Questões de Concursos Contador
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694Q28887 | Português, Contador, Prefeitura de Bela Vista MG, FUNDEP
Texto associado.
O mundo é dividido em nações, que é o nome que tem os países como o Brasil, o Japão, etc., mas não Rio de Janeiro, Cuiabá, Pernambuco, que isso não é nação, é cidade. Quase nunca a gente percebe que o mundo é dividido em nações porque aqui no Brasil só tem brasileiro e a gente fica pensando que o mundo é como o Brasil, mas em copas do mundo a gente percebe. Cada nação insiste em falar uma língua diferente. Não sei por que todo mundo não fala português, que é tão fácil que até criança pequena fala, sem precisar estudar, como precisa com todas as outras línguas. Na Suíça e na Bélgica eles falam muitas línguas, além do suíço e do bélgico. Na hora do hino, cada jogador canta numa língua e fica parecendo com a hora do recreio, quando todo mundo grita e ninguém entende, mas eles estão acostumados. Também no jogo cada um fala com o outro numa língua, e isso é uma maneira de confundir o outro time, que não sabe o que eles estão combinando.
Cada nação tem uma camisa diferente, para a gente saber de que nação a pessoa é, e isso não só os jogadores mas também as pessoas que vão assistir e até as pessoas nas ruas, no ônibus, no avião ou no metrô. A melhor é a de um país chamado Croácia, onde vivem os croatas, que são pessoas que gostam muito de jogar xadrez, por isso a camisa deles é como um tabuleiro de xadrez, como os quadradinhos branco e vermelho. Quando o jogo está chato, os jogadores param de jogar futebol, tiram a camisa, estendem ela no chão e jogam xadrez. O público de lá gosta muito mais, e canta e torce muito mais. A camisa da França é azul e os jogadores são chamados de “azuis”, mas na verdade só a camisa é azul, eles são brancos ou pretos, como todo mundo.
As nações têm bandeiras e hinos. Acho a bandeira do Brasil a mais bonita de todas, fora algumas, e muito bem feita para o futebol: tem o verde dos gramados, o amarelo da taça que o campeão vai ganhar e a bola. No meio tem uma faixa que quando o Brasil é campeão fica escrito campeão”, e quando não é fca escrito uma bobagem qualquer. Nunca vi tanta bandeira como agora. Algumas são sem graça, como as que têm só duas cores e uma cruz no meio. Outras são interessantes, principalmente para nós, meninas, como as que têm estrelinhas e outros desenhos. A da Costa Rica tem naviozinhos de um lado e do outro de uma terra com vulcões. Mostra como o país é fninho e como é difícil viver nele, todo mundo muito apertado, quase sem poder respirar, e ainda com medo de vulcão. A mais engraçada é a da Argentina, que tem um solzinho com olho, nariz e boca. É uma bandeira amiga das crianças. Meu pai não gosta que eu torça para a Argentina, mas eu torço, por causa do solzinho, e não falo para ele.
Antes do jogo tem os hinos e a televisão vai traduzindo o que eles estão cantando. Aí eu tenho medo. O da França diz para os filhos da pátria formarem batalhões e atacarem os inimigos. Deve ser terrível viver na França. Lá tem inimigos que querem estrangular as crianças, diz o hino deles. Os franceses cantam essas coisas como se não fosse nada demais, mas eu nunca vou querer ir lá na França. Esses países são muito inseguros. Nos Estados Unidos o hino explica que tem foguetes e bombas voando. Como os jogadores podem ser bonzinhos depois de cantar essas coisas? Teve um que mordeu um outro. Acho que foi pouco, coisas muito piores podiam acontecer. Podia acontecer de morrerem, por exemplo.Tem muito hino que fala de morrer. O da Itália pede que todos estejam prontos para morrer, porque a Itália chamou. Como é que pode chamar os outros para morrer? O do Uruguai pede para escolher a pátria ou o túmulo. O nosso do Brasil, que eu prefro, entre outros, porque não dá para entender as palavras, e por isso não ameaça ninguém, mesmo assim tem um pedaço que diz que a gente não teme a própria morte. A Fifa não devia deixar eles cantarem essas coisas. É um risco no fim do jogo o campo ficar cheio de mortos. Faz bem o jogador da França que não canta o hino deles, ainda mais um hino daqueles. Os nossos cantaram sempre, todos, e choraram muito. Não sei porque. Quem chorou mais, eu acho, foi o Thiago Silva. Aqui em casa até meu pai chorou. Eu não choro. Tenho mais o que fazer.
