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Questões de Concursos Engenheiro Civil

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541Q15102 | Informática, Engenheiro civil, UFES, UFES

Ao usar o correio eletrônico (e-mail), uma pessoa fica exposta a uma série de riscos de segurança da informação. Um desses riscos é denominado phishing. A opção que REPRESENTA um caso de phishing é
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543Q15408 | Engenharia Civil, Engenheiro Civil, Caixa Econômica Federal, CESPE CEBRASPE

Julgue os itens subsecutivos, a respeito da avaliação de imóveis urbanos e rurais com o uso de tratamento científico conforme a NBR 14.653.

Na identificação do valor econômico de um empreendimento, recomenda-se utilizar modelos determinísticos em vez de modelos probabilísticos que dispensam a adoção de prêmio de risco.
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544Q15995 | Português, Engenheiro Civil, UNIRIO

Texto associado.
Publicidade danosa à criança

Dalmo de Abreu Dallari*

            O controle da publicidade dirigida à criança vincula-se à questão da liberdade de comércio e não à liberdade de expressão, que é um direito fundamental da pessoa humana. Essa distinção é essencial, pois retira a base jurídica dos que, interessados prioritariamente no comércio, tentam sustentar a alegação de inconstitucionalidade das normas legais e regulamentares que fixam diretrizes para a publicidade dirigida à criança. Essa diferenciação entre o direito à liberdade da publicidade com o objetivo de promoção de vendas e, portanto, como capítulo da liberdade de comércio, e as limitações da publicidade que vise a captação de vontades, de maneira geral, afetando negativamente direitos fundamentais da pessoa humana, foi ressaltada com grande ênfase e com sólido embasamento jurídico pela Corte Constitucional da Colômbia, em decisão proferida no final de 2013. A questão que suscitou o pronunciamento da Corte Constitucional colombiana era a publicidade do tabaco e, tomando por base justamente a diferença entre o direito à publicidade comercial e o direito de livre expressão, que é atributo da pessoa humana universalmente consagrado, a Corte rejeitou a alegação de inconstitucionalidade das limitações jurídicas à publicidade comercial, para a proteção dos direitos fundamentais da pessoa humana.
            Essas considerações são necessárias e oportunas no Brasil, para que se dê efetividade aos direitos fundamentais das crianças, enquanto seres humanos, assim como aos direitos e garantias que lhes são especificamente assegurados em documentos jurídicos internacionais e, expressamente e com grande ênfase, na Constituição brasileira de 1988. Como ponto de partida para as considerações jurídicas sobre a constitucionalidade das limitações legais e regulamentares à publicidade dirigida à criança, vem muito a propósito lembrar o que dispõe o artigo 227 da Constituição: “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida..., à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência famil iar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.
            Um dos instrumentos jurídicos tendo por objetivo garantir a efetividade desses dispositivos constitucionais é o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), órgão vinculado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, criado pela Lei nº 8.242, de 1991. Entre suas atribuições está a competência para “elaborar as normas gerais da política nacional de atendimento dos direitos da criança e do adolescente”, incluindo-se aí, evidentemente, a competência para o estabelecimento de diretrizes visando dar efetivo cumprimento às obrigações internacionais assumidas pelo Brasil em relação aos direitos da criança e do adolescente, de modo especial na Convenção sobre os Direitos da Criança, incorporada ao sistema normativo brasileiro em 1990. A isso tudo se acrescentam inúmeros dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente, lei número 8.069, também de 1990, cujo artigo 72 dispõe que as obrigações nele previstas não excluem da prevenção especial outras decorrentes dos princípios por ela adotados.
            Foi justamente no sentido de dar efetividade a essas disposições jurídicas, que configuram obrigações do Estado brasileiro, que o Conanda editou a Resolução 163/2014, de 4 de Abril de 2014, fixando diretrizes sobre a publicidade comercial que é dirigida maliciosamente à criança, explorando suas fragilidades e, assim, ofendendo seus direitos fundamentais, induzindo-a a sentir a necessidade de consumir determinados bens e serviços, tendo o objetivo prioritário de proporcionar lucro aos anunciantes. A Resolução considera abusivo o direcionamento da publicidade e de comunicação mercadológica à criança, “com a intenção de persuadi-la para o consumo de qualquer produto ou serviço”. São abusivos os anúncios que contêm linguagem infantil, trilhas sonoras de músicas infantis, desenho animado, promoção de distribuição de prêmios ou brindes colecionáveis, com apelo ao público infantil entre outros aspectos.
            Voltando à observação inicial, essa Resolução do Conanda tem perfeito enquadramento nas disposições constitucionais e contribui para que o Brasil dê efetividade às obrigações jurídicas assumidas internacionalmente com relação à proteção dos direitos e da dignidade da criança e do adolescente. Não tem cabimento a alegação de inconstitucionalidade da Resolução 163/2014, que é expressão do cumprimento das competências, que são direitos e obrigações jurídicas do Conanda e que, efetivamente, é um passo importante para o afastamento de abusos que são frequentemente cometidos na publicidade comercial dirigida ao público infantil. A proteção e a busca de efetivação dos direitos da criança e do adolescente devem ter, por determinação constitucional, absoluta prioridade sobre objetivos comerciais, não se podendo admitir que a liberdade de comércio se confunda com a liberdade como direito fundamental da pessoa humana. A aplicação da Resolução do Conanda será extremamente valiosa, contribuindo para que na vida social brasileira a criança e o adolescente sejam tratados como prioridades.

