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Questões de Concursos Cadete do Exército

Resolva questões de Cadete do Exército comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q1047537 | Química, Substâncias e Suas Propriedades, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Considere as seguintes misturas heterogêneas de sólidos:

I - Amendoim torrado e suas cascas.

II - Serragem e limalha de ferro.

III- Areia e brita. Assinale a opção que apresenta, respectivamente, os processos que permitem a separação das frações das misturas acima.

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162Q1047028 | Química, Transformações Químicas, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Demorou muito tempo para que a descoberta da equipe alemã do Centro para Pesquisa de Íons Pesados, liderada por Sigurd Hofmann, fosse reconhecida oficialmente pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC, em inglês). Após mais de uma década de seu descobrimento, o elemento de número atômico 112, de nome temporário (ou unúmbio, que em latim quer dizer 112), foi aceito oficialmente na tabela periódica. É que sua existência teve que ser confirmada de maneira independente: até agora apenas quatro átomos foram observados, isso porque além de superpesado ele é muito instável: existe por apenas alguns milionésimos de segundo e depois se desfaz.

Fonte http: / /noticias.terra.com.br/ciencia/ interna/0, , OI3818860- EI238,00.html (Texto adaptado)

Com base nas informações contidas no texto analise as seguintes proposições e classifique-as com F (falso) ou V (verdadeiro) , assinalando a opção correta.

( ) Este novo elemento químico de número atômico 112 será classificado como um elemento de transição.

( ) O elemento químico de número atômico 112 pertence ao período 7 e à coluna 12 ou 2B da classificação periódica dos elementos.

( ) Considerando ser 277 o número de massa de seu isótopo mais estável, esta espécie apresenta 165 prótons e 112 neutrons em seu núcleo.

( ) A 25°C e pressão de 1 atm, seu estado físico deverá ser gasoso.

Assinale a opção que apresenta a sequencia correta de resultados da classificação das afirmações.
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163Q1047029 | Biologia, Ecologia e Ciências Ambientais, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

"Um importante avanço na indústria automobilística refere-se aos dispositivos chamados conversores catalíticos trifásicos. Esse aparelho, que substitui o cano de escape comum, converte cerca de 95% dos gases nocivos em produtos relativamente inofensivos. No Brasil, as primeiras levas de veículos com esse dispositivo chegaram ao mercado em 92".
(Scarlato e Pontim, "Do Nicho ao Lixo". Atual Edit. )

Esse conversor apresenta um problema a ser resolvido: ele transforma monóxido de carbono (CO) , que é altamente tóxico, em dióxido de carbono (CO2), que, embora seja bem menos tóxico, apresenta um efeito prejudicial de grande preocupação para a sociedade atual.

Assinale a opção que corresponde a este efeito.
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164Q1047542 | Sem disciplina, Sintaxe, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

Sobre o mar e o navio

Na guerra naval, existem ainda algumas peculiaridades que merecem ser abordadas.

Uma delas diz respeito ao cenário das batalhas: o mar. Diferente, em linhas gerais, dos teatros de operações terrestres, o mar não tem limites, não tem fronteiras definidas, a não ser nas proximidades dos litorais, nos estreitos, nas baias e enseadas.

Em uma batalha em mar aberto, certamente, poderão ser empregadas manobras táticas diversas dos engajamentos efetuados em área marítima restrita. Nelas, as forças navais podem se valer das características geográficas locais, como fez o comandante naval grego Temístocles, em 480 a .C . ao atrair as forças persas para a baía de Salamina, onde pôde proteger os flancos de sua formatura, evitando o envolvimento pela força naval numericamente superior dos invasores persas.

As condições meteorológicas são outros fatores que também afetam, muitas vezes de forma drástica, as operações nos teatros marítimos, O mar grosso, os vendavais, ou mesmo as longas calmarias, especialmente na era da vela, são responsáveis por grandes transtornos ao governo dos navios, dificultando fainas e manobras e, não poucas vezes, interferindo nos resultados das ações navais ou mesmo impedindo o engajamento. É oportuno relembrar que o vento e a força do mar destruíram as esquadras persa (490 a . C .) , mongol (1281) e a incrível Armada Espanhola (1588), salvando respectivamente a Grécia, o Japão (que denominou de kamikaze o vento divino salvador) e a Inglaterra daqueles invasores vindos do mar.

