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Questões de Concursos Jornalista

Resolva questões de Jornalista comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q688791 | Jornalismo, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Assinale a abertura de matéria redigida no formato de “nariz de cera”: 
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162Q389428 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

A população rural de Campinas decresce a cada novo recenseamento. No último censo, não atingiu 3 %. Assinale a alternativa que melhor justifica este pequeno número de habitantes na chamada zona rural, quando comparado com habitantes da região urbana, nos dias de hoje:

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163Q387878 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

No âmbito escolar, século 19, a cidade presencia o surgimento de uma escola alemã (Sociedade Alemã Instrução e Leitura), em 1863. Em 1873, é fundado o Colégio Florence, internato para meninas, dirigido pela sua proprietária e educadora protestante Carolina Krug Florence. O prédio ficava na rua das Flores, atual José Paulino. Num texto de 1871, Campos Salles assegura: "O povo que lê ergue alto sua autonomia no estado pela meditação e pelo pensamento (...). O povo que é instruído encarna o seu progresso no desenvolvimento real da inteligência, sabe governar-se (...)". Assinale a alternativa que melhor justifica o fato de Campinas ter sido um centro educativo e cultural importante, em fins do século 19.

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164Q389095 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

Em função da crise político-social que acontecia no país, nos anos 60 (séc 20), Campinas viu nascer uma associação de entidades civis — de ação comunitária — que existe até hoje, organizada, dentre outros, por Darcy de Pádua e Eduardo Pimentel. Assinale a alternativa correta que nomeia a referida união de entidades assistenciais:

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165Q387989 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

Historicamente, consideram-se as décadas de 1980 e 1990 como época de aprofundamento da crise social no Brasil. Avaliando a realidade da cidade de Campinas, podemos considerar como uma das causas desse quadro

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166Q862464 | Comunicação Social, Jornalismo, Jornalista, Transpetro, Fundação Cesgranrio, 2023

A dinâmica das redes sociais estabeleceu uma nova forma de recepção de mensagens, de troca de informação. O usuário não tem o controle do que passa pelo seu feed.

Esse trânsito de informação é estabelecido por 

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167Q687770 | Jornalismo, Jornalista, UFSC, UFSC, 2019

A entrevista é o procedimento clássico de apuração de informações em jornalismo. É uma expansão da consulta às fontes, geralmente com o objetivo de coletar interpretações e reconstituir os fatos. Existem diversos tipos de entrevistas. Que nome se dá às entrevistas que não visam a um tema específico, mas sim à figura do entrevistado, à representação de mundo que ele constrói a partir de seus depoimentos e impressões? 
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168Q389526 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

A cidade de Campinas, por ser um pólo industrial e de serviços, destaca-se no estado de S. Paulo, pois contém 2,61 % dos moradores de todo o estado. A cidade possui mais de 800 quilômetros quadrados e quatro distritos. Das alternativas abaixo, assinale aquela que contém os nomes corretos das regiões distritais de Campinas:

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169Q388214 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

No começo dos anos 70, século 20, a Administração Municipal Orestes Quércia promove a expansão de casas populares e vilas distantes, criando, inclusive, núcleos habitacionais, como a COHAB. Assinale a alternativa que melhor justifica esse tipo de atitude.

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170Q438344 | Direito Constitucional, Comunicação Social, Jornalista, FUB, CESPE CEBRASPE

De acordo com a Constituição Federal de 1988 (CF), julgue os itens que se seguem, a respeito da comunicação social.

É permitida a publicação de jornal de qualquer natureza, vendido ou distribuído gratuitamente, desde que devidamente autorizada por autoridade legal.

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171Q812173 | Legislação Federal, Código de Ética do Profissional de Jornalismo, Jornalista, Fundação Universidade de Brasília, CESPE CEBRASPE

Com base nas disposições do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, julgue os itens a seguir.

Na produção de uma matéria, o jornalista deve ater-se à apuração dos fatos, desconsiderando tendências ou comportamentos públicos conhecidos de quem quer que seja.

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172Q388014 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

Campinas, entre 1850 e 1965 viu crescerem e serem destruídas duas obras arquitetônicas e artísticas de grande valor cultural: dois teatros, num mesmo local, no centro da cidade, aos fundos da Igreja de N. S. Conceição, onde, hoje, está uma loja de roupas e variedades. Assinale a alternativa que contém os nomes corretos destes dois teatros.

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173Q862465 | Comunicação Social, Jornalismo, Jornalista, Transpetro, Fundação Cesgranrio, 2023

As atuais tecnologias e os processos de comunicação estabelecem uma mudança no comportamento tanto das plataformas que produzem informação quanto de seus consumidores.

