Há alguns anos, num condomínio recém-construído da
zona leste de São Paulo, com apartamentos no valor
de até R$ 1,3 milhão, os moradores foram surpreendidos, logo após a mudança, ao encontrar ninhos de
ratos-de-telhado (Rattus rattus) em suas varandas
gourmet. “Descobrimos que a construtora havia cometido
vários erros”, conta o síndico Marcos Burti. A infestação
só foi resolvida com a contratação de uma empresa de
manejo de pragas.
(www.saopaulo.sp.leg.br. Adaptado)
Os ratos-de-telhado fazem parte da fauna sinantrópica,
ou seja, animais que estão adaptados ao ambiente urbano e à proximidade com os seres humanos.
Considerando que todas as medidas de desratização
foram tomadas, os moradores foram instruídos a promover o chamado manejo integrado de pragas, que
envolve tomar medidas preventivas de antirratização.
Dessa forma, uma dessas medidas consideradas seguras e que podem ser adotadas pelos moradores do
condomínio seria
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