O cenário marítimo também é o responsável pela causa mortis da maioria dos tripulantes dos navios afundados nas batalhas navais, cujas baixas por afogamento são certamente mais numerosas do que as causadas pelos ferimentos dos impactos dos projéteis, dos estilhaços e dos abalroamentos. Em maio de 1941, o cruzador de batalha britânico HMS Hood, atingido pelo fogo da artilharia do Bismarck, afundou, em poucos minutos, levando para o fundo cerca de 1.400 tripulantes, dos quais apenas três sobreviveram.

Aliás, o instante do afundamento de um navio é um momento crucial para a sobrevivência daqueles tripulantes que conseguem saltar ou são jogados ao mar, pois o efeito da sucção pode arrastar para o fundo os tripulantes que estiverem nas proximidades do navio no momento da submersão. Por sua vez, os náufragos podem permanecer dias, semanas em suas balsas à deriva, em um mar batido pela ação de ventos, continuamente borrifadas pelas águas salgadas, sofrendo o calor tropical escaldante ou o frio intenso das altas latitudes, como nos mares Ártico, do Norte ou Báltico, cujas baixas temperaturas dos tempos invernais limitam cabalmente o tempo de permanência n 'água dos náufragos, tornando fundamental para a sua sobrevivência a rapidez do socorro prestado.

O navio também é um engenho de guerra singular. Ao mesmo tempo morada e local de trabalho do marinheiro, graças à sua mobilidade, tem a capacidade de conduzir homens e armas até o cenário da guerra. Plataforma bélica plena e integral, engaja batalhas, sofre derrotas, naufraga ou conquista vitórias, tornando-se quase sempre objeto inesquecível da história de sua marinha e país.

(CESAR, William Carmo. Sobre o mar e o navio. In:____ . Uma história das Guerras Navais: o desenvolvimento tecnológico das belonaves e o emprego do Poder Naval ao longo dos tempos. Rio de Janeiro: FEMAR, 2013. p. 396-398)

Marque a opção em que a função sintática do pronome relativo está corretamente indicada.
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165Q1047297 | Matemática, Aritmética e Problemas, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Para capinar um terreno circular plano, de raio 7m, uma máquina gasta 5 horas. Quantas horas gastará essa máquina para capinar um terreno em iguais condições com 14m de raio?
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166Q1047568 | Matemática, Geometria Plana, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Analise as afirmativas a seguir.

I- Sejam a, b e c os lados de um triângulo, com o c > ba . Pode-se afirmar que c2 = a2 +b2 se, e somente se, o triângulo for retângulo.

II- Se um triângulo é retângulo, então as bissetrizes internas dos ângulos agudos formam entre si um ângulo de 45° ou 135°.

III- O centro de um círculo circunscrito a um triângulo retângulo está sobre um dos catetos.

IV- O baricentro de um triângulo retângulo é equidistante dos lados do triângulo.

Assinale a opção correta.

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167Q1047328 | Matemática, Funções, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

a equação K2x - Kx - K2 - 2K - 8 + 12x, na variável x, é impossível. Sabe-se que a equação na variável y dada por3ay+ a -114y/2 = 17b+2/2admite infinitas soluções. Calcule o valorde ab +K/4,e assinale a opção correta.
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168Q1058350 | Português, Sintaxe, Cadete do Exército, EsPCEx, Exército, 2024

Texto associado.
Após a leitura atenta do texto apresentado a seguir, responda à questão proposta.


