Início

Questões de Concursos Médico Clínico Geral

Resolva questões de Médico Clínico Geral comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


181Q213808 | Medicina, Médico Clínico Geral, DEPEN, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

No que se refere à embolia pulmonar (EP), julgue os itens a seguir.

A metodologia utilizada para identificação dos D- dímeros pela técnica ELISA (enzyme-linked immunosorbent assay) apresenta alto valor preditivo, o que demonstra sua utilidade para a confirmação diagnóstica nos casos de probabilidade baixa ou intermediária.

  1. ✂️
  2. ✂️

182Q214325 | Português, Médico Clínico Geral, Polícia Militar RO, FUNCAB

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda a questão proposta:

      Guedes, um policial adepto do Princípio da Singeleza, de Ferguson - se existem duas ou mais teorias para explicar um mistério, a mais simples é a mais verdadeira jamais supôs que um dia iria encontrar a socialite Delfína Delamare. Ela, por sua vez, nunca havia visto um policial em carne e osso. O tira, como todo mundo, sabia quem era Delfina Delamare, a cinderela órfã que se casara com o milionário Eugênio Delamare, colecionador de obras de arte, campeão olímpico de equitação pelo Brasil, o bachelor mais disputado do hemisfério sul. Os jornais e revistas deram um grande destaque ao casamento da moça pobre que nunca saíra de casa, onde tomava conta de uma avó doente, com o príncipe encantado; e desde então o casal jamais deixou de ser notícia.
      Houve um tempo em que os tiras usavam paletó, gravata e chapéu, mas isso foi antes de Guedes entrar para a polícia. Ele possuía apenas um terno velho, que nunca usava e que, de tão antigo, já entrara e saíra de moda várias vezes. Costumava vestir um blusão sobre a camisa esporte, a fim de esconder o revólver, um Colt Cobra 38, que usava sob o sovaco. [...]
      Delfina Delamare nem sempre acompanhava o marido nas viagens. Na verdade ela não gostava muito de viajar. [...] Ela preferia ficar no Rio, trabalhando em suas obras filantrópicas.
      O encontro entre Delfina e Guedes deu-se numa das poucas circunstâncias possíveis de ocorrer. Foi na rua, é claro, mas de maneira imprevista, para um e outro. Delfina estava no seu Mercedes, na rua Diamantina, uma rua sem saída no alto do Jardim Botânico. Quando chegou ao local do encontro Guedes já sabia que Delfina não estava dormindo, como chegaram a supor as pessoas que a encontraram, devido à tranqüilidade do seu rosto e à postura confortável do corpo no assento do carro. Guedes, porém, havia tomado conhecimento, ainda na delegacia, do ferimento letal oculto pela blusa de seda que Delfina vestia.
      O local já havia sido isolado pelos policiais. A rua Diamantina tinha árvores dos dois lados e, naquela hora da manhã, o sol varava a copa das árvores e refletia na capota amarelo-metáfico do carro, fazendo-a brilhar como se fosse de ouro.
      Guedes acompanhou atentamente o trabalho dos peritos do Instituto de Criminalística. Havia poucas impressões digitais no carro, colhidas cuidadosamente pelos peritos da polícia. Foram feitas várias fotos de Delfina, alguns closes da mão calibre 22. No pulso da mão esquerda, um relógio de ouro. Dentro da bolsa, sobre o banco do carro, havia um talão de cheques, vários cartões de crédito, objetos de maquiagem num pequeno estojo, um vidro de perfume francês, um lenço de cambraia, uma receita de papel timbrado do médico Pedro Baran (hematologia, oncologia) e um aviso de correio do Leblon para Delfina Delamare apanhar correspondência registrada, Esses dois documentos Guedes colocou no bolso. Havia no porta-luvas, além do documento do carro, um livro, Os Amantes, de Gustavo Flávio, com a dedicatória “Para Delfina que sabe que a poesia é uma ciência tão exata quanto a geometria, G.F.” A dedicatória não tinha data e fora escrita com uma caneta de ponta macia e tinta preta. Guedes colocou o livro debaixo do braço. Esperou a perícia terminar o seu lento trabalho no local; aguardou o rabecão chegar e levar o corpo da morta numa caixa de metal amassada e suja para ser autopsiado no Instituto Médico Legal. Delfina recebeu dos homens do rabecão o mesmo tratamento dos mendigos que caem mortos na sarjeta.

FONSECA, Rubem. Bufo & Spailanzani. 24a ed. rev. pelo autor. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p. 13-14.


