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Questões de Concursos Cadete do Exército

Resolva questões de Cadete do Exército comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


121Q1046976 | Inglês, Discurso Direto e Indireto Reported Speech, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Choose the best option to rewrite the sentence keeping the same meaning.

On July 2nd , 2009, Peter asked Jane: "What time are we meeting tomorrow"?

Peter wanted to know what time...
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123Q1058336 | Português, Interpretação de Textos, Cadete do Exército, EsPCEx, Exército, 2024

Texto associado.
Após a leitura atenta do texto apresentado a seguir, responda à questão proposta.


No princípio eram as árvores


Os livros são filhos das árvores, que foram o primeiro lar da nossa espécie e, talvez, o mais antigo receptáculo das palavras escritas. A etimologia da palavra contém um velho relato sobre os primórdios. Em latim, líber, que significa "livro", originariamente dava nome à casca da árvore ou, mais exatamente, à película fibrosa que separa a casca da madeira do tronco. Plínio, o Velho, afirma que os romanos escreviam em cascas de árvore antes de conhecer os rolos egípcios. Durante muitos séculos, diversos materiais - o papiro, o pergaminho - ocuparam o lugar daquelas antigas páginas de madeira, mas, numa viagem de ida e volta, com adoção do papel, os livros voltaram a nascer das árvores.

Como eu já expliquei, os gregos chamavam o livro de biblíon, rememorando a cidade fenícia de Biblos, famosa pela exportação de papiro. Atualmente o emprego dessa palavra, em sua evolução, ficou reduzido ao título de uma única obra, a Bíblia. Para os romanos, líber não evocava cidades nem rotas comerciais, mas o mistério do bosque onde seus antepassados começaram a escrever, em meio aos sussurros do vento nas folhas. Os nomes germânicos - book, Buch, boek - também descendem de uma palavra arbórea: a faia de tronco esbranquiçado.

Em latim, o termo que significa "livro" tem quase o mesmo som que o adjetivo que significa "livre", embora as raízes indo-europeias de ambos os vocábulos tenham origens diferentes. Muitas línguas neolatinas, como o espanhol, o francês, o italiano e o português, herdaram a coincidência dessa semelhança fonética, que convida ao jogo de palavras, identificando leitura e liberdade. Para os iluministas de todas as épocas, são duas paixões que sempre acabam confluindo.

Hoje aprendemos a escrever com luz sobre telas de cristal líquido ou de plasma, mas ainda ouvimos o chamado originário das árvores. Em suas cascas redigimos um disperso inventário amoroso da humanidade. Antonio Machado, em seus passeios pelos Campos de Castela, costumava parar junto ao rio para ler algumas linhas desse livro dos amantes:

Voltei a ver os álamos dourados,

álamos do caminho na ribeira

do Douro, entre San Polo e San Saturio,

atrás das muralhas velhas de Soria [. .. ].

Estes choupos do rio, que acompanham

com o som de suas folhas secas

o som da água, quando o vento sopra,

têm em suas cascas

gravadas iniciais que são nomes

de apaixonados, números que são datas.

Quando um adolescente risca duas iniciais com a ponta do canivete na casca prateada de um álamo, reproduz, sem saber, um gesto muito antigo. Calímaco, o bibliotecário de Alexandria, já menciona no século Ili a.C. uma mensagem amorosa numa árvore. Não é o único. Um personagem de Virgílio imagina como a casca, com o passar dos anos, irá se alargar e corroer seu nome e o dela: "E gravar meus amores nas jovens árvores; crescerão as árvores e com elas crescerão vocês, amores meus." Talvez o costume, ainda vivo, de tatuar letras na pele de uma árvore para conservar a lembrança de alguém que viveu e amou tenha sido um dos episódios mais antigos de escrita na Europa. Talvez, à beira de um rio que corre e passa e sonha, como dizia Machado, os antigos gregos e romanos tenham escrito os primeiros pensamentos e as primeiras palavras de amor. Sabe-se lá quantas dessas árvores acabaram se transformando em livros.


