jordão SP, IPEFAE, 2023

Sistema de Classificação, no âmbito da Biblioteconomia, é definido como:
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393Q914033 | Biblioteconomia, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Campos do Jordão SP, IPEFAE, 2023

Considerando a notação 823 T649h.3, definida por meio da Classificação Decimal de Dewey (CDD) e do sistema Cutter para nome de autores, identifique, entre as opções abaixo, a obra inglesa por ela representada:
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394Q916081 | Biblioteconomia, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Em bibliotecas, a função da Classificação Decimal de Dewey (CDD) é:
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395Q914941 | Biblioteconomia, Formação e Desenvolvimento de Acervos e Coleções, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Lagoa de Itaenga PE, Instituto Darwin, 2023

É uma retirada temporária de alguns itens da coleção, ou seja, esses poderão ser guardados em um depósito ou em outro local específico até a decisão de sua recolocação no acervo.

Esta é a referência de:
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396Q914031 | Biblioteconomia, Conceitos Fundamentais, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Campos do Jordão SP, IPEFAE, 2023

Considerando-se a biblioteca escolar como um ambiente de descoberta, identifique abaixo, definições que contemplem as noções dos termos Pesquisa e Leitura, nesse contexto:
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397Q1090014 | Matemática, Análise Combinatória em Matemática, Auxiliar de Biblioteca, Colégio Pedro II, Instituto Acesso

Uma biblioteca utiliza um código alfanumérico (código formado por letras e números) para catalogar os livros. Esse código possui o seguinte formato: "X1X2Y1Y2Y3" em que X1 é uma letra do alfabeto, X2 é uma vogal e Y1, Y2 e Y3 são números decimais. Quantos livros podem ser catalogados com códigos que possuem X1=B e Y3=2?
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