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Questões de Concursos Biologia

Resolva questões de Biologia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


241Q982341 | Direito Constitucional, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

De acordo com o artigo 1º da Constituição Federal de 1988, a República Federativa do Brasil tem como fundamentos essenciais alguns princípios. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um desses fundamentos.
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242Q982347 | Português, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder à questão.


DeepSeek, OpenAI, Microsoft, Alibaba, a água, a Amazônia e a COP30


'Busca profunda' que devemos almejar é ampliar a consciência hídrica dos povos; avanço da inteligência artificial depende de recurso escasso

Adriano Stringhini
Professor da Fundação Dom Cabral, é membro do Imagine Brasil, do Centro de Estudos de Infraestrutura e Soluções Ambientais da FGV e do “Todos pela COP30”; ex-diretor da Sabesp


Muito se tem falado sobre inteligência artificial após as versões 4.0 de DeepSeek e Alibaba surgirem. A ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, diz que “iremos beber da fonte”. É nesse contexto que ouso emitir parcas reflexões sobre o impacto ambiental do avanço da IA no consumo de água e energia.


Horas na Netflix, redes sociais, e-mails, transacionar criptomoedas. Tudo isso pede uma colossal infraestrutura global, “cidades data centers” e cabos que dariam mais de 80 voltas na Terra. Alimentar as plataformas online exige mais potência das máquinas, o que implica maior consumo de água e energia.


A Agência Internacional de Energia (AIE) estimou que, em 2022, os data centers consumiram 460 terawatt-hora (TWh) de energia no planeta. Com o crescimento da IA, esse consumo aumentará para 1.050 TWh até 2026. O valor é o dobro do consumo anual de energia elétrica no Brasil, de aproximadamente 500 TWh. [...]


Esses sistemas, a pleno vapor, precisam de ventilação para evitar o superaquecimento. Esse resfriamento, para ser eficiente (leia-se menor custo), utiliza muita água, um recurso escasso. Além disso, sabemos que os chips usados no treinamento de IA consomem muito mais água do que os de servidores comuns (acelerado pelo forte investimento em IA generativa em 2022). [...]


Diante desse cenário, é preciso “beber da fonte”, mas devemos lembrar que nós somos a fonte. Brasil e a Amazônia são a fonte principal de água do mundo, que, ao final, é essencial para sistemas de IA. Água é energia — e, como bem lembrou o filme Matrix (1999), não há inteligência artificial sem energia.


A Amazônia é um oceano subterrâneo, com volume total de 162 mil quilômetros cúbicos, o que é chamado pelos cientistas de Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga). Essa água nutre toda a vida da Amazônia, do planeta. O Saga seria capaz de abastecer o planeta inteiro durante 250 anos. São mais de 150 quatrilhões de litros de água doce, o nosso verdadeiro petróleo.


Frise-se: não estou sugerindo que se use água da Amazônia para resfriar data centers. O que proponho aqui é que a sociedade gaste tempo no Google pesquisando mais sobre como economizar água e levar saneamento para todos em vez de gastá-la pesquisando no Google, ChatGPT e DeepSeek qual dos três é melhor ou pior, ou mais ou menos seguro. Afinal, sem água no mundo, nenhum dos três irá funcionar.


Na COP30, que ocorrerá em Belém, em novembro, teremos a oportunidade de falar sobre a importância de ampliar o reúso da água para a refrigeração dos data centers, mas, principalmente, alertar o mundo sobre a necessidade de preservar a “Amazônia hídrica”, os rios voadores e os rios/oceanos subterrâneos. [...]


Sem verde não há água; sem água não há verde; sem verde e sem água não há vida — nem natural nem artificial. Essa é a verdadeira “busca profunda” (“deep seek”) que devemos almejar: ampliar a resiliência e a consciência hídrica dos povos.


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/02/deepseekopenai-microsoft-alibaba-a-agua-a-amazonia-e-a-cop30.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025.
Em relação ao emprego dos verbos em destaque nos seguintes excertos, assinale a alternativa correta.
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243Q1004378 | Engenharia Ambiental e Sanitária, Meio Ambiente na Engenharia Ambiental e Sanitária, Biologia, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2024

Analise as afirmativas abaixo e depois assinale a alternativa correta.

I. O objetivo do exame microbiológico da água é fornecer subsídio a respeito da sua potabilidade, isto é, ausência de risco de ingestão de micro-organismos causadores de doenças, geralmente provenientes da contaminação pelas fezes humanas e outros animais de sangue quente e frio.

II. A água potável não deve conter micro-organismos patogênicos e deve estar livre de bactérias indicadoras de contaminação fecal.

III. Como indicadores de contaminação fecal, são eleitas como bactérias de referência as do grupo coliforme. O principal representante desse grupo de bactérias chama-se Salmonella sp.

