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Questões de Concursos Bibliotecário

Resolva questões de Bibliotecário comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


321Q169615 | Biblioteconomia, Bibliotecário, CADE, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

No que se refere à formação e ao desenvolvimento de coleções, julgue os itens a seguir.

Desiderata consiste em uma lista de livros e de outros tipos de documentos de que a biblioteca pleiteia a aquisição.

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322Q602669 | Biblioteconomia, Metodologia da pesquisa científica e Pesquisa bibliográfica, Bibliotecário, Companhia Energética do Rio Grande do Sul RS, CESPE CEBRASPE

Com relação à catalogação, julgue os itens subseqüentes. A descrição bibliográfica é, ao mesmo tempo, uma operação — referência bibliográfica — e um produto — catalogação.
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323Q45939 | Biblioteconomia, Bibliotecário, IPEA, CESPE CEBRASPE

As linguagens documentárias são utilizadas para representar o conteúdo dos documentos e para a recuperação da informação.

Julgue os itens seguintes, acerca dessas linguagens.

Uma linguagem documentária representa um ponto de vista particular sobre a realidade, caracterizado pelas necessidades dos usuários, pelas características de determinado sistema de informação e pela estrutura conceitual da(s) área(s) do conhecimento coberta(s) por essa linguagem.
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324Q608514 | Biblioteconomia, Bibliotecário, Prefeitura de Florianópolis SC, FGV

As fontes, categorizadas segundo o seu conteúdo e propósitos, são identificadas como:
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325Q171852 | Português, Bibliotecário, MAPA, CONSULPLAN

Texto associado.

Texto para responder às questões de 01 a 09.

As verdades da razão

Raciocinar não é algo que aprendemos na solidão, mas algo que inventamos ao nos comunicar e nos confrontar com os semelhantes: toda razão é fundamentalmente conversação. "Conversar" não é o mesmo que ouvir sermões ou atender a vozes de comando. Só se conversa – sobretudo só se discute – entre iguais. Por isso o hábito filosófico de raciocinar nasce na Grécia, junto com as instituições políticas da democracia. Ninguém pode discutir com Assurbanipal ou com Nero, e ninguém pode conversar abertamente em uma sociedade em que existem castas sociais inamovíveis.

[...] Afinal de contas, a disposição a filosofar consiste em decidir-se a tratar os outros como se também fossem filósofos: oferecendo-lhes razões, ouvindo as deles e construindo a verdade, sempre em dúvida, a partir do encontro entre umas e outras.

[...] Oferecemos nossa opinião aos outros para que a debatam e por sua vez a aceitem ou refutem, não simplesmente para que saibam "onde estamos e quem somos". E é claro que nem todas as opiniões são igualmente válidas: valem mais as que têm melhores argumentos a seu favor e as que melhor resistem à prova de fogo do debate com as objeções que lhe sejam colocadas.

[...] A razão não está situada como um árbitro semidivino acima de nós para resolver nossas disputas; ela funciona dentro de nós e entre nós. Não só temos que ser capazes de exercer a razão em nossas argumentações como também – e isso é muito importante e, talvez, mais difícil ainda – devemos desenvolver a capacidade de ser convencidos pelas melhores razões, venham de quem vierem. [...] A partir da perspectiva racionalista, a verdade buscada é sempre resultado, não ponto de partida: e essa busca incluía conversação entre iguais, a polêmica, o debate, a controvérsia. Não

como afirmação da própria subjetividade, mas como caminho para alcançar uma verdade objetiva através das múltiplas subjetividades. (Fernando Savater. "As verdades da razão". In: As perguntas da vida. São Paulo: Martins Fontes, 2001.)

"A razão não está situada como um árbitro semidivino acima de nós para resolver nossas disputas; ela funciona dentro de nós e entre nós." (3º§).

Nessa frase, o autor utiliza a ________________ de uma ________________ entre dois elementos distintos: ________________ e ________________ para tornar mais clara a ideia sobre ________________. Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

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326Q703747 | Português, Interpretação de Textos, Bibliotecário, UNICAMP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Página infeliz 
        O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim.
        Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. 
        Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. 
        O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. 
        Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. 
        O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. 
        Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. 
        “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. 
        “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?” 
        Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. 
        Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. 
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado) 
A expressão “paradoxo assustador”, apontado no texto, associa-se:
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327Q171851 | Português, Bibliotecário, TCE PI, FCC

Texto associado.
                                                        Fundas canções

        “Existirmos, a que será que se destina?" - pergunta um verso de Caetano Veloso em sua bela canção “Cajuína", nascida numa visita a amigo em Teresina. Que faz numa canção popular essa pergunta fundamental sobre o propósito mesmo da vida humana? - perguntarão aqueles que preferem separar bem as coisas, julgando que somente os gêneros “sérios" podem querer dar conta das questões “sérias". O preconceito está em não admitir que haja inteligência - e das fulgurantes, como a de Caetano Veloso - entre artistas populares. O fato é que a pergunta dessa canção, tão sintética e pungente, incide sobre o primeiro dos nossos enigmas: o da finalidade da nossa existência.

