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Questões de Concursos Cadete do Exército

Resolva questões de Cadete do Exército comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


61Q1047563 | Física, Ótica, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

O comprimento de onda da luz amarela de sódio é 0,589μm. Considere um feixe de luz amarela de sódio se propagando no ar e incidindo sobre uma pedra de diamante, cujo índice de refração é igual a 2,4. Quais são o comprimento de onda, em angstroms, e a frequência, em quilohertz, da luz amarela de sódio no interior do diamante?

Dados: c = 3.108 m/s

1 angstrom = 10-10 m

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62Q1058514 | Português, Morfologia, Cadete do Exército, EsPCEx, Exército, 2025

Texto associado.
MACHADO E ABEL

Manuel Bandeira

O Almanaque Garnier de 1906 trazia o conto de Machado de Assis “O Incêndio”, postumamente recolhido no 2º volume de Páginas recolhidas da edição Jackson. O conto principia assim:

Não inventei o que vou contar, nem o inventou o meu amigo Abel. Ele ouviu o fato com
todas as circunstâncias, e um dia, em conversa, fez resumidamente a narração que me ficou
na memória e aqui vai tal qual. Não lhe acharás o pico, a alma própria que este Abel põe a
tudo o que exprime, seja uma ideia dele, seja, como no caso, uma história de outro.

Este Abel era o engenheiro civil Abel Ferreira de Matos, de que falei em minha crônica passada, na verdade o homem mais espirituoso que já vi na minha vida. Na conversa, fosse com quem fosse – homem, senhora ou menino –, na correspondência – era um correspondente pontual – punha sempre aquele pico e alma própria a que aludiu Machado de Assis e que a tudo comunicava logo extraordinário interesse.

O caso do conto “O Incêndio” ouviu-o Abel de mim, que por minha vez o ouvi da boca do próprio protagonista, oficial da marinha inglesa, que acabava de curar a sua “perna mal ferida” no Hospital dos Estrangeiros, onde eu então me achava também internado morre não morre. A história pode contar-se em poucas linhas: um navio de guerra inglês andava em cruzeiro pelo sul do Atlântico; no porto de Montevidéu desceu o oficial a terra e passeando na cidade viu um ajuntamento de gente diante de um sobrado envolvido em fogo e fumarada; no segundo andar, a uma janela, parecia ver-se a figura de uma mulher como que hesitante entre a morte pelo fogo e a morte pela queda; o oficial é que não hesitou: abriu caminho entre a multidão, meteu-se casa adentro para salvar a moça; quando chegou ao segundo andar, verificou que a moça da janela não era uma moça, era um manequim; tratou de descer, mas precisamente ao galgar a porta de entrada do sobrado foi atingido por uma trave, que lhe pegou uma das pernas.

Casos como esse, em que parece haver uma injustiça ou pelo menos indiferença da parte da Divina Providência, punham o nosso bom Abel, que era um crente e um espiritista, completamente desnorteado e infeliz. Foi o que sucedeu quando lhe narrei a história do inglês. Primeiro sacudiu a cabeça entre as mãos ambas. Em seguida comentou: “É um conto para Machado de Assis”.

E era mesmo. E Machado de Assis não deixou de agravar o caso inventando por sua conta que os bombeiros iam prendendo o oficial na suposição de que fosse um ladrão; era acrescentar à iniquidade divina a iniquidade humana. E Machado acaba o conto instalando o seu desencanto dos homens na alma do oficial, com dizer que ele “foi mandado a Calcutá, onde descansou da perna quebrada e do desejo de salvar ninguém”.