Toledo, R.P., Veja, 09/07/2014 (texto adaptado)
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695Q18703 | Direito Administrativo, Contador, CP PCNS, MB
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696Q352839 | Contabilidade Geral, Contador, CEFET RJ, CESGRANRIO
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697Q22723 | Inglês, Contador, CAPES, CESGRANRIO
Texto associado.
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data, survey finds
By Eve Tahmincioglu updated 8:18 p.m. ET March 16, 2008
Don"t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group Marketing in New York, to answer your e-mail right away. He has stopped responding to e-mails every minute and only checks his e-mail account twice a day. He also started turning off his BlackBerry during meetings. This tactic has made him so much more productive that earlier this year he held a meeting with his staff of 50 and "strongly suggested" that they stop relying so heavily on e-mail and actually start calling clients on the phone. And, he requested his employees put cell phones and PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail the common practice of cc-ing everybody when sending out an e-mail. "There was so much redundancy, so much unnecessary work," he explains. "One person could handle an issue that should take two minutes, but when an email goes out and five people get cc-ed, then everybody responds to it and there"s a snowball effect." It"s not that Osher has anything against technology. In fact, he loves it. The problem is, last year he realized he was inundated with so many e-mails and so much information in general that he began to experience data overload. "In the beginning, e-mail and all this data was a great phenomenon, revolutionizing what we do. But the pendulum has swung way too much to the other side," he maintains. "We"re less productive." Osher isn"t the only one out there under a data avalanche. Thanks to technological innovations, you can be talking to a customer on your cell phone, answering a LinkedIn invitation on your laptop, and responding to email on your PDA all at the same time. Besides, during tough economic times, who will want to miss any information when your job could be on the line if you indulge in the luxury of being offline? Turns out, seven out of 10 office workers in the United States feel overwhelmed by information in the workplace, and more than two in five say they are headed for a data "breaking point," according to a recently released Workplace Productivity Survey. Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets, says there are a host of reasons we"re all on the information brink: "exponential growth of the size of the information "haystack," the immensity and immediacy of digital communications, and the fact that professionals are not being provided with sufficient tools and training to help them keep pace with the growing information burden." Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes we are less productive in this age of 24-7 technology, and our multitasking mentality has spawned a "not-mentallypresent" society. "We"re becoming an attention-deficit disorder society switching back and forth like crazy," Kossek says. "We"re connected all the time. We"re working on planes, in coffee shops, working on the weekends. Work is very seductive, but yet we"re actually less effective." The key to getting your head above the data flood, according to workplace experts, is managing and reducing the information you"re bombarded with.
© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
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698Q692715 | Auditoria, Evidência em Auditoria, Contador, UFSC, UFSC, 2019
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699Q804887 | Legislação e Decretos, Sistema Público de Escrituração Digital, Contador, Petrobras, CESGRANRIO
O Decreto no 6.022, de 22 de janeiro de 2007, instituiu o Sistema Público de Escrituração Digital. Com relação a esse assunto, analise a definição abaixo.
“Arquivo digital que se constitui de um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil, bem como de registros de apuração de impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte”.
A definição corresponde ao conceito do instrumento técnico
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700Q174872 | Contabilidade Geral, Depreciação, Contador, MTur, FUNIVERSA
Considere que um bem do ativo imobilizado adquirido por R$ 100.000,00 tenha vida útil estimada de 5 anos e valor residual de R$ 10.000,00. Com relação ao método de depreciação utilizado, assinale a alternativa correta.
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