IV. Para a conformidade do padrão microbiológico de potabilidade é obrigatório a ausência de coliformes totais em 100 ml de amostra na saída do tratamento.

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244Q982364 | Direito Ambiental, Proteção do Meio Ambiente em Normas Infraconstitucionais, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

Acerca das Resoluções do CONAMA nº 302 e 303, de 20 de março de 2002, que tratam das áreas de preservação permanente, assinale a alternativa INCORRETA.
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245Q982369 | Biologia, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

A estrutura do ácido desoxirribonucleico (DNA) e do ácido ribonucleico (RNA) desempenha um papel essencial nas funções celulares. Ambas as moléculas são compostas por unidades chamadas nucleotídeos, e suas propriedades físico-químicas estão intimamente relacionadas às suas funções biológicas. Com base no conhecimento sobre a estrutura dos ácidos nucleicos, assinale a alternativa INCORRETA.
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246Q982383 | Direito Ambiental, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

Um biólogo foi contratado por uma empresa de consultoria ambiental para realizar um estudo sobre o uso sustentável de áreas naturais em uma região do Rio Grande do Sul. A empresa está planejando a criação de uma unidade de conservação que permita o uso de recursos naturais de forma controlada e que, ao mesmo tempo, proteja a biodiversidade local. O biólogo, ao analisar o projeto, percebe que a área proposta deve permitir atividades como turismo, pesquisa científica e o manejo sustentável de recursos naturais.

Com base na Lei nº 9.985/2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), qual das alternativas a seguir apresenta o tipo de unidade de conservação mais adequada para esse projeto?
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247Q982386 | Biologia, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

Um biólogo foi incumbido de realizar uma análise da qualidade das águas marinhas em uma área costeira do Rio Grande do Sul, próxima a uma zona industrial. O objetivo do estudo é detectar a presença de compostos orgânicos tóxicos, como pesticidas e solventes. Para isso, é necessário escolher o método biofísico mais adequado para a quantificação precisa desses contaminantes na água. Considerando esse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta o método mais indicado para realizar essa análise, levando em conta a eficácia para a detecção de compostos orgânicos tóxicos.
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248Q911734 | Biologia, Sistema Endócrino Humano, Biologia, IFSC, FUNDATEC, 2024

Assinale a alternativa em que a relação glândula, hormônio e ação está correta.
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249Q982332 | Direito Digital, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

A LGPD (Lei nº 13.709/2018) é a legislação brasileira que regula o tratamento de dados pessoais, garantindo transparência, segurança e direitos aos titulares, além de impor obrigações para empresas e órgãos públicos no uso dessas informações, sendo que, em seu Capítulo I, Disposições Preliminares, o artigo 5º define termos fundamentais. Assinale a alternativa que apresenta o conceito condizente com a pessoa natural a quem se referem os dados pessoais que são objeto de tratamento.
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250Q1004371 | Biologia, Biologia, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2024

Sobre a reprodução bacteriana é correto afirmar que:
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251Q1004375 | Saúde Pública, Biologia, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2024

De acordo com a RDC 306 ANVISA (2004), os resíduos sólidos de saúde podem ser subdivididos em:
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252Q982335 | Sistemas Operacionais, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

No MPRS, a equipe de informática está gerenciando a estrutura de pastas compartilhadas em um servidor de arquivos. Durante a organização das pastas, um dos membros da equipe precisa criar uma nova pasta para armazenar documentos relacionados a um projeto público em andamento. O nome da pasta será Público, com a adição de um caractere extra, o qual é uma exigência do MPRS. Ao tentar nomear a pasta, o profissional se depara com uma mensagem de erro indicando que o nome escolhido contém caracteres reservados pelo sistema operacional.

Diante dessa situação, o profissional precisa determinar a forma correta de nomear a pasta Público com o caractere adicional no Windows 11 (em português), sem utilizar caracteres reservados, para que a operação seja concluída com sucesso.

Como esse profissional deve nomear a referida pasta?
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253Q982350 | Português, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder à questão.


DeepSeek, OpenAI, Microsoft, Alibaba, a água, a Amazônia e a COP30


'Busca profunda' que devemos almejar é ampliar a consciência hídrica dos povos; avanço da inteligência artificial depende de recurso escasso

Adriano Stringhini
Professor da Fundação Dom Cabral, é membro do Imagine Brasil, do Centro de Estudos de Infraestrutura e Soluções Ambientais da FGV e do “Todos pela COP30”; ex-diretor da Sabesp


Muito se tem falado sobre inteligência artificial após as versões 4.0 de DeepSeek e Alibaba surgirem. A ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, diz que “iremos beber da fonte”. É nesse contexto que ouso emitir parcas reflexões sobre o impacto ambiental do avanço da IA no consumo de água e energia.


