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Questões de Concursos Educação Especial

Resolva questões de Educação Especial comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


41Q1045034 | Raciocínio Lógico, Tautologia, Educação Especial, Prefeitura de Umuarama PR, INSTITUTO AOCP, 2019

Em raciocínio lógico, dadas duas proposições a e b, forma-se uma proposição composta por a com b acrescentando o conectivo “ou” (“˅”) entre as duas, representada por “a ou b” (“a ˅ b”), denominada disjunção das proposições a e b. Considere:


a: “A altura de Abel é igual a 1,83 m.”;

b: “A massa de Abel é inferior a 70 Kg.”.


Com base nessas informações, como a disjunção “a ˅ b” pode ser descrita?

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42Q1046092 | Braille, Sistema Braille, Educação Especial, Prefeitura de São Fidélis RJ, Consulplan, 2024

Tendo como referencial o arcabouço de recursos, métodos e tecnologias que são aplicados na educação do aprendiz cego, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) A leitura tátil e a escrita em Braille seguem a mesma direção da leitura e escrita convencionais.
( ) A fim de executar a escrita manual em Braille, podem ser utilizadas reglete e punção.
( ) A leitura da escrita em Braille é realizada apenas de forma tátil pelos deficientes e não deficientes visuais.
( ) A produção e impressão em Braille deve ser dominada por todos os profissionais da escola.
( ) O aprendizado do sistema Braille deve ser realizado de forma simultânea e complementar ao processo de alfabetização dos alunos cegos.

A sequência está correta em
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43Q1045098 | Pedagogia, Legislação da Educação, Educação Especial, Prefeitura de Rio Claro SP, Avança SP, 2023

Selecione a alternativa que identifica adequadamente os tipos de acessibilidade mencionados na Política Nacional de Educação Especial com uma Abordagem Inclusiva.
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44Q1046056 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Educação Especial, Prefeitura de Vista Alegre do Alto SP, VUNESP, 2024

A presença de uma aluna recém-chegada, Júlia, de 15 anos, que tem diagnóstico de surdo-cegueira, retomou em sua escola a reflexão de que o ambiente deve ser planejado e organizado adequadamente para a inserção da pessoa com surdo-cegueira, favorecendo a interação com pessoas e objetos.

Tais posturas inclusivas, de acordo com Bosco (2010),

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45Q1046581 | Português, Sintaxe, Educação Especial, Prefeitura de Sena Madureira AC, DECORP, 2025

Texto associado.
Leia o texto e responda à questão.


A xícara de café


Ela tomava café e olhava pela janela. O mundo lá fora parecia distante, quase irreal. O barulho da cidade, os passos apressados na calçada, os carros que iam e vinham. Tudo aquilo acontecia sem que ela se sentisse parte.

O café esfriava lentamente na xícara, enquanto seus pensamentos vagavam. Lembranças surgiam sem aviso: a infância na casa dos avós, o cheiro do bolo recém-assado, o riso despreocupado dos tempos que não voltam.

Suspirou. Terminou o café, vestiu o casaco e saiu para a rua. O mundo continuava o mesmo, mas algo dentro dela havia mudado.


Fonte: CRÔNICA ADAPTADA DE LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
No trecho "O café esfriava lentamente na xícara, enquanto seus pensamentos vagavam.", o conectivo "enquanto" estabelece uma relação de:
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46Q1046585 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Educação Especial, Prefeitura de Sena Madureira AC, DECORP, 2025

A avaliação da aprendizagem deve contemplar critérios formativos e processuais, sobretudo quando há diversidade de ritmos e estilos de aprendizagem. Selecione a prática avaliativa mais alinhada a uma proposta inclusiva.
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48Q899181 | Pedagogia, Projeto Político Pedagógico, Educação Especial, SEEDPR, Consulplan, 2024

O Projeto Político-Pedagógico (PPP) é uma das formas de concretizar a educação de todos os alunos, como veículo que sintetiza aspirações e princípios que refletem a ação escolar, oferecendo possibilidades de legitimar diretrizes e linhas de ação pelas quais serão construídas propostas para a aprendizagem e participação de todos os alunos. As discussões e a elaboração de políticas inclusivas devem contemplar o nível que envolve a organização de apoios e a formação continuada dos professores e demais profissionais da educação, de modo que a escola desenvolva capacidade de responder às necessidades dos alunos, sem nenhum mecanismo de exclusão, sendo que as atribuições do nível descrito competem à:
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49Q1046135 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Educação Especial, Prefeitura de Nova Venécia ES, IDESG, 2024

