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Questões de Concursos Contador

Resolva questões de Contador comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1101Q28895 | Administração Financeira e Orçamentária, Contador, Prefeitura de Bela Vista MG, FUNDEP

Nos termos da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, são instrumentos de transparência da gestão fiscal, aos quais será dada ampla divulgação, inclusive em meios eletrônicos de acesso público: os planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias; as prestações de contas e o respectivo parecer prévio; o Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório de Gestão Fiscal; e as versões simplificadas desses documentos.

A respeito dos mecanismos de transparência na gestão fiscal, assinale a alternativa INCORRETA.
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1103Q671994 | Português, Contador, Prefeitura de Novo Hamburgo RS, AOCP, 2020

Texto associado.
Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
    Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
    Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
    Escuta: se não descobrires um sentido na loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
    A realidade, Maria, é louca.
    Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
    Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
    A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
    Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes consequências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
    Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
    A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
    Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados, todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste. [...]

Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.




Assinale a alternativa em que a classificação da figura de linguagem presente no trecho dado esteja INCORRETA.
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1104Q332552 | Matemática, Cálculo Aritmético Aproximado, Contador, MI, NCE

Em um deserto, a temperatura máxima registrada em um certo dia foi de 40ºC. Se, nesse mesmo dia, a temperatura variou de 52ºC, então a menor temperatura registrada nesse dia foi:

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1105Q466953 | Direito Tributário, SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL, Contador, Companhia Pernambucana de Saneamento PE, IPAD

Indique qual o item que não diz respeito, normalmente, a uma dedução ao salário bruto do empregado:

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1106Q809239 | Legislação Federal, Lei 6404 1976, Contador, Companhia Imobiliária de Brasília DF, CESPE CEBRASPE

Acerca da destinação do resultado e dos procedimentos contábeis, segundo a Lei n.º 6.404/1976 e a legislação complementar, julgue os itens seguintes.

O montante provisionado para resgate de partes beneficiárias deverá ter o mesmo tratamento contábil dado às participações no lucro do exercício, com o registro a crédito de provisão para resgate de partes beneficiárias no patrimônio líquido.

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1107Q832570 | Português, Pontuação, Contador, VUNESP, 2021

Leia o texto para responder à questão.


Lições de vida

    Em 2009, um avião pousou de emergência no rio Hudson. O piloto era Sully Sullenberger e as 155 pessoas a bordo foram salvas por uma manobra impossível, perigosa, milagrosa. Sully virou herói e a lenda estava criada.

    Em 2016, no filme “Sully, o herói do rio Hudson”, Clint Eastwood revisitou a lenda para contar o que aconteceu depois do milagre: uma séria investigação às competências do capitão Sully Sullenberger. Ele salvara 155 pessoas, ninguém contestava. Mas foi mesmo necessário pousar no Hudson? Ou o gesto revelou uma imprudência criminosa, sobretudo quando existiam opções mais sensatas?

    Foram feitas simulações de computador. E a máquina deu o seu veredicto: era possível ter evitado as águas do rio e pousar em LaGuardia ou Teterboro. O próprio Sully começou a duvidar das suas competências. Todos falhamos. Será que ele falhou?

    Por causa desse filme, reli um dos ensaios de Michael Oakeshott, cujo título é “Rationalism in Politics”. Argumenta o autor que, a partir do Renascimento, o “racionalismo” tornou-se a mais influente moda intelectual da Europa. Por “racionalismo”, entenda-se: uma crença na razão dos homens como guia único, supremo, da conduta humana.

    Para o racionalista, o conhecimento que importa não vem da tradição, da experiência, da vida vivida. O conhecimento é sempre um conhecimento técnico, ou de uma técnica, que pode ser resumido ou aprendido em livros ou doutrinas.

    Oakeshott argumentava que o conhecimento humano depende sempre de um conhecimento técnico e prático, mesmo que os ensinamentos da prática não possam ser apresentados com rigor cartesiano.

    Clint Eastwood revisita a mesma dicotomia de Oakeshott para contar a história de Sullenberger. O avião perde os seus motores na colisão com aves; o copiloto, sintomaticamente, procura a resposta no manual de instruções; mas é Sully quem, conhecendo o manual, entende que ele não basta para salvar o dia.

    E, se os computadores dizem que ele está errado, ele sabe que não está – uma sabedoria que não se encontra em nenhum livro já que a experiência humana não é uma equação matemática.