Esse cenário promove uma inteligência coletiva, que é um dos pilares da cultura  

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174Q862459 | Comunicação Social, Jornalismo, Jornalista, Transpetro, Fundação Cesgranrio, 2023

Uma empresa programou um seminário pago, com a presença de palestrantes internacionais. Mais de cinco mil pessoas se inscreveram no evento, mas, na véspera, os palestrantes informaram que não poderiam estar presentes.

O encontro foi cancelado. Para enfrentar adequadamente o problema, a equipe de comunicação teve de

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175Q862458 | Comunicação Social, Jornalismo, Jornalista, Transpetro, Fundação Cesgranrio, 2023

A comunicação interna de uma organização engloba um conjunto de processos comunicativos que possibilita a relação e a interação entre os diferentes atores organizacionais, podendo ela apresentar diferentes formas. Dá-se o nome de comunicação descendente àquela que flui do topo para a base.

Esse tipo de comunicação tem como suportes

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176Q683871 | Português, Interpretação de Textos, Jornalista, UFSC, UFSC, 2019

Texto 1

A linguagem e a constituição da subjetividade

[...] O tema da “constitutividade” remete, de alguma forma, a questões que demandam explicitação, já que supõe uma teoria do sujeito e esta, por seu turno, implica a definição de um lugar nem sempre rígido a inspirar práticas pedagógicas e por isso mesmo políticas.
Quando se admite que um sujeito se constitui, o que se admite junto com isso? Que energeia põe em movimento este processo? É possível determinar seus pontos alfa e ômega? Em que sentido a prática pedagógica faz parte deste processo? Com que “instrumentos” ou “mediações” trabalha este processo?
Obviamente, este conjunto de questões, a que outras podem ser somadas, põe em foco a totalidade do fenômeno humano, sua destinação e sua autocompreensão. Habituados à higiene da racionalidade, ao inescapável método de pensar as partes para nos aproximarmos de respostas provisórias que, articuladas um dia – sempre posto em suspenso e remetido às calendas gregas – possam dar do todo uma visão coerente e uniforme, temos caminhado e nos fixado nas partes, nas passagens, mantendo sempre no horizonte esta suposição de que o todo será um dia compreendido.
Meu objetivo é pôr sob suspeição a esperança que inspira a construção deste horizonte, o ponto de chegada. E pretendo fazer isso discutindo precisamente a noção de constitutividade e as seguintes implicações que me parecem acompanhá-la:
1. admitir a noção de constitutividade implica em admitir um espaço para o sujeito; 
2. admitir a noção de constitutividade implica em admitir a inconclusibilidade; 
3. admitir a noção de constitutividade implica em admitir o caráter não fechado dos “instrumentos” com que se opera o processo de constituição; 
4. admitir a noção de constitutividade implica em admitir a insolubilidade.
No movimento pendular da reflexão sobre o sujeito, os pontos extremos a que remete nossa cultura situam o sujeito ora em um de seus lados, tomando-o como um deus ex-nihilo, fonte de todos os sentidos, território previamente dado já que racional por natureza (e por definição), espaço onde se processa toda a compreensão. Na outra extremidade, o sujeito é considerado mero ergon, produto do meio ambiente, da herança cultural de seu passado. Entre a metafísica idealista e o materialismo mecanicista, pontos extremos, movimenta-se o pêndulo. E a força deste movimento é territorializada em um de seus pontos. A absorção de elementos outros, não essenciais segundo o espaço em que se situa a reflexão, são acidentes incorporados ao conceito de sujeito que cada corrente professa. Exemplifiquemos pelas posições mais radicais.
Do ponto de vista de uma metafísica religiosa, destinando-se o homem a seu reencontro paradisíaco com seu Criador, de quem é feito imagem e semelhança, os desvios de rota, os pecados, enfim a vida vivida por todos nós, neste tempo de provação, a consciência que, em sua infinita bondade, nos foi concedida pelo Criador, aponta-nos o bem e o mal, ensina-nos, do nada, o arrependimento pela prática deste e a alegria pela prática daquele. Deus e o Diabo, ambos energeia. Impossível um sem o outro, como mostra o “evangelista” contemporâneo José Saramago em O Evangelho Segundo Jesus Cristo. 
Do ponto de vista de um materialismo estreito, o sujeito na vida que vive apenas ocupa lugares previamente definidos pela estrutura da sociedade, cujas formações discursivas e ideológicas já estatuíram, desde sempre, o que se pode dizer, o que se pode pensar. Recortaram o dizível e o indizível. Toda e qualquer pretensão de dizer a sua palavra, de pensar a motu proprio não passa de uma ilusão necessária e ideológica para que o Criador, agora o sistema, a estrutura se reproduza em sua igualdade de movimentos. Assujeitado nestes lugares, o sujeito conduz-se segundo um papel previamente dado. Representamos na vida. Infelizmente uma representação definitiva e sem ensaios. Sempre a representação final de um papel que não escolhemos. E aqui a lembrança de leitor remete a Milan Kundera de A Insustentável Leveza do Ser.