“[...] SE existem duas ou mais teorias para explicar um mistério [...]” (§ 1)

No enunciado acima, a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, mesmo que para trocá-la seja necessária a mudança do tempo verbal, por:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

183Q213957 | Português, Médico Clínico Geral, Polícia Militar RO, FUNCAB

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda a questão proposta:

      Guedes, um policial adepto do Princípio da Singeleza, de Ferguson - se existem duas ou mais teorias para explicar um mistério, a mais simples é a mais verdadeira jamais supôs que um dia iria encontrar a socialite Delfína Delamare. Ela, por sua vez, nunca havia visto um policial em carne e osso. O tira, como todo mundo, sabia quem era Delfina Delamare, a cinderela órfã que se casara com o milionário Eugênio Delamare, colecionador de obras de arte, campeão olímpico de equitação pelo Brasil, o bachelor mais disputado do hemisfério sul. Os jornais e revistas deram um grande destaque ao casamento da moça pobre que nunca saíra de casa, onde tomava conta de uma avó doente, com o príncipe encantado; e desde então o casal jamais deixou de ser notícia.
      Houve um tempo em que os tiras usavam paletó, gravata e chapéu, mas isso foi antes de Guedes entrar para a polícia. Ele possuía apenas um terno velho, que nunca usava e que, de tão antigo, já entrara e saíra de moda várias vezes. Costumava vestir um blusão sobre a camisa esporte, a fim de esconder o revólver, um Colt Cobra 38, que usava sob o sovaco. [...]
      Delfina Delamare nem sempre acompanhava o marido nas viagens. Na verdade ela não gostava muito de viajar. [...] Ela preferia ficar no Rio, trabalhando em suas obras filantrópicas.
      O encontro entre Delfina e Guedes deu-se numa das poucas circunstâncias possíveis de ocorrer. Foi na rua, é claro, mas de maneira imprevista, para um e outro. Delfina estava no seu Mercedes, na rua Diamantina, uma rua sem saída no alto do Jardim Botânico. Quando chegou ao local do encontro Guedes já sabia que Delfina não estava dormindo, como chegaram a supor as pessoas que a encontraram, devido à tranqüilidade do seu rosto e à postura confortável do corpo no assento do carro. Guedes, porém, havia tomado conhecimento, ainda na delegacia, do ferimento letal oculto pela blusa de seda que Delfina vestia.
      O local já havia sido isolado pelos policiais. A rua Diamantina tinha árvores dos dois lados e, naquela hora da manhã, o sol varava a copa das árvores e refletia na capota amarelo-metáfico do carro, fazendo-a brilhar como se fosse de ouro.
      Guedes acompanhou atentamente o trabalho dos peritos do Instituto de Criminalística. Havia poucas impressões digitais no carro, colhidas cuidadosamente pelos peritos da polícia. Foram feitas várias fotos de Delfina, alguns closes da mão calibre 22. No pulso da mão esquerda, um relógio de ouro. Dentro da bolsa, sobre o banco do carro, havia um talão de cheques, vários cartões de crédito, objetos de maquiagem num pequeno estojo, um vidro de perfume francês, um lenço de cambraia, uma receita de papel timbrado do médico Pedro Baran (hematologia, oncologia) e um aviso de correio do Leblon para Delfina Delamare apanhar correspondência registrada, Esses dois documentos Guedes colocou no bolso. Havia no porta-luvas, além do documento do carro, um livro, Os Amantes, de Gustavo Flávio, com a dedicatória “Para Delfina que sabe que a poesia é uma ciência tão exata quanto a geometria, G.F.” A dedicatória não tinha data e fora escrita com uma caneta de ponta macia e tinta preta. Guedes colocou o livro debaixo do braço. Esperou a perícia terminar o seu lento trabalho no local; aguardou o rabecão chegar e levar o corpo da morta numa caixa de metal amassada e suja para ser autopsiado no Instituto Médico Legal. Delfina recebeu dos homens do rabecão o mesmo tratamento dos mendigos que caem mortos na sarjeta.

FONSECA, Rubem. Bufo & Spailanzani. 24a ed. rev. pelo autor. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p. 13-14.


Assinale a alternativa em que o termo destacado introduz uma oração cuja função sintática é objeto direto.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

184Q213996 | Medicina, Médico Clínico Geral, TJ GO, FGV

Entre as situações abaixo descritas, a que pode elevar a creatinina plasmática na ausência de disfunção renal é:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

185Q214262 | Medicina, Médico Clínico Geral, Polícia Militar RO, FUNCAB

Paciente masculino, de 32 anos, tabagista, apresenta dor e impotência funcional nos quirodáctilos de ambas as mãos, associadas a fenômeno de Raynaud e tromboflebite superficial de caráter migratório. O exame físico revela pulso braquial presente e pulsos radial e ulnar ausentes bilateral mente, além de atrofia ungueal. Foi feito o diagnóstico de Doença de Buerger. A medida considerada fundamental para o tratamento é:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

