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Questões de Concursos Contador

Resolva questões de Contador comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


821Q179528 | Contabilidade Geral, Patrimônio Líquido, Contador, DPU, CESPE CEBRASPE

Com relação às teorias do patrimônio líquido, julgue o item a seguir.

A teoria da entidade, em contraposição à teoria do fundo, aborda a necessidade de divulgação da demonstração do valor adicionado e do balanço social por empresas de grande e de médio porte.
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822Q354186 | Contabilidade Geral, Princípios de Contabilidade, Contador, TJ MG, FUMARC

São Princípios Fundamentais de Contabilidade, EXCETO:

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823Q179870 | Administração Financeira e Orçamentária, Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO, Contador, UFRJ, NCE UFRJ

De acordo com o artigo 165 da Constituição Federal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) compreenderá:
I - as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal;
II - as despesas de capital para o exercício fnanceiro subsequente;
III - orientações para elaboração da lei orçamentária anual;
IV - disposições sobre as alterações na legislação tributária;
V - política de aplicação das agências fnanceiras de investimento.
Estão corretos apenas:

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824Q834469 | Português, Sintaxe, Contador, IDIB, 2021

TEXTO

O Tempo
Rubem Alves
    Há duas formas de marcar o tempo. Uma delas foi inventada por homens que amam a precisão dos números, matemáticos, astrônomos, cientistas, técnicos. Para marcar o tempo de forma precisa, eles fabricaram ampulhetas, relógios, cronômetros, calendários. Nesses artefatos técnicos, todos os pedaços do tempo – segundos, minutos, dias, anos – são feitos de uma mesma substância: números, entidades matemáticas. Não há inícios nem fins, apenas a indiferente sucessão de momentos, que nada dizem sobre alegrias e sofrimentos. Apenas um bolso vazio. Nele, a alma não encontra morada.
    Nas Olimpíadas, a performance dos corredores e nadadores é medida até os centésimos. Fico a me perguntar: “Como é que conseguem? Que diferença faz?”.
    A outra foi inventada por homens que sabem que a vida não pode ser medida com calendários e relógios. A vida só pode ser marcada com a vida. Os amantes do Cântico dos Cânticos marcavam o tempo do amor pelos frutos maduros que pendiam das árvores. Quando as folhas dos plátanos ficam amarelas sabemos que o outono chegou. Os ipês-rosas e amarelos anunciam o inverno.
    Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer? E sem misturar as cores. Primeiro os rosas, depois os amarelos e, finalmente, os brancos.
   Sugeri que algum compositor compusesse uma sinfonia ou uma brincadeira musical em três movimentos. Primeiro movimento, “Ipê-rosa”, andante tranquilo, em que os violoncelos cantam a paz e a segurança. Segundo movimento, “Ipê-amarelo”, rondo vivace, em que os metais, cores parecidas com a dos ipês, fazem soar a exuberância da vida. Terceiro movimento, “Ipê-branco”, moderato, em que o veludo dos oboés canta a mansidão. Seria bom se nós, como os ipês, nos abríssemos para o amor no inverno.
    A precisão dos números marca o tempo das máquinas e do dinheiro. O tempo do amor se marca com o corpo.
    Um calendário é coisa precisa: anos, meses, dias, horas, que são marcados com números. Esses números medem o tempo. Mas os pedaços de tempo são bolsos vazios: nada há dentro deles. O bolso vazio do tempo se torna parte do nosso corpo quando o enchemos com vida. Aí o tempo não mais pode ser representado por números. O tempo aparece como um fruto que vai sendo comido: é belo, é colorido, é perfumado. E, à medida que vai sendo comido, vai acabando. Vem a tristeza. O tempo da vida se marca por alegrias e tristezas. Há inícios e há fins.
    Tempus fugit; o tempo foge. Portanto, carpe diem: colha o dia como um fruto que amanhã estará podre.
    Viver ao ritmo de alegrias e tristezas é ser sábio. “Sapio”, no latim, quer dizer, “eu saboreio”. O sábio é um degustador da vida. A vida não é para ser medida. Ela é para ser saboreada.
    Um texto bíblico diz: “Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos um coração sábio”. Acho que Jesus sorriria se eu acrescentasse ao “Pai-Nosso” outra súplica: “A fruta nossa de cada dia dá-nos hoje…”. Caqui, pitanga, morango à beira do abismo, melancia…
    Heráclito foi um filósofo grego fascinado pelo tempo. Contemplava o rio e via que tudo é rio. Percebeu que não é possível entrar duas vezes no mesmo rio; na segunda vez, as águas serão outras, o primeiro rio já não existirá. Tudo é água que flui: as montanhas, as casas, as pedras, as árvores, os animais, os filhos, o corpo… Assim é tudo, assim é a vida: tempo que flui sem parar. Daquilo que ele supostamente escreveu, restam apenas fragmentos enigmáticos. Dentre eles, um me encanta: “Tempo é criança brincando, jogando; da criança o reinado”.
    Para nós, o tempo é um velho, cada vez mais velho, sobre quem se acumulam os anos que passam e de quem a vida foge.
    Heráclito, ao contrário, diz que o tempo é criança, início permanente, movimento circular, o fim que volta sempre ao início, fonte de juventude eterna, possibilidade de novo começos.
    Tempo é criança? O que o filósofo queria dizer exatamente eu não sei. Mas sei que as crianças odeiam Chronos, o deus dos cronômetros, dos segundos, dos centésimos de segundos O relógio é o tempo do dever: corpo engaiolado.
Disponível em https://www.revistaecosdapaz.com/o-tempo-uma-cronica-encantadora-de-rubem-alves/. 
duas formas de marcar o tempo”. Com relação à concordância do verbo “haver”, analise as afirmativas a seguir:
I. Fica no singular quando for usado no sentido de existir ou acontecer. II. É pessoal e por isso concorda com o sujeito da oração. III. Fica no plural para indicar um sujeito indeterminado. IV. É impessoal e forma uma oração sem sujeito.
É correto o que se afirma
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825Q704001 | Direito Constitucional, Direitos Políticos, Contador, Câmara de Jaru RO, IBADE, 2019