Em nenhum dos extremos a noção de constitutividade situa a essência do que define o sujeito. Elege o fluxo do movimento como seu território sem espaço. Lugar de passagem e na passagem a interação do homem com os outros homens no desafio de construir categorias de compreensão do mundo vivido, nem sempre percebido e dificilmente concebido de forma idêntica pela unicidade irrepetível que é cada sujeito. As interações são perpassadas por histórias contidas e nem sempre contadas. Por interesses contraditórios, por incoerências. São de um presente que, em se fazendo, nos escapa porque sua materialidade é inefável, contendo no aqui agora as memórias do passado e os horizontes de possibilidades de um futuro. Ao associarem a noção de constitutividade à de interação, escolhendo esta como o lugar de sua realização, as concepções bakhtinianas de linguagem e de sujeito trazem, ao mesmo tempo, para o processo de formação da subjetividade, o outro, alteridade necessária, e o fluxo do movimento, cuja energia não está nos extremos, mas no trabalho que se faz cotidianamente, movido por interesses contraditórios, por lutas, mas também por utopias, por sonhos. Presente limitado pelas suas condições de sua possibilidade, e porque limitado mostra que há algo para além das margens (ou não haveria limites). Os instrumentos disponíveis, construídos pela herança cultural e reconstruídos, modificados, abandonados ou recriados pelo presente, têm um passado, mas seu sentido se mede pelo que no presente constrói como futuro.
Professar tal teoria do sujeito é aceitar que somos sempre inconclusos, de uma incompletude fundante e não casual. Que no processo de nos compreendermos a nós próprios apelamos para um conjunto aberto de categorias, diferentemente articuladas no processo de viver. Somos insolúveis (o que está longe de volúveis) no sentido de que não há um ponto rígido, duro, fornecedor de todas as explicações.
Que papel reservar à educação e à leitura neste processo? Considerando que a educação somente se dá pelo processo de mediação entre sujeitos e que a leitura é uma das formas de interação entre os homens – um leitor diante de uma página escrita sabe que por trás desta há um autor (seja ele da ordem que for) com que está se encontrando, então devemos incluir todos os processos educacionais e a leitura entre as interações e por isso mesmo dentro dos processos de constituição das subjetividades.
A leitura do mundo e a leitura da palavra são processos concomitantes na constituição dos sujeitos. Ao “lermos” o mundo, usamos palavras. Ao lermos as palavras, reencontramos leituras do mundo. Em cada palavra, a história das compreensões do passado e a construção das compreensões do presente que se projetam como futuro. Na palavra, passado, presente e futuro se articulam.
GERALDI, João Wanderley. A aula como acontecimento. São Carlos: Pedro & João Editores, 2010, p. 30-32. [Adaptado].
Assinale a alternativa que melhor apresenta o resumo da ideia principal do texto 1.
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177Q686306 | Jornalismo, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Misto de beco e escadaria, um corredor estreito que margeia a beira do morro leva a uma casa onde funciona o restaurante Sabor das Louras. Na varanda do 2º andar, duas mesas proporcionam uma vista da Baía da Guanabara e de um pedaço da Estação Central do Brasil, um privilégio que desfruta quem acessa aquela área do Morro da Providência, no centro do Rio de Janeiro. 
O trecho acima pertence à abertura de uma matéria que conta a história de Rosana Damasceno, proprietária de um pequeno restaurante para turistas do Morro da Providência, no Rio de Janeiro. De acordo com as características de redação desse trecho de matéria, é correto afirmar que ela pode ter sido veiculada 
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178Q862461 | Comunicação Social, Jornalismo, Jornalista, Transpetro, Fundação Cesgranrio, 2023

Um planejamento estratégico da comunicação de uma marca pode ser descrito a partir da concepção de cinco instâncias. São elas: tratamento processual da comunicação, inserção na cadeia de decisões, gestão de relacionamento, processo planejado e processo monitorado.

Em qual instância a preocupação é evitar ações desarticuladas das subáreas da comunicação?

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179Q462383 | Direito Penal, Crimes Contra o Patrimônio, Jornalista, MPE RO, CESGRANRIO

Quando alguém subtrai um bem de uma pessoa, mas a ação não violenta a vítima, trata-se de:

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180Q389398 | História, Jornalista, Prefeitura de Campinas SP, IMES

Conhecido no mundo por ser o autor de "IL GUARANY", Carlos Gomes é autor de outras obras como "Maria Tudor" e "Salvador Rosa", dentre outras, sendo reconhecido inclusive por Verdi, na Itália, onde fez seus estudos musicais. Seu corpo está no mausoléu Carlos Gomes, na região central da cidade. Assinale a alternativa que corresponde à época em que viveu o famoso compositor e ao estilo musical predominante em sua carreira:

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