De acordo com as Diretrizes Operacionais da Educação Especial de Nova Venécia/ES:

“O professor de educação especial que atua com o deficiente visual precisa estar sempre junto dos seus alunos, para favorecer experiências sensoriais e perceptivas (auditivas, olfativas, gustativas, táteis e cinestésicas), dentro de um ambiente escolar adequado às suas necessidades educacionais especiais que tenha professores aptos a compreendê-lo. Garantir a qualidade e a quantidade de luz disponível no ambiente escolar, por exemplo, e o cuidado para que a iluminação proporcione mais eficiência e conforto visual fazem toda a diferença.”

(Fonte: https://sites.google.com/view/educacaoconectadanv/ano-letivo-2023).

São todas consideradas atitudes adequadas por parte do professor, EXCETO:


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50Q1046185 | Pedagogia, Legislação da Educação, Educação Especial, Prefeitura de Canguçu RS, OBJETIVA, 2024

O Plano Nacional de Educação estabelece objetivos e metas para a educação das pessoas com necessidades educacionais especiais, entre eles, do(a):

I. Desenvolvimento de programas educacionais em todos os municípios e em parceria com as áreas de saúde e assistência social, visando à ampliação da oferta de atendimento, exceto para a educação infantil.

II. Formação inicial e continuada dos professores para atendimento às necessidades dos alunos.

III. Disponibilização de recursos didáticos especializados de apoio à aprendizagem nas áreas visual e auditiva.

Está(ão) CORRETO(S):

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51Q1046704 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Educação Especial, SEDUC SP, VUNESP, 2023

João é professor de matemática na escola X. Quando a aula começa, ele coloca no quadro um resumo sobre o conteúdo de conjuntos numéricos; em seguida, pede para os alunos copiarem. Enquanto isso, faz a chamada da turma. Depois, explica o que foi colocado no quadro e pede para os alunos abrirem o livro e resolverem os exercícios da página 46. Trinta minutos depois, o professor corrige as atividades no quadro. Durante a correção, há alunos conversando, um dormindo, outro mexendo no celular e alguns acompanhando a explicação. Cinco minutos depois, toca novamente o sinal e a aula termina.
Marcos é professor de ciências na escola Y. Ele projeta uma apresentação de slides sobre o Reino Plantae para que os alunos acompanhem as explicações. Os slides são encaminhados posteriormente por e-mail. Marcos pede aos alunos que liguem seus computadores, acessem o livro digital e resolvam as questões da página 132 na próxima meia hora. Nesse período, observa-se que alguns acessam redes sociais em vez do livro digital, outros perguntam as respostas para o colega, alguns fazem a atividade conforme orientação e uns poucos entram no e-mail a fim de baixar o arquivo da aula para realizar os exercícios. Marcos projeta a correção das atividades; toca o sinal e a aula termina.

A partir do que discutem Lima e Moura (in: Bacich, Tanzi Neto e Trevisani, 2015), considere os casos e assinale a alternativa correta.
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52Q1045032 | Português, Pontuação, Educação Especial, Prefeitura de Umuarama PR, INSTITUTO AOCP, 2019

Texto associado.

Crônica: tempo de despedida Metáforas que se impõem


Temos muitas imagens armazenadas em nosso cérebro. Metáforas guardadas em nosso imaginário. Algumas, temos de admitir, são dolorosamente evidentes. Amanhecia. Véspera de Natal. Manhã fresca de um dia que seria muito quente. Havíamos passado a noite tomando vinho, ouvindo Roberto Carlos, só as mais tristes, tipo “Jovens tardes de domingo”, comemorando nossa formatura de Segundo Grau. Então eu saí pelos trilhos, de volta para casa, sentindo uma brisa empurrar meus cabelos longos, típicos dos anos 1970, para trás. Podia haver uma imagem mais óbvia e mais certeira para uma separação, uma ruptura, uma metamorfose?