Fonte: VALLEJO, Irene. O Infinito em um Junco: A Invenção dos Livros no Mundo Antigo. Tradução de Paulina Wacht e Ari Roitman. 1ª ed. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2022.


GLOSSÁRIO:

Álamo - árvore ornamental de flores pequenas e casca rugosa, o mesmo que choupo;

Papiro - folha para escrever feita das hastes dos juncos provenientes das margens do rio Nilo;

Pergaminho - pele de cabra ou de ovelha preparada para a escrita ou encadernação;

Choupos - o mesmo que álamo;

Junco - nome comum a várias plantas herbáceas;

Faia - espécie de árvore; e

Indo-europeu - origem comum das línguas europeias.

De acordo com o texto, assinale a alternativa com a interpretação mais adequada para a frase "A etimologia da palavra contém um velho relato sobre os primórdios.", localizada no primeiro parágrafo:
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124Q1047374 | Física, Física Térmica, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

No manual de instalação de um projetor digital estão escritas várias especificações. Algumas dessas estão escritas abaixo:

• Lente F = 2,58-2,80

• Lâmpada de 190W

• Fonte de alimentação AC 100V - 240V

• Peso = 2, 3 kg

• Temperatura de funcionamento 0° C - 40° C ao nível do mar

Analise as afirmativas a seguir sobre essas especificações.

I - A lente usada no projetor é convergente pois a imagem projetada por ele é real e aumentada.

II - Quando ligado sob tensão de 110V, a lâmpada é percorrida por uma corrente de, aproximadamente, 1,7 A.

III- A variação de temperatura prevista para o funcionamento, na escala Kelvin, é igual a 40 K.

IV- A lente usada no projetor é divergente pois provoca a abertura dos raios e, com isso, aumenta a imagem projetada.

V - A unidade da grandeza peso usada nas especificações está de acordo com as unidades usadas no Sistema Internacional.

VI- A resistência elétrica da lâmpada quando ligada na tensão de 220V vale, aproximadamente, 2550.

Assinale a opção correta.

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125Q1047427 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

Based on the text below, answer the question.

Navy preps submarines for lst female officers


HARTFORD, Conn. — For Ensign Peggy LeGrand, the biggest concern about serving on a submarine is not spending weeks at a time in tight quarters with an entirely male crew. What worries her is the scrutiny that comes with breaking one of the last gender barriers in the military.
"I have a feeling more people will be focused on us. Our mistakes and successes will be magnified more than they deserve", said LeGrand, a 25-year-old Naval Academy graduate from Amarillo, Texas.
LeGrand is among a small group of female officers who are training at sites including Groton, Connecticut, to join the elite submarine force beginning later this year. While the Navy says it is not treating them any differently from their male counterparts, officials have been working to prepare the submarine crews — and the sailors1 wives — for one of the most dramatic changes in the 111-year history of the Navy’s "silent Service."
The change is a source of anxiety for others, including the wives of submariners, who worry the close contact at sea could lead to sailors' cheating. The issue really has to do with the creation of a relationship that becomes very close and then results in further relations ashore. That is, of course, what bothers the wives. "They know the kind of relationships that happens between the shipmates", said retired Navy Rear Adm. W . J. Holland Jr., a former submarine commander.
The initial class of 24 women will be divided among four submarines, where they will be outnumbered by men by a ratio of roughly 1 to 25. The enlisted ranks, which make up about 90 percent of a sub's 160-sailor crew, are not open to women although the Navy is exploring modifications to create separate bunks for men and women.
The female officers, many of them engineering graduates from Annapolis, are accustomed to being in the minority, and so far they say they hardly feel like outsiders. The nuclear power school that is part of their training, for example, has been open to women for years because the Navy in 1994 reversed a ban on females serving on its surface ships, including nuclear-powered vesseis.

(Adapted from http://www.militarytimes.com)

Considering the text, what does the word "magnified" mean in this extract?

"I have a feeling more people will be focused on us. Our mistakes and successes will be magnified more than they deserve."

