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Questões de Concursos Engenharia Elétrica

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221Q1037795 | Engenharia Elétrica, Instalações Elétricas em Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica, TJ MT, FGV, 2024

Um circuito que alimenta um equipamento de 3.175 VA está instalado em um ambiente com temperatura de 30oC. Na linha da qual o circuito faz parte, existem outros circuitos. O fator de correção de agrupamento para esse caso é igual a 0,8. O padrão de tensão onde a instalação se encontra é de 220/127 V.
A tabela utilizada para o dimensionamento pelo critério de capacidade de condução de corrente elétrica foi elaborada, considerando que o circuito se encontra sozinho da linha e na temperatura de 30oC. Utilizando essa tabela, a seção do circuito deve ser escolhida para uma corrente elétrica igual ou imediatamente superior a
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222Q1074773 | Engenharia Elétrica, Transmissão, Engenharia Elétrica, INSS, FUNRIO

A perda em um cabo de transmissão é geralmente definida em decibéis por quilômetro (dB/km). Se o sinal no inicio de um cabo com perda de -0,4dB/km tem a potência de 2 mW, determine a potência do sinal há 50 km do inicio do cabo.
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223Q1072795 | Engenharia Elétrica, Máquinas Elétricas, Engenharia Elétrica, INSS, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
A respeito de transformadores de potencial (TPs) e
transformadores de força, julgue os itens a seguir.
A finalidade da inserção de ventiladores no radiador de transformadores de força é aumentar a sua capacidade de transmissão de potência.
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224Q963770 | Português, Significação Contextual de Palavras, Engenharia Elétrica, TRF 4ª REGIÃO, FCC

Texto associado.
Em um belo artigo, o físico Marcelo Gleiser, analisando a constatação do satélite Kepler de que existem muitos planetas com características físicas semelhantes ao nosso, reafirmou sua fé na hipótese da Terra rara, isto é, a tese de que a vida complexa (animal) é um fenômeno não tão comum no Universo.
Gleiser retoma as ideias de Peter Ward expostas de modo persuasivo em "Terra Rara". Ali, o autor sugere que a vida microbiana deve ser um fenômeno trivial, podendo pipocar até em mundos inóspitos; já o surgimento de vida multicelular na Terra dependeu de muitas outras variáveis físicas e históricas, o que, se não permite estimar o número de civilizações extraterráqueas, ao menos faz com que reduzamos nossas expectativas.
Uma questão análoga só arranhada por Ward é a da inexorabilidade da inteligência. A evolução de organismos complexos leva necessariamente à consciência e à inteligência?
Robert Wright diz que sim, mas seu argumento é mais matemático do que biológico: complexidade engendra complexidade, levando a uma corrida armamentista entre espécies cujo subproduto é a inteligência.
Stephen J. Gould e Steven Pinker apostam que não. Para eles, é apenas devido a uma sucessão de pré-adaptações e coincidências que alguns animais transformaram a capacidade de resolver problemas em estratégia de sobrevivência. Se rebobinássemos o filme da evolução e reencenássemos o processo mudando alguns detalhes do início, seriam grandes as chances de não chegarmos a nada parecido com a inteligência.


(Adaptado de Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 28/10/2012)


Atente para as afirmações abaixo.

I. A ideia de que a vida animal na Terra estava fada- da a surgir permite inferir as teorias criacionistas em que se baseiam os cientistas citados.
II. Embora o fato ainda não seja comprovável cientificamente, é bastante alta a possibilidade de haver vida complexa em outros planetas, dada a inexorabilidade da inteligência.
III. Uma das teorias científicas para o aparecimento de vida inteligente na Terra recai sobre coincidências e mecanismos de adaptação que dificilmente se repetiriam se houvesse qualquer alteração no processo.