No princípio eram as árvores


Os livros são filhos das árvores, que foram o primeiro lar da nossa espécie e, talvez, o mais antigo receptáculo das palavras escritas. A etimologia da palavra contém um velho relato sobre os primórdios. Em latim, líber, que significa "livro", originariamente dava nome à casca da árvore ou, mais exatamente, à película fibrosa que separa a casca da madeira do tronco. Plínio, o Velho, afirma que os romanos escreviam em cascas de árvore antes de conhecer os rolos egípcios. Durante muitos séculos, diversos materiais - o papiro, o pergaminho - ocuparam o lugar daquelas antigas páginas de madeira, mas, numa viagem de ida e volta, com adoção do papel, os livros voltaram a nascer das árvores.

Como eu já expliquei, os gregos chamavam o livro de biblíon, rememorando a cidade fenícia de Biblos, famosa pela exportação de papiro. Atualmente o emprego dessa palavra, em sua evolução, ficou reduzido ao título de uma única obra, a Bíblia. Para os romanos, líber não evocava cidades nem rotas comerciais, mas o mistério do bosque onde seus antepassados começaram a escrever, em meio aos sussurros do vento nas folhas. Os nomes germânicos - book, Buch, boek - também descendem de uma palavra arbórea: a faia de tronco esbranquiçado.

Em latim, o termo que significa "livro" tem quase o mesmo som que o adjetivo que significa "livre", embora as raízes indo-europeias de ambos os vocábulos tenham origens diferentes. Muitas línguas neolatinas, como o espanhol, o francês, o italiano e o português, herdaram a coincidência dessa semelhança fonética, que convida ao jogo de palavras, identificando leitura e liberdade. Para os iluministas de todas as épocas, são duas paixões que sempre acabam confluindo.

Hoje aprendemos a escrever com luz sobre telas de cristal líquido ou de plasma, mas ainda ouvimos o chamado originário das árvores. Em suas cascas redigimos um disperso inventário amoroso da humanidade. Antonio Machado, em seus passeios pelos Campos de Castela, costumava parar junto ao rio para ler algumas linhas desse livro dos amantes:

Voltei a ver os álamos dourados,

álamos do caminho na ribeira

do Douro, entre San Polo e San Saturio,

atrás das muralhas velhas de Soria [. .. ].

Estes choupos do rio, que acompanham

com o som de suas folhas secas

o som da água, quando o vento sopra,

têm em suas cascas

gravadas iniciais que são nomes

de apaixonados, números que são datas.

Quando um adolescente risca duas iniciais com a ponta do canivete na casca prateada de um álamo, reproduz, sem saber, um gesto muito antigo. Calímaco, o bibliotecário de Alexandria, já menciona no século Ili a.C. uma mensagem amorosa numa árvore. Não é o único. Um personagem de Virgílio imagina como a casca, com o passar dos anos, irá se alargar e corroer seu nome e o dela: "E gravar meus amores nas jovens árvores; crescerão as árvores e com elas crescerão vocês, amores meus." Talvez o costume, ainda vivo, de tatuar letras na pele de uma árvore para conservar a lembrança de alguém que viveu e amou tenha sido um dos episódios mais antigos de escrita na Europa. Talvez, à beira de um rio que corre e passa e sonha, como dizia Machado, os antigos gregos e romanos tenham escrito os primeiros pensamentos e as primeiras palavras de amor. Sabe-se lá quantas dessas árvores acabaram se transformando em livros.


Fonte: VALLEJO, Irene. O Infinito em um Junco: A Invenção dos Livros no Mundo Antigo. Tradução de Paulina Wacht e Ari Roitman. 1ª ed. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2022.


GLOSSÁRIO:

Álamo - árvore ornamental de flores pequenas e casca rugosa, o mesmo que choupo;

Papiro - folha para escrever feita das hastes dos juncos provenientes das margens do rio Nilo;

Pergaminho - pele de cabra ou de ovelha preparada para a escrita ou encadernação;

Choupos - o mesmo que álamo;

Junco - nome comum a várias plantas herbáceas;

Faia - espécie de árvore; e

Indo-europeu - origem comum das línguas europeias.