Abel tinha a Machado na conta de materialista. Convencera-se disso pela leitura de seus grandes romances. Ficou, pois, espantadíssimo quando um dia, no meio de uma conversa, dizendo tranquilamente a Machado: “Vocês, materialistas…”, foi vivamente interrompido pelo outro, que começou a gaguejar protestando: “Eu, ma… materialista? A b s o l u t a m e n t e ! ”


(Fonte: BANDEIRA, Manuel. Flauta de papel. 2.Ed. São Paulo: Global, 2014, p. 63-64-Adaptada)
Na frase,“era um crente e um espiritista, completamente desnorteado e infeliz”, assinale a alternativa correta quanto ao processo de formação de palavras dos termos sublinhados:
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63Q1047515 | Matemática, Equações Polinomiais, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Dado o polinômio axk + 2x2 - t , com (a,k, t) ∈ N , a < k e sabendo que P(1) = 0, P(-2)= 51, determine a soma dos algarismos do número w= t15(a-1)20 e, a seguir, assinale a opção correta.
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64Q1047557 | Inglês, Orações Condicionais Conditional Clauses, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Which of the sentences below is INCORRECT?
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65Q1047378 | Biologia, Hereditariedade e Diversidade da Vida, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Para uma determinada característica, um casal com fenótipo igual originou um filho com fenótipo diferente do deles. Essa característica segue os padrões de herança decorrentes da la lei de Mendel.

Com base nessas informações, pode-se deduzir, exclusivamente, que:

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66Q1047296 | Inglês, Verbos Verbs, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.
Major Current Environmental Problems

Ocean Acidification: It is a direct impact of excessiveproduction of C02. 25% of C02 is produced by humans. Theocean acidity has increased by the last 250 years, but by2100, it _______ shoot up by 150%.
Acid Rain: Acid rain occurs due to the presence ofcertain pollutants in the atmosphere. Acid rain is a knownenvironmental problem that _______ have serious effect onhuman health, wildlife and aquatic species.

(Adapted from http://www.conserve-energy-future.com).
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67Q1047555 | Inglês, Verbos Verbs, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Which is the correct option to complete the sentence below?

25 simple well-being tricks to health-proof your body

Let's be honest, we could all do with looking _________ ourselves better. And if you follow these simple well-being tricks to health-proof your body, you'll soon feel the benefits .

Here are 25 instant body boosters from top to toe.

(http://www.mirror.co.uk/lifestyle/health/25-simple-health-tips-boost- 2305412)

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68Q1047641 | Português, Interpretação de Textos, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha, 2018

Texto associado.
Correndo risco de vida

Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão “fulano não corre mais risco de vida”. Qualquer falante normal decodificava a expressão “risco de vida" como “ter a vida em risco”. E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: “'não é risco de vida, é risco de morte”. Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis, é o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam “o grande líder sicrano ainda corre o risco de morte”. E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão “risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de “João comeu o bolo”, como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial “correr o risco de cair do cavalo”, a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. “Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.

LUCCHESI, Dante. Correndo risco de vida. ATarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.
Assinale a opção em que o autor demonstra interação direta com o leitor.
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69Q1058931 | Matemática, Probabilidade, Cadete do Exército, EsPCEx, Exército, 2021

Um aluno da EsPCEx tem a probabilidade de 60% de acertar um problema de Matemática ao tentar resolvê-lo. Numa prova de Matemática com 5 problemas, qual a probabilidade desse aluno acertar ao menos um dos 5 problemas?
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70Q1047319 | Química, Transformações Químicas, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

A apresentação dos elementos na tabela periódica moderna é feita de forma que a principal característica de cada um determine sua posição relativa aos demais elementos.

Quanto à ordenação dos elementos na tabela e ao significado da característica que determina sua posição, é correto afirmar que a organização se dá em ordem:

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71Q1047620 | Geografia, Meio Ambiente Na Geografia, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

“Uma das alterações produzidas recentemente, causada pela incorporação do elemento ambiental no discurso do desenvolvimento, foi o estabelecimento de novas diretrizes para o uso da terra. A Amazônia, um dos principais objetos de preocupação dos ambientalistas, voltou à cena e tornou-se objeto de disputa pela sua significação."

(Rabello, Antônio Cláudio. (2013). Amazônia: uma fronteira volátil. Estudos Avançados, 27(78), 213-235. chttps ; // dx.doi.org / 10.1590/S0103- 40142013000200014>)

Sobre os problemas ligados à ocupação do espaço amazônico que vêm preocupando os ambientalistas, assinale a opção correta.

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72Q1047373 | Física, Trabalho e Energia, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

Leia o texto a seguir.

