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Questões de Concursos Auxiliar em Administração

Resolva questões de Auxiliar em Administração comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


41Q38958 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Auxiliar em Administração, IFSP, FUNDEP

Com relação a grupos ou equipes de trabalho, assinale a alternativa INCORRETA.
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42Q38906 | Português, Auxiliar em Administração, IFSP, FUNDEP

Texto associado.
Eu Sei, Mas Não Devia
                                                                        Clarice Lispector

Eu sei, mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. 
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo, porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. 
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz [...]. 
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “Hoje não posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar muito mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. 
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. 
A gente se acostuma à poluição. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. 
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente se senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre o sono atrasado. 
A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde de si mesma.
A autora expressa poeticamente a tendência que as pessoas têm em se acostumar com problemas, pressa e injustiças.

O sentimento que a autora rejeita é a
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43Q39088 | Segurança e Saúde no Trabalho, Auxiliar em Administração, IFB

A Segurança do Trabalho também atua na prevenção de incêndios. Um incêndio causado por líquidos inflamáveis, como gasolina, óleos ou solventes, é classificado na categoria ____.

Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna da frase acima.
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44Q38959 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Auxiliar em Administração, IFSP, FUNDEP

Analise as seguintes afirmativas sobre a folha de pagamento e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) O input da folha de pagamento do funcionário efetivo é o cartão de ponto onde são efetuados todos os registros de entrada e saída do trabalho.
( ) A folha de pagamento é um processo contábil de entrada e saída, de crédito e débito, em que, por um lado, entra a remuneração do funcionário (salário + horas extras, adicionais, bônus, gratificações etc.) e, por outro lado, os descontos (INSS, IR etc.) e os descontos eventuais como vale-refeição, vales (adiantamentos de salários, faltas e atrasos).
( ) A confecção de folhas de pagamento não pode ser uma atividade terceirizada.
( ) A folha de pagamento normalmente não segue um cronograma com data fixada pela legislação ou pela Convenção Coletiva de Trabalho, em conformidade com a negociação de cada categoria.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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45Q34974 | Informática, Auxiliar em Administração, IFAC, MS CONCURSOS

Qual das alternativas refere-se ao local padrão do Windows 7, onde são gerenciados documentos, músicas, imagens e outros arquivos?
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46Q38913 | Português, Auxiliar em Administração, IFSP, FUNDEP

Texto associado.
Eu Sei, Mas Não Devia
                                                                        Clarice Lispector

Eu sei, mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. 
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo, porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. 
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz [...]. 
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “Hoje não posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar muito mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. 
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. 
A gente se acostuma à poluição. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. 
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente se senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre o sono atrasado. 
A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde de si mesma.
Assinale a alternativa em que TODAS AS PALAVRAS apresentam sufixo de valor diminutivo.
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47Q39074 | Administração Geral, Auxiliar em Administração, IFB

Há três níveis distintos de planejamento, que são elaborados de formas diferentes, para cada nível organizacional.
Associe a coluna da direita com a da esquerda, de acordo com as características de cada tipo de planejamento utilizado nos níveis organizacionais:

I) Planejamento Estratégico
II) Planejamento Tático
III) Planejamento Operacional

( ) É projetado para o longo prazo.
( ) É voltado para a eficiência: na execução das tarefas ou atividades.
( ) É voltado para a coordenação e a integração das atividades internas da organização.
( ) Envolve cada tarefa ou atividade isoladamente: preocupa-se com o alcance de metas específicas.
( ) É projetado para o médio prazo.
( ) Envolve a empresa como um todo e abrange todos os seus recursos e áreas de atividades.

Assinale a alternativa que contém a ordem CORRETA de associação de cima para baixo.
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48Q34958 | Português, Auxiliar em Administração, IFAC, MS CONCURSOS

Considere o enunciado: Experimente e saboreie a nova sopa! É concentrada e mais nutritiva.
Em relação à frase, está correto o que se afirma em:
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49Q39060 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Auxiliar em Administração, IFB

A ______________ e a ______________ são aspectos que podem ser transferidos a outras pessoas para realizar atividades específicas. Sua delegação à pessoa que as recebe representa uma declaração de confiança da chefia imediata, devendo ficar explícito que o subordinado passa a ter condições de cumprir as determinações de seu superior hierárquico.

Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas do parágrafo acima, respectivamente.
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50Q34953 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar em Administração, IFAC, MS CONCURSOS

Texto associado.
Quando a comida sai do Lixo  

A culinária do Lixo 
Cerca de três mil pessoas do Distrito Federal alimentam-se do que é jogado fora nos contêineres dos supermercados e nas lixeiras das casas. Quem revira os restos sente vergonha da atividade e se diz cansado de pedir comida.  

1 Faltam 15 minutos para as quatro da tarde e só agora será servido o almoço na casa da pernambucana Maria Zélia da Silva, 44 anos. Faz silencio local. O único barulho que se ouve é o choro de Luciano Alves, 7 anos. Caçula de seis irmãos, a criança chora porque não aguenta mais esperar pela refeição.
4 As panelas acabaram de sair do fogão e a comida está quente. Na mesa, há carne cozida, feijão e arroz. Salada de repolho, cenoura e couve-flor, além de frutas, como manga, mamão e banana. Como sobremesa será servido iogurte de morango. O cardápio seria saudável, se não fosse um porém: os ingredientes servidos na casa de Zélia não foram comprados na feira nem no supermercado. Saíram todos de três contêineres de lixo, do Guará e do Cruzeiro.
9 No Distrito Federal, pelo menos três mil pessoas comem alimentos do lixo. O levantamento é do engenheiro florestal Benicio de Melo Filho. Ele defendeu uma tese de mestrado na Universidade De Brasília (UnB), no ano passado, sobre o valor econômico e social daquilo que se joga fora. Benicio não direcionou seu trabalho para a questão dos alimentos, mas ressalta que as pessoas que vivem do lixo se alimentam na mesma fonte. “Os catadores levam todo o tipo de comida para casa. Carne, queijo, refrigerante, frutas e legumes. Nada é desperdiçado”, descreve em seu trabalho.
15 Maria Zélia veio do Município de Petrolândia (PE) para o DF no ano passado com toda a família. Buscava emprego. Não conseguiu vaga nem de diarista em casa de família e optou por sair pelas ruas remexendo lixo. “A gente cata papelão para vender. Mas não tem como sobreviver disso. Para meus filhos não passarem fome, comecei a pegar alimentos do lixo”, conta. De cabeça baixa, Zélia assume que sente vergonha de revirar o lixo em busca de comida. “Na minha terra, pobre não faz isso. Já pensou se meus parentes lá de Pernambuco ficam sabendo que eu vim para Brasília comer lixo? ”[...]                                               

        (CAMPBELL, Ullisses. CorreioWeb, Correio Braziliense, 24 de fevereiro de 2002/http://www.correioweb.com.br)
Observe a ocorrência de couve-flor (2º parágrafo, 5ª linha), considerando que são dois substantivos, sua flexão para o plural será couves-flores. Sendo assim, assinale qual dos termos abaixo forma plural pela mesma regra gramatical. 
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51Q39087 | Segurança e Saúde no Trabalho, Auxiliar em Administração, IFB

Com relação à Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), marque (V) para as afirmativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.

( ) A QVT envolve somente os aspectos intrínsecos do cargo, como remuneração justa.
( ) A QVT afeta atitudes pessoais e comportamentos importantes para a produtividade, como criatividade e vontade de inovar.
( ) Não é necessário realizar levantamento de riscos à saúde dos funcionários para implantar um programa de bem-estar na organização.
( ) Um dos principais determinantes da QVT é a preocupação assistencial com os funcionários.
( ) A QVT representa o grau em que os membros da organização são capazes de satisfazer suas necessidades pessoais através da sua atividade na organização.
( ) Um dos meios de aumentar a satisfação no trabalho é medir a frequência dos ruídos acima de 85 decibéis.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de cima para baixo.
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52Q38919 | Informática, Auxiliar em Administração, IFSP, FUNDEP

O ______________é o aplicativo do Windows que permite ao usuário enxergar a organização do disco, criar pastas, apagar pastas e arquivos entre outros.

Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna.
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53Q53772 | Português, Auxiliar em Administração, UFAC, MS CONCURSOS

Na palavra “anoitecer”, temos três partes com significados próprios, chamados de elementos mórficos ou morfemas: “a”, “noite” e “cer”. Assinale a alternativa em que todos os elementos separados constituem partes significativas da palavra “imoralidades”:
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54Q39138 | Administração Geral, Auxiliar em Administração, IFRS

Os temas de administração são fundamentais para toda a empresa: o que entendemos por administração, como organizamos uma empresa para que seja eficiente e eficaz, entre outros. A respeito de temas ligados à administração, avalie os itens a seguir e assinale com V para VERDADEIRO ou F para FALSO as afirmativas abaixo. 

( ) Eficiência é a realização de um trabalho com o mínimo de esforço, custo ou desperdício.
( ) Eficácia significa a realização de tarefas que ajudam a cumprir os objetivos organizacionais.
( ) Os líderes de equipes são responsáveis por facilitar as atividades de uma equipe, visando o cumprimento de uma meta.
( ) A centralização do poder decisório numa empresa permite aos colaboradores que se encontram mais próximos dos problemas, da produção e dos clientes, tomar decisões em tempo real.
( ) Administração pode ser entendida como a realização de um trabalho por meio de outras pessoas.

A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses de cima para baixo, é:
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55Q38912 | Português, Auxiliar em Administração, IFSP, FUNDEP

Texto associado.
Eu Sei, Mas Não Devia
                                                                        Clarice Lispector

Eu sei, mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. 
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo, porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. 
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz [...]. 
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “Hoje não posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar muito mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. 
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. 
A gente se acostuma à poluição. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. 
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente se senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre o sono atrasado. 
A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde de si mesma.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão com as sílabas separadas CORRETAMENTE.
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56Q39131 | Redação Oficial, Auxiliar em Administração, IFRS

O Edital é um instrumento de comunicação utilizado pela Administração Pública. Assinale a alternativa que NÃO diz respeito a um Edital:
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57Q39135 | Administração Geral, Auxiliar em Administração, IFRS

Assinale a alternativa que apresenta as palavras que preenchem CORRETAMENTE as lacunas, na ordem em que aparecem na frase abaixo. 

Dentre os pecados do atendimento ao usuário de um serviço estão ____________, ____________ e ______________.
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58Q38904 | Português, Auxiliar em Administração, IFSP, FUNDEP

Texto associado.
Eu Sei, Mas Não Devia
                                                                        Clarice Lispector

Eu sei, mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. 
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo, porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. 
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz [...]. 
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “Hoje não posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar muito mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. 
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. 
A gente se acostuma à poluição. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. 
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente se senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre o sono atrasado. 
A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde de si mesma.
“A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta e que, de tanto se acostumar, se perde de si mesma.”

De acordo com o exposto acima, NÃO podemos afirmar que
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59Q53152 | Matemática, Auxiliar em Administração, UFPB, IDECAN

Alice comprou um notebook pagando uma entrada de R$ 560,00 e dividiu o restante em 12 vezes de R$ 96,80. O valor que Alice irá pagar neste notebook está compreendido entre: 
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60Q34988 | Redação Oficial, Auxiliar em Administração, IFAC, MS CONCURSOS

Ao redigir um texto oficial, é preciso estar atento a concisão e clareza nas informações. Diante disso, leia as afirmações e escreva V para verdadeira e F para falsa.

( ) Conciso é o texto que consegue transmitir um máximo de informações com um mínimo de palavras.
(   ) A clareza deve ser a qualidade básica de todo texto oficial.
(  ) A pessoalidade evita a duplicidade de interpretações que poderia decorrer de um tratamento personalista dado ao texto.
( ) A formalidade e a padronização possibilitam a prescindível uniformidade dos textos.

Marque a alternativa correta:
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