Texto associado.
Para responder à questão, considere o apresentado em Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médico-cirúrgica (2023).
No transcorrer da consulta de enfermagem de B.G., 68
anos, sexo masculino, hipertenso, portador de diabete
melito tipo 2 há 10 anos, tabagista (10 cigarros/dia) há 40
anos, apresentando úlcera em membro inferior esquerdo, o enfermeiro utilizou o índice tornozelo-braquial (ITB)
com o objetivo de investigar a presença de insuficiência
arterial e nortear a conduta. Para tal, observando a técnica correta para a obtenção do ITB, o enfermeiro obteve
as seguintes medidas da pressão arterial sistólica:
Braquial direita: 140 mmHg
Braquial esquerda: 130 mmHg
Tibial posterior direita: 80 mm Hg
Podal dorsal direita: 90 mmHg
Tibial posterior esquerda: 90 mmHg
Podal dorsal esquerda: 110 mmHg
O índice tornozelo-braquial esquerdo (ITB-E) e sua interpretação (I) são:
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