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Questões de Concursos Bibliotecário

Resolva questões de Bibliotecário comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


401Q170369 | Português, Bibliotecário, TCE PI, FCC

Texto associado.
                                                        Fundas canções

        “Existirmos, a que será que se destina?" - pergunta um verso de Caetano Veloso em sua bela canção “Cajuína", nascida numa visita a amigo em Teresina. Que faz numa canção popular essa pergunta fundamental sobre o propósito mesmo da vida humana? - perguntarão aqueles que preferem separar bem as coisas, julgando que somente os gêneros “sérios" podem querer dar conta das questões “sérias". O preconceito está em não admitir que haja inteligência - e das fulgurantes, como a de Caetano Veloso - entre artistas populares. O fato é que a pergunta dessa canção, tão sintética e pungente, incide sobre o primeiro dos nossos enigmas: o da finalidade da nossa existência.

        Não seria difícil encontrarmos em nosso cancioneiro exemplos outros de pontos de reflexão essencial sobre nossa condição no mundo. Em “A vida é um moinho", de Cartola, ou em “Esses moços", de Lupicínio Rodrigues, ou ainda em “Juízo final", de Nelson Cavaquinho, há agudos lampejos reflexivos, nascidos de experiências curtidas e assimiladas. Não se trata de “sabedoria popular": é sabedoria mesmo, sem adjetivo, filtrada por espíritos sensíveis que encontraram na canção os meios para decantar a maturidade de suas emoções. Até mesmo numa marchinha de carnaval, como “A jardineira", do Braguinha, perguntamos: “Ó jardineira, por que estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu?" - para saber que a tristeza dela vem da morte de uma camélia. Essa pequena tragédia, cantada enquanto se dança, mistura-se à alegria de todos e funde no canto da vida o advento natural da morte: “Foi a camélia que caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu..."

        Mesmo em nosso folclore, compositores anônimos alcançaram um tom elevado na dicção aparentemente ingênua de uma cantiga de roda. Enquanto se brinca, canta-se: “Menina, minha menina / Faz favor de entrar na roda / Cante um verso bem bonito / Diga adeus e vá-se embora". Não será essa uma expressão justa do sentido mesmo de nossa vida: entrar na roda, dizer a que veio e ir-se embora? É o que cantam as alegres crianças de mãos dadas, muito antes de se preocuparem com a metafísica ou o destino da humanidade.


(BARROSO, Silvino, inédito)

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto.
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402Q169886 | Biblioteconomia, Biblioteca digital, Bibliotecário, DPU, CESPE CEBRASPE

A respeito das bibliotecas digitais, julgue o seguinte item.

Bibliotecas digitais são corretamente entendidas como extensão e aprimoramento dos sistemas de armazenamento e recuperação da informação.
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403Q607432 | Biblioteconomia, Bibliotecário, Prefeitura de Sertãozinho SP, VUNESP

Paul Otlet e Henri La Fontaine são os criadores da área denominada
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404Q170718 | Português, Bibliotecário, MAPA, CONSULPLAN

Texto associado.

Texto para responder às questões de 01 a 09.

As verdades da razão

Raciocinar não é algo que aprendemos na solidão, mas algo que inventamos ao nos comunicar e nos confrontar com os semelhantes: toda razão é fundamentalmente conversação. "Conversar" não é o mesmo que ouvir sermões ou atender a vozes de comando. Só se conversa – sobretudo só se discute – entre iguais. Por isso o hábito filosófico de raciocinar nasce na Grécia, junto com as instituições políticas da democracia. Ninguém pode discutir com Assurbanipal ou com Nero, e ninguém pode conversar abertamente em uma sociedade em que existem castas sociais inamovíveis.

[...] Afinal de contas, a disposição a filosofar consiste em decidir-se a tratar os outros como se também fossem filósofos: oferecendo-lhes razões, ouvindo as deles e construindo a verdade, sempre em dúvida, a partir do encontro entre umas e outras.

[...] Oferecemos nossa opinião aos outros para que a debatam e por sua vez a aceitem ou refutem, não simplesmente para que saibam "onde estamos e quem somos". E é claro que nem todas as opiniões são igualmente válidas: valem mais as que têm melhores argumentos a seu favor e as que melhor resistem à prova de fogo do debate com as objeções que lhe sejam colocadas.

[...] A razão não está situada como um árbitro semidivino acima de nós para resolver nossas disputas; ela funciona dentro de nós e entre nós. Não só temos que ser capazes de exercer a razão em nossas argumentações como também – e isso é muito importante e, talvez, mais difícil ainda – devemos desenvolver a capacidade de ser convencidos pelas melhores razões, venham de quem vierem. [...] A partir da perspectiva racionalista, a verdade buscada é sempre resultado, não ponto de partida: e essa busca incluía conversação entre iguais, a polêmica, o debate, a controvérsia. Não

como afirmação da própria subjetividade, mas como caminho para alcançar uma verdade objetiva através das múltiplas subjetividades. (Fernando Savater. "As verdades da razão". In: As perguntas da vida. São Paulo: Martins Fontes, 2001.)

