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Questões de Concursos Médico

Resolva questões de Médico comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q374638 | Português, Texto, Médico, Fundação Pró Sangue Hemocentro de São Paulo SP, Instituto Quadrix, 2018

O texto a seguir é o início de uma mensagem enviada por correio eletrônico (e-mail) pelo diretor de um hemocentro a seus funcionários.

Venho através deste comunicar que a referida reunião administrativa que seria realizada no dia 20/6/2018, para esclarecimentos e dúvidas referente a nosso centro estão sendo providenciadas.

Com base na leitura do texto e nas normas da redação oficial, julgue os próximos itens.

Os problemas de clareza e adequação às normas do português escrito na redação oficial foram resolvidos na seguinte reescritura: Venho informar que estou tomando as providências necessárias para a realização da reunião administrativa prevista inicialmente para 20/6/2018, para esclarecimento de questões referentes ao nosso centro.
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162Q342207 | Raciocínio Lógico, Raciocínio Analítico, Médico, Fundação Pró Sangue Hemocentro de São Paulo SP, Instituto Quadrix, 2018

As pessoas que possuem o antígeno A e o antígeno B têm tipo sanguíneo AB. As que possuem apenas o antígeno A ou apenas o B têm tipo sanguíneo A e B, respectivamente. Pessoas que não possuem tais antígenos têm tipo sanguíneo O. Em testes de tipagem sanguínea com 280 pessoas, 100 pessoas tinham antígeno A, 85 pessoas tinham antígeno B e 140 não tinham nenhum antígeno.

Com base nesse caso hipotético, julgue os itens a seguir.

Se uma pessoa não tem o tipo sanguíneo AB, então ela não possui o antígeno A ou não possui o antígeno B.
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163Q821740 | Legislação Federal, Lei 10216 2001, Médico, SES DF, IADES

No ano de 2001, foi sancionada a Lei Federal no 10.216, também conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica. A lei tem como base o projeto de lei (PL) do deputado Paulo Delgado, apresentado ao Congresso Nacional em 1989. Esse PL propõe a regulamentação dos direitos da pessoa portadora de transtornos mentais e a (o)
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164Q834839 | Saúde Pública, Políticas Públicas, Medico, Prefeitura de Balneário Camboriú SC, 2021

Na política Nacional da Atenção Básica, a Estratégia de Saúde da Família, tem o financiamento das ações das Unidades de Saúde da Família na programação ambulatorial, sob a responsabilidade:
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165Q43571 | Medicina, Médico, IAMSPE

Um paciente é admitido na emergência com hipotensão arterial severa. O ultrassom mostra que ele desenvolveu um grande abscesso hepático após uma colecistectomia. O cirurgião consultado agenda cirurgia para daqui a 6 horas. Alternativamente, o emergencista se prontifica a realizar uma punção esvaziadora guiada e com segurança. Qual a conduta recomendada?
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166Q805968 | Legislação e Decretos, Decreto n 74170 1974 Regulamenta a Lei número 5991, Médico, SES DF, IADES

De acordo com o art. 22 do Decreto no 74.170/1974, que dispõe a respeito do controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, a revalidação da licença dos estabelecimentos que comercializam esses produtos deverá ser requerida em até quantos dias antes do vencimento?
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167Q819919 | Legislação Federal, Lei 6360 1976, Médico, SES DF, IADES

De acordo com o art. 12 e o art. 13 da Lei Federal no 6.360/1976, que dispõe acerca da Vigilância Sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos, no que concerne ao registro dos produtos que são objeto do referido diploma legal, assinale a alternativa correta.
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168Q342329 | Raciocínio Lógico, Algebra das Proposições, Médico, Fundação Pró Sangue Hemocentro de São Paulo SP, Instituto Quadrix, 2018

Em uma sala de espera, se um paciente tem prioridade, ele recebe uma pulseira amarela, se um paciente tem dores fortes, ele recebe uma pulseira vermelha, se um paciente não está chorando, então ele não tem dores fortes e, se um paciente recebe pulseiras vermelha e amarela, ele é atendido imediatamente.