Considerando o seguinte trecho do texto: "Como eu já expliquei, os gregos chamavam os livros de biblíon, rememorando a cidade fenícia de Biblos, famosa pela exportação de papiro.", assinale a alternativa que indica, respectivamente, as relações lógico-sintáticas expressas nas frases em destaque:
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169Q1047355 | Português, Interpretação de Textos, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Texto associado.
Campeonato do desperdício
No campeonato do desperdício, somos campeões em várias modalidades. Algumas de que nos orgulhamos e outras de que nem tanto. Meu amigo Adamastor, antropólogo das horas vagas, não me deu as causas primeiras de nossa primazia, mas forneceu-me uma lista em que somos imbatíveis. Claro, das modalidades que "nem tanto".
Vocês já ouviram falar em lixo rico? Somos os campeões. Nosso lixo faria a fartura de um Haiti. Com o que jogamos fora e que poderia ser aproveitado, poder-se-ia alimentar muito mais do que a população do Haiti. Há pesquisas do assunto e cálculos exatos que "nem tanto". Somos um país pobre com mania de rico. E nosso lixo é mais rico do que o lixo dos países ricos. Meu falecido pai costumava dizer: rico raspa o queijo com as costas da faca; remediado corta uma casca bem fininha; pobre, contudo, arranca uma lasca imensa do queijo. Meu pai dizia, e tenho a impressão que meu pai era um homem preconceituoso, mas em termos de manuseio dos alimentos nacionais, arrancamos uma lasca imensa do queijo, ah, sim, arrancamos.
Outra modalidade em que somos campeões absolutos, o desperdício do transporte. Ninguém no mundo consegue, tanto quanto nós, jogar grãos nas estradas. Não viajo pouco e me considero testemunha ocular. A Anhanguera, por exemplo, tem verdadeiras plantações de soja em suas margens. Quando pego uma traseira de caminhão e aquela chuva de grãos me assusta, penso rápido e fico calmo: faz parte da competição e temos de ser campeões.
Na construção civil o desperdício chega a ser escandaloso. Um dia o Adamastor, antropólogo das horas vagas, me veio com uma folha de jornal onde se liam estatísticas indecentes. Com o que se joga fora de material (do mais bruto ao mais sofisticado) , o Brasil poderia construir todos os estádios que a FIFA exige e ainda poderia exportar cidades para o mundo.
Antigamente, este que vos atormenta, levava um litro lavado para trocar por outro cheio de leite. Você, caro leitor, talvez nem tenha notícia disso. Mas era assim. Agora, compra-se o leite e sua embalagem internamente aluminizada para jogá-la no lixo. Quanto de nosso petróleo vai para o lixo em forma de sacos plásticos? Vocês já ouviram falar que o petróleo é um recurso inesgotável? Claro que não! Mas sente algum remorso ao jogar os sacos trazidos do supermercado no lixo? Claro que não. Nossa cultura de mosaico nos tirou a capacidade de ligar os fenômenos entre si.
E o que desperdiçamos de talentos, de esforço educacional? São advogados atendendo em balcão de banco, engenheiros vendendo cachorro-quente nas avenidas de São Paulo, são gênios que se desperdiçam diariamente como se fossem recursos, eles também, inesgotáveis. No dia em que a gente precisar, vai lá e pega. No dia em que a genteprecisar, pode não existir mais. Não importa, vivemos no melhor dos mundos, segundo a opinião do Adamastor, o gigante, plagiando um tal de Dr. Pangloss, que ironizava um tal de Leibniz.BRAFF, Menalton.

Em www.cartacapital.com.br - Acesso em 14 jan., 2013 - adaptado.

Dr.Pangloss - personagem de Cândido, de Voltaire. Caracteriza-se pelo extremo otimismo.
Leibniz - Autor da teoria de que nada acontece ao acaso. Estamos no melhor dos mundos possíveis, o ser só é, só existe, porque é o melhor possível. Adamastor, o- gigante - personificação do Cabo das Tormentas, em Os Lusíadas, do escritor português Luiz Vaz de Camões,
Em seu processo argumentativo, o texto
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170Q1047368 | Português, Funções Morfossintáticas da Palavra que, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Assinale a opção na qual o vocábulo em destaque NÃO tem a mesma classificação morfológica dos demais.
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171Q1047376 | Biologia, Ecologia e Ciências Ambientais, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

A substância conhecida como clorofluorcarbono (CFC) é uma substância utilizada em "sprays" e circuitos de refrigeração de geladeira e de ar condicionado, etc. Essa substância, quando liberada no ambiente, ataca a atmosfera drasticamente.

O problema mais grave está ocorrendo sobre a Antártica, no pólo Sul. Nesse local, no início da primavera, uma camada da atmosfera praticamente some.

Segundo alguns cientistas, esse desequilíbrio irá causar, no futuro, um aumento das radiações ultravioletas que atingem a superfície da Terra e, dessa forma, um aumento na incidência de câncer de pele.

Assinale a opção que nomeia o problema ambiental descrito acima.

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172Q1047377 | Biologia, Moléculas, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Analise as afirmativas a seguir.

I - É uma organela membranosa, responsável pela respiração celular.

II - É uma organela constituída por um sistema de canais membranosos, que pode ou não conter ribossomos aderidos.

III- É uma organela que contêm as substâncias necessárias à digestão celular.

IV - É uma organela formada por um conjunto de sáculos empilhados que formam vesículas de exportação.

Assinale a opção que nomeia as organelas I, II, III e IV, nessa ordem.

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173Q1047383 | Matemática, Álgebra, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Para x = 2013, qual é o valor da expressão (-1)6x - (-1)x-3 + (-1)5x - (-1)x+3 - (-1)4x - ( -1)2x ?
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174Q1047392 | História, História do Brasil, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

A segunda Constituição brasileira estabeleceu o voto direto. No entanto, a grande maioria da população foi excluída das eleições porque:
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175Q1047657 | Matemática, Progressões, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha, 2018

Sejam (an), (bm) e (ck) três progressões geométricas de razão q e primeiro termo x. (bm) tem o dobro de termos de (an), e (ck) tem 3/2 termos de (bm). Sabendo que a soma dos termos de (an) é igual a 10 e a soma dos termos de (ck) é 42/5 , assinale a opção que apresenta a diferença, em módulo, dos possíveis valores da soma dos termos de (bm).
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176Q1047423 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.
PART 1: READING COMPREHENSION

Based on the text below, answer the question.

A Shift from Nursing Homes to Managed Care at Home

Faced with soaring health care costs and shrinking Medicare and Medicaid financing, nursing home operators are closing some facilities and embracing an emerging model of care that allows many elderly patients to remain in their homes and still receive the medicai and social Services available in institutions.
In the newer model, a team of doctors, social workers, physical and occupational therapists and other specialists provide managed care for individual patients at home, at adult day-care centers and in visits to specialists. Studies suggest that it can be less expensive than traditional nursing homes while providing better medicai outcomes.
The number of such programs has expanded rapidly, growing from 42 programs in 22 States in 2007 to 84 in 29 States today. In New York City, a program run by a division of Center Light Health System, formerly known as the Be th Abraham Family of Health Services, has over 2,500 participants at 12 sites in the metropolitan area.
"It used to be that if you needed some kind of long-term care, the only way you could get that Service was in a nursing home, with 24-hour nursing care," said Jason A. Helgerson, the Medicaid director for New York State. "That meant we were institutionalizing Service for people, many of whom didn't need 24-hour nursing care. If a person can get a Service like home health care or Meais on Wheels, they can stay in an apartment and thrive in that environment, and it's a lower cost to taxpayers."

(Adapted from http: //www. nytimes.com)

Considering the text, what do the words "soaring" and "shrinking" mean in this extract?

"Faced with soaring health costs and shrinking Medicare and Medicaid f inancing [...] ."

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177Q1047440 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

PART 1: READING COMPREHENSION

Based on the text below, answer the question.