Horas na Netflix, redes sociais, e-mails, transacionar criptomoedas. Tudo isso pede uma colossal infraestrutura global, “cidades data centers” e cabos que dariam mais de 80 voltas na Terra. Alimentar as plataformas online exige mais potência das máquinas, o que implica maior consumo de água e energia.


A Agência Internacional de Energia (AIE) estimou que, em 2022, os data centers consumiram 460 terawatt-hora (TWh) de energia no planeta. Com o crescimento da IA, esse consumo aumentará para 1.050 TWh até 2026. O valor é o dobro do consumo anual de energia elétrica no Brasil, de aproximadamente 500 TWh. [...]


Esses sistemas, a pleno vapor, precisam de ventilação para evitar o superaquecimento. Esse resfriamento, para ser eficiente (leia-se menor custo), utiliza muita água, um recurso escasso. Além disso, sabemos que os chips usados no treinamento de IA consomem muito mais água do que os de servidores comuns (acelerado pelo forte investimento em IA generativa em 2022). [...]


Diante desse cenário, é preciso “beber da fonte”, mas devemos lembrar que nós somos a fonte. Brasil e a Amazônia são a fonte principal de água do mundo, que, ao final, é essencial para sistemas de IA. Água é energia — e, como bem lembrou o filme Matrix (1999), não há inteligência artificial sem energia.


A Amazônia é um oceano subterrâneo, com volume total de 162 mil quilômetros cúbicos, o que é chamado pelos cientistas de Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga). Essa água nutre toda a vida da Amazônia, do planeta. O Saga seria capaz de abastecer o planeta inteiro durante 250 anos. São mais de 150 quatrilhões de litros de água doce, o nosso verdadeiro petróleo.


Frise-se: não estou sugerindo que se use água da Amazônia para resfriar data centers. O que proponho aqui é que a sociedade gaste tempo no Google pesquisando mais sobre como economizar água e levar saneamento para todos em vez de gastá-la pesquisando no Google, ChatGPT e DeepSeek qual dos três é melhor ou pior, ou mais ou menos seguro. Afinal, sem água no mundo, nenhum dos três irá funcionar.


Na COP30, que ocorrerá em Belém, em novembro, teremos a oportunidade de falar sobre a importância de ampliar o reúso da água para a refrigeração dos data centers, mas, principalmente, alertar o mundo sobre a necessidade de preservar a “Amazônia hídrica”, os rios voadores e os rios/oceanos subterrâneos. [...]


Sem verde não há água; sem água não há verde; sem verde e sem água não há vida — nem natural nem artificial. Essa é a verdadeira “busca profunda” (“deep seek”) que devemos almejar: ampliar a resiliência e a consciência hídrica dos povos.


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/02/deepseekopenai-microsoft-alibaba-a-agua-a-amazonia-e-a-cop30.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025.
Assinale a alternativa em que o elemento em destaque atua na coesão catafórica do texto.
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254Q982368 | Biologia, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

Em uma área de preservação ambiental no Rio Grande do Sul, um estudo sobre a população de capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris) foi realizado. Durante o monitoramento, observou-se que a população estava em equilíbrio de Hardy-Weinberg, o que significa que as frequências genéticas para o caráter dominante, relacionado à cor da pelagem, não estavam sendo alteradas por fatores externos como mutações, seleção natural, migração ou deriva genética. A frequência do gene dominante (representado por "A") para a pelagem escura foi determinada como 0,40, enquanto a frequência do alelo recessivo (representado por "a") para a pelagem clara foi de 0,60. Considerando essa informação, é possível calcular o número esperado de indivíduos com pelagem escura (fenótipo dominante) em uma população de 9000 capivaras, em equilíbrio genético.

Nesse sentido, com base na frequência do alelo dominante (A = 0,40), qual é o número esperado de capivaras com pelagem escura (fenótipo dominante) na população de 9000 indivíduos?
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255Q982371 | Direito Ambiental, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

Durante uma operação de fiscalização no Parque Estadual do Tainhas, no Rio Grande do Sul, agentes ambientais flagraram um grupo extraindo ilegalmente araucárias (Araucaria angustifolia), espécie ameaçada de extinção e protegida por lei. Além das toras de madeira, foram apreendidos diversos instrumentos utilizados na infração, incluindo motosserras, tratores e caminhões utilizados para o transporte ilegal da madeira.

Com base na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98), qual deve ser a destinação dos instrumentos apreendidos, exceto nos casos de animais, produtos perecíveis ou madeira?
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256Q911724 | Biologia, Ciclos biogeoquímicos, Biologia, IFSC, FUNDATEC, 2024

As macromoléculas de polissacarídeos, de proteínas e de ácidos nucleicos são formadas por seus respectivos monômeros, que se unem por ligações do tipo:
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257Q1046290 | Pedagogia, Legislação da Educação, Biologia, Prefeitura de Santana de Parnaíba SP, MS CONCURSOS, 2024

Segundo a Lei n.º 9394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, marque a alternativa que complete, corretamente, a lacuna.
“Art. 26: Os currículos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio devem ter ____________________, a ser complementada(o), em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos”.
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258Q982354 | Português, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder à questão.