187Q214037 | Medicina, Médico Clínico Geral, Polícia Militar RO, FUNCAB

Paciente feminina, de 70 anos, alérgica a penicilina, apresenta quadro subagudo de cefaleia e febre, evoluindo com hemiparesia esquerda. A ressonância do crânio demonstra microabscessos corticais. O líquor é pouco alterado. Foi isolada, em 2 amostras de hemoculturas, Listeria monocytogenes. O tratamento a ser iniciado é:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

188Q214196 | Medicina, Médico Clínico Geral, DEPEN, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Um paciente de vinte e nove anos de idade foi atendido com sintomas de diarreia sanguinolenta, dor abdominal e febre, iniciados havia 24 horas. Durante o atendimento, o paciente informou que, havia oito dias, iniciara tratamento para sinusite bacteriana, com o uso de cefaclor. O paciente negou outros sintomas correlatos. Ao exame físico, o paciente estava eupneico, acianótico, normocorado e moderadamente desidratado, com frequência respiratória de 22 irpm, temperatura axilar de 38,7 ° C, pressão arterial de 104 mmHg x 62 mmHg e frequência cardíaca de 106 bpm. O abdome do paciente estava flácido, difusamente doloroso à palpação, com ruídos hidroaéreos preservados. Os demais dados do exame físico não apresentaram alterações significativas. O exame de fezes evidenciou grande quantidade de leucócitos e eritrócitos.

Com base no caso clínico acima apresentado, julgue os itens a seguir.

O cefaclor deve ser substituído por amoxicilina associada ao clavulonato.

  1. ✂️
  2. ✂️

190Q214000 | Direito Penal, Crimes contra o patrimônio, Médico Clínico Geral, Polícia Militar RO, FUNCAB

O crime de extorsão indireta estará caracterizado se alguém:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

191Q213794 | Medicina, Médico Clínico Geral, DEPEN, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A respeito da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), julgue o item seguinte.

Corticoides inalados são indicados rotineiramente para pacientes com DPOC estável, com o objetivo de redução significativa das exacerbações, da progressão da doença e das taxas de mortalidade.

  1. ✂️
  2. ✂️

192Q213924 | Princípios Normas e Atribuições Institucionais, Médico Clínico Geral, Polícia Militar RO, FUNCAB

No que concerne a demissão e declaração de ndignidade, é correto afirmar que:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

193Q214204 | Princípios Normas e Atribuições Institucionais, Médico Clínico Geral, Polícia Militar RO, FUNCAB

A exclusão a bem da disciplina será aplicada ao aspirante a oficial ou à praça com estabilidade assegurada:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

194Q850129 | Ética na Administração Pública, Código De Ética Profissional Do Servidor Público Civil, Medico Clinico Geral, ADM TEC, 2020

Analise as afirmativas a seguir:

I. É permitido ao servidor público admitir que perseguições, antipatias ou interesses de ordem pessoal interfiram negativamente no trato com os usuários dos serviços ou com colegas hierarquicamente superiores ou inferiores.

II. O respeito às manifestações culturais, étnicas e religiosas, e o respeito mútuo como condição necessária para o convívio social democrático, são alguns conteúdos que devem ser trabalhados na escola para que o aluno evolua em sua formação.

Marque a alternativa CORRETA:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

195Q213888 | Português, Médico Clínico Geral, Polícia Militar RO, FUNCAB

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda a questão proposta:

      Guedes, um policial adepto do Princípio da Singeleza, de Ferguson - se existem duas ou mais teorias para explicar um mistério, a mais simples é a mais verdadeira jamais supôs que um dia iria encontrar a socialite Delfína Delamare. Ela, por sua vez, nunca havia visto um policial em carne e osso. O tira, como todo mundo, sabia quem era Delfina Delamare, a cinderela órfã que se casara com o milionário Eugênio Delamare, colecionador de obras de arte, campeão olímpico de equitação pelo Brasil, o bachelor mais disputado do hemisfério sul. Os jornais e revistas deram um grande destaque ao casamento da moça pobre que nunca saíra de casa, onde tomava conta de uma avó doente, com o príncipe encantado; e desde então o casal jamais deixou de ser notícia.
      Houve um tempo em que os tiras usavam paletó, gravata e chapéu, mas isso foi antes de Guedes entrar para a polícia. Ele possuía apenas um terno velho, que nunca usava e que, de tão antigo, já entrara e saíra de moda várias vezes. Costumava vestir um blusão sobre a camisa esporte, a fim de esconder o revólver, um Colt Cobra 38, que usava sob o sovaco. [...]
      Delfina Delamare nem sempre acompanhava o marido nas viagens. Na verdade ela não gostava muito de viajar. [...] Ela preferia ficar no Rio, trabalhando em suas obras filantrópicas.
      O encontro entre Delfina e Guedes deu-se numa das poucas circunstâncias possíveis de ocorrer. Foi na rua, é claro, mas de maneira imprevista, para um e outro. Delfina estava no seu Mercedes, na rua Diamantina, uma rua sem saída no alