Paciente feminina de 83 anos, conduzida pelo resgate em
prancha e colar cervical ao setor de emergência do HU com relato
de queda da própria altura ocorrida há cerca de 40 minutos,
apresentava dor torácica de forte intensidade, VA pérvia e
dificuldade para falar pela dor. A ausculta, identificou MV
diminuído nas bases, sem ruídos aéreos, RCR, BNF, boa perfusão,
FC 77 bpm, respiração levemente superficial FR 25 inc/min, SPO2
94%, pulsos simétricos, PA 190 / 105 mmHg, sem lesões visíveis
na cabeça, sem déficit motor, GCS 15, (estando consciente e
orientada). HPP: HAS, DM2, DLP em uso de AAS, antihipertensivo e atorvastatina; nega alergias; prótese bilateral de
joelho e histórico de DAC com revascularização do miocárdio. A
tomografia computadorizada evidenciou fratura desalinhada de 3
arcos costais com 1 arco costal insinuando para dentro do tórax e
pequeno hemotórax esquerdo. Evoluiu com dor incontrolável
requerendo morfina constante (12 mg/24 h), sonolência, agitação
e confusão. Foi realizada a avaliação cardiológica com ECO (boa
fração de ejeção), US de carótidas (69% obstrução da carótida
direita) e cintilografia miocárdica (sem isquemia). Sua creatinina
estava em 2,75 e ureia em 106. Apresentou melhora temporária
desses parâmetros com as medidas clínicas. Na tomografia houve
piora do desalinhamento das fraturas com aumento do
hemotórax. Este foi drenado, e o dreno foi retirado, após 03 dias.
Voltou a apresentar piora respiratória com catéter contínuo de
O2 e VNI intermitente e melhora da função renal, manteve,
entretanto, quadro álgico intenso e rebaixamento do nível de
consciência, sendo submetida a IOT.
Nesse quadro evolutivo, a alternativa mais eficaz é:
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