    As máquinas são ideais para lidar com situações ideais. Infelizmente, o mundo comum é perpetuamente devassado por contingências, ambiguidades, angústias, mas também súbitas iluminações que só os seres humanos, e não as máquinas, são capazes de entender.

    Quando li Oakeshott, encontrei um filósofo que, contra toda a arrogância da modernidade, mostrava como a nossa imperfeição pode ser, às vezes, uma forma de salvação. O ensaio era, paradoxalmente, uma lição de humildade e uma apologia da grandeza humana. Eastwood, aos 86 anos, traduziu essas imagens.

(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)

Leia os trechos do texto.

Clint Eastwood revisitou a lenda para contar o que aconteceu depois do milagre: uma séria investigação às competências do capitão Sully Sullenberger. (2º parágrafo)

Por “racionalismo”, entenda-se: uma crença na razão dos homens como guia único, supremo, da conduta humana. (4º parágrafo)

Os dois-pontos foram empregados nesses trechos, respectivamente, para inserir no texto

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1108Q690809 | Contabilidade Geral, Balanço Patrimonial BP, Contador, AL GO, IADES, 2019

A empresa Alfa iniciou o mês de março sem estoque de mercadorias. Ao longo do mês, foram realizados os lançamentos a seguir.

1. Compra de 120 unidades a $ 7,00 cada;
2. Venda de 30 unidades a $ 12,00 cada;
3. Compra de 50 unidades a $ 8,00 cada;
4. Compra de 30 unidades a $ 8,50 cada; e
5. Venda de 100 unidades a $ 13,00 cada.

Com base apenas nas informações para o mês de março, os maiores valores do estoque final (EF) e do custo das mercadorias vendidas (CMV) são obtidos usando, respectivamente, os métodos de custeio

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1109Q673671 | Português, Crase, Contador, Prefeitura de São Felipe D Oeste RO, IBADE, 2020

Texto associado.
O PAPEL DO PAPEL


Comecei a escrever sobre o mundo da tecnologia da informação em 1987, quando ele ainda nem atendia por esse nome. Dizíamos
apenas “informática”, e o termo englobava tudo, até visões opostas do que estava em jogo. Para a maioria, informática era a definição de
um universo habitado por nerds e máquina, inenarravelmente chato; para a minoria que habitava o tal universo, era uma coleção de
maravilhas e de possibilidades que mudariam o mundo. O tempo se encarregou de mostrar que estávamos certos. E embora a ideia do que
é ou não chato seja altamente subjetiva, o fato é que mesmo quem não suportava (e ainda não suporta) computadores, hoje tem uma vida
mais divertida graças ao que se cozinhava naquele caldeirão. O que ninguém poderia imaginar, porém, era quanto e como o mundo
mudaria.
Era impossível, na época, prever o impacto planetário da internet. Por outro lado, muitos estavam convencidos de que caminhávamos, a
passos largos, para uma sociedade sem papel. Teríamos pequenos computadores de bolso, extensão dos desktops de casa, que usaríamos
para carregar nossos dados, fazer anotações e mesmo pagar as contas via IFRD (infravermelho) com aparelhos universalmente espalhados
pelo comércio. Adeus dinheiro de papel, recebidos, papelada! O palm foi, até certo ponto, a materialização dessa ideia, mas nunca tomou o
lugar dos cartões de credito. Os celulares, que vieram correndo por fora, começam agora a apontar nessa direção.
Todas as necessidades de comunicação, leitura e arquivamento se resolveriam eletronicamente. Na sociedade sem papel, as
escrivaninhas seriam tão limpas que dariam aflição: nada de livros, bloquinhos, revistas, calhamaços diversos. Pessoalmente, eu não levava
a menor Fé nessa visão. Comungava do credo oposto – até porque nunca antes, na história desse planeta, se vira tanto papel. Bastava ver o
tamanho dos manuais publicados a cada nova versão de software. Além disso, como os manuais eram invariavelmente ruins, os updates
davam filhotes nas livrarias, onde sólidos tomos de centenas de páginas tentavam explicar o que os engenheiros de software não
conseguiam.
Ao mesmo tempo, a popularização dos computadores trouxe, na sua esteira, a disseminação das impressoras. Criava-se, aí, um cenário
de calamidade, que unia a facilidade de produzir toda a espécie de, vá lá, “conteúdo” – de trabalhos escolares a planilhas e memorandos – à
inédita possibilidade de reproduzi-lo ao infinito. Cansei de ver executivos que começavam o dia de trabalho lendo os e-mails...
caprichosamente impressos pelas secretárias. E cansei, eu mesma, de guardar longos estudos e processos, que imprimia para ler na
condução entre a minha casa e o jornal.
Fomos salvos da lenta morte por asfixia em montanhas de impressos pelo custo impraticável dos cartuchos de tinta. Estou certa de que,
um dia, a humanidade saberá reconhecer este inestimável serviço prestado pelos fabricantes de impressoras.
Parte do mérito cabe também às telas, que aumentaram de resolução, tamanho, visibilidade. Um LCD com 20 polegadas, como que eu
uso e que já não é nada demais, oferece indiscutivelmente uma leitura mais confortável do que os velhos monitores de fósforo verde de 10
polegadas (alguém se lembra?). As próprias telinhas dos Blackberries e dos celulares já dão para o gasto. Taí uma tecnologia que evolui com
velocidade muito superior à dos e-papers, diversos tipos de papel eletrônico que há tempos vêm sendo pesquisados. Neles, em tese,
poderiam circular jornais e revistas, mas estou entre os que acham seu futuro mais certo na área dos cartazes e displays.
O Kindle e outros leitores – cujos primeiros antepassados vieram ao mundo, sem sucesso, no início dos anos 1990 – prometem remover
parte das montanhas de papel que ainda nos circundam. São o suporte perfeito para livros de referência e manuais que precisam de
atualização, e para livros de leitura rápida, como a maioria dos best-sellers; mas não conseguirão substituir edições caprichadas das obras
que amamos, livros de arte ou, no outro extremo, livros de bolso baratinhos. Ou alguém se arrisca a levar um Kindle para a praia?
Cora Rónai – Jornal O Globo, 26/09/2009
“Parte do mérito cabe também às telas, que aumentaram de resolução...” Está correta a justificativa da crase:
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1110Q353162 | Contabilidade Geral, Contador, CRF DF, IADES