De acordo com os recursos e a estruturação textual utilizados, é correto afirmar que o texto apresentado tem por objetivo principal

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405Q608520 | Biblioteconomia, Bibliotecário, Prefeitura de Araquari SC, IOBV

Quanto ao modo de armazenar documentos é correto afirmar que:
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406Q608274 | Biblioteconomia, Recursos e serviços de informação, Bibliotecário, Conselho Federal de Medicina, IADES, 2018

Para se avaliar a recuperação da informação em termos de revocação, deve-se adotar a seguinte medida:
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407Q605829 | Biblioteconomia, Ética profissional, Bibliotecário, CEFET RJ, CEFETBAHIA

Segundo o Código de Ética Profissional do Bibliotecário (Resolução CFB nº 42, de 11.01.2002), a alternativa que não é considerada como uma penalidade nas infrações cometidas pelo bibliotecário é:

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408Q700570 | Português, Morfologia, Bibliotecário, UNICAMP, VUNESP, 2019

Assinale a alternativa em que a segunda frase substitui, corretamente, por um pronome pessoal, com sua devida colocação, a expressão em destaque na primeira. 
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409Q608259 | Biblioteconomia, Organização e tratamento da informação, Bibliotecário, AGU, IDECAN, 2018

No formato MARC21 para dados bibliográficos, os campos 240 a 521 correspondem respectivamente a
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410Q602373 | Biblioteconomia, Catalogação catalogação descritiva, Bibliotecário, Prefeitura de Contagem MG, FUMARC

Analise estas afirmativas concernentes à descrição de documentos:

1. Consiste na individualização do item-base da catalogação, tornando-o único entre os demais.

2. Está dividida em 8 (oito) grandes áreas, sendo cada uma delas constituída de um determinado número de elementos.

3. Pode ser elaborada segundo diferentes níveis de detalhamento, que variam de acordo com o número de elementos incluídos.

A opção CORRETA é:

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411Q605824 | Biblioteconomia, Normas técnicas para a área de documentação, Bibliotecário, DPU, CESPE CEBRASPE

Acerca dos diferentes formatos MARC, assinale a opção correta.

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412Q603407 | Biblioteconomia, Bibliotecário, IPJB, NCE

A avaliação de acervos e serviços deve ser feita em função das necessidades dos usuários. Dentre as cinco leis da biblioteconomia de Ranganathan, a que expressa esse princípio é:
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413Q171302 | Biblioteconomia, Serviços de referência, Bibliotecário, DPU, CESPE CEBRASPE

Acerca de gestão da informação, gestão do conhecimento e usuários da informação, julgue o item subsequente.

Nas bibliotecas, serviço de referência diz respeito ao controle de empréstimo de material bibliográfico.
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414Q605072 | Biblioteconomia, Organização e tratamento da informação, Bibliotecário, Casa da Moeda, CESGRANRIO

De acordo com Guinchat e Menou (1994), o que permite estabelecer uma distinção essencial entre documentos primários, secundários e terciários é sua característica intelectual referente à(ao):

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415Q609842 | Biblioteconomia, Recursos e serviços de informação, Bibliotecário, Universidade Federal de Goiás GO, UFGO, 2018

O processo de referência define estratégias essenciais para a busca e recuperação da informação desejada. Grogan (2001) propõe oito etapas decisórias que consubstanciam o processo de referência. A etapa 3 refere-se à questão inicial desse processo, a qual pode ser traduzida em
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416Q601841 | Biblioteconomia, Catálogo tipos e funções, Bibliotecário, CEFET RJ, CONSULPLAN

Para fins de catalogação descritiva o título particular sob o qual uma obra que apareceu sob títulos variantes deve ser identificada, chama-se título:
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417Q709901 | Português, Pontuação, Bibliotecário, Prefeitura de Santa Rosa RS, FUNDATEC, 2019

Texto associado.

Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Há um jeito mais divertido de parecer mais confiante no trabalho



01 Algumas pessoas na___em com o dom de saber usar o humor a seu favor, já outras

02 precisam aprender a dominar essa técnica. Um profissional que queira desenvolver ou

03 aperfei___oar habilidades de comunicação deve investir em técnicas para crescer na carreira e

04 parecer mais confiante no trabalho.

05 José Luiz Martins, humorista e um dos criadores da Empório da Palestra, que oferece um

06 curso sobre como usar o humor como ferramenta profissional, afirma que ser bem-humorado vai

07 muito além de saber fazer piada. “Uma pessoa bem-humorada passa segurança, tranquilidade e

08 você tem a impressão de que a pessoa sabe o que está fazendo”, diz.

09 Não existe um manual com regras de quando e como contar piadas para quebrar o gelo

10 em uma reunião, por exemplo. Para Regis Folco, humorista e também criador da Empório da

11 Palestra, trata-se muito mais de ter habilidade de analisar o contexto, escolher o momento

12 apropriado e fazer comentários relevantes sem ser invasivo.