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126Q1047308 | História, História do Brasil, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Durante o governo Figueiredo (1979-1985), o processo de abertura política foi aprofundado. A luta pelo fim do regime militar e pela redemocratização mobilizou amplos setores da sociedade. Em 1983, foi proposta uma emenda constitucional que propunha eleições diretas para presidente da República. A partir daí, foi lançada uma campanha denominada "Diretas-Já!", reunindo centenas de milhares de manifestantes nas ruas. A emenda não foi aprovada, mas estava sedimentado o caminho para a plena democracia.

Considerando o período histórico descrito no texto, assinale a opção correta.

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127Q1047571 | Inglês, Verbos Verbs, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Helpinq at a hospital

Every year many young peopie finish school and then take a year off before they start work or go to college. Some of them go to other countries and work as volunteers. Volunteers give their time to help people. For example, they work in schools or hospitais, orthey help with conservation.

Mike Coleman is 19 and______________in Omaha, Nebraska, in the United States. He wants to become a teacher but now he ______________ in Namibia. He's working in a hospital near Katima Mulilo. He says, " I'm working with the doctors and nurses here to help sick peopie. I'm not a doctor but I can do a lot of things to help. For example, I help carry peopie who can't walk. Sometimes I go to villages in the mobile hospital, too. There aren't many doctors here so they need help from peopie like me. I don't get any money, but that's OK, l'm not here for the money.”

"I'm staying here for two months, and I'm living in a small house with five other volunteers. The work is hard and the days are long, but I'm enjoying my life here. I'm learning a lot about life in Southern África and about myself! When I finish the two months' work, I want to travel in and around Namibia for three weeks. For example, I want to see the animais in the Okavango Delta in Botswana."

http://vyre-legacy-access.cambridge.org

Which verb forms respectively complete the gaps in text I?

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128Q1047326 | Matemática, Geometria Plana, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Suponha que ABC seja um triângulo isósceles com lados AC=BC, e que "L" seja a circunferência de centro "C", raio igual a ”3" e tangente ao lado AB. Com relação à área da superfície comum ao triângulo ABC e ao círculo de "L", pode-se afirmar que :
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129Q1047650 | Geografia, Integração Regional, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha, 2018

Tomando como base o cenário Sul-americano e o papel do Brasil na Iniciativa para a Integração Regional da Infraestrutura Sul-Americana (IIRSA), analise se as afirmativas abaixo são V(verdadeiras) ou F(falsas), e assinale a opção correta.
( ) Os objetivos da IIRSA, criada em 2000,procuraram modernizar as relações e potencializar a proximidade sul-americana, rompendo os distanciamentos territoriais por meio de um espaço ampliado através de obras e articulações nas áreas de transportes, energia e comunicações. ( ) A IIRSA procurou desenvolver a exploração dos recursos naturais no território sul-americano, formando um espaço ampliado onde se objetivou respeitar as articulações entre os interesses das sociedades locais e dos investidores internacionais. ( ) O processo de expansão da infraestrutura na região era de interesse do Brasil porque além de possibilitar um novo mercado para as construtoras brasileiras também abriria mercados dos países sul-americanos para seus produtos industriais, energéticos e do agronegócio. ( ) O projeto de integração também contaria com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por meio de ações diplomáticas e políticas do governo brasileiro com intuito de fortalecer a presença do país como potência regional no cenário sul-americano.
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131Q1047480 | Português, Funções Morfossintáticas da Palavra que, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

TEXTO 1


Leia o texto abaixo e responda a questão.


O Português é, sem sombra de dúvida, uma das quatro grandes línguas de cultura do mundo, não obstante outras poderem ter mais falantes. Nessa língua se exprimem civilizações muito diferentes, da África a Timor, da América à Europa - sem contar com milhões de pessoas em diversas comunidades espalhadas pelo mundo.

Essa riqueza que nos é comum, que nos traz uma literatura com matizes derivados de influências culturais muito diversas, bem como sonoridades e musicalidades bem distintas, traz-nos também a responsabilidade de termos de cuidar da sua preservação e da sua promoção.

A Língua Portuguesa não é propriedade de nenhum país, é de quem nela se exprime. Não assenta hoje - nem assentará nunca - em normas fonéticas ou sintáticas únicas, da mesma maneira que as palavras usadas pelos falantes em cada país constituem um imenso e inesgotável manancial de termos, com origens muito diversas, que só o tempo e as trocas culturais podem ajudar a serem conhecidos melhor por todos.

Mas porque é importante que, no plano externo, a forma escrita do Português se possa mostrar, tanto quanto possível, uniforme, de modo a poder prestigiar-se como uma língua internacional de referência, têm vindo a ser feitas tentativas para que caminhemos na direção de uma ortografia comum.

Será isso possível? Provavelmente nunca chegaremos a uma Língua Portuguesa que seja escrita de um modo exatamente igual por todos quantos a falam de formas bem diferentes. Mas o Acordo Ortográfico que está em curso de aplicação pode ajudar muito a evitar que a grafia da Língua Portuguesa se vá afastando cada vez mais.

O Acordo Ortográfico entre os então "sete" países membros da CPLP (Timor-Leste não era ainda independente, à época) foi assinado em 1990 e o próprio texto previa a sua entrada em vigor em 1 de janeiro de 1994, desde que todos esses "sete” o tivessem ratificado até então.

Quero aproveitar para sublinhar uma realidade muitas vezes escamoteada: Portugal foi o primeiro país a ratificar o Acordo Ortográfico, logo em 1991. Se todos os restantes Estados da CPLP tivessem procedido de forma idêntica, desde 1994 que a nossa escrita seria já bastante mais próxima.

Porque assim não aconteceu, foi necessário criar Protocolos Adicionais, o primeiro para eliminar a data de 1994, que a realidade ultrapassara, e o segundo para incluir Timor-Leste e para criar a possibilidade de implementar o Acordo apenas com três ratificações.

Na votação que o parlamento português fez, há escassos meses, desse segundo Protocolo, apenas três votos se expressaram contra. Isto prova bem que, no plano oficial, há em Portugal uma firme determinação de colocar o Acordo em vigor, não obstante existirem, na sociedade civil portuguesa - como, aliás, acontece em outros países, mesmo no Brasil -, vozes que o acham inadequado ou irrelevante.

O Governo português aprovou, recentemente, a criação de um fundo para a promoção da Língua Portuguesa, dotado com uma verba inicial de 30 milhões de euros e aberto à contribuição de outros países. Esperamos que esta medida, ligada às decisões comuns que agora saíram da Cúpula de Lisboa da CPLP, possa ajudar a dar início a um tempo novo para que o Português se firme cada vez mais no mundo, como instrumento de poder e de influência de quantos o utilizam.

A Língua Portuguesa é um bem precioso que une povos que o mar separa mas que a afetividade aproxima. Como escrevia o escritor lusitano Vergílio Ferreira:

Da minha língua vê-se o mar.

Da minha língua ouve-se o seu rumor,

como da de outros se ouvirá o da floresta

ou o silêncio do deserto.

Por isso a voz do mar

foi a da nossa inquietação.

(COSTA, Francisco Seixas da. A língua do mar. JornalO Globo, 28 jul. 2008. Texto adaptado.)

GLOSSÁRIO

CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Em qual opção o pronome relativo exerce a mesma função sintática que o termo sublinhado em "[...] desde que todos esses 'sete' o tivessem ratificado até então." {6°§)?
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132Q1047345 | Português, Interpretação de Textos, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Texto associado.

Texto 01

Quando se pergunta à população brasileira, em uma pesquisa de opinião, qual seria o problema fundamental do Brasil, a maioria indica a precariedade da educação. Os entrevistados costumam apontar que o sistema educacional brasileiro não é capaz de preparar os jovens para a compreensão de textos simples, elaboração de cálculos aritméticos de operações básicas, conhecimento elementar de física e química, e outros fornecidos pelas escolas fundamentais.