DeepSeek, OpenAI, Microsoft, Alibaba, a água, a Amazônia e a COP30


'Busca profunda' que devemos almejar é ampliar a consciência hídrica dos povos; avanço da inteligência artificial depende de recurso escasso

Adriano Stringhini
Professor da Fundação Dom Cabral, é membro do Imagine Brasil, do Centro de Estudos de Infraestrutura e Soluções Ambientais da FGV e do “Todos pela COP30”; ex-diretor da Sabesp


Muito se tem falado sobre inteligência artificial após as versões 4.0 de DeepSeek e Alibaba surgirem. A ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, diz que “iremos beber da fonte”. É nesse contexto que ouso emitir parcas reflexões sobre o impacto ambiental do avanço da IA no consumo de água e energia.


Horas na Netflix, redes sociais, e-mails, transacionar criptomoedas. Tudo isso pede uma colossal infraestrutura global, “cidades data centers” e cabos que dariam mais de 80 voltas na Terra. Alimentar as plataformas online exige mais potência das máquinas, o que implica maior consumo de água e energia.


A Agência Internacional de Energia (AIE) estimou que, em 2022, os data centers consumiram 460 terawatt-hora (TWh) de energia no planeta. Com o crescimento da IA, esse consumo aumentará para 1.050 TWh até 2026. O valor é o dobro do consumo anual de energia elétrica no Brasil, de aproximadamente 500 TWh. [...]


Esses sistemas, a pleno vapor, precisam de ventilação para evitar o superaquecimento. Esse resfriamento, para ser eficiente (leia-se menor custo), utiliza muita água, um recurso escasso. Além disso, sabemos que os chips usados no treinamento de IA consomem muito mais água do que os de servidores comuns (acelerado pelo forte investimento em IA generativa em 2022). [...]


Diante desse cenário, é preciso “beber da fonte”, mas devemos lembrar que nós somos a fonte. Brasil e a Amazônia são a fonte principal de água do mundo, que, ao final, é essencial para sistemas de IA. Água é energia — e, como bem lembrou o filme Matrix (1999), não há inteligência artificial sem energia.


A Amazônia é um oceano subterrâneo, com volume total de 162 mil quilômetros cúbicos, o que é chamado pelos cientistas de Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga). Essa água nutre toda a vida da Amazônia, do planeta. O Saga seria capaz de abastecer o planeta inteiro durante 250 anos. São mais de 150 quatrilhões de litros de água doce, o nosso verdadeiro petróleo.


Frise-se: não estou sugerindo que se use água da Amazônia para resfriar data centers. O que proponho aqui é que a sociedade gaste tempo no Google pesquisando mais sobre como economizar água e levar saneamento para todos em vez de gastá-la pesquisando no Google, ChatGPT e DeepSeek qual dos três é melhor ou pior, ou mais ou menos seguro. Afinal, sem água no mundo, nenhum dos três irá funcionar.


Na COP30, que ocorrerá em Belém, em novembro, teremos a oportunidade de falar sobre a importância de ampliar o reúso da água para a refrigeração dos data centers, mas, principalmente, alertar o mundo sobre a necessidade de preservar a “Amazônia hídrica”, os rios voadores e os rios/oceanos subterrâneos. [...]


Sem verde não há água; sem água não há verde; sem verde e sem água não há vida — nem natural nem artificial. Essa é a verdadeira “busca profunda” (“deep seek”) que devemos almejar: ampliar a resiliência e a consciência hídrica dos povos.


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/02/deepseekopenai-microsoft-alibaba-a-agua-a-amazonia-e-a-cop30.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025.
Assinale a alternativa em que a reescrita apresentada entre parênteses está correta em relação à concordância verbal.
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259Q982365 | Biologia, Biologia, MPE RS, AOCP, 2025

Em uma cadeia alimentar hipotética presente no Rio Grande do Sul, com muitos níveis tróficos, como plantas (ex.: capim), insetos herbívoros (ex.: gafanhotos), pequenos mamíferos (ex.: roedores), aves predadoras (ex.: gavião) e carnívoros de topo (ex.: onças), a quantidade de energia disponível para os níveis superiores é progressivamente menor, o que torna a cadeia alimentar com muitos níveis tróficos inviável. O motivo dessa limitação, é explicado pela
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260Q1065699 | Administração Pública, Governabilidade, Biologia, UFRGS, FAURGS, 2023

Assinale a alternativa que NÃO é uma característica da boa governança.
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