Lembro como se fosse ontem, para continuar com imagens comuns, que olhei para trás, para os lados, para cima e para baixo, como se tentasse me situar. Vi a estação, que parecia mais melancólica do que nunca, vi alguns vagões estacionados em trilhos paralelos à linha central, vi um cachorro magro saltitar em três pernas e ouvi um galo retardatário cantar. Na metade do caminho, parei de novo e contemplei o cenário no qual me achava imerso. Eu sabia que a minha vida nunca mais seria a mesma. Em breve, eu tomaria o caminho da capital. Estava na encruzilhada. Passei por uma chave de trilhos, um mecanismo usado para desviar trens para uma linha secundária. Brinquei de tentar mudar o meu destino. Eu estava pesadamente consciente de que dava os meus últimos passos no universo que me definia.

Até hoje me pergunto: por que tanto realismo na metáfora que marcou minha passagem da adolescência para o mundo adulto? Uma semana depois, em 1º de janeiro de 1980, botei o pé na estrada e nela continuo. Só tenho voltado ao ponto de partida como visitante. Retornarei algum dia em definitivo para fechar o ciclo? Éramos três naquela despedida. Continuei ligado a um dos amigos daquela noite de despedida. O outro, o anfitrião, encontrei uma única vez, por acaso, num estádio de futebol. Não deve ter passado uma semana, porém, que não tenha pensando neles e em nossa turma.

O que nos faz pensar em detalhes de experiências tão distantes? Lembro-me de ter caminhado mais de um quilômetro pelos trilhos. Cada vez que parava ou olhara para trás, com os olhos apertados pela luz da manhã, sentia o coração pulando. Estava deixando tudo o que me importava. Como foi possível que eu não sentisse medo, não duvidasse, não tentasse escapar da mudança? A minha convicção era férrea como os trilhos que eu pisava. Hoje, quando encontro a gurizada de 17 anos, nunca deixo de concluir com certo paternalismo: são crianças. Eu era uma criança quando saí de casa.

Quando penso naquele momento de partida, inevitavelmente penso nos trilhos daquela manhã de verão. Venho trilhando meu caminho. Não me arrependo de não ter mudado a chave. Ainda ouço a voz de Roberto Carlos, pois “canções usavam formas simples”, ressoando na madrugada: “O que foi felicidade me mata agora de saudade, velhos tempos, belos dias”. Depois de 40 anos de separação, estamos nos reencontrando num grupo de WhatsApp.

Disponível em:<https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/ cr%C3%B4nica-tempo-de-despedida-1.371025>. Acesso em: 24 out. 2019.

Sobre o uso das vírgulas, assinale a alternativa correta.
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53Q1045033 | Português, Interpretação de Textos, Educação Especial, Prefeitura de Umuarama PR, INSTITUTO AOCP, 2019

Texto associado.

Crônica: tempo de despedida Metáforas que se impõem


Temos muitas imagens armazenadas em nosso cérebro. Metáforas guardadas em nosso imaginário. Algumas, temos de admitir, são dolorosamente evidentes. Amanhecia. Véspera de Natal. Manhã fresca de um dia que seria muito quente. Havíamos passado a noite tomando vinho, ouvindo Roberto Carlos, só as mais tristes, tipo “Jovens tardes de domingo”, comemorando nossa formatura de Segundo Grau. Então eu saí pelos trilhos, de volta para casa, sentindo uma brisa empurrar meus cabelos longos, típicos dos anos 1970, para trás. Podia haver uma imagem mais óbvia e mais certeira para uma separação, uma ruptura, uma metamorfose?

Lembro como se fosse ontem, para continuar com imagens comuns, que olhei para trás, para os lados, para cima e para baixo, como se tentasse me situar. Vi a estação, que parecia mais melancólica do que nunca, vi alguns vagões estacionados em trilhos paralelos à linha central, vi um cachorro magro saltitar em três pernas e ouvi um galo retardatário cantar. Na metade do caminho, parei de novo e contemplei o cenário no qual me achava imerso. Eu sabia que a minha vida nunca mais seria a mesma. Em breve, eu tomaria o caminho da capital. Estava na encruzilhada. Passei por uma chave de trilhos, um mecanismo usado para desviar trens para uma linha secundária. Brinquei de tentar mudar o meu destino. Eu estava pesadamente consciente de que dava os meus últimos passos no universo que me definia.