O Cavalo-vapor

Quando as primeiras máquinas a vapor foram construídas era inevitável compará-las à potência dos cavalos, pois a tração animal era a principal forma de facilitar o trabalho. James Watt, um dos pioneiros no desenvolvimento das máquinas a vapor, estabeleceu o horsepower(HP)como medida de potência. Mais tarde, usando-se unidades do sistema decimal, verificou-se que um cavalo adulto e forte era capaz de elevar uma carga de 75kg a uma altura de 1 metro em 1 segundo. Assim, foi possível definir uma nova unidade, o cavalo-vapor(cv). (Ciências no Século XXI: 9° ano/ Iris Stern - Atual Editora)

Considerando g = 9, 8 m/ s2, pode-se dizer que a potência de uma máquina de 2cv, medida em unidades do Sistema Internacional, é de, aproximadamente,

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73Q1047552 | Inglês, Vocabulário Vocabulary, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

Hard Lesson in Sleep for Teenagers

By Jane E. Brody October 20, 2014

Few Americans these days get the hours of sleep optimal for their age, but experts agree that teenagers are more likely to fall short than anyone else.

Researchers report that the average adolescent needs eight and a half to nine and a half hours of sleep each night. However, in a poll taken in 2006 by the National Sleep Foundation, less than 20 percent reported getting that much rest on school nights. With the profusion of personal electronics, the current percentage is believed to be even worse. A study in Fairfax, Va., found that only 6 percent of children in the 10th grade and only 3 percent in the 12th grade get the recommended amount of sleep. Two in three teens were found to be severely sleep-deprived, losing two or more hours of sleep every night. The causes can be biological, behavioral or environmental. The effect on the well-being of adolescents — on their health and academic potential — can be profound.

Insufficient sleep in adolescence increases the risks of high blood pressure and heart disease, Type 2 diabetes and obesity, said Dr. Owens, pediatric sleep specialist at Children's National Health System in Washington. Sleeplessness is also linked to risk-taking behavior, depression, suicidal ideation and car accidents. Insufficient sleep also impairs judgment, decision-making skills and the ability to curb impulses, which are "in a critical stage of development in adolescence," Dr. Owens said. With the current intense concern about raising academic achievement, it is worth noting that a study by Kyla Wahlstrom of 9,000 students in eight Minnesota public high schools showed that starting school a half-hour later resulted in an hour's more sleep a night and an increase in the students' grade point averages and standardized test scores.

When children reach puberty, a shift in circadian rhythm makes it harder for them to fall asleep early enough to get the requisite number of hours and still make it to school on time. A teenager’s sleep-wake cycle can shift as much as two hours, making it difficult to fall asleep before 11 p.m. If school starts at 8 or 8:30, it is not possible to get enough sleep. Based on biological sleep needs, a teenager who goes to sleep at 11 p.m, should be getting up around 8 a.m.

Adding to the adolescent shift in circadian rhythm are myriad electronic distractions that cut further into sleep time, like smartphones, iPods, computers and televisions. A stream of text messages, tweets, and postings on Facebook and Instagram keep many awake long into the night.

Parents should consider instituting an electronic curfew and perhaps even forbid sleep-distracting devices in the bedroom, Dr . Owens said. Beyond the bedroom, many teenagers lead overscheduled lives that can lead to short nights.

Also at risk are many teenagers from low-income and minority families, where overcrowding, excessive noise and safety concerns can make it difficult to get enough restful sleep, the academy statement said. Trying to compensate for sleep deprivation on weekends can further compromise an adolescent's sleep-wake cycle by inducing permanent jet lag. Sleeping late on weekends shifts their internal clock, making it even harder to get to sleep Sunday night and wake up on time for school Monday morning.

(Adapted and abridged from http://www.nytimes.com)

Which words are similar in meaning to ''curb" and "curfew" in the following extracts: "Insufficient sleep also impairs judgment, decision-making skills and the ability to curb impulses [...] . " and "Parents should consider instituting an electronic curfew and perhaps even forbid sleep-distracting devices in the bedroom [...] ."?
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74Q1047554 | Inglês, Aspectos Linguísticos Linguistic Aspects, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Analyze these sentences.

I - The boss discussed about the new sales report.

II - Does the coefficient of kinetic friction depend on speed?

ll- My son finally succeeded in finding a new job.

IV - Some people still blame the driver on the accident.

V - He apologized for his girlfriend to being late.

Choose the correct option.

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75Q1047578 | Inglês, Pronomes Pronouns, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

The Vikings

Raiders, travelers or brave explorers?

The Vikings sailed the seas, attacked towns, and stole treasures all over Europe between 800 and 1100. They started from Scandinavia and attacked many countries in Europe. They settled in Britain, Ireland and France. They also crossed the Atlantic Ocean and arrived in Iceland and Greenland. They discovered North America but they also traveled east to Russia and south to Arabia.

They were good farmers and excelient shipbuilders. They used their ships for war. They also used them to carry people and goods to new lands. In winter, when there was not much farm work to do, they stayed home and did other interesting jobs. Men made swords to use them in battle. The Vikings liked swords so much they often decorated them with gold and gave them names. Women cooked and made clothes, shoes, and jewelry for themselves,______ children and husbands.

In 866 the Vikings captured an Anglo-Saxon town. They called it Jorvik and it was the capital of the Viking kingdom for 200 years. They made Jorvik rich and one of the most famous cities in Britain. Some years ago, archeologists discovered part of that Viking town in York, the modern city of Jorvik. They found many things such as jewelry, coins and clothes. If you ever go to York and you want to traveli back in time and see how the Vikings lived, visit the Jorvik Centre!

Adapted from Wilson, D. M. (1987) The Vikings, Activity Book, British Museum Press http://www.pi-schools.gr/books/gymnasio/aggl_a_prox/ergas/043-060.pdf

Which possessive form completes the gap in text III?

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76Q1047580 | Matemática, Raciocínio Lógico, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Chama-se conjunto-verdade de uma sentença aberta p(x) em um conjunto A o conjunto de todos os elementos a A, tais que p(a) é uma proposição verdadeira (V). Sejam p(x), q(x) e r(x) sentenças abertas em um mesmo conjunto A. Encontre o conjunto-verdade da sentença aberta composta (p(x) → q(x)) ∨ ~ r(x), em função de Vp, Vq e Vr , e assinale a opção correta.
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77Q1047347 | Geografia, Industrialização, Cadete do Exército, COLÉGIO NAVAL, Marinha

A indústria brasileira ocorreu tardiamente se comparada aos Estados Unidos, Europa Ocidental e Japão.De acordo com as mudanças estruturais das dinâmicas econômica, social e politica, o pais teve que se adequar à competitividade internacional. Sendo assim, coloque F (falso) ou V (verdadeiro) nas afirmativas abaixo, com relação à trajetória da indústria brasileira, assinalando a seguir a opção correta.

( ) O período marcado entre 1930 e 1950, não mais recebeu investimentos provenientes do setor cafeeiro no desenvolvimento da logística do país, O financiamento das ferrovias e rodovias foi proveniente do capital internacional que promoveu também a criação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e da Petrobras.

( ) O governo de Getúlio Vargas financiou a construção da indústria de base, com destaque para os setores de energia e de transportes; enquanto que, no governo de Juscelino Kubitschek,a prioridade foi o setor automobilístico apoiado no capital estrangeiro .

( ) O capital internacional foi o principal responsável pela industrialização brasileira, já que canalizou recursos por todas as regiões do país com o objetivo de desenvolver os sistemas de transporte, de comunicação e de energia necessários ao "salto qualitativo" nacional.

( ) No período neoliberal, o Brasil passou pelo processo de desconcentração industrial, Assim, muitas indústrias procuraram outros espaços geográficos,onde os custos de produção eram menores, como por exemplo, os incentivos fiscais, a mão-de-obra barata e a atuação sindical pouco organizada,

( ) O fim das políticas neoliberais no Brasil possibilitou o retorno do modelo de substituição de importações. Por conseguinte, a adoção de medidas protecionistas do Estado sobre importações de bens industriais tem protegido a produção nacional da concorrência internacional.


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78Q1047434 | Inglês, Tag Questions, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Which is the correct option to complete the sentence below?

He's done a lot of work today, (1)____ ?