        Não seria difícil encontrarmos em nosso cancioneiro exemplos outros de pontos de reflexão essencial sobre nossa condição no mundo. Em “A vida é um moinho", de Cartola, ou em “Esses moços", de Lupicínio Rodrigues, ou ainda em “Juízo final", de Nelson Cavaquinho, há agudos lampejos reflexivos, nascidos de experiências curtidas e assimiladas. Não se trata de “sabedoria popular": é sabedoria mesmo, sem adjetivo, filtrada por espíritos sensíveis que encontraram na canção os meios para decantar a maturidade de suas emoções. Até mesmo numa marchinha de carnaval, como “A jardineira", do Braguinha, perguntamos: “Ó jardineira, por que estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu?" - para saber que a tristeza dela vem da morte de uma camélia. Essa pequena tragédia, cantada enquanto se dança, mistura-se à alegria de todos e funde no canto da vida o advento natural da morte: “Foi a camélia que caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu..."

        Mesmo em nosso folclore, compositores anônimos alcançaram um tom elevado na dicção aparentemente ingênua de uma cantiga de roda. Enquanto se brinca, canta-se: “Menina, minha menina / Faz favor de entrar na roda / Cante um verso bem bonito / Diga adeus e vá-se embora". Não será essa uma expressão justa do sentido mesmo de nossa vida: entrar na roda, dizer a que veio e ir-se embora? É o que cantam as alegres crianças de mãos dadas, muito antes de se preocuparem com a metafísica ou o destino da humanidade.


(BARROSO, Silvino, inédito)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
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328Q169432 | Português, Bibliotecário, TCE PI, FCC

Texto associado.

Instruções: Para responder às questões de números 1 a 8, considere o texto a seguir.

Fundas canções

"Existirmos, a que será que se destina?" ? pergunta um
verso de Caetano Veloso em sua bela canção "Cajuína", nascida
numa visita a amigo em Teresina. Que faz numa canção popular
essa pergunta fundamental sobre o propósito mesmo da
vida humana? ? perguntarão aqueles que preferem separar
bem as coisas, julgando que somente os gêneros "sérios" podem
querer dar conta das questões "sérias". O preconceito está
em não admitir que haja inteligência ? e das fulgurantes, como a
de Caetano Veloso ? entre artistas populares. O fato é que a
pergunta dessa canção, tão sintética e pungente, incide sobre o
primeiro dos nossos enigmas: o da finalidade da nossa existência.
Não seria difícil encontrarmos em nosso cancioneiro
exemplos outros de pontos de reflexão essencial sobre nossa
condição no mundo. Em "A vida é um moinho", de Cartola, ou
em "Esses moços", de Lupicínio Rodrigues, ou ainda em "Juízo
final", de Nelson Cavaquinho, há agudos lampejos reflexivos,
nascidos de experiências curtidas e assimiladas. Não se trata
de "sabedoria popular": é sabedoria mesmo, sem adjetivo, filtrada
por espíritos sensíveis que encontraram na canção os meios
para decantar a maturidade de suas emoções. Até mesmo
numa marchinha de carnaval, como "A jardineira", do
Braguinha, perguntamos: "Ó jardineira, por que estás tão triste?
Mas o que foi que te aconteceu?" ? para saber que a tristeza
dela vem da morte de uma camélia. Essa pequena tragédia,
cantada enquanto se dança, mistura-se à alegria de todos e funde
no canto da vida o advento natural da morte: "Foi a camélia
que caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu..."
Mesmo em nosso folclore, compositores anônimos alcançaram
um tom elevado na dicção aparentemente ingênua de
uma cantiga de roda. Enquanto se brinca, canta-se: "Menina,
minha menina / Faz favor de entrar na roda / Cante um verso
bem bonito / Diga adeus e vá-se embora". Não será essa uma
expressão justa do sentido mesmo de nossa vida: entrar na roda,
dizer a que veio e ir-se embora? É o que cantam as alegres
crianças de mãos dadas, muito antes de se preocuparem com a
metafísica ou o destino da humanidade.