* Dalmo de Abreu Dallari é jurista. - Jornal do Brasil digital HTTP://www.jb.com.br/dalmo-dallari/noticias/2014
No 3º parágrafo, a palavra ou expressão que faz a coesão entre as duas exposições, a saber: dos instrumentos jurídicos e dos dispositivos do Estatuto da Criança é
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545Q15997 | Português, Engenheiro Civil, UNIRIO

Texto associado.
Publicidade danosa à criança

Dalmo de Abreu Dallari*

            O controle da publicidade dirigida à criança vincula-se à questão da liberdade de comércio e não à liberdade de expressão, que é um direito fundamental da pessoa humana. Essa distinção é essencial, pois retira a base jurídica dos que, interessados prioritariamente no comércio, tentam sustentar a alegação de inconstitucionalidade das normas legais e regulamentares que fixam diretrizes para a publicidade dirigida à criança. Essa diferenciação entre o direito à liberdade da publicidade com o objetivo de promoção de vendas e, portanto, como capítulo da liberdade de comércio, e as limitações da publicidade que vise a captação de vontades, de maneira geral, afetando negativamente direitos fundamentais da pessoa humana, foi ressaltada com grande ênfase e com sólido embasamento jurídico pela Corte Constitucional da Colômbia, em decisão proferida no final de 2013. A questão que suscitou o pronunciamento da Corte Constitucional colombiana era a publicidade do tabaco e, tomando por base justamente a diferença entre o direito à publicidade comercial e o direito de livre expressão, que é atributo da pessoa humana universalmente consagrado, a Corte rejeitou a alegação de inconstitucionalidade das limitações jurídicas à publicidade comercial, para a proteção dos direitos fundamentais da pessoa humana.
            Essas considerações são necessárias e oportunas no Brasil, para que se dê efetividade aos direitos fundamentais das crianças, enquanto seres humanos, assim como aos direitos e garantias que lhes são especificamente assegurados em documentos jurídicos internacionais e, expressamente e com grande ênfase, na Constituição brasileira de 1988. Como ponto de partida para as considerações jurídicas sobre a constitucionalidade das limitações legais e regulamentares à publicidade dirigida à criança, vem muito a propósito lembrar o que dispõe o artigo 227 da Constituição: “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida..., à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência famil iar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.
            Um dos instrumentos jurídicos tendo por objetivo garantir a efetividade desses dispositivos constitucionais é o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), órgão vinculado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, criado pela Lei nº 8.242, de 1991. Entre suas atribuições está a competência para “elaborar as normas gerais da política nacional de atendimento dos direitos da criança e do adolescente”, incluindo-se aí, evidentemente, a competência para o estabelecimento de diretrizes visando dar efetivo cumprimento às obrigações internacionais assumidas pelo Brasil em relação aos direitos da criança e do adolescente, de modo especial na Convenção sobre os Direitos da Criança, incorporada ao sistema normativo brasileiro em 1990. A isso tudo se acrescentam inúmeros dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente, lei número 8.069, também de 1990, cujo artigo 72 dispõe que as obrigações nele previstas não excluem da prevenção especial outras decorrentes dos princípios por ela adotados.
            Foi justamente no sentido de dar efetividade a essas disposições jurídicas, que configuram obrigações do Estado brasileiro, que o Conanda editou a Resolução 163/2014, de 4 de Abril de 2014, fixando diretrizes sobre a publicidade comercial que é dirigida maliciosamente à criança, explorando suas fragilidades e, assim, ofendendo seus direitos fundamentais, induzindo-a a sentir a necessidade de consumir determinados bens e serviços, tendo o objetivo prioritário de proporcionar lucro aos anunciantes. A Resolução considera abusivo o direcionamento da publicidade e de comunicação mercadológica à criança, “com a intenção de persuadi-la para o consumo de qualquer produto ou serviço”. São abusivos os anúncios que contêm linguagem infantil, trilhas sonoras de músicas infantis, desenho animado, promoção de distribuição de prêmios ou brindes colecionáveis, com apelo ao público infantil entre outros aspectos.
            Voltando à observação inicial, essa Resolução do Conanda tem perfeito enquadramento nas disposições constitucionais e contribui para que o Brasil dê efetividade às obrigações jurídicas assumidas internacionalmente com relação à proteção dos direitos e da dignidade da criança e do adolescente. Não tem cabimento a alegação de inconstitucionalidade da Resolução 163/2014, que é expressão do cumprimento das competências, que são direitos e obrigações jurídicas do Conanda e que, efetivamente, é um passo importante para o afastamento de abusos que são frequentemente cometidos na publicidade comercial dirigida ao público infantil. A proteção e a busca de efetivação dos direitos da criança e do adolescente devem ter, por determinação constitucional, absoluta prioridade sobre objetivos comerciais, não se podendo admitir que a liberdade de comércio se confunda com a liberdade como direito fundamental da pessoa humana. A aplicação da Resolução do Conanda será extremamente valiosa, contribuindo para que na vida social brasileira a criança e o adolescente sejam tratados como prioridades.

* Dalmo de Abreu Dallari é jurista. - Jornal do Brasil digital HTTP://www.jb.com.br/dalmo-dallari/noticias/2014
A expressão Essas considerações, no início do 2º parágrafo, refere-se
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546Q532012 | Engenharia Civil, Hidráulica e Hidrologia, Engenheiro Civil, FUNAI, ESAF

Sobre projeto de instalação de esgoto, assinale a opção correta.
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547Q182121 | Engenharia Civil, Engenheiro Civil, TRE AL, FCC

Sobre o processo de galvanoplastia em estruturas metálicas, é correto afirmar:
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548Q374216 | Português, Crase, Engenheiro Civil, EMBASA, IBFC

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

As inscrições acontecerão no período de 10 ____ 20 de março das 8h____ 16h.

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549Q540905 | Engenharia Civil, Hidráulica e Hidrologia, Engenheiro Civil, CREA RJ, CONSULPLAN

A respeito do Golpe de Aríete, não é correto afirmar que:

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550Q184829 | Engenharia Civil, Instalações Hidráulicas Água Fria, Engenheiro Civil, CEB, FUNIVERSA

Um sistema predial de água fria é composto por reservatórios, equipamentos hidráulicos e tubulações. Os equipamentos hidráulicos são os aparelhos que devem fornecer energia ao sistema para o transporte de água em um sentido contrário ao da gravidade. As tubulações são um conjunto de componentes formado de tubos, conexões, registros e válvulas. Com relação a esse assunto, assinale a alternativa que apresenta o tipo de válvula cuja função é permitir a descarga de água em um dado ponto da tubulação, sempre que a pressão em seu interior atingir um determinado limite máximo.

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551Q528441 | Engenharia Civil, Planejamento de Projetos e Obras Programação e Controle, Engenheiro Civil, Ministério Público Estadual AL, FGV, 2018

Leia o fragmento a seguir.

“A Curva ABC de Serviços é obtida a partir da ___________ da obra, na qual os itens do orçamento são agrupados e, então ordenados por sua importância relativa de _________, em ordem __________, determinando-se o peso percentual do valor de cada item em relação ao valor total do empreendimento, calculando-se ainda os valores percentuais acumulados desses pesos.”

Assinale a opção cujos itens completam corretamente as lacunas do fragmento acima.