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79Q1058516 | Português, Funções Morfossintáticas da Palavra se, Cadete do Exército, EsPCEx, Exército, 2025

Texto associado.
MACHADO E ABEL

Manuel Bandeira

O Almanaque Garnier de 1906 trazia o conto de Machado de Assis “O Incêndio”, postumamente recolhido no 2º volume de Páginas recolhidas da edição Jackson. O conto principia assim:

Não inventei o que vou contar, nem o inventou o meu amigo Abel. Ele ouviu o fato com
todas as circunstâncias, e um dia, em conversa, fez resumidamente a narração que me ficou
na memória e aqui vai tal qual. Não lhe acharás o pico, a alma própria que este Abel põe a
tudo o que exprime, seja uma ideia dele, seja, como no caso, uma história de outro.

Este Abel era o engenheiro civil Abel Ferreira de Matos, de que falei em minha crônica passada, na verdade o homem mais espirituoso que já vi na minha vida. Na conversa, fosse com quem fosse – homem, senhora ou menino –, na correspondência – era um correspondente pontual – punha sempre aquele pico e alma própria a que aludiu Machado de Assis e que a tudo comunicava logo extraordinário interesse.

O caso do conto “O Incêndio” ouviu-o Abel de mim, que por minha vez o ouvi da boca do próprio protagonista, oficial da marinha inglesa, que acabava de curar a sua “perna mal ferida” no Hospital dos Estrangeiros, onde eu então me achava também internado morre não morre. A história pode contar-se em poucas linhas: um navio de guerra inglês andava em cruzeiro pelo sul do Atlântico; no porto de Montevidéu desceu o oficial a terra e passeando na cidade viu um ajuntamento de gente diante de um sobrado envolvido em fogo e fumarada; no segundo andar, a uma janela, parecia ver-se a figura de uma mulher como que hesitante entre a morte pelo fogo e a morte pela queda; o oficial é que não hesitou: abriu caminho entre a multidão, meteu-se casa adentro para salvar a moça; quando chegou ao segundo andar, verificou que a moça da janela não era uma moça, era um manequim; tratou de descer, mas precisamente ao galgar a porta de entrada do sobrado foi atingido por uma trave, que lhe pegou uma das pernas.

Casos como esse, em que parece haver uma injustiça ou pelo menos indiferença da parte da Divina Providência, punham o nosso bom Abel, que era um crente e um espiritista, completamente desnorteado e infeliz. Foi o que sucedeu quando lhe narrei a história do inglês. Primeiro sacudiu a cabeça entre as mãos ambas. Em seguida comentou: “É um conto para Machado de Assis”.

E era mesmo. E Machado de Assis não deixou de agravar o caso inventando por sua conta que os bombeiros iam prendendo o oficial na suposição de que fosse um ladrão; era acrescentar à iniquidade divina a iniquidade humana. E Machado acaba o conto instalando o seu desencanto dos homens na alma do oficial, com dizer que ele “foi mandado a Calcutá, onde descansou da perna quebrada e do desejo de salvar ninguém”.

Abel tinha a Machado na conta de materialista. Convencera-se disso pela leitura de seus grandes romances. Ficou, pois, espantadíssimo quando um dia, no meio de uma conversa, dizendo tranquilamente a Machado: “Vocês, materialistas…”, foi vivamente interrompido pelo outro, que começou a gaguejar protestando: “Eu, ma… materialista? A b s o l u t a m e n t e ! ”


(Fonte: BANDEIRA, Manuel. Flauta de papel. 2.Ed. São Paulo: Global, 2014, p. 63-64-Adaptada)
Na frase, “[...] parecia ver-se a figura de uma mulher [...]”, assinale a alternativa correta quanto à classificação do vocábulo sublinhado:
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80Q1047553 | Inglês, Verbos Verbs, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Which option best completes the paragraph below?

Eat healthy

In today's fast-paced world, it is so easy ________ through a drive-through window to grab something to eat. It is also easy ______ into a gas station ______ a bag of chips, a soda, and some candy. However, ______ this is not the best choice for our bodies. Simply put - the more junk you put into your body, the worse you are going to feel. Try ______ your body with healthy food, drink plenty of water, and skip fast food lines as much as you can to feel healthy and happy.

(Abridged from http://www.teenadvice.about.com)

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