Na gestão de custos, o sistema de custeio ABC (do inglês Activity-Based Costing), também chamado de custeio baseado em atividades, permite melhor visualização dos custos por meio da análise das atividades desenvolvidas dentro da empresa e das respectivas relações com os objetos de custos .Nesse modelo, a atribuição de custos às atividades é realizada de uma forma criteriosa, seguindo, respectivamente, as seguintes prioridades:
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1111Q670898 | Matemática Financeira, Sistema de Amortização, Contador, Cispar PR, FAFIPA, 2020

Considere os seguintes dados:


Proposta de crédito N.: 2

Tomador do empréstimo: João Arrojado da Silva.

Fornecedor do empréstimo: Banco do Aventureiro S/A.

Destino do financiamento: Compra de material reciclável.

Valor emprestado: R$ 1.000.000,00

Taxa de juros nominal ao mês: 2,00%

Método de cálculo: Composto.

Periodicidade da Capitalização: Mensal.

Forma de amortização: Prestações Decrescentes, amortizações iguais, tabela SAC.

N. de meses para pagamento: 12

Arredondamento decimal (n. de casas no cálculo): 4

Arredondamento decimal (n. de casas na resposta): 2


Com base nos dados acima, qual o valor da primeira prestação mensal que João terá que arcar? (considere a opção mais próxima para corrigir eventual imprecisão do arredondamento decimal)

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1112Q174020 | Português, Pontuação, Contador, TJ SP, VUNESP

Texto associado.

Leia o texto para responder às questões de números 11 a 17.

O que é ler?