Com base nesse caso hipotético, julgue os itens seguintes.

Se Tatiana não foi atendida imediatamente, então ela não tem prioridade.
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169Q451467 | Direito do Trabalho, Normas Gerais de Tutela do Trabalho, Médico, INSS, FCC

A caracterização do agente nocivo à saúde denominado ruído, no meio ambiente de trabalho, ocorre

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170Q861090 | Sistema Único de Saúde SUS, Decreto n 7508 2011, Médico, EBSERH, CESPE CEBRASPE, 2018

À luz do Decreto n.º 7.508/2011, que regulamenta alguns dispositivos da Lei Orgânica do SUS e trata da gestão e da organização desse sistema, julgue o item que se segue, relativo a políticas públicas em saúde.

A ESF, como modelo de política de atenção a saúde, tem como características essenciais a acessibilidade, a integralidade e a longitudinalidade; todavia, o atributo da coordenação do cuidado fica sob a responsabilidade dos serviços de atenção hospitalar e ambulatoriais especializados.

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171Q820537 | Legislação Federal, Lei n 8080 1990 Lei Orgânica da Saúde, Médico, HUPES UFBA BA, IADES

LEGISLAÇÃO APLICADA AO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) Questões de 21 a 25 Quando ocorre a participação complementar dos serviços privados, nas situações em que as disponibilidades do SUS forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de determinada área, os critérios e os valores para a remuneração de serviços e os parâmetros de cobertura assistencial serão estabelecidos
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172Q339224 | Raciocínio Lógico, Probabilidade, Médico, SESA ES, CESPE CEBRASPE

Seis mulheres e quatro homens aguardam em uma sala de espera de um ambulatório para serem atendidos. A probabilidade de o primeiro paciente atendido ser mulher e de, após a saída desta, o segundo paciente atendido também ser mulher é igual a

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174Q43578 | Medicina, Médico, IAMSPE

Escolha a melhor opção terapêutica indicada para um paciente com neutropenia febril pós-quimioterapia, instável clinicamente e com cateter periférico com presença de sinais de celulite, sem patógeno identificado:
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175Q58614 | Medicina, Cirurgia Vascular, Médico, UNIFESP, CONSESP

Paciente de 42 anos de idade com diagnóstico de câncer de mama direita será submetida à mastectomia, à pesquisa de linfonodo sentinela, seguida de quimioterapia. Teve somente uma gestação prévia com parto cesariana, e não tem comorbidades. Ao exame físico apresenta mamas pequenas e com pouca ptose. Quanto à reconstrução mamária dessa paciente, qual é a melhor conduta?
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176Q821894 | Legislação Federal, Lei 6437 1977, Médico, SES DF, IADES

Em conformidade com o art. 22 da Lei Federal no 6.437/1977, que configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências, o infrator poderá oferecer defesa ou impugnação do auto de infração, a partir de sua notificação, no prazo de
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177Q834250 | Enfermagem, Estrutura Organizacional e Gerenciamento, Medico, Prefeitura de Balneário Camboriú SC, 2021

As equipes de Estratégia de Saúde da Família, exemplificam a importância do trabalho em equipe, onde muitas atividades são desenvolvidas por todos os membros e cada um por sua vez possui atribuições específicas.
Por exemplo, é uma atribuição específica do médico:
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178Q43574 | Medicina, Médico, IAMSPE

Qual a melhor estratégia farmacológica para o paciente com Miastenia Gravis em uso regular de medicação anticolinesterásica que evoluiu com insuficiência respiratória aguda requerendo suporte de ventilação mecânica:
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179Q43589 | Português, Médico, IAMSPE

Texto para a questão 3:
O Brasil é como "House of Cards" sob efeito de ácido, diz diretor do BTG Pactual

SÃO PAULO - Os últimos anos têm sido bastante conturbados para o Brasil, que vive uma reviravolta política atrás da outra, levando o País a ser destaque quase toda semana nas publicações internacionais. Desta vez, em entrevista ao Financial Times, foi a vez do diretor do BTG Pactual, Steve Jacobs, comentar o cenário por aqui.

