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Questões de Concursos Especialidade Tecnologia da Informação

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161Q962253 | Informática, Especialidade Tecnologia da Informação, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Ana edita seus documentos no LibreOffice e, sempre que executa a opção salvar, a pasta C:UsersAnaDocuments é aberta. Contudo, Ana quer alterar essa pasta padrão para a pasta da rede D:DocumentosCompartilhados.
Para isso, nas Opções do LibreOffice, Ana deve configurar:
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162Q1039495 | Redes de Computadores, Protocolo, Especialidade Tecnologia da Informação, TRT 15 Região SP, FCC, 2023

A solução de segurança que possui o recurso de filtragem avançada de URL (Uniform Resource Locator), de proteção contra negação de serviço distribuída (DDoS), injeção SOL e ataques cross-site scripting de aplicações em nuvem é
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163Q1039478 | Português, Interpretação de Textos, Especialidade Tecnologia da Informação, TRT 15 Região SP, FCC, 2023

Texto associado.
Blefes


Ninguém conhece a alma humana melhor do que um jogador de pôquer. A sua e a do próximo. Numa mesa de pôquer o homem chega ao pior e ao melhor de si mesmo, e vai da euforia ao ódio numa rodada. Mas sempre como se nada estivesse acontecendo. Os americanos falam do poker face, a cara de quem consegue apostar tendo uma boa carta ou nada na mão com a mesma impassividade, embora a lava esteja turbilhonando lá dentro. Porque sabe que está rodeado de fingidos, o jogador de pôquer deve tentar distinguir quem tem jogo de quem não tem e está blefando por um tremor na pálpebra, por um tique na orelha. Ou ultrapassando a fachada e mergulhando na alma do outro.

Não se trata de adivinhar seu caráter. Não é uma questão de caráter. O blefe é um lance tão legítimo quanto qualquer outro no pôquer. Os puros são até melhores blefadores, pois só quem não tem culpa pode sustentar um poker face perfeito sob o escrutínio hostil da mesa. Há quem diga que ganhar com um blefe supera ganhar com boas cartas e que é no blefe que o pôquer deixa de ser um jogo de azar, e portanto de acaso, e se torna um jogo de talento. Já fora do pôquer o blefe perde sua respeitabilidade. É apenas sinônimo de engodo. Geralmente aplicado a pessoas que não eram o que pareciam ou fingiam ser.


(Adaptado de: VERÍSSIMO, Luis Fernando. Às mentiras que os homens contam. São Paulo: Cia das Letras, 2015)
Porque sabe que está rodeado de fingidos, o jogador de pôquer deve tentar distinguir quem tem jogo de quem não tem e está blefando por um tremor na pálpebra, por um tique na orelha.

O trecho sublinhado acima estabelece, em relação ao resto do período, ideia de
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