Exercising Body and Mind at the Same Time?

New Device Lets You Read While You Run


Engineers from Purdue University have devised a new System that will facilitate a very specific type of physical and mental multitasking - helping treadmill runners to read text on a display screen.

The System, called ReadingMate, compensates for constantly bobbing eyes so runners can train for a marathon while reading their favorite novel.

"Not many people can run and read at the same time," said Ji Soo Yi, an assistant professor of industrial engineering at Purdue University. "This is because the relative location of the eyes to the text is vigorously changing, and our eyes try to constantly adjust to such changes, which is burdensome."

Instead of increasing the size of the displayed font, Yi and his colleagues decided to compensate for a runner's head motion.

"You could increase the font size and have a large-screen monitor on the wall, but that's impractical because you cannot have numerous big screen displays in an exercise room," Yi said.

According to a report on the system published recently in Human Factors: The Journal of the Human Factors and Ergonomics Society, the engineers recruited 15 multitasking volunteers to perform a "letter-counting" test while jogging on a treadmill and using ReadingMate. The participants were asked to tally how many times the letter 'F' appeared in two lines of text nested in 10 lines of text that were displayed on a computer monitor.

While performing the test, the participants wore goggles equipped with infrared LEDs. An infrared camera tracked the motion of the LEDs, essentially recording the movement of the runner's head. To compensate for the head motion, the displayed text was moved as the volunteers ran along the treadmill with their heads bobbing.

The researchers found those who used the ReadingMate system performed better at multi-tasking their physical and mental assignments, particularly when it carne to reading smaller font sizes and smaller line-spaced text.

Besides aiding people with the novel task of reading while running, the researchers said their system could be used to assist airline pilots or those working in heavy industry.

"Both may experience heavy shaking and turbulence while reading information from a display," Kwon said. "ReadingMate could stabilize the content in such cases."


(Adapted from http://www.redorbit.com/news)

According to the text, which alternative is correct?
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178Q1047468 | Sem disciplina, Morfologia, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Texto associado.

Eles blogam. E você?

Após o surgimento da rede mundial de computadores, no início da década de 1990, testemunhamos uma revolução nas tecnologias de comunicação instantânea. Nós, que nascemos em um mundo anterior à Internet, aprendemos a viver no universo constituído por coisas palpáveis: casas, máquinas, roupas etc. O contato se estabelecia entre seres humanos reais por meios "físicos": cartas, telefonemas, encontros.

Em um mundo concreto, a escola não poderia ser diferente: livros, giz, carteiras, quadro-negro, mural. Esse espaço é ainda hoje definido por uma série de símbolos de um tempo passado e tem se mantido relativamente inalterado desde o século XIX. Os alunos atuais, porém, são nativos digitais. Em outras palavras: nasceram em um mundo no qual já existiam computadores, Internet, telefone celular, tocadores de MP3, videogames, programas de comunicação instantânea (MSN, Google Talk etc.) e muitas outras ferramentas da era digital. Seu mundo é definido por coisas imateriais: imagens, dados e sons que trafegam e são armazenados no espaço virtual.

Um dos aspectos mais sedutores do ciberespaço é o seu poder de articulação social. Foi no fim da década de 1990 que os usuários da Internet descobriram uma ferramenta facilitadora da interação escrita entre diferentes pessoas conectadas em uma rede virtual: osweblogs, que logo ficaram conhecidos como blogs. O termo é formado pelas palavras web (rede, em inglês) e log (registro, anotação diária). A velocidade de reprodução da blogosfera é assustadora: 120 mil novos blogs por dia, 1,4 blog por semana.

O blog se caracteriza por apresentar as observações pessoais de seu "dono" (o criador do blog) sobre temas que variam de acordo com os interesses do blogueiro e também de acordo com o tipo de blog. As possibilidades são infinitas: há blogs pessoais, políticos, culturais, esportivos, jornalísticos, de humor etc.