Segundo ele, que é presidente-executivo da divisão de administração de ativos do BTG Pactual e membro do comitê executivo de 10 integrantes que comanda a companhia, o Brasil é como "House of Cards sob efeito de ácido", em uma referência _________ série da Netflix sobre política.

A publicação lembra que entre essas reviravoltas da política nacional, o banqueiro e fundador do BTG, André Esteves, acabou detido em 2015 sob acusações de obstruir uma investigação quanto __________ propinas na Petrobras. Segundo a matéria, os papéis do banco já caíram 60% desde a máxima. "Houve uma venda acelerada de ativos, entre os quais carteiras de crédito e uma subsidiária de private banking na Suíça, e os clientes fugiram o mais rápido que podiam", diz o texto.

Os ativos da administradora de fundos de hedge do BTG caíram em 97%, de US$ 5 bilhões para US$ 150 milhões, e a divisão de fundos mútuos da instituição viu reduzido em quase 50% o capital que tinha sob administração, lembra o Financial Times. Apesar dos problemas, Jacobs se mostra otimista e diz que Esteve está confiante de que sua inocência será provada.

"Ele é um grande amigo, e tenho muita, muita esperança de que em breve surjam provas de que é completamente inocente. Mas isso é um assunto de menor importância para o BTG", diz Jacobs. A matéria diz que o executivo não mostra sinais de irritação quando questionado se os problemas de Esteves prejudicaram os negócios do banco, ou se eles continuam a desestimular os investidores.

"Ele minimiza o problema, dizendo que o assunto da prisão de Esteves era muito mencionado em 2016, mas que a maioria dos investidores deixou a questão para trás", afirma a matéria. "Isso literalmente é uma não questão no momento", diz o diretor ao Financial Times.

Sobre o atual momento, Jacobs diz que "ninguém antecipou o problema com Temer". "Esses são mercados em que é difícil operar. Ninguém quer mercados emocionais, que mudem rapidamente". "Quanto __________ ações brasileiras ou ao mercado de renda fixa, [os investidores] estão cautelosos. Por conta do torvelinho político e econômico no Brasil , é preciso cautela sobre os mercados de lá", ele diz.

Ele afirma ter esperança de que Temer fique no poder, _________ fim de comandar a reorganização de que o Brasil precisa depois da pior recessão na história do País. Jacobs diz que "parece haver a sensação de que Temer será capaz de manter sua posição, o que é provavelmente bom para o Brasil. Se ele sobreviver, é provável que seja o homem que vai liderar essas reformas muito importantes, talvez cruciais". O Brasil, conclui Jacobs, é sempre "muito divertido".


(Disponível em: https://www.msn.com/pt-br/noticias/crise-politica/o-brasil-%C3%A9-como-house-of-cards-sob-efeito-de-%C3%A1cido-diz-diretor-do-btg-pactual/ar-BBCTCsr. Acesso em 19/06/2017, às 22h50)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas pontilhadas, respectivamente.
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180Q850409 | Português, Sintaxe, Médico, CONTEMAX, 2020

TEXTO II

O menino está fora da paisagem

                                                                                                                                Arnaldo Jabor

    O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. A miséria nos lembra que a desgraça existe e a morte também. Como quero esquecer a morte, prefiro não olhar o menino. Mas não me contenho e fico observando os movimentos do menino na rua. Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

     Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. O menino mendigo vê tudo de baixo. Está na altura dos cachorros, dos sapatos, das pernas expostas dos aleijados. O ponto de vista do menino de rua é muito aguçado, pois ele percebe tudo que lhe possa ser útil ou perigoso. Ele não gosta de ideias abstratas. Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas - só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...” 