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552Q686399 | Português, Morfologia 329 Pronome, Engenheiro Civil, UFMA, UFMA, 2019

Marque a alternativa em que há uma inadequação na colocação pronominal:
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553Q183113 | Direito Administrativo, Engenheiro Civil, Caixa Econômica Federal, FCC

Considere a seguinte situação hipotética: Lei Municipal atribuiu a hospital público o sobrenome do então Prefeito, como inclusive era conhecido na Municipalidade e quando ainda exercia seu mandato, ou seja, a introdução da norma no ordenamento jurídico municipal operou-se em plena vigência do mandato eletivo do citado Prefeito, que não obstante detivesse o poder de veto, sancionou a lei. A situação narrada fere especificamente o seguinte princípio da Administração Pública:

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554Q15983 | Engenharia Civil, Engenheiro Civil, UNIRIO

O estudo de viabilidade para a utilização de mão de obra terceirizada no setor de informática de uma construtora concluiu que deva ser desenvolvido um projeto de terceirização.
Analise os itens abaixo, imaginando a NÃO realização do projeto.

A. Abordagem fortemente centrada na redução de custos.
B. A relação entre o contratante e o prestador de serviços deve ser baseada na ética.
C. Visão de curto prazo na expectativa de resultados.
D. A contratação deve ser feita apenas para terceirizar as atividades-meio da empresa.
E. Os empregados do prestador de serviços devem trabalhar, exclusivamente, nos serviços objeto do contratante
F. Inexistência de padrões de prestação de serviços.
G. A contratação de serviço deve recair sobre pessoa jurídica, nunca sobre a pessoa física.
H. O contrato não deve estabelecer a quantidade de pessoas que irá prestar os serviços contratados para não vincular este contrato com a contratação da mão-de-obra.
I. A contratação de serviço deve recair sobre pessoa física, nunca sobre a pessoa jurídica.

Os itens adotados como norteadores da terceirização que podem levar o projeto ao fracasso são
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555Q15068 | Direito Previdenciário, Engenheiro Civil, INSS, FUNRIO

São condições para a aposentadoria no regime geral de previdência social, nos termos da Constituição Federal:
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556Q15074 | Direito Constitucional, Engenheiro Civil, INSS, FUNRIO

Com relação a pena de morte, nos termos da Constituição Federal, é correto afirmar que
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557Q183850 | Redação Oficial, Correspondência Oficial, Engenheiro Civil, IF TO, IF TO, 2019

Consideradas as diretrizes do Manual de Redação da Presidência da República (3ª ed.), assinale a afirmativa correta.

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558Q338497 | Matemática, Cálculo Aritmético, Engenheiro Civil, Companhia de Saneamento Básico de São Paulo SP, FCC, 2018

Um grande terreno plano e retangular, com lados medindo 63 m e 96 m, será completamente gramado. Para isso, o proprietário contrata uma empresa de paisagismo. Ao fazer o orçamento, o técnico da empresa de paisagismo informa ao proprietário do terreno que o gramado é vendido apenas em tapetes quadrados, cujos lados podem ter qualquer quantidade inteira de metros. Para evitar o desperdício, o proprietário decide comprar os maiores tapetes possíveis, com a condição de que nenhum deles tenha de ser cortado para gramar o terreno e que todos sejam utilizados.

Para isso, ele deve pedir uma quantidade de tapetes igual a

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559Q531014 | Engenharia Civil, Patologia, Engenheiro Civil, MPE RS, MPE RS

As fissuras em uma construção representam manifestações patológicas que podem ser graves ou apenas resultar em inconvenientes estéticos. Abaixo, estão arrolados cinco tipos de fissuras. Identifique com G as fissuras graves e com IE as que apresentam apenas algum inconveniente estético.

( ) Fissura causada por movimento diferencial do solo

( ) Fissura causada por movimentos diferenciais na junção de dois materiais

( ) Fissura causada pela debilitação das fundações

( ) Fissura causada por corrosão de armaduras

( ) Fissura causada pela retração do concreto

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

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560Q184736 | Engenharia Civil, Geotecnia, Engenheiro Civil, TJ GO, FGV

Considere as seguintes informações sobre dois métodos de prospecção de subsolos, X e Y:
X: tem por objetivo examinar as camadas de um subsolo ao longo de suas paredes e coletar amostras deformadas ou indeformadas com o uso de pá, picareta, balde ou sarrilho;
Y: tem por objetivo obter uma exposição contínua do subsolo ao longo da seção de uma encosta natural com o uso de cavadeiras.
Analisando-se o modelo de gestão de cada uma, conclui-se que:

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