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Questões de Concursos Bibliotecário

Resolva questões de Bibliotecário comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


101Q602882 | Biblioteconomia, Indexação conceito, Bibliotecário, Prefeitura de Ipojuca PE, CESPE CEBRASPE

A indexação é o processo de elaboração de índices que pode ser realizada com o uso de linguagens documentárias ou empregando-se a linguagem natural. Julgue os itens seguintes acerca desse assunto.

Segundo os princípios que orientam o estabelecimento de relações conceituais entre os termos que compõem um tesauro, é correto estabelecer uma relação associativa e não uma relação hierárquica entre os termos botânica e planta.

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102Q11823 | Biblioteconomia, Bibliotecário, Prefeitura de Florianópolis SC, FGV

Na implantação de um serviço de referência virtual, os aspectos técnicos que requerem a criação de uma seção específica do serviço no sítio da instituição, com a construção de páginas HTML ou XML e vínculos de hipertexto, dizem respeito à(ao):
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103Q601961 | Biblioteconomia, Ferramentas e estratégias de busca, Bibliotecário, Companhia Energética do Rio Grande do Sul RS, CESPE CEBRASPE

Acerca de ferramentas de busca, julgue os itens a seguir. Em uma aplicação em que a lógica de termos ponderados constitua a principal lógica de busca, os perfis de buscas são formulados por meio de uma lista dos termos de busca, a cada uma das quais se atribuirá um peso, que reflete a importância do termo para o assunto sobre o qual se está fazendo a busca.
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104Q605696 | Biblioteconomia, Recursos e serviços de informação, Bibliotecário, CONAB, FJPF

Como sistema de classificação, a Classificação Decimal Universal (CDU) originou-se da:

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105Q35136 | Português, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

Texto associado.
    São os meios de comunicação, em especial a televisão, que divulgam, em escala mundial, informações (fragmentadas) hoje tomadas como conhecimento, construindo, desse modo, o mundo que conhecemos. Trata-se, na verdade, de processo metonímico – a parte escolhida para ser divulgada, para ser conhecida, vale pelo todo. É como se “o mundo todo” fosse constituído apenas por aqueles fatos/notícias que chegam até nós.
    Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade.
    O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes.
    Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”.
    Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê.
    O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade.
    A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade.
    É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...]

BACCEGA. Maria Aparecida. In: A TV aos 50 – Criticando a televisão brasileira no seu cinquentenário. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
Observando as construções: a) “Todos temos observado” (§ 2), e b) “todas interajam” (§ 3), é possível afirmar, acerca da concordância verbal, que:
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106Q605442 | Biblioteconomia, Estudo de Usuários, Bibliotecário, Prefeitura de Ipojuca PE, CESPE CEBRASPE

Julgue os itens subsequentes acerca do método de entrevista utilizado nos estudos de usuários.

As instruções para a elaboração de um roteiro de entrevista indicam que ele, necessariamente, deve ser testado antes da aplicação e, quando a entrevista for do tipo aberta, deve permitir a escolha de uma resposta em relação a outras.

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107Q35161 | Biblioteconomia, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

A Classificação Decimal de Dewey (CDD) que divide o conhecimento humano em dez classes é o sistema de classificação mais utilizado em todo mundo. Relacione as notações apresentadas na coluna I com as classes descritas na coluna II.

Coluna I
1. 090
2. 330
3. 981
4. 869

Coluna II
( ) história do Brasil
( ) economia
( ) literatura portuguesa
( ) livros raros

A sequência correta é:
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108Q11820 | Biblioteconomia, Bibliotecário, Prefeitura de Florianópolis SC, FGV

As fontes, categorizadas segundo o seu conteúdo e propósitos, são identificadas como:
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109Q607747 | Biblioteconomia, Catalogação catalogação descritiva, Bibliotecário, Prefeitura de Maceió AL, COPEVE UFAL

Assinale a alternativa correta, segundo o AACR2 (2002), sobre a descrição da data de publicação de uma obra.
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110Q11858 | Português, Bibliotecário, Prefeitura de Florianópolis SC, FGV

Texto associado.
TEXTO 3 – A FAMÍLIA MUDOU
Teresinha Saraiva

Nasci e vivi minha infância numa família constituída por três gerações, vivendo sob o mesmo teto, harmoniosa e amorosamente: meus avós, meus pais, meus tios casados, minhas tias solteiras e nós, os oito netos. Éramos 20 pessoas. Os homens trabalhavam e as mulheres dedicavam-se à gerência da casa e à educação das crianças. Na minha família só havia, inicialmente, uma mulher que trabalhava fora, minha mãe, que era professora. Muitos anos depois, três de minhas tias solteiras foram trabalhar fora.