Os textos que o blogueiro insere no blog são chamados de posts. Em português, o termo já deu origem a um verbo, "postar", que significa "escrever uma entrada em um blog". Os posts são cronológicos, porém apresentados em ordem inversa: sempre do mais recente para o mais antigo. Os internautas que visitam um blog podem fazer comentários aos posts.

Justamente porque facilitam a comunicação e permitem a interação entre usuários de todas as partes, os blogs são interessantes ferramentas pedagógicas. Se a escola é o espaço preferencial para a construção do conhecimento, nada mais lógico do que levar os blogs para a sala de aula, porque eles têm como vocação a produção de conteúdo. Por que não criar um blog de uma turma, do qual participem todos os alunos, para comentar temas atuais, para debater questões polêmicas, para criar um contexto real em que o texto escrito surja como algo natural?

Na blogosfera, informação é poder. E os jovens sabem disso, porque conhecem o ciberespaço. O entusiasmo pela criação de um blog coletivo certamente será acompanhado pelo desejo de transformá-lo em ponto de parada obrigatória para os leitores que vagam no universo virtual. E esse desejo será um motivador muito importante. Para conquistar leitores, os autores de um blog precisam não só ter o que dizer, mas também saber como dizer o que querem, escolher imagens instigantes, criar títulos provocadores.

Uma vez criado o blog da turma, as possibilidades pedagógicas a ele associadas multiplicam-se. Para gerar conteúdo consistente é necessário pesquisar, considerar diferentes pontos de vista sobre temas polêmicos, avaliar a necessidade de ilustrar determinados conceitos com imagens, definir critérios para a moderação dos comentários, escolher os temas preferenciais a serem abordados etc. Todos esses procedimentos estão na base da construção de conhecimento.

Outro aspecto muito importante é que os jovens, em uma situação rara no espaço escolar, vão constatar que, nesse caso, quem domina o conhecimento são eles. Pela primeira vez não precisarão virar "analógicos" para se adaptar ao universo da sala de aula. Eu blogo. Eles blogam. E você?

Maria Luiza Abaurre, in Revista Carta na Escola. (adaptado)

Assinale a opção em que a correspondência entre o conectivo e seu emprego -sintático-semântico está correta.
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179Q1047486 | Português, Morfologia, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

TEXTO 2

Minha amiga me pergunta: por que você fala sempre nas coisas que acontecem a primeira vez e, sobretudo, as compara com a primeira vez que você viu o mar? Me lembro dessa cena: um adolescente chegando ao Rio e o irmão lhe prevenindo: "Amanhã vou te apresentar o mar." Isto soava assim: amanhã vou te levar ao outro lado do mundo, amanhã te ofereço a Lua. Amanhã você já não será o mesmo homem.

E a cena continuou: resguardado pelo irmão mais velho, que se assentou no banco do calçadão, o adolescente, ousado e indefeso, caminha na areia para o primeiro encontro com o mar. Ele não pisava na areia. Era um oásis a caminhar. Ele não estava mais em Minas, mas andava num campo de tulipas na Holanda. O mar a primeira vez não é um rito que deixe um homem impune. Algo nele vai-se a profundar.

Eo irmão lá atrás, respeitoso, era a sentinela, o sacerdote que deixa o iniciante no limiar do sagrado, sabendo que dali para a frente o outro terá que, sozinho, enfrentar o dragão. E o dragão lá vinha soltando pelas narinas as ondas verdes de verão. E o pequeno cavaleiro, destemido e intimidado, tomou de uma espada ou pedaço de pau qualquer para enfrentar a hidra que ondeava mil cabeças, e convertendo a arma em caneta ou lápis começou a escrever na areia um texto que não terminará j amais. Que é assim o ato de escrever: mais que um modo de se postar diante do mar, é uma forma de domar as vagas do presente convertendo-o num cristal passado.

Não, não enchi a garrafinha de água salgada para mostrar aos vizinhos tímidos retidos nas montanhas, e fiz mal, porque muitos morreram sem jamais terem visto o mar que eu lhes trazia. Mas levei as conchas, é verdade, que na mesa interior marulhavam lembranças de um luminoso encontro de amor com o mar.

