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Questões de Concursos Farmacêutico Clínico

Resolva questões de Farmacêutico Clínico comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


21Q907806 | Farmácia, Farmacologia da Musculatura Lisa, Farmacêutico Clínico, Prefeitura de Rio Branco AC, IV UFG, 2024

Estudos têm demonstrado que a utilização local de anti-inflamatórios não esteroidais (AINES) como forma terapêutica no alívio de afecções inflamatórias e dolorosas apresenta inúmeras vantagens em relação ao uso sistêmico, principalmente evitando as reações gastrointestinais. A administração tópica tem como objetivo a penetração do princípio ativo nos tecidos, tais como músculo e articulações, abaixo do sítio de aplicação. Essa via de administração pode ser considerada uma alternativa terapêutica para indivíduos impossibilitados de fazer uso oral de AINES. O AINE derivado do ácido fenilacético que apresenta propriedades analgésica, anti-inflamatória e larga utilização em formulações para uso tópico é
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22Q907801 | Farmácia, Farmacologia do Sistema Nervoso Central e Periférico, Farmacêutico Clínico, Prefeitura de Rio Branco AC, IV UFG, 2024

A epilepsia é mais um sintoma do que a causa da disfunção cerebral e sua característica mais comum é a convulsão. As crises epilépticas podem causar alterações no cérebro, bem como alterações cognitivas e neuropsicológicas. As funções cognitivas mais afetadas pela epilepsia incluem memória, aprendizagem e linguagem. Os medicamentos utilizados no manejo da epilepsia são os antiepilépticos ou anticonvulsivantes. Um exemplo de medicamento anticonvulsivante é
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23Q907802 | Farmácia, Farmacologia dos Quimioterápicos e Antibióticos, Farmacêutico Clínico, Prefeitura de Rio Branco AC, IV UFG, 2024

Com o avançar da idade, há a acentuação de doenças crônicas, consequentemente, aumentando a demanda de uso de medicamentos. Dessa maneira, os idosos tornam-se alvo de relevância para promoção da racionalidade e melhoria da sua farmacoterapia. Um quadro clínico descrito na literatura é de um idoso de 66 anos residente em uma instituição de longa permanência por 12 meses apresentando as seguintes patologias: depressão, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), esquizofrenia paranoide e cefaleia intensa. Ainda era tabagista, etilista e apresentava crises de abstinência alcoólica. Sua prescrição diária constava de grupos de medicamentos que eram administrados no mesmo momento em sete horários distintos no decorrer do dia. Por exemplo, às 8 horas da manhã, ele tomava clonazepam, risperidona, enalapril, sertralina, diazepam e ácido fólico. Um dos efeitos finais da associação de clonazepam e diazepam é o prolongamento da sedação, que justificava o fato deste idoso passar boa parte do dia sonolento, o que poderia ocasionar quedas e fratura. Os dois fármacos mencionados nessa associação pertencem à classe de
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24Q907803 | Farmácia, Farmacologia dos Quimioterápicos e Antibióticos, Farmacêutico Clínico, Prefeitura de Rio Branco AC, IV UFG, 2024

Um anti-histamínico é responsável por bloquear a ação da histamina, substância do organismo que reproduz a maioria dos sintomas de rinite e urticária. Um dos efeitos mais indesejáveis de alguns medicamentos pertencentes a essa classe farmacológica é a sonolência. Um anti-histamínico praticamente isento deste tipo de efeito é
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25Q907804 | Farmácia, Farmacêutico Clínico, Prefeitura de Rio Branco AC, IV UFG, 2024

Dados da literatura apontam que apenas metade dos pacientes que deixam o consultório do médico com uma prescrição toma o fármaco conforme indicado. A contribuição do farmacêutico é muito importante para alterar este quadro. Nesse sentido, por exemplo, o farmacêutico deve perguntar ao paciente com que frequência ele esquece de tomar seus medicamentos. O profissional pode observar que o paciente não solicita reposição ou que a prescrição é reposta muito precocemente. Ele também pode perguntar ao paciente: “Quando foi a última vez que você tomou seu remédio?”. Ao revisar as orientações da prescrição com o paciente, o farmacêutico pode descobrir a interpretação errônea ou os temores do paciente e aliviá-los. Farmacêuticos ou outros profissionais de saúde podem recomendar doses menos complicadas ou menos frequentes ou substituir fármacos seguros, eficazes, mas menos caros. O farmacêutico pode verificar também que o paciente utiliza vários medicamentos e/ou medicamentos que devem ser tomados várias vezes ao dia. Além disso, ainda pode haver negação da doença, pouca capacidade cognitiva. A comunicação, as orientações e os esclarecimentos do farmacêutico, em relação aos fatores mencionados, podem contribuir para ampliar o grau em que o paciente segue o esquema terapêutico, ou seja, melhorar
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