Lembro-me até hoje, embora muitas décadas tenham se passado, da enorme sala de jantar, com uma grande mesa retangular onde se sentavam 12 adultos, para as refeições e para as prolongadas conversas, e uma mesa oval, onde se sentavam as oito crianças e adolescentes – os netos.

Vivi uma infância tranquila numa família nuclear unida. Minha adolescência e juventude já foi passada numa família constituída por meus pais, ambos trabalhando e contribuindo para o sustento da família, meu irmão e eu. Todos os domingos nos reuníamos à família inicial, na enorme casa da Rua do Bispo, hoje integrando o espaço físico ocupado pela Universidade Estácio de Sá, em inesquecíveis almoços e ceias.

A família brasileira mudou.
A autora do texto 3 fala de três gerações em vida harmoniosa; essas três gerações são exemplificadas no texto por:
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111Q11825 | Biblioteconomia, Bibliotecário, Prefeitura de Florianópolis SC, FGV

Na prática do serviço de referência, segundo o modelo de Taylor (1962), o nível de necessidade de informação em que o usuário consegue apresentar uma hipótese, mas não sabe como encontrar uma resposta, é o:
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112Q35172 | Biblioteconomia, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

Em uma base de dados sobre o meio ambiente, na estratégia de busca para recuperar documentos que tratem de poluentes químicos e rios, mas não fertilizantes, a operação booleana a ser empregada é:
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113Q821465 | Legislação Federal, Lei 8027 1990, Bibliotecário, MAPA, CONSULPLAN

O art. 8º da Lei nº 8.027/90 dispõe que “pelo exercício irregular de suas atribuições o servidor público civil responde civil, penal e administrativamente, podendo as cominações civis, penais e disciplinares cumularem?se, sendo umas e outras independentes entre si, bem assim as instâncias civil, penal e administrativa”. Sobre o tema, assinale a afirmativa INCORRETA.
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114Q27877 | Raciocínio Lógico, Bibliotecário, Câmara de São Miguel do Oeste SC

Uma sequência lógica representa um encadeamento de símbolos, sons, sinais que se repetem ou que seguem um mesmo raciocínio que pode ser no sentido crescente, decrescente ou representa uma unidade representativa.

Nesse caso, qual das sequências representa essa definição apresentada na questão?
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115Q35155 | Informática, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

Uma característica associada ao modelo de correio eletrônico denominada Webmail é que ele é um tipo de e-mail que opera:
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116Q602496 | Biblioteconomia, Bibliotecário, BNDES, VUNESP

O diagnóstico organizacional consiste

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117Q335885 | Matemática, Geometria, Bibliotecário, Conselho Federal de Medicina, IADES, 2018

Uma caixa d’água, na forma de um paralelepípedo retângulo cujas medidas são 0,120 dam de comprimento, 90 cm de largura e 1,35 m de altura, está com um terço da respectiva capacidade com água. O volume d’água, em metros cúbicos, que falta para deixar o reservatório completamente cheio é de
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118Q34356 | Biblioteconomia, Bibliotecário, EBAL, CEFET BA

Em biblioteconomia,
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119Q35135 | Português, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

Texto associado.
    São os meios de comunicação, em especial a televisão, que divulgam, em escala mundial, informações (fragmentadas) hoje tomadas como conhecimento, construindo, desse modo, o mundo que conhecemos. Trata-se, na verdade, de processo metonímico – a parte escolhida para ser divulgada, para ser conhecida, vale pelo todo. É como se “o mundo todo” fosse constituído apenas por aqueles fatos/notícias que chegam até nós.
    Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade.
    O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes.
    Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”.
    Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê.
    O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade.
    A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade.
    É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...]

BACCEGA. Maria Aparecida. In: A TV aos 50 – Criticando a televisão brasileira no seu cinquentenário. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
Pode-se, no texto, sem prejuízo da concordância, substituir a forma verbal em destaque pela forma que se propõe em:
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120Q171351 | Biblioteconomia, Classificação, Bibliotecário, DPU, CESPE CEBRASPE

     A literatura da área jurídica apresenta características diferenciadas pelo alto nível de detalhamento dos temas e por sua constante atualização, o que torna a representação dos assuntos dos documentos nela contidos um desafio para os profissionais da informação, de forma a facilitar a localização das obras por parte dos usuários.

Tendo como referência o texto apresentado, julgue o item a seguir, acerca de indexação.

Na atual classificação decimal de direito (CDDir), o direito do trabalho foi transferido para a categoria de direito privado, utilizando-se o número 342.6. O número 341.6 foi utilizado para o direito previdenciário.
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