Está correto o que consta APENAS em
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225Q963772 | Português, Significação Contextual de Palavras, Engenharia Elétrica, TRF 4ª REGIÃO, FCC

Texto associado.
Em um belo artigo, o físico Marcelo Gleiser, analisando a constatação do satélite Kepler de que existem muitos planetas com características físicas semelhantes ao nosso, reafirmou sua fé na hipótese da Terra rara, isto é, a tese de que a vida complexa (animal) é um fenômeno não tão comum no Universo.
Gleiser retoma as ideias de Peter Ward expostas de modo persuasivo em "Terra Rara". Ali, o autor sugere que a vida microbiana deve ser um fenômeno trivial, podendo pipocar até em mundos inóspitos; já o surgimento de vida multicelular na Terra dependeu de muitas outras variáveis físicas e históricas, o que, se não permite estimar o número de civilizações extraterráqueas, ao menos faz com que reduzamos nossas expectativas.
Uma questão análoga só arranhada por Ward é a da inexorabilidade da inteligência. A evolução de organismos complexos leva necessariamente à consciência e à inteligência?
Robert Wright diz que sim, mas seu argumento é mais matemático do que biológico: complexidade engendra complexidade, levando a uma corrida armamentista entre espécies cujo subproduto é a inteligência.
Stephen J. Gould e Steven Pinker apostam que não. Para eles, é apenas devido a uma sucessão de pré-adaptações e coincidências que alguns animais transformaram a capacidade de resolver problemas em estratégia de sobrevivência. Se rebobinássemos o filme da evolução e reencenássemos o processo mudando alguns detalhes do início, seriam grandes as chances de não chegarmos a nada parecido com a inteligência.


(Adaptado de Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 28/10/2012)


A evolução de organismos complexos leva necessariamente à consciência e à inteligência?

Mantendo-se a correção, sem que qualquer outra alteração seja feita na frase, o verbo grifado acima pode ser substituído por:
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226Q963774 | Português, Termos integrantes da oração Objeto direto, Engenharia Elétrica, TRF 4ª REGIÃO, FCC

Texto associado.
Em um belo artigo, o físico Marcelo Gleiser, analisando a constatação do satélite Kepler de que existem muitos planetas com características físicas semelhantes ao nosso, reafirmou sua fé na hipótese da Terra rara, isto é, a tese de que a vida complexa (animal) é um fenômeno não tão comum no Universo.
Gleiser retoma as ideias de Peter Ward expostas de modo persuasivo em "Terra Rara". Ali, o autor sugere que a vida microbiana deve ser um fenômeno trivial, podendo pipocar até em mundos inóspitos; já o surgimento de vida multicelular na Terra dependeu de muitas outras variáveis físicas e históricas, o que, se não permite estimar o número de civilizações extraterráqueas, ao menos faz com que reduzamos nossas expectativas.
Uma questão análoga só arranhada por Ward é a da inexorabilidade da inteligência. A evolução de organismos complexos leva necessariamente à consciência e à inteligência?
Robert Wright diz que sim, mas seu argumento é mais matemático do que biológico: complexidade engendra complexidade, levando a uma corrida armamentista entre espécies cujo subproduto é a inteligência.
Stephen J. Gould e Steven Pinker apostam que não. Para eles, é apenas devido a uma sucessão de pré-adaptações e coincidências que alguns animais transformaram a capacidade de resolver problemas em estratégia de sobrevivência. Se rebobinássemos o filme da evolução e reencenássemos o processo mudando alguns detalhes do início, seriam grandes as chances de não chegarmos a nada parecido com a inteligência.


(Adaptado de Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 28/10/2012)


...complexidade engendra complexidade...

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está empregado em:
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227Q963776 | Português, Interpretação de Textos, Engenharia Elétrica, TRF 4ª REGIÃO, FCC

O desafio de compreender em que região do cérebro “nascia” o riso intrigou os cientistas durante anos. Hoje se sabe que não há um único local dedicado exclusivamente a essa função. Acredita-se, por exemplo, que o ato físico de rir seja deflagrado por um mecanismo no tronco encefálico que ...... a respiração, garantindo a produção dos sons de uma boa risada. O curioso é que essa região ...... funções fundamentais, o que leva a crer que rir foi importante para incluir nossos ancestrais nos grupos. Já o humor mais sutil e os jogos verbais ...... trabalho do lobo frontal, desenvolvido mais recentemente no cérebro.