Começo distraidamente a ler um livro. Contribuo com alguns pensamentos, julgo entender o que está escrito porque conheço a língua e as coisas indicadas pelas palavras, assim como sei identificar as experiências ali relatadas. Escritor e leitor possuem o mesmo repertório disponível de palavras, coisas, fatos, experiências, depositados pela cultura instituída e sedimentados no mundo de ambos.
De repente, porém, algumas palavras me pegam. Insensivelmente, o escritor as desviou de seu sentido comum e costumeiro e elas me arrastam, como num turbilhão, para um sentido novo, que alcanço apenas graças a elas. O escritor me invade, passo a pensar de dentro dele e não apenas com ele, ele se pensa em mim ao falar em mim com palavras cujo sentido ele fez mudar. O livro que eu parecia soberanamente dominar apossa-se de mim, interpela-me, arrasta-me para o que eu não sabia, para o novo. O escritor não convida quem o lê a reencontrar o que já sabia, mas toca nas significações existentes para torná-las destoantes, estranhas, e para conquistar, por virtude dessa estranheza, uma nova harmonia que se aposse do leitor.
Ler, escreve Merleau-Ponty, é fazer a experiência da retomada do pensamento de outrem através de sua palavra, é uma reflexão em outrem, que enriquece nossos próprios pensamentos. Por isso, prossegue Merleau-Ponty, começo a compreender uma filosofia deslizando para dentro dela, na maneira de existir de seu pensamento, isto é, em seu discurso.
(Marilena Chauí, Prefácio. Em: Jairo Marçal, Antologia de Textos Filosóficos. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à pontuação.

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1113Q25802 | Legislação Municipal, Contador, CISVALE, OBJETIVA

Conforme o Estatuto do Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo/Cisvale, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(   ) O Consórcio estará sujeito à fiscalização contábil, operacional e patrimonial pelo Tribunal de Contas da União para apreciar as contas do Presidente do Consórcio, quanto à legalidade, legitimidade e economicidade das despesas, atos, contratos e renúncia de receitas, sem prejuízo do controle externo a ser exercido em razão de cada um dos consorciados.
(   ) A contabilidade do Consórcio deverá permitir que se reconheça a gestão econômica e financeira de cada serviço em relação a cada um de seus titulares.
(   ) Todas as demonstrações financeiras serão apresentadas na Assembleia Geral, ao final de cada exercício contábil.
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1114Q683771 | Contabilidade Geral, Demonstração do Valor Adicionado DVA CPC 09, Contador, UFGD, UFGD, 2019

A Demonstração tem por objetivo demonstrar o valor da riqueza econômica gerada pelas atividades da empresa como resultante de um esforço coletivo e sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a sua criação. Desse modo, esta demonstração acaba por prestar informações a todos os agentes econômicos interessados na empresa, tais como empregados, clientes, fornecedores, financiadores e governo. Esta demonstração, obrigatória para as companhias abertas e que integrará as demonstrações contábeis divulgadas em cada exercício, é
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1115Q409862 | Direito Administrativo, Parte Geral, Contador, UEZO RJ, CEPERJ

Nas licitações, é obrigatória a realização de audiência pública em caso de valores acima de:
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1116Q338448 | Matemática, Sistemas Lineares, Contador, MI, NCE

Um armário com capacidade para 450 cartas possui três gavetas. Sabendo que a primeira gaveta é o triplo da segunda, e que a terceira é o dobro da segunda, então a capacidade da primeira gaveta é:

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1117Q181009 | Contabilidade Geral, Sistema de contas, Contador, MTur, FUNIVERSA

Em geral, a caracterização do fato gerador da despesa patrimonial coincide com a sua liquidação. Mas isso pode não ocorrer, como, por exemplo, nos contratos de seguros que a Administração firma com uma seguradora. Com relação ao assunto, assinale a alternativa correspondente à correta associação entre o lançamento contábil e o respectivo sistema de contas, quando ocorre o fato gerador preexistindo a dotação orçamentária.

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1118Q447005 | Direito Constitucional, Orçamentos, Contador, Prefeitura de Cáceres MT, CEV UFMT

Em relação aos Princípios Orçamentários, assinale a afirmativa INCORRETA.
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1119Q810799 | Legislação Federal, Lei 11941 2009, Contador, FUSAR RJ, FEC UFF

As mudanças da legislação contábil introduzidas pela Lei nº 11.941/09 introduziram uma nova classificação nas contas do Ativo e do Passivo. Após o Subgrupo Realizável a Longo Prazo, podemos encontrar os seguintes subgrupos de contas:

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1120Q177026 | Contabilidade Geral, Princípios Fundamentais de Contabilidade para Setor Público, Contador, UFRJ, NCE UFRJ

De acordo com o Manual de contabilidade aplicada ao setor público: procedimentos contábeis patrimoniais, os conceitos (I) o Princípio da ______ se afrma, para o ente público, pela autonomia e responsabilização do patrimônio a ele pertencente e (II) o Princípio da ______ está vinculado ao estrito cumprimento da destinação social do patrimônio da entidade referem-se, respectivamente a:

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