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Questões de Concursos Jornalista

Resolva questões de Jornalista comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


141Q389006 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

A história do nascimento da cidade de Campinas remonta a uma outra, próxima, que lhe servia de Distrito, durante o século 18. Marque abaixo a alternativa correspondente a esta cidade em questão.

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142Q683569 | Jornalismo, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Em 31 de agosto de 2010, após 119 anos de história, um dos mais tradicionais jornais brasileiros deixou a versão impressa e passou a ser disponível somente na sua versão digital. Na sua estreia como jornal digital, o periódico enumerou os argumentos que justificaram a sua opção, colocando entre eles o respeito à ecologia e o alinhamento com o futuro. Mas, no dia 25 de fevereiro de 2018, sob nova direção, o jornal voltou às bancas cariocas. O empresário que adquiriu os direitos justificou o projeto por ter identificado um nicho no mercado de jornais impressos. O nome desse jornal é 
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143Q558518 | Informática, Word, Jornalista, ITAIPU Binacional, UFPR

Um profissional da área de Comunicação precisou inserir uma fórmula matemática no texto do aplicativo Microsoft Word 2000 em que estava trabalhando. Estava utilizando apenas os símbolos do teclado para realizar essa função, mas lembrou-se de um importante recurso desse aplicativo. Qual é esse recurso?

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144Q388517 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

Em setembro de 2001, Campinas vive situação trágica: é assassinado o prefeito da cidade, Antônio da Costa Santos, o Toninho. No cargo havia apenas nove meses mal completados, foi vitimado pela crescente violência que assola as grandes cidades do país. Assume, seguindo protocolo, a vice-prefeita, Izalene Tiene. Assinale corretamente a alternativa que corresponde ao adversário político de Antônio da Costa Santos, nas últimas eleições, de 2000, quando aconteceu o segundo turno.

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145Q690878 | Jornalismo, Jornalista, UFSC, UFSC, 2019

Sobre as características do jornalismo baseado na internet, assinale a alternativa correta. 
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146Q688438 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Nos últimos anos, diversos casos bárbaros de execução de jornalistas foram registrados. Entre as vítimas, além de Claude e Ghislaine, estão o repórter Mohamed al-Absi, envenenado no lêmen, os mexicanos Miroslava Breach e Javier Valdez, mortos em 2017 a tiros no México, e Ján Kuciak e sua noiva, na Eslováquia. 
No ato, realizado em Paris, foi lembrado o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi. 
(Acesso em 02.11.18 - disponível em: https://glo.bo/2PLz7Sn. Adaptado) 
O chocante caso de desaparecimento e assassinato do jornalista Jamal Khashoggi acreditava-se inicialmente ter sido ordenado pelo príncipe herdeiro 
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147Q389706 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

Ainda sobre o texto da questão anterior, a Escola Alemã ainda existe, neste século 21, apenas com nome diferente. Marque, nas alternativas abaixo, o correto nome da escola que nasceu desta tradição alemã, e continua atuando na cidade de Campinas.

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148Q387897 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

Em que pesem as condições de saneamento, em Campinas, serem diferentes hoje, daquelas encontradas no final do século 19, aponte, dos itens abaixo, qual foi o principal acontecimento ligado à saúde, entre 1889 e 1897:

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149Q684687 | Jornalismo, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

O articulista Marcelo Rebelo, em setembro de 2012, afirmou que “em um mundo hiperconectado onde as informações são disseminadas de maneira cada vez mais frenética por múltiplos canais, os jornais estão tendo que se adaptar e se reinventar”. Seu artigo repercutia um artigo de Patrick Pexton, do Washington Post, sobre a importância dos feedbacks às demandas dos leitores que redundou na criação de um novo tipo de editor com a função de determinar como e onde alcançar os leitores. Esse novo personagem na estrutura dos jornais, principalmente aqueles do meio digital, são chamados de 
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150Q389316 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

Quando da epidemia de febre amarela, em Campinas, no século 19, dois doutores destacaram-se pela abnegação e empenho quanto ao combate à doença e naquilo que diz respeito ao saneamento básico. Assinale a alternativa correspondente ao nome desses dois senhores que, hoje, nomeiam ruas da cidade:

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151Q681496 | Jornalismo, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

O Manual de Redação e Estilo, do jornal O Estado de S. Paulo, recomenda que os seus jornalistas evitem “o uso de muletas nos títulos....como recurso para ganhar alguns sinais” para preencher os espaços gráficos a eles destinados. Assinale a alternativa de título que foi construído com “muleta”:
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152Q862460 | Comunicação Social, Jornalismo, Jornalista, Transpetro, Fundação Cesgranrio, 2023

A comunicação organizacional integrada engloba, além da comunicação interna, a comunicação institucional (Relações Públicas) e a comunicação mercadológica (Marketing).

São exemplos de comunicação institucional a 

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153Q862466 | Comunicação Social, Jornalismo, Jornalista, Transpetro, Fundação Cesgranrio, 2023

Na busca por audiência, as empresas de comunicação por vezes trabalham em prol do interesse do público e não do interesse público. Entre os dois tipos de interesses há distinções.

O conceito de interesse do público diz respeito a

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154Q862463 | Comunicação Social, Jornalismo, Jornalista, Transpetro, Fundação Cesgranrio, 2023

Nos últimos meses, o campo da comunicação ganhou um concorrente que pode substituir o ser humano em uma conversa e, até mesmo, produzir respostas em tempo real.

Essa ferramenta chama-se

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155Q428645 | Direito Constitucional, Comunicação Social, Jornalista, Fundação Universidade de Brasília, CESPE CEBRASPE

De acordo com a Constituição Federal de 1988 (CF), julgue os itens que se seguem, a respeito da comunicação social.

A participação do capital estrangeiro em empresas de comunicação deve ser restrita a, no máximo, 30% do capital total e do capital votante dessas empresas.

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156Q687854 | Português, Interpretação de Textos, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Página infeliz 
    O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. 
    Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. 
    Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. 
    O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. 
    Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. 
    O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. 
    Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. 
    “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. 
    “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?
    ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. 
    Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. 
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)
As palavras, em destaque, em 
Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. -
podem ser substituídas, respectivamente, sem prejuízo de sentido, pelas conjunções
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157Q722101 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Goias, Jornalista, Câmara de Palmas TO, COPESE, 2018

Sobre a comunicação e o cenário internacional contemporâneo assinale a alternativa INCORRETA.
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158Q688576 | Português, Interpretação de Textos, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Página infeliz 
    O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. 
    Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. 
    Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. 
    O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. 
    Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. 
    O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. 
    Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. 
    “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. 
    “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?
    ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. 
    Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. 
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que substitui, correta e respectivamente, de acordo com a norma-padrão da concordância, as expressões em destaque na frase - Dívidas sem fim, prejuízos acumulados, além da crise econômica, provocaram a derrocada das redes livreiras. 
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159Q682962 | Português, Interpretação de Textos, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Página infeliz 
    O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. 
    Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. 
    Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. 
    O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. 
    Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. 
    O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. 
    Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. 
    “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. 
    “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?
    ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. 
    Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. 
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)
Se a norma do preço fixo fosse aprovada no país,
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160Q429657 | Direito Constitucional, Comunicação Social, Jornalista, Fundação Universidade de Brasília, CESPE CEBRASPE

De acordo com a Constituição Federal de 1988 (CF), julgue os itens que se seguem, a respeito da comunicação social.

A propaganda de medicamentos, terapias e agrotóxicos deve conter advertências sobre os riscos e malefícios do uso apenas quando veiculadas em canais de TV aberta ou jornais de circulação irrestrita.

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