Até hoje me pergunto: por que tanto realismo na metáfora que marcou minha passagem da adolescência para o mundo adulto? Uma semana depois, em 1º de janeiro de 1980, botei o pé na estrada e nela continuo. Só tenho voltado ao ponto de partida como visitante. Retornarei algum dia em definitivo para fechar o ciclo? Éramos três naquela despedida. Continuei ligado a um dos amigos daquela noite de despedida. O outro, o anfitrião, encontrei uma única vez, por acaso, num estádio de futebol. Não deve ter passado uma semana, porém, que não tenha pensando neles e em nossa turma.

O que nos faz pensar em detalhes de experiências tão distantes? Lembro-me de ter caminhado mais de um quilômetro pelos trilhos. Cada vez que parava ou olhara para trás, com os olhos apertados pela luz da manhã, sentia o coração pulando. Estava deixando tudo o que me importava. Como foi possível que eu não sentisse medo, não duvidasse, não tentasse escapar da mudança? A minha convicção era férrea como os trilhos que eu pisava. Hoje, quando encontro a gurizada de 17 anos, nunca deixo de concluir com certo paternalismo: são crianças. Eu era uma criança quando saí de casa.

Quando penso naquele momento de partida, inevitavelmente penso nos trilhos daquela manhã de verão. Venho trilhando meu caminho. Não me arrependo de não ter mudado a chave. Ainda ouço a voz de Roberto Carlos, pois “canções usavam formas simples”, ressoando na madrugada: “O que foi felicidade me mata agora de saudade, velhos tempos, belos dias”. Depois de 40 anos de separação, estamos nos reencontrando num grupo de WhatsApp.

Disponível em:<https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/ cr%C3%B4nica-tempo-de-despedida-1.371025>. Acesso em: 24 out. 2019.

A expressão destacada em “Eu estava pesadamente consciente de que dava os meus últimos passos no universo que me definia.” poderia ser substituída, sem alteração significativa de sentido no contexto em que se insere, por
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54Q1046058 | Pedagogia, Legislação da Educação, Educação Especial, Prefeitura de Vista Alegre do Alto SP, VUNESP, 2024

De acordo com a Lei nº 13.146 (2015), a pessoa que exerce atividades de alimentação, higiene e locomoção do estudante com deficiência e atua em todas as atividades escolares nas quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições públicas e privadas, é denominada de
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55Q1045075 | Pedagogia, Legislação da Educação, Educação Especial, Prefeitura de Imbé RS, FUNDATEC, 2023

São garantias estabelecidas na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva:

I. Acesso ao ensino regular, com participação, aprendizagem e continuidade nos níveis mais elevados do ensino.
II. Transversalidade da modalidade de Educação Especial desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.
III. Participação da família e da comunidade.
IV. Acessibilidade arquitetônica, nos transportes, nos mobiliários, nas comunicações e informação, e articulação intersetorial na implementação das políticas públicas.

Quais estão corretas?
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56Q1045086 | Português, Interpretação de Textos, Educação Especial, Prefeitura de Rio Claro SP, Avança SP, 2023