Principal instrumento de manifestação da vontade popular, o voto tem papel de destaque na Constituição Federal de 1988. A Carta Magna é explícita ao afirmar que a soberania popular será exercida pelo direito de voto:
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827Q833035 | Português, Crase, Contador, VUNESP, 2021

Leia o texto para responder à questão.


Lições de vida

    Em 2009, um avião pousou de emergência no rio Hudson. O piloto era Sully Sullenberger e as 155 pessoas a bordo foram salvas por uma manobra impossível, perigosa, milagrosa. Sully virou herói e a lenda estava criada.

    Em 2016, no filme “Sully, o herói do rio Hudson”, Clint Eastwood revisitou a lenda para contar o que aconteceu depois do milagre: uma séria investigação às competências do capitão Sully Sullenberger. Ele salvara 155 pessoas, ninguém contestava. Mas foi mesmo necessário pousar no Hudson? Ou o gesto revelou uma imprudência criminosa, sobretudo quando existiam opções mais sensatas?

    Foram feitas simulações de computador. E a máquina deu o seu veredicto: era possível ter evitado as águas do rio e pousar em LaGuardia ou Teterboro. O próprio Sully começou a duvidar das suas competências. Todos falhamos. Será que ele falhou?

    Por causa desse filme, reli um dos ensaios de Michael Oakeshott, cujo título é “Rationalism in Politics”. Argumenta o autor que, a partir do Renascimento, o “racionalismo” tornou-se a mais influente moda intelectual da Europa. Por “racionalismo”, entenda-se: uma crença na razão dos homens como guia único, supremo, da conduta humana.

    Para o racionalista, o conhecimento que importa não vem da tradição, da experiência, da vida vivida. O conhecimento é sempre um conhecimento técnico, ou de uma técnica, que pode ser resumido ou aprendido em livros ou doutrinas.

    Oakeshott argumentava que o conhecimento humano depende sempre de um conhecimento técnico e prático, mesmo que os ensinamentos da prática não possam ser apresentados com rigor cartesiano.

    Clint Eastwood revisita a mesma dicotomia de Oakeshott para contar a história de Sullenberger. O avião perde os seus motores na colisão com aves; o copiloto, sintomaticamente, procura a resposta no manual de instruções; mas é Sully quem, conhecendo o manual, entende que ele não basta para salvar o dia.

    E, se os computadores dizem que ele está errado, ele sabe que não está – uma sabedoria que não se encontra em nenhum livro já que a experiência humana não é uma equação matemática.

