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Questões de Concursos Bibliotecário

Resolva questões de Bibliotecário comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


121Q35167 | Biblioteconomia, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

As obras de referência são publicações de consulta rápida e apresentam características próprias de arranjo interno do seu conteúdo. A obra que explica o significado de vocábulos pouco comuns, bem como termos técnicos e científicos, denomina-se:
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122Q34347 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Bibliotecário, EBAL, CEFET BA

Um país degradado, onde cerca de um quarto de seus habitantes depende da ajuda humanitária para sobreviver, deu lugar a ações criminosas, a partir dos quais piratas atacam navios no Oceano Índico.

Essa é uma afirmativa que se aplica
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123Q35142 | Português, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

Texto associado.
    São os meios de comunicação, em especial a televisão, que divulgam, em escala mundial, informações (fragmentadas) hoje tomadas como conhecimento, construindo, desse modo, o mundo que conhecemos. Trata-se, na verdade, de processo metonímico – a parte escolhida para ser divulgada, para ser conhecida, vale pelo todo. É como se “o mundo todo” fosse constituído apenas por aqueles fatos/notícias que chegam até nós.
    Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade.
    O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes.
    Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”.
    Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê.
    O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade.
    A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade.
    É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...]

BACCEGA. Maria Aparecida. In: A TV aos 50 – Criticando a televisão brasileira no seu cinquentenário. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
O verbo que se flexiona em todos os tempos e modos como aquele que se destaca em: “... é um processo que PREVÊ a condição de reelaborar o que vem como um ‘dado’... (§ 3) é:
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124Q710926 | Biblioteconomia, Bibliotecário, Prefeitura de Uberlândia MG, FUNDEP, 2019

Tammaro e Salarelli, no livro A biblioteca digital (2008), afirmam que os metadados exercem função essencial no acesso à biblioteca digital, entendida essa função como integração funcional de fases, atualmente caracterizadas como
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125Q723727 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Organismos Internacionais, Bibliotecário, CPRH PE, FCC

Estabelecido em 1964, o UNCTAD é um organismo internacional ligado à ONU que visa promover o desenvolvimento amigável e a integração dos países em desenvolvimento à economia mundial. O significado da sigla é United Nations

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126Q11829 | Biblioteconomia, Bibliotecário, Prefeitura de Florianópolis SC, FGV

Segundo o AACR2R, quando um item não apresenta data de publicação ou de copirraite, a data de impressão deve ser indicada como:
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127Q606293 | Biblioteconomia, Ferramentas e estratégias de busca, Bibliotecário, Companhia Energética do Rio Grande do Sul RS, CESPE CEBRASPE

Acerca de ferramentas de busca, julgue os itens a seguir. As metodologias de sistemas de informação são ferramentas de auxílio na modelagem e no desenvolvimento de projetos de sistemas informatizados que atendam aos requisitos dos usuários da informação.
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128Q814092 | Legislação Federal, Lei 9610 1998, Bibliotecário, Prefeitura de Valença RJ, FUNCAB

De acordo com a Lei de Direitos Autorais nº 9.610/98, no que diz respeito à edição, é correto afirmar:
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129Q27896 | Biblioteconomia, Bibliotecário, Câmara de São Miguel do Oeste SC

Padrão de metadados que é composto por 15 elementos, planejado para facilitar a descrição de recursos eletrônicos:
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130Q605698 | Biblioteconomia, Classificação decimal universal estrutura, Bibliotecário, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, CESPE CEBRASPE

Considerando a estrutura e os princípios da Classificação Decimal universal (CDU), julgue os itens subseqüentes.

A CDU é uma classificação enumerativa, mas possui também características de uma classificação facetada.

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131Q609326 | Biblioteconomia, Fontes de informação tipos, Bibliotecário, AGU, IDECAN, 2018

As fontes de informação são usualmente categorizadas como primárias, secundárias ou terciárias. São exemplos de fontes secundárias
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132Q11854 | Português, Bibliotecário, Prefeitura de Florianópolis SC, FGV

Texto associado.
TEXTO 2 - O perfil da família brasileira mudou. Em maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a união estável entre pessoas do mesmo sexo, possibilitando que casais homossexuais - agora reconhecidos como entidade familiar - passem a ter direitos. Segundo o Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos 190 milhões de brasileiros, 60.002 (0,03%) são pessoas do mesmo sexo que vivem juntas - um contingente sem dúvida muito pequeno. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada em 2009, revela que, dos 62 milhões de arranjos familiares brasileiros, os principais grupos são: o modelo clássico de família com casal heterossexual e filhos, com 47% do total; famílias lideradas por um só cônjuge (as mães, em 88% dos casos), com 19%; e casais sem filhos, com 17%. As mutações da família indicam que, independentemente dos modelos, toda forma de amar vale a pena (Planeta, setembro de 2011).
“Em maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a união estável entre pessoas do mesmo sexo”; esse segmento do texto 2 sofreu modificações de sentido na seguinte forma de reescritura:
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133Q45919 | Biblioteconomia, Bibliotecário, IPEA, CESPE CEBRASPE

A Classificação Decimal de Dewey (CDD), como uma linguagem documentária, deve tornar possível a comunicação usuário-sistema. 