[. • •]

Certa vez, participava de uma reunião de pais e professores em uma escola privada brasileira de destaque e notei que muitos pais expressavam o desejo de ter bons professores, salas de aula com poucos alunos, mas não se sentiam responsáveis para participarem ativamente das atividades educacionais, inclusive custeando os seus serviços. Se os pais não conseguiam entender que esta aritmética não fecha e que a sua aspiração estaria no campo do milagre, parece difícil que consigam transmitir aos seus filhos o mínimo de educação.

Para eles, a educação dos filhos não se baseia no aprendizado dos exemplos dados pelos pais.

Que esta educação seja prioritária e ajude a resolver os outros problemas de uma sociedade como a brasileira parece lógico. No entanto, não se pode pensar que a sua deficiência depende somente das autoridades. Ela começa com os próprios pais, que não podem simplesmente terceirizar essa responsabilidade.

Para que haja uma mudança neste quadro é preciso que a sociedade como um todo esteja convencida de que todos precisam contribuir para tanto, inclusive elegendo representantes que partilhem desta convicção e não estejam pensando somente nos seus benefícios pessoais.

Sobre a educação formal, aquela que pode ser conseguida nos muitos cursos que estão se tornando disponíveis no Brasil, nota-se que muitos estão se convencendo de que elesajudam na sua ascensão social, mesmo sendo precários. O número daqueles que trabalham para obter o seu sustento e ajudar a sua família, e ao mesmo tempo se dispõe a fazer um sacrifício adicional frequentando cursos até noturnos, parece estar aumentando.

A demanda por cursos técnicos que elevam suas habilidades para o bom exercício da profissão está em alta. É tratada como prioridade tanto no governo como em instituições representativas das empresas. O mercado observa a carência de pessoal qualificado para elevar a eficiência do trabalho.

Muitos reconhecem que o Brasil é um dos países emergentes que estão melhorando, a duras penas, a sua distribuição de renda. Mas, para que este processo de melhoria do bem-estar da população seja sustentável, há que se conseguir um aumento da produtividade do trabalho, que permita, também, o aumento da parcela da renda destinada à poupança, que vai sustentar os investimentos indispensáveis.

A população que deseja melhores serviços das autoridades precisa ter a consciência de que uma boa educação, não necessariamente formal, é fundamental para atender melhor as suas aspirações.

(YOKOTA, Paulo. Os problemas da educação no Brasil. Em http://www,cartacapital.com.br/

educacao/os-problemas-da-educacao-no-brasil- 657.html - Com adaptações)

Assinale a opção na qual a palavra entre parênteses tem valor sinônimo àquela destacada.
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133Q1047602 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

As the Olympics Approaches, a Lesson in Overcoming Adversity


Bert R. Mandelbaum, MD

July 20, 2016


I've known a lot of athletes who qualified for the Olympic Games ,______injuries. But I know of only one who qualified because of an injury.

Cliff Meidl’s story captures the spirit of the Olympics.

In November 1986, Cliff, a 20-year-old plumber's apprentice, hit three buried high-voltage electrical cables with a jackhammer. An estimated 30,000 volts surged through his body, exploding bone and cartilage from the inside ail the way up to his head. To put that into perspective, electric chairs use only 1500-2000 volts for executions. So it's safe to say that Cliff should have died.

And he nearly did. His heart stopped. Paramedics were able to get it going again, but they had to resuscitate him on the way to the hospital.

As part of a team with renowned plastic surgeon Malcolm Lesavoy, MD, and others, I got to work reconstructing Cliffs legs. Our best hope was to avoid amputation.

But very quickly, we noticed something else going on - something that had nothing to do with our expertise. Through every step of his painful rehabilitation, Cliff grew more and more determined. He never complained. He just asked, "What's next?"

Before he had even finished the rehabilitation, Cliff started paddling various watercrafts. The days spent on crutches had already strengthened his upper body, and he took naturally to the sport. The same year in which he was injured, he began competing in canoe and kayak events, and in 1996 he qualified for the Olympics - not the Paralympic Games, the Olympic Games.

Four years later, in Sydney, Australia, I was overseeing the sports medicine team at the Olympic soccer tournament. I was sitting in the stands during the opening ceremonies when Cliff walked into the Olympic Stadium carrying the Stars and Stripes.