13 Melhore o ambiente de trabalho e solucione problemas

14 Um ambiente de trabalho em que o mau humor domina interfere negativamente nas

15 relações interpessoais. O local fica com uma energia pesada, as pessoas ficam com medo de

16 sugerir ideias, pois temem que as reações piorem ainda mais o cenário. 

17O humor é muito mais que humor entretenimento. Ele ajuda você a questionar

18 procedimentos e atitudes. Além de trazer mais leveza para o ambiente de trabalho, tira o medo

19 de lidar com certas situações e desmistifica problemas. Faz com que você encare os problemas

20 do tamanho que eles são, afirma Martins.

21 Para ele, ser bem-humorado no trabalho estimula a interação entre a equipe e incentiva

22 as pessoas a traçarem melhores estratégias. É encarar tudo de forma racional e, ao mesmo

23 tempo, com positividade.

24 Demonstre confiança e passe segurança

25 Em 2009, Dick Costolo twittou a seguinte frase na noite anterior a assumir o cargo de

26 COO: “First full day as Twitter COO tomorrow. Task #1: undermine CEO, consolidate power.”. Em

27 tradução literal: “Primeiro dia inteiro como COO do Twitter amanhã. Tarefa # 1: enfraquecer o

28  CEO, consolidar o poder.” As respostas foram positivas, ele assumiu o cargo e um ano depois

29 realmente se tornou o CEO do Twitter.

30 Assumir um novo cargo pode ser estressante para os integrantes da equipe e cabe ao

31 novo líder quebrar o gelo. Costolo fez isso de uma forma simples usando o bom humor. O mais

32 importante, nesses momentos, é não deixar de ser autêntico. “Não tem nada mais irritante do

33 que falsa alegria, é igual a alguém tentar forçar a venda de algo para a gente. Nosso instinto

34 humano repulsa certas atitudes”, afirma Martins.

35 Conquiste qualquer audiência contando uma piada

36 Diferentemente do que a maioria das pessoas acredita, não é preciso ser uma pessoa

37 extrovertida para contar piada e fazer o público rir. Existem técnicas para você quebrar o

38 protocolo de forma saudável e estratégica, seja em uma palestra ou em uma reunião de

39 trabalho.

40 “Tem que avaliar bem o contexto do momento. Colocar uma imagem divertida em uma

41 apresentação, um gif, ou abrir com uma coisa engraçada que aconteceu com você naquela

42 manhã, por exemplo, isso é bem-vindo, pois as pessoas gostam de sensações relacionadas ao

43 bom humor. Cria simpatia, aproxima e você conquista mais a audiência”, explica Folco. 

44 Afinal, você quer que o público preste atenção no material que você preparou e absorva

45 tudo que você tenha a oferecer. Para evitar situações constran___edoras, ele ressalta que

46 aquelas piadas de humor pesado, agressivo e ácido devem ser deixadas de lado. Humor no

47 ambiente de trabalho deve ser mais leve e inclusivo.


(Camila Lam – Revista Exame – 25/07/2019 – Disponível em: https://exame.abril.com.br/ – adaptação)


Analise as assertivas a seguir a respeito do emprego dos sinais de pontuação no texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Nas linhas 17-20, o emprego das aspas deve-se à marcação da fala direta de alguém.
( ) Nas linhas 22-23, o emprego da dupla vírgula deve-se à separação de orações coordenadas.
( ) Na linha 27, o emprego dos dois pontos (segunda ocorrência) deve-se à introdução da fala de uma pessoa.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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418Q604704 | Biblioteconomia, Catalogação catalogação descritiva, Bibliotecário, Centro de Perícias Científicas Renato Chaves PA, UNAMA

NAS QUESTÕES NUMERADAS DE 16 A 40, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE RESPONDE CORRETAMENTE AO ENUNCIADO.

No acervo de uma Biblioteca existe uma obra de autoria da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia - SUDAM e outra do mesmo órgão, que atualmente passou a denominar-se Agência de Desenvolvimento da Amazônia - ADA. Para relacionar, no catálogo de autor, os dois nomes deste órgão, a AACR2 recomenda remissiva:

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419Q604974 | Biblioteconomia, Indexação conceito, Bibliotecário, Centro de Perícias Científicas Renato Chaves PA, UNAMA

NAS QUESTÕES NUMERADAS DE 16 A 40, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE RESPONDE CORRETAMENTE AO ENUNCIADO.

Ao proceder a indexação de uma obra impressa, o indexador deve:

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420Q609338 | Biblioteconomia, Desenvolvimento de coleções, Bibliotecário, Ministério da Saúde, CESPE CEBRASPE

Com relação à formação e ao desenvolvimento de acervos, julgue os itens que se seguem.

Na prática, os países avançados baseiam toda a sua capacidade de desenvolver serviços em linha (acessibilidade) na qualidade dos acervos disponíveis em suas instituições.

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