Julgue os itens seguintes, com relação à CDD.

Ao buscar uma maior especificidade de um assunto ou conteúdo, é mais viável utilizar outra linguagem documentária, relativa ao domínio em questão e não a CDD, porque ela não permite a combinação de assuntos complexos.
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134Q609037 | Biblioteconomia, Classificação Decimal de Dewey, Bibliotecário, UEC CE, FUNECE

Atente ao seguinte enunciado: ?São tipos de linguagem documentária, quando permitem agrupar documentos segundo o seu conteúdo, visando ao armazenamento e à recuperação da informação?.

O enunciado acima se refere a sistemas de

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135Q34338 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Política, Bibliotecário, EBAL, CEFET BA

O governo de Manoel Zelaya foi derrubado por golpe militar, em junho de 2009, e o presidente do Congresso, Roberto Micheletti, foi nomeado presidente interino. Houve protestos contra os militares e a suspensão das liberdades civis, além da condenação ao golpe pela comunidade internacional.

O texto se refere a um acontecimento recente, ocorrido
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136Q35129 | Português, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

Texto associado.
    São os meios de comunicação, em especial a televisão, que divulgam, em escala mundial, informações (fragmentadas) hoje tomadas como conhecimento, construindo, desse modo, o mundo que conhecemos. Trata-se, na verdade, de processo metonímico – a parte escolhida para ser divulgada, para ser conhecida, vale pelo todo. É como se “o mundo todo” fosse constituído apenas por aqueles fatos/notícias que chegam até nós.
    Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade.
    O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes.
    Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”.
    Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê.
    O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade.
    A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade.
    É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...]

BACCEGA. Maria Aparecida. In: A TV aos 50 – Criticando a televisão brasileira no seu cinquentenário. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
Preserva-se o sentido de: “... o que está acontecendo em cada uma delas é RESULTADO da dinâmica que faz com que todas interajam...” (§ 3) com a substituição do nome em destaque pela seguinte metáfora:
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137Q11852 | Português, Bibliotecário, Prefeitura de Florianópolis SC, FGV

Texto associado.
TEXTO 1 – DIREITO AFETIVO

João Paulo Lins e Silva, O Globo, 09/10/2014

Acompanhamos recentemente notícias na imprensa sobre registros de nascimento de menores com a inclusão de duas mães e um pai. Três atos distintos ocorreram; um em Minas Gerais e dois no Rio Grande do Sul. Por maior semelhança, carregam os registros características peculiares, mas que trazem e antecipam uma forte tendência, com a visão da família multiparental, ou seja, a capacidade de uma pessoa possuir, simultaneamente, mais de um pai ou de uma mãe em seu registro de nascimento. O que poderia soar absurdo ou, no mínimo, estranho antigamente, a evolução do formato da família brasileira força a necessidade de uma adequação de nossa legislação notarial.
“O que poderia soar absurdo ou, no mínimo, estranho antigamente, a evolução do formato da família brasileira força a necessidade de uma adequação de nossa legislação notarial”.

Uma melhor redação para esse período do texto 1 é:
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138Q607965 | Biblioteconomia, Bibliotecário, IF PE, IFPE

No continuum entre biblioteca tradicional e biblioteca digital, são usadas tanto fontes de informação eletrônicas quanto em papel. O enunciado acima refere-se à denominada
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139Q11842 | Legislação Municipal, Bibliotecário, Prefeitura de Florianópolis SC, FGV

Marcelo, servidor público municipal de Florianópolis, ocupante de cargo efetivo, foi demitido, após processo administrativo disciplinar. Insatisfeito com a decisão administrativa, Marcelo ajuizou a ação cabível e obteve sentença judicial que, declarando a invalidade de sua demissão, determinou seu retorno ao serviço público municipal. Trata-se da seguinte forma de provimento de cargo público:
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140Q11851 | Português, Bibliotecário, Prefeitura de Florianópolis SC, FGV

Texto associado.
TEXTO 1 – DIREITO AFETIVO

João Paulo Lins e Silva, O Globo, 09/10/2014

Acompanhamos recentemente notícias na imprensa sobre registros de nascimento de menores com a inclusão de duas mães e um pai. Três atos distintos ocorreram; um em Minas Gerais e dois no Rio Grande do Sul. Por maior semelhança, carregam os registros características peculiares, mas que trazem e antecipam uma forte tendência, com a visão da família multiparental, ou seja, a capacidade de uma pessoa possuir, simultaneamente, mais de um pai ou de uma mãe em seu registro de nascimento. O que poderia soar absurdo ou, no mínimo, estranho antigamente, a evolução do formato da família brasileira força a necessidade de uma adequação de nossa legislação notarial.
“...a visão da família multiparental, ou seja, a capacidade de uma pessoa possuir, simultaneamente, mais de um pai ou de uma mãe em seu registro de nascimento”.

A presença da expressão “ou seja” nesse segmento do texto 1 mostra uma marca do texto jornalístico, que é:
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