It's a long-standing tradition for delegations of athletes to select one among their number to bear the flag, and the choice often symbolizes some extraordinary accomplishment. I had no idea that Cliff would be selected. So when he strode into the stadium with a normal gait, I nearly broke down.

Moments like that reinforce what I have always believed: that sport can bring out the best in us all.

The Olympic Games (...) are devoted to celebrating the human capacity to improve body, mind, and soul.

They are about taking part - not necessarily about winning. Cliffs peers in the US delegation of 2000 recognized that when they elected him to bear the nation's colors. He never won a medal at the games, but the spirit with which he overcame adversity inspired all of them.

The Olympic motto - faster, higher, stronger - can help our patients realize that the real victory is the "win within." The Win Within: Capturing Your Victorious Spirit is the name of the book I wrote to show people that coming back from adversity is part of our heritage - that we as humanbeings are more adapted to adversity than we are to success.

Adversity is the engine of unimagined opportunity. It can unleash our energy and stimulate our will. It moves us to succeed. If I don’t have food, I have to go get some. If I’m cold, I have to build a shelter.

I remind patients who don't participate in sports that they have the heritage of athletes. We all have the genes of pursuit-hunters who survived by running down their prey and running away from their predators. That's why even now, in 2016, when we go out and take a run, we feel good. We get an endorphin surge and our lipids go down. Our hearts and brains become clear.

The life of sport and sport of life are interlinked. Exercise is our birthright; it's our legacy; it's why we are here.

We no longer have to fear saber-toothed tigers or cave bears. But when you look today at how people can be successful in 2016, it's by avoiding the predators in our urban life: overeating, inactivity, and smoking. And it's by rising to meet adversity.

(Adapted from http ://www.medscape.com/viewarticle/866279)

Choose the correct statement according to the text.
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134Q1047648 | Português, Sintaxe, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha, 2018

No enunciado "O pensamento do candidato em sucesso pessoal é refletido em dedicação”, os termos destacados exercem, respectivamente a função sintática de:
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135Q1059368 | Matemática, Polinômios, Cadete do Exército, EsPCEx, Exército, 2023

Em relação ao polinômio p:C→C dado por p(x) = 2x4 -3x3 +3x2 -3x + 1, pode-se afirmarque:
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136Q1047596 | Português, Sintaxe, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

O dono do livro


Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Couto. Ele disse que certa vez chegou em casa no fim do dia, já havia anoitecido, quando um garoto humilde de 16 anos o esperava sentado no muro. O garoto estava com um dos braços para trás, o que perturbou o escritor, que imaginou que pudesse ser assaltado.

Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto. Esse livro é seu? perguntou o menino. Sim, respondeu o escritor. Vim devolver. O garoto explicou que horas antes estava na rua quando viu uma moça com aquele livro nas mãos, cuja capa trazia a foto do autor.

O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto em jornais. Então perguntou para a moça: Esse livro é do Mia Couto? Ela respondeu: É. E o garoto mais que ligeiro tirou o livro das mãos dela e correu para a casa do escritor para fazer a boa ação de devolver a obra ao verdadeiro dono.

Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros - aqui no Brasil, inclusive. De quem é o livro? A resposta não é a mesma de quando se pergunta: "Quem escreveu o livro?".

O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada - comprei, é meu. O livro é de quem lê mesmo quando foi retirado de uma biblioteca, mesmo que seja emprestado, mesmo que tenha sido encontrado num banco de praça.

O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam. São do leitor as sensações provocadas, a tristeza, a euforia, o medo, o espanto, tudo o que é transmitido pelo autor, mas que reflete em quem lê de uma forma muito pessoal. É do leitor o prazer. É do leitor a identificação. É do leitor o aprendizado. É do leitor o livro.

Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros. E são, de fato. Não existe livro sem leitor. Não existe. É um objeto fantasma que não serve pra nada.

Aquele garoto de Moçambique não vê assim. Para ele, o livro é de quem traz o nome estampado na capa, como se isso sinalizasse o direito de posse. Não tem ideia de como se dá o processo todo, possivelmente nunca entrou numa livraria, nem sabe o que é tiragem.