(Adaptado de http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/ de_onde_vem_o_riso_.html)

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
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228Q977344 | Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica, CONAB, CONSULPAM, 2025

No cálculo luminotécnico de um grande armazém de grãos com pé-direito elevado (12 metros), utilizando o método dos lúmens, o fator que tem o impacto mais significativo e complexo na determinação do número de luminárias necessárias, exigindo uma análise cuidadosa das características do ambiente e das luminárias escolhidas, é:
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229Q977351 | Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica, CONAB, CONSULPAM, 2025

Ao dimensionar os circuitos de Tomadas de Uso Geral (TUG) em um escritório administrativo de uma unidade armazenadora de grãos, conforme a NBR 5410, a potência mínima que deve ser atribuída para cada ponto de tomada em cômodos ou dependências com área igual ou inferior a 6 m2, e como devem ser quantificados os demais pontos em cômodos maiores, considerando a previsão de cargas, são:
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230Q977354 | Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica, CONAB, CONSULPAM, 2025

Em instalações elétricas de unidades armazenadoras de grãos, onde a poeira combustível pode estar presente, a seleção de equipamentos elétricos com proteção “Ex” (à prova de explosão utilizados em instalações potencialmente explosivas) é crucial. Para um motor elétrico que será instalado em uma área classificada como Zona 21 (poeira combustível provavelmente presente em condições normais de operação), há um tipo de proteção “Ex” mais adequado, considerando a necessidade de evitar que a superfície externa do motor atinja a temperatura de ignição da poeira e que faíscas internas não causem ignição externa. Esse tipo de proteção é o:
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231Q1054671 | Engenharia Elétrica, Máquinas Elétricas, Engenharia Elétrica, DETRAN DF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
Com relação às máquinas síncronas, julgue o próximo item.

O fator de potência de um motor síncrono pode ser controlado eficientemente variando-se a corrente de excitação de campo do motor.
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232Q963795 | Direito Constitucional, Princípios da Administração Pública, Engenharia Elétrica, TRF 4ª REGIÃO, FCC

Determina a Constituição Federal que os princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência aplicam-se à administração pública
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233Q1037793 | Engenharia Elétrica, Instalações Elétricas em Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica, TJ MT, FGV, 2024

Um circuito elétrico alimenta um equipamento que solicita uma corrente elétrica de 26 A. A máxima intensidade de corrente elétrica que esse circuito suporta em regime permanente é 28 A. O fator de atuação do disjuntor que realiza a proteção desse circuito é 1,3. Considere que o circuito suporta uma sobrecarga de 45 % e que esse equipamento permanece ligado continuamente.
O disjuntor adequado nesse caso é o de
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234Q1074778 | Engenharia Elétrica, Instalações Elétricas em Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica, INSS, FUNRIO

Considere os seguintes enunciados em relação aos motores síncronos:

I. Necessitam de fonte de excitação, requerendo manutenção constante e muitas vezes dispendiosa.
II. Não apresentam desvantagem na partida, quando comparado aos motores de indução.
III. São de ampla utilização na indústria, em relação aos motores de indução e de rotor bobinado.
IV. Pode ser usado como alternativa a um banco de capacitores, para corrigir fator de potência, desde que tomando cuidando especiais em relação a flutuação do torque .
V. Não pode usar enrolamento de compensação no auxílio a partida.

Pode-se afirmar que:
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235Q963775 | Arquivologia, Interpretação de Textos, Engenharia Elétrica, TRF 4ª REGIÃO, FCC

Texto associado.
Em um belo artigo, o físico Marcelo Gleiser, analisando a constatação do satélite Kepler de que existem muitos planetas com características físicas semelhantes ao nosso, reafirmou sua fé na hipótese da Terra rara, isto é, a tese de que a vida complexa (animal) é um fenômeno não tão comum no Universo.
Gleiser retoma as ideias de Peter Ward expostas de modo persuasivo em "Terra Rara". Ali, o autor sugere que a vida microbiana deve ser um fenômeno trivial, podendo pipocar até em mundos inóspitos; já o surgimento de vida multicelular na Terra dependeu de muitas outras variáveis físicas e históricas, o que, se não permite estimar o número de civilizações extraterráqueas, ao menos faz com que reduzamos nossas expectativas.
Uma questão análoga só arranhada por Ward é a da inexorabilidade da inteligência. A evolução de organismos complexos leva necessariamente à consciência e à inteligência?
Robert Wright diz que sim, mas seu argumento é mais matemático do que biológico: complexidade engendra complexidade, levando a uma corrida armamentista entre espécies cujo subproduto é a inteligência.
Stephen J. Gould e Steven Pinker apostam que não. Para eles, é apenas devido a uma sucessão de pré-adaptações e coincidências que alguns animais transformaram a capacidade de resolver problemas em estratégia de sobrevivência. Se rebobinássemos o filme da evolução e reencenássemos o processo mudando alguns detalhes do início, seriam grandes as chances de não chegarmos a nada parecido com a inteligência.