    As máquinas são ideais para lidar com situações ideais. Infelizmente, o mundo comum é perpetuamente devassado por contingências, ambiguidades, angústias, mas também súbitas iluminações que só os seres humanos, e não as máquinas, são capazes de entender.

    Quando li Oakeshott, encontrei um filósofo que, contra toda a arrogância da modernidade, mostrava como a nossa imperfeição pode ser, às vezes, uma forma de salvação. O ensaio era, paradoxalmente, uma lição de humildade e uma apologia da grandeza humana. Eastwood, aos 86 anos, traduziu essas imagens.

(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)

O sinal indicativo de crase está corretamente empregado na alternativa:
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828Q353050 | Contabilidade Geral, Contabilidade de Custos, Contador, Petrobras, CESGRANRIO, 2018

A contabilidade de custos, atualmente, visa a atender a duas funções básicas relevantes: auxiliar no controle e ajudar na tomada de decisões. Isso torna extremamente importante a adequada classificação dos custos, em relação a cada finalidade específica.

Assim, no que concerne ao objetivo de custeio e da forma como são apropriados aos produtos, os custos podem ser classificados como

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829Q470959 | Direito Tributário, Impostos, Contador, TJ RR, CESPE CEBRASPE

Com relação ao imposto de renda retido na fonte (IRRF) e ao imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS), julgue os itens que se seguem.

As pessoas jurídicas que tiverem efetuado pagamento a outras pessoas jurídicas sujeitas à retenção do imposto de renda na fonte devem fornecer-lhes o comprovante de retenção do imposto.

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830Q25793 | Informática, Contador, CISVALE, OBJETIVA

Assinalar a alternativa que apresenta uma ferramenta em comum entre o Excel e o Word:
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831Q22725 | Inglês, Contador, CAPES, CESGRANRIO

Texto associado.
How to dig out from the information avalanche
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data, survey finds
By Eve Tahmincioglu updated 8:18 p.m. ET March 16, 2008

Don"t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group Marketing in New York, to answer your e-mail right away. He has stopped responding to e-mails every minute and only checks his e-mail account twice a day. He also started turning off his BlackBerry during meetings. This tactic has made him so much more productive that earlier this year he held a meeting with his staff of 50 and "strongly suggested" that they stop relying so heavily on e-mail and actually start calling clients on the phone. And, he requested his employees put cell phones and PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail the common practice of cc-ing everybody when sending out an e-mail. "There was so much redundancy, so much unnecessary work," he explains. "One person could handle an issue that should take two minutes, but when an email goes out and five people get cc-ed, then everybody responds to it and there"s a snowball effect." It"s not that Osher has anything against technology. In fact, he loves it. The problem is, last year he realized he was inundated with so many e-mails and so much information in general that he began to experience data overload. "In the beginning, e-mail and all this data was a great phenomenon, revolutionizing what we do. But the pendulum has swung way too much to the other side," he maintains. "We"re less productive." Osher isn"t the only one out there under a data avalanche. Thanks to technological innovations, you can be talking to a customer on your cell phone, answering a LinkedIn invitation on your laptop, and responding to email on your PDA all at the same time. Besides, during tough economic times, who will want to miss any information when your job could be on the line if you indulge in the luxury of being offline? Turns out, seven out of 10 office workers in the United States feel overwhelmed by information in the workplace, and more than two in five say they are headed for a data "breaking point," according to a recently released Workplace Productivity Survey. Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets, says there are a host of reasons we"re all on the information brink: "exponential growth of the size of the information "haystack," the immensity and immediacy of digital communications, and the fact that professionals are not being provided with sufficient tools and training to help them keep pace with the growing information burden." Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes we are less productive in this age of 24-7 technology, and our multitasking mentality has spawned a "not-mentallypresent" society. "We"re becoming an attention-deficit disorder society switching back and forth like crazy," Kossek says. "We"re connected all the time. We"re working on planes, in coffee shops, working on the weekends. Work is very seductive, but yet we"re actually less effective." The key to getting your head above the data flood, according to workplace experts, is managing and reducing the information you"re bombarded with.

© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
According to Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets, in Paragraph 5 (lines 38-44),
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832Q848885 | História e Geografia de Estados e Municípios, História e Geografia do Estado do Rio de Janeiro, Contador, GUALIMP, 2020

O processo de emancipação do Município de Conceição de Macabu/RJ, ocorrido em 1952, foi por plebiscito popular, o primeiro do Brasil e único:
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833Q710662 | Português, Interpretação de Textos, Contador, Câmara de Cabo de Santo Agostinho PE, AOCP, 2019

Texto associado.

Insignificâncias indomáveis

Carla Dias


    Eu tenho medo de lagartixa e de atravessar rua quando o sinal está vermelho, ainda que não haja carros por perto. Meu medo é um algo estupendo, com suas pequenas armadilhas. Faz com que eu tema a alegria, enquanto me preencho de coragem ao lidar com desesperos indeléveis.

    Eu tenho medo de errar a palavra, de sair a outra, a mais torta, a menos a ver com o que eu, de fato, gostaria de dizer. E ainda tem o tom... sou desprovida de talento, quando dele depende o tudo do momento. Aquela coisa de a voz sair rascante, de se entregar à possibilidade de se aventurar no impossível, envergonhando-se dessa ousadia no segundo seguinte.

    Envergonhamento feroz é este.

    (...)

    Tenho medo reverberante de nunca chegar. Não a um lugar, a um destino. Falo sobre chegar ao ser invadida pelo pertencimento. Zerar a ansiedade desconcertante de não ter sido escolhida pela sensação plena de estar onde, tornar-se quem.

    Há quem diga que meus medos são banalidades travestidas de tragédias. Há os que não suportam meus dramas, de tão ridículos os tantos lhes parecem. Contudo, tenho certa dificuldade em compreender a irrelevância de se sentir deslocada no tempo e no espaço, desprovida de identidade, além daquela criada para atender à necessidade de tocar a vida, sem direito a toque que não seja o de recolher-se na própria impotência de provocar o movimento.

    Estagnar-se em conluio com um adiantamento robusto de arrependimentos.

    Meus dramas, essas insignificâncias indomáveis, embebidas em esperança desmilinguida de, dia desses, a vida me oferecer e entregar o oferecido.

    Que susto será!

    Que prazer de curar azedumes!

    Que loucura eficaz!

    Reviravoltas constantes me deixam com desejo aguçado de parar à porta da insanidade, para observar obsoletos santos sendo pessoas em busca de pessoas para conversar sobre seus desvios de conduta, ao se proclamarem heróis, enquanto comentem suas covardias e benevolências.

    Falar mal, fazer bem, desacreditar para então identificar o que vale a pena.

    Amar... odiar... amar odiar. Odiar a mando do tempo perdido com o vazio.

    Mas que o ser humano é de uma incoerência que encanta, enquanto aflige.

    (...)

    A mente tem seus truques, e como ótima equilibrista de absurdos que é, acontece de ela projetar na nossa história uma proteção que acaba por se mostrar precipício. Então, há vezes em que ela se desapega de nós, inventando uma realidade alternativa na qual nos enveredarmos, feito o filme que assisti, sobre a mente de um homem mudando todo o enredo do ocorrido, a fim de protegê-lo do impossível que ele acabara de cometer.

    Sim, ela também comete benevolência, improváveis realizações, descobertas necessárias.

    Sim, ela tem seu lado sórdido.

    A mente me mete medo. Ainda assim, é ela que mais me fascina. Não a minha, que dela eu nunca vou saber ao certo. A tal vai seguir os seus delírios e, talvez, eu nem me dê conta da existência deles ou venha a saber quais provocações eles lideraram.

    A do outro...

    A mente que para mim é mistério, que me provoca a curiosidade sobre o que não sou ou penso. Sobre as versões do que conheço. Basta um espaço que a mente injeta na certeza para se construir aquela pausa onde moram frágeis pontes que conectam improváveis, porém compatíveis buscas.

    Tenho medo de viver busca que é tempo perdido disfarçado de exuberante conquista. É ali, no limiar das suas agonias, que eu me esparramo. Meu corpo vibra buscas e medos e perdas e fantasias.

    Minha mente diz que não tenho saída.

    Permaneço.

    Meu sentimento diz que minha mente mente.

    Fujo.

    Meu medo, ah, meu medo...

    Ele me coloca cara a cara com a vida.

    Vivo.