(BARROSO, Silvino, inédito)

Transpondo-se para a voz ativa a frase Aquele compositor teria sido brindado pelas mais inspiradas musas, a forma verbal resultante será

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329Q607455 | Biblioteconomia, Serviço de referencia, Bibliotecário, CADE, CESPE CEBRASPE

Em relação aos serviços de referência, julgue os itens subsequentes. O processo de referência inicia-se no momento em que o usuário formula a sua consulta ao bibliotecário.
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330Q607234 | Biblioteconomia, Organização e administração de bibliotecas, Bibliotecário, TJ AC, CESPE CEBRASPE

No que se refere à organização e administração de bibliotecas, julgue os próximos itens.

A instalação de estantes deslizantes, como forma de armazenamento compacto, é recomendada para bibliotecas com limitação de espaço e fluxo intenso de usuários.

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331Q551625 | Informática, Arquivos, Bibliotecário, TJ RR, CESPE CEBRASPE

As extensões de nome de arquivo
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332Q171231 | Biblioteconomia, Bibliotecário, CEFET RJ, EXATUS

Segundo a norma NBR 6023, de agosto de 2002, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, as regras gerais de apresentação das referências são: I – os elementos essenciais da referência devem ser apresentados em sequência padronizada; os elementos complementares não precisam ser em sequência padronizada.
II – as referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto.
III – a pontuação segue padrões internacionais e deve ser uniforme em todas as referências.
IV – os casos omissos devem ser resolvidos utilizando–se o bom senso.
Analisando os itens acima, assinale a alternativa correta:

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333Q602122 | Biblioteconomia, Desenvolvimento de coleções, Bibliotecário, TJ RR, CESPE CEBRASPE

Assinale a opção correta quanto aos critérios utilizados para a seleção de documentos eletrônicos a serem considerados no desenvolvimento de coleções.

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334Q609034 | Biblioteconomia, Organização e tratamento da informação, Bibliotecário, Conselho Federal de Medicina, IADES, 2018

Considere que, na tabela de Cutter-Sanborn, “Andrade” corresponde ao número 553. Com base nessa informação, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, as notações de autor das obras de Carlos Drummond de Andrade: Confissões de Minas e Contos de Aprendiz (ambos pertencentes ao mesmo acervo de uma biblioteca).
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335Q170293 | Biblioteconomia, Biblioteca digital, Bibliotecário, DPU, CESPE CEBRASPE

A respeito das bibliotecas digitais, julgue o seguinte item.

O Handle System é um tipo de identificador persistente adotado em bibliotecas digitais.
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336Q606047 | Biblioteconomia, Ciência da Informação, Bibliotecário, Prefeitura de Paulista PE, UPE UPENET IAUPE

No final do século XIX, os problemas bibliográficos começaram a tornar-se complexos para os pesquisadores que não encontravam nas bibliotecas meios de acesso aperfeiçoados a documentos cada vez mais variados. Havia necessidade de uma nova tecnologia, de um novo conjunto de técnicas para organizar, analisar, descrever e resumir os documentos, fugindo das técnicas convencionais de organização e análise, não mais apenas de livros mas de qualquer tipo de documento. (LE COADIC, Yves-François. A ciência da informação. Brasília: Briquet de Lemos, 1996. Com adaptações). Com base no texto, assinale a alternativa que nomeia este novo conjunto de técnicas.

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337Q609187 | Biblioteconomia, Serviços de informação, Bibliotecário, Conselho Federal de Medicina, IADES, 2018

A respeito do estudo e do treinamento de usuários, do alerta e da disseminação da informação, assinale a alternativa correta.
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338Q602310 | Biblioteconomia, Avaliação de coleções, Bibliotecário, Prefeitura de Paulo Afonso BA, CONSULPLAN

São objetivos da Avaliação das Coleções, EXCETO:

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339Q432072 | Direito Constitucional, Ciência e Tecnologia, Bibliotecário, UFT, FCC

Os artigos 218 e 219 da Constituição Brasileira de 1988 estabelecem

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340Q45905 | Biblioteconomia, Bibliotecário, IPEA, CESPE CEBRASPE

Julgue os itens seguintes, acerca da atividade de uma biblioteca de fornecer informações sobre suas novas aquisições aos seus usuários.

Conhecer as necessidades de informação dos usuários e considerar os recursos humanos e financeiros que serão investidos são atribuições exclusivas do gerente da biblioteca, não podendo ser executada por um bibliotecário de referência.
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