(Adaptado de Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 28/10/2012)


...alguns animais transformaram a capacidade de resolver problemas em estratégia de sobrevivência.

Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:
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236Q963780 | Arquivologia, Interpretação de Textos, Engenharia Elétrica, TRF 4ª REGIÃO, FCC

Texto associado.
Entre 1874 e 1876, apareceu numa revista alemã uma série de artigos sobre a pintura italiana. Eles vinham assinados por um desconhecido estudioso russo, Ivan Lermolieff, e fora um igualmente desconhecido Johannes Schwarze que os traduzira para o alemão. Os artigos propunham um novo método para a atribuição dos quadros antigos, que suscitou entre os historiadores reações contrastantes e vivas discussões. Somente alguns anos depois, o autor tirou a dupla máscara na qual se escondera. De fato, tratava-se do italiano Giovanni Morelli. E do “método morelliano” os historiadores da arte falam correntemente ainda hoje.
Os museus, dizia Morelli, estão cheios de quadros atribuídos de maneira incorreta. Mas devolver cada quadro ao seu verdadeiro autor é difícil: muitíssimas vezes encontramo- nos frente a obras não assinadas, talvez repintadas ou num mau estado de conservação. Nessas condições, é indispensável poder dintinguir os originais das cópias. Para tanto, porém, é preciso não se basear, como normalmente se faz, em características mais vistosas, portanto mais facilmente imitáveis, dos quadros. Pelo contrário, é necessário examinar os pormenores mais negligenciáveis, e menos influenciados pelas características da escola a que o pintor pertencia: os lóbulos das orelhas, as unhas, as formas dos dedos das mãos e dos pés. Com esse método, Morelli propôs dezenas e dezenas de novas atribuições em alguns dos principais museus da Europa.
Apesar dos resultados obtidos, o método de Morelli foi muito criticado, talvez também pela segurança quase arrogante com que era proposto. Posteriormente foi julgado mecânico, grosseiramente positivista, e caiu em descrédito. Por outro lado, é possível que muitos estudiosos que falavam dele com desdém continuassem a usá-lo tacitamente para as suas atribuições. O renovado interesse pelos trabalhos de Morelli é mérito de E. Wind, que viu neles um exemplo típico da atitude moderna em relação à obra de arte - atitude que o leva a apreciar os pormenores, de preferência à obra em seu conjunto. Em Morelli existiria, segundo Wind, uma exacerbação do culto pela imediaticidade do gênio, assimilado por ele na juventude, em contato com os círculos românticos berlinenses.


(Adaptado de Carlo Ginzburg. Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história. Trad. Federico Carotti. S.Paulo: Cia. das Letras, 1989, p.143-5)

A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada de modo INCORRETO em:
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237Q1037789 | Direito Administrativo, Contratos Administrativos Lei N 14 133 de 2021, Engenharia Elétrica, TJ MT, FGV, 2024

A licitação ou a contratação de obra ou serviço, de acordo com o disposto na Lei nº 14.133 de 2021, que inclui como encargos do contratado a elaboração dos projetos básico e executivo é a
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238Q966878 | Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica, CONAB, IADES

De acordo com a distribuição de energia elétrica brasileira, existem as distribuições de média e baixa tensão, sendo que a de média tensão é distribuída variando de 2,3 kV a 44 kV. A esse respeito, é correto afirmar que a rede de distribuição de baixa tensão pode ser distribuída com valores de

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239Q1037794 | Engenharia Elétrica, Instalações Elétricas em Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica, TJ MT, FGV, 2024

Uma luminária é posicionada a uma altura de 3 metros do piso acabado. A angulação da luminária em relação ao ponto de iluminação em um plano de trabalho de 1 metro de altura do piso acabado é de 60o , apresentando 200 cd por 1.000 lumens. Se a luminária possui uma lâmpada de 1000 lúmens, a iluminância proporcionada por ela no ponto de incidência no plano de trabalho é de
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240Q1062891 | Engenharia Elétrica, Máquinas Elétricas, Engenharia Elétrica, TJ MS, FGV, 2024

Um equipamento elétrico de potência e tensão iguais a 1,0 MVA e 50 kV possui uma reatância de 0,02 pu. As bases no setor onde esse equipamento está instalado são iguais a 4,0 MVA e 100 kV.

O valor da reatância para a nova base é:
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