Adaptado de: . Acesso em: 17 nov. 2019.



A palavra destacada no trecho “Faz com que eu tema a alegria, enquanto me preencho de coragem ao lidar com desesperos indeléveis.” poderia ser substituída, sem alteração significativa de sentido no contexto apresentado, por
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834Q179465 | Raciocínio Lógico, Contador, TJ SP, VUNESP

Passeando na vila, Alberto encontrou três habitantes e sabia que apenas um deles era médico, mas não sabia qual. Esses três habitantes, identificados por A, B e C, fizeram as seguintes afirmações:

A: "Olá, eu sou o médico da vila."
B: "Olá, eu não sou o médico da vila."
C: "Olá, no máximo um de nós sempre fala a verdade."

A partir dessas afirmações, Alberto concluiu corretamente que o médico pode ser

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835Q174884 | Matemática, Contador, TJ SP, VUNESP

Um campo de uma planilha pode ser preenchido com um número inteiro de 1 até 96. Se esse campo for preenchido aleatoriamente com um desses números, a probabilidade de que o número não tenha algarismo igual a 2 será de, aproximadamente,

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836Q352813 | Contabilidade Geral, Analise das Demonstrações Contábeis Análise de Balanço, Contador, BNDES, NCE

Das características descritas abaixo, assinale aquela para a qual o cálculo do índice de liquidez seca é mais importante como complemento do índice de liquidez corrente:

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837Q556617 | Informática, Hardware, Contador, Universidade Federal do Espírito Santo ES, UFES

Segundo Capron & Johnson (2004), em “Introdução à Informática", os comprovantes básicos de hardware de um computador são:
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839Q175018 | Português, Contador, TJ SP, VUNESP

Texto associado.

Leia o texto para responder às questões de números 02 a 08.

A ética da fila

SÃO PAULO Escritórios da avenida Faria Lima, em São Paulo, estão contratando flanelinhas para estacionar os carros de seus profissionais nas ruas das imediações. O custo mensal fica bem abaixo do de um estacionamento regular. Imaginando que os guardadores não violem nenhuma lei nem regra de trânsito, utilizar seus serviços seria o equivalente de pagar alguém para ficar na fila em seu lugar. Isso é ético?
Como não resisto aos apelos do utilitarismo, não vejo grandes problemas nesse tipo de acerto. Ele não prejudica ninguém e deixa pelo menos duas pessoas mais felizes (quem evitou a espera e o sujeito que recebeu para ficar parado). Mas é claro que nem todo o mundo pensa assim.
Michael Sandel, em O que o Dinheiro Não Compra, levanta bons argumentos contra a prática. Para o professor de Harvard, dublês de fila, ao forçar que o critério de distribuição de vagas deixe de ser a ordem de chegada para tornar-se monetário, acabam corrompendo as instituições.
Diferentes bens são repartidos segundo diferentes regras. Num leilão, o que vale é o maior lance, mas no cinema prepondera a fila. Universidades tendem a oferecer vagas com base no mérito, já prontos-socorros ordenam tudo pela gravidade. O problema com o dinheiro é que ele é eficiente demais. Sempre que entra por alguma fresta, logo se sobrepõe a critérios alternativos e o resultado final é uma sociedade na qual as diferenças entre ricos e pobres se tornam cada vez mais acentuadas.
Não discordo do diagnóstico, mas vejo dificuldades. Para começar, os argumentos de Sandel também recomendam a proibição da prostituição e da barriga de aluguel, por exemplo, que me parecem atividades legítimas. Mais importante, para opor-se à destruição de valores ocasionada pela monetização, em muitos casos é preciso eleger um padrão universal a ser preservado, o que exige a criação de uma espécie de moral oficial e isso é para lá de problemático.
(Hélio Schwartsman, A ética da fila. Folha de S.Paulo, 28.04.2013)

Em sua argumentação, Hélio Schwartsman revela-se

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840Q721601 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Acre, Contador, Secretaria de Estado de Finanças RO, FGV, 2018

A Questão Acreana foi resolvida, diplomaticamente, graças à intervenção do Barão do Rio Branco, que obteve a assinatura do Tratado de Petrópolis entre os governos do Brasil e da Bolívia, em 1903. Sobre os objetivos alcançados com a assinatura desse tratado, assinale a afirmativa correta.
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