Mas, em seu desengano, teve a gentileza de tentar colocar as coisas em seu devido lugar, mesmo que para isso tenha roubado o livro de uma garota sem perceber.

Ela era a dona do livro. E deve ter ficado estupefata. Um fã do Mia Couto afanou seu exemplar. Não levou o celular, a carteira, só quis o livro. Um danado de um amante da literatura, deve ter pensado ela. Assim são as histórias escritas também pela vida, interpretadas a seu modo por cada dono.

(Martha Medeiros. JORNAL ZERO HORA - 06/11/11./ Revista O Globo, 25 de novembro de 2012.)

Ao discutir a questão sobre “quem é o dono do livro", no texto, o verbo ser fica em evidência. Assinale a opção em que a concordância da forma verbal destacada está correta, de acordo com a norma-padrão.
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137Q1047639 | Português, Sintaxe, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha, 2018

Texto associado.
Correndo risco de vida

Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão “fulano não corre mais risco de vida”. Qualquer falante normal decodificava a expressão “risco de vida" como “ter a vida em risco”. E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: “'não é risco de vida, é risco de morte”. Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis, é o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam “o grande líder sicrano ainda corre o risco de morte”. E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão “risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de “João comeu o bolo”, como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial “correr o risco de cair do cavalo”, a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. “Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.

LUCCHESI, Dante. Correndo risco de vida. ATarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.
Assinale a opção em que a concordância entre verbo e sujeito não está de acordo com as prescrições normativas da Língua Portuguesa.
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138Q1047644 | Português, Interpretação de Textos, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha, 2018

Texto associado.

Palavra


Peguei meu filho no colo (naquele tempo ainda dava), apertei-o com força e disse que só o soltaria se ele dissesse a palavra mágica.

E ele disse: - Mágica.

Foi solto em seguida.

Um adulto teria procurado outra palavra, uma encantação que o libertasse.

Ele não teve dúvida. Me entendeu mal, mas acertou. Disse o que eu pedi. (Não, não hoje ele não se dedica às ciências exatas. É cantor e compositor)

Nenhuma palavra era mais mágica do que a palavra “mágica”.

Quem tem o chamado dom da palavra cedo ou tarde se descobre um impostor. Ou se regenera, e passa a usar a palavra com economia e precisão, ou se refestela na impostura: Nabokov e seus borboleteios, Borges e seus labirintos.

Impostura no bom sentido, claro - nada mais fascinante do que ver um bom mágico em ação. Você está ali pelos truques, não pelo seu desmascaramento.

Mas quem quer usar a palavra não para fascinar, mas para transmitir um pensamento ou apenas contar uma história, tem um desafio maior, o de fazer mágica sem truques. Não transformar o lenço em pomba, mas usar o lenço para dar o recado, um “ lençocorreio”. Cuidando o tempo todo, para que as palavras não se tornem mais importante do que o recado e o artifício - a impostura - não apareça e não atrapalhe.

(...)


Noblat.oglobo.globo.com/crônicas/notícia/2017/02/palavra. html - adaptado.

Assinale a opção em que os termos destacados retomam o mesmo vocábulo.
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139Q1059426 | Matemática, Derivada, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Seja f(x) = x + in(x), x > 0. Sabendo que f admite função inversa g, calcule g"(1) e assinale a opção correta.
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140Q1047658 | Matemática, Geometria Espacial, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha, 2018

Seja ABCDEF um prisma triangular reto, com todas as suas arestas congruentes e suas arestas laterais AD, BE e CF. Sejam 0 e 0' os baricentros das bases ABC e DEF, respectivamente, e P um ponto pertencente a 00' tal que P0' = - 1/6-00' . Sejaπ o plano determinado por P e pelos pontos médios de AB e DF. O plano πdivide o prisma em dois sólidos. Determine a razão entre o volume do sólido menor e o volume do sólido maior, determinados pelo plano π, e assinale a opção correta.
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