Certa vez, adolescente ainda nas montanhas, li uma crônica onde um leitor de Goiás pedia à cronista que lhe explicasse, enfim, o que era o mar.Fiquei perplexo. Não sabia que o mar fosse algo que se explicasse. Nem me lembro da descrição. Me lembro apenas da pergunta. Evidentemente eu não estava pronto para a resposta. A resposta era o mar. E o mar eu conheci, quando pela primeira vez aprendi que a vida não é a arte de responder, mas a possibilidade de perguntar.

Os cariocas vão achar estranho, mas eu devo lhes revelar: o carioca, com esse modo natural de ir à praia, desvaloriza o mar. Ele vai ao mar com a sem-cerimônia que o mineiro vai ao quintal. E o mar é mais que horta e quintal. É quando atrás do verde-azul do instante o desejo se alucina num cardume de flores no jardim. O mar é isso: é quando os vagalhões da noite se arrebentam na aurora do sim.

Ver o mar a primeira vez, lhes digo, é quando Guimarães Rosa pela vez primeira, por nós, viu o sertão. Ver o mar a primeira vez é quase abrir o primeiro consultório, fazer a primeira operação. Ver o mar a primeira vez é comprar pela primeira vez uma casa nas montanhas: que surpresas ondearão entre a lareira e a mesa de vinhos e queijos!

O mar é o mestre da primeira vez e não para de ondear suas lições. Nenhuma onda é a mesma onda. Nenhum peixe o mesmo peixe. Nenhuma tarde a mesma tarde. O mar é um morrer sucessivo e um viver permanente. Ele se desfolha em ondas e não para de brotar. A contemplá-lo ao mesmo tempo sou jovem e envelheço.

O mar é recomeço.

(SANT'ANNA, Affonso Romano de. O mar, a primeira vez. In: _____ . Fizemos bem em resistir: crônicas selecionadas. Rio de Janeiro: Rocco, 1994, p.50-52. Texto adaptado.)

Que opção pode substituir o pronome sublinhado no trecho "Certa vez, adolescente ainda nas montanhas, li uma crônica onde um leitor de Goiás pedia à cronista que lhe explicasse, enfim, o que era o mar." (5°§), de acordo com a norma padrão, sem alterar o sentido do enunciado?
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180Q1047493 | Inglês, Advérbios e Conjunções Adverbs And Conjunctions, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

PART 1: READING COMPREHENSION

The War at Home: The Struggle for Veterans to Find Jobs

In today's tough and competitive job market, it can be challenging for any adult to land a decent job. Though education can definitely improve outcomes, sometimes it's not just abont the degree. Experience can also play a major role in helping people find jobs. Yet in some cases, if you do not have the right kind of experience, this may be of little help. Just ask one of the many college-educated military veterans who serve their country only to return to find a job market that will treat them as rookies.

Army veteran John Lee Dumas said he had zero anxieties about finding a job after graduating college and had been told that his military experience would give him a leg up on other candidates. But things did not turn out that way.

"I quickly found out that I was lumped together with recent college grads for entry-level positions, and that an employee that had two years' experience at a job in a similar industry was considered way more qualified than I was despite my four years as an officer in the army", Dumas said.

When Dumas did find work, he said it was difficult to acclimate to the civilian Office environment.

"I often found that my peers and above had a hard time dealing with my direct approach and attitude about tackling problems head on, often asking for forgiveness rather than permission", he said.

One issue is that veterans are too modest when it comes to stating their accomplishments in the military.

"For some reason, I've had veterans not tell me about their awards and honors, but it should all be listed - from commander' s coins to medals of honor," Hurwitz said.

Navy veteran Tom Graves, who has a career in world force development helping companies understand the benefits of hiring skilled and experienced military veterans, agreed.

(Adapted from http://www.onlinecollege.org)

Considering the text, which word can replace "despite" in this extract: "[...] despite my four years of experience [...]"?
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