Texto associado.
A metamorfose


Uma barata acordou um dia e viu que tinha se transformado num ser humano. Começou a mexer suas patas e viu que só tinha quatro, que eram grandes e pesadas e de articulação difícil. Não tinha mais antenas. Quis emitir um som de surpresa e sem querer deu um grunhido. As outras baratas fugiram aterrorizadas para trás do móvel. Ela quis segui-las, mas não coube atrás do móvel. O seu segundo pensamento foi: “Que horror… Preciso acabar com essas baratas…” Pensar, para a ex-barata, era uma novidade. Antigamente ela seguia seu instinto. Agora precisava raciocinar. Fez uma espécie de manto com a cortina da sala para cobrir sua nudez. Saiu pela casa e encontrou um armário num quarto, e nele, roupa de baixo e um vestido. Olhou-se no espelho e achou-se bonita. Para uma ex-barata. Maquiou-se. Todas as baratas são iguais, mas as mulheres precisam realçar sua personalidade. Adotou um nome: Vandirene. Mais tarde descobriu que só um nome não bastava. A que classe pertencia?… Tinha educação?…. Referências?... Conseguiu a muito custo um emprego como faxineira. Sua experiência de barata lhe dava acesso a sujeiras mal suspeitadas. Era uma boa faxineira. Difícil era ser gente… Precisava comprar comida e o dinheiro não chegava. As baratas se acasalam num roçar de antenas, mas os seres humanos não. Conhecemse, namoram, brigam, fazem as pazes, resolvem se casar, hesitam. Será que o dinheiro vai dar? Conseguir casa, móveis, eletrodomésticos, roupa de cama, mesa e banho. Vandirene casou-se, teve filhos. Lutou muito, coitada. Filas no Instituto Nacional de Previdência Social. Pouco leite. O marido desempregado… Finalmente acertou na loteria. Quase quatro milhões! Entre as baratas ter ou não ter quatro milhões não faz diferença. Mas Vandirene mudou. Empregou o dinheiro. Mudou de bairro. Comprou casa. Passou a vestir bem, a comer bem, a cuidar onde põe o pronome. Subiu de classe. Contratou babás e entrou na Pontifícia Universidade Católica. Vandireneacordou um dia e viu que tinha se transformado em barata. Seu penúltimo pensamento humano foi : “Meu Deus!… A casa foi dedetizada há dois dias!…”. Seu último pensamento humano foi para seu dinheiro rendendo na financeira e que o safado do marido, seu herdeiro legal, o usaria. Depois desceu pelo pé da cama e correu para trás de um móvel. Não pensava mais em nada. Era puro instinto. Morreu cinco minutos depois, mas foram os cinco minutos mais felizes de sua vida. Kafka não significa nada para as baratas…


Luís Fernando Veríssimo. Ed Mort e outras histórias. 7ª Ed. L&pm: Porto Alegre, 1985.
O texto retrata as complexidades da vida humana em comparação à vida das baratas. O ‘instinto animal’ versus o ‘raciocínio humano’ – nova realidade da personagem principal – é evidenciado no trecho:
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57Q899172 | Pedagogia, Inclusão e Exclusão, Educação Especial, SEEDPR, Consulplan, 2024

João é um aluno neurotípico com deficiência física nos membros inferiores; frequenta sala de ensino regular do 8º ano e faz uso de cadeira de rodas. Ele e seus colegas foram à sala de informática com um determinado professor para utilizar o computador com os objetivos de: pesquisar na web, construir um texto, tabular informações, organizar suas apresentações etc. O computador é para João:
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58Q1045093 | Português, Morfologia, Educação Especial, Prefeitura de Rio Claro SP, Avança SP, 2023

Considere as seguintes palavras: I. deparar e II. demaquilar. As palavras mencionadas têm em comum em seus processos de formação:
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59Q1046138 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Educação Especial, Prefeitura de Nova Venécia ES, IDESG, 2024

Leia o fragmento de texto abaixo.

De acordo com Anjos (2011, p.4 e 5), as salas de recursos multifuncionais são [...] um espaço para atendimento educacional especializado (AEE), tendo como objetivo oferecer suporte aos alunos com necessidades educacionais especiais, favorecendo seu acesso ao conhecimento, possibilitando o desenvolvimento de algumas competências e habilidades próprias.”

(Fonte: ANJOS, R. S. O atendimento educacional especializado em salas de recursos. Revista fórum identidades. Itabaiana, ano 5, 2011)

Considerando o contexto acima, as salas de recursos multifuncionais:

I. Potencializam o ensino dos alunos com deficiência e com altas habilidades promovendo condições de acesso, aprendizagem e participação no ensino regular.
II. Atendem, ao mesmo tempo, pessoas com diversos tipos de deficiência, permitindo um olhar singular para cada aluno, e não um enfoque coletivo.
III. Proporcionam treinamento intensivo para um determinado tipo de deficiência, geralmente visual ou auditiva.
IV. desenvolvem estratégias pedagógicas e planos de ensino adaptados, de modo a atender às necessidades específicas dos alunos.
V. Possibilitam apenas o desenvolvimento de atividades recreativas e lúdicas, sem foco em apoio educacional.

Está correto o que se afirma em:
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60Q1046183 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Educação Especial, Prefeitura de Canguçu RS, OBJETIVA, 2024

Uma equipe interdisciplinar é imprescindível para o desenvolvimento de pessoas com necessidades especiais. Entre as competências da equipe, destacam-se algumas atividades. Com isso, assinalar a alternativa CORRETA:
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