    Se pudéssemos traçar uma linha reta de cada olhar do menino mendigo, teríamos bilhões de linhas para o lado, para baixo, para cima, para dentro, para fora, teríamos um grande painel de imagens. E todas ao rés-do-chão: uma latinha, um riozinho na sarjeta, um palitinho de sorvete, um passarinho na árvore, uma pipa, um urubu circulando no céu. Ele é um espectador em 360 graus. O menino de rua é em cinemascope. O mundo é todo seu, o filme é todo seu, só que não dá para entrar na tela. Ou seja, ele assiste a um filme “dentro” da ação. Só que não consta do elenco. Ele é um penetra; é uma espécie de turista marginal. Visto de fora, seria melhor apagá-lo. Às vezes, apagam.

    Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

    Antigamente não o víamos, mas ele sempre nos viu. Depois que começou o medo da violência, ele ficou mais visível. Ninguém fica insensível a ele. Mesmo em quem não o olha, ele nota um fremir quase imperceptível à sua presença. Ele percebe que provoca inquietação (medo, culpa, desgosto, ódio). Todos preferiam que ele não estivesse ali. Por quê? Ele não sabe.

    Evitamos olhá-lo; mas ele tenta atrair nossa atenção, pois também quer ser desejado. Mas os olhares que recebe são fugidios, nervosos, de esguelha.

    Vejo que o menino se aproxima de um grupo de mulheres com sacolas de lojas. Ele avança lentamente dando passos largos e batendo com uma varinha no chão. Abre-se um vazio de luz por onde ele passa, entre as mulheres - mães e filhas. É uma maneira de pertencer, de existir naquela família ali, mesmo que “de fora”, como uma curiosidade. Assim, ele entra na família, um anti-irmãozinho que chega. As mães não têm como explicar aos filhos quem ele é, “por que” eles não são como “ele” (análise social) ou por que “ele” não é como nós (analise política). Porém, normalmente, mães e pais evitam explicações, para não despertar uma curiosidade infantil que poderia descer até as bases da sociedade - que os pais não conhecem, mas que se lhes afigura como algo sagrado, em que não se deve mexer.

    O menino de rua nos ameaça justamente pela fragilidade. Isso enlouquece as pessoas: têm medo do que atrai. Mais tarde, ele vai crescer... e aí?

    O menino de rua tem mais coragem que seus lamentadores; ele não se acha símbolo de nada, nem prenúncio, nem ameaça. Está em casa, ali, na rua. Olhamos o pobrezinho parado no sinal fazendo um tristíssimo malabarismo com três bolinhas e sentimos culpa, pena, indignação.

    Então, ou damos uma esmola que nos absolva ou pensamos que um dia poderá nos assaltar. Ele nos obriga ao raríssimo sentimento da solidariedade, que vai contra todos os hábitos de nossa vida egoísta de hoje. E não podemos reclamar dele. É tão pequeno... O mendigo velho, tudo bem: “Bebeu, vai ver a culpa é dele, não soube se organizar, é vagabundo”. Tudo bem. Mas o mendigo menino não nos desculpa porque ele não tem piedade de si mesmo.

    Todas nossas melhores recordações costumam ser da infância. Saudades da aurora da vida. O menino de rua estraga nossas memórias. Ele estraga a aurora de nossas vidas. Por isso, tentamos ignorá-lo ou o exterminamos. Antes, todos fingiam que ele não existia. Depois das campanhas da fome, surgiram olhares novos. Já sabemos que ele é um absurdo dentro da sociedade e que de alguma forma a culpa é nossa.

    Ele tem ao menos uma utilidade: estragando nossa paisagem presente, pode melhorar nosso futuro. O menino de rua denuncia o ridículo do pensamento - genérico-crítico -, mostra-nos que uma crítica à injustiça tem de apontar soluções positivas. Ele nos ensina que a crítica e o lamento pelas contradições (como estou fazendo agora) só servem para nos “enobrecer” e “absolver”. Para ele, nossos sentimentos não valem nada. E não valem mesmo. Mesmo não sabendo nada, ele sabe das coisas.

    Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/arnaldo-jabor/omenino-esta-fora-da-paisagem-1.887105

O termo destacado no excerto “O ponto de vista do menino de rua é muito aguçado, pois ele percebe tudo que lhe possa ser útil ou perigoso.” (2º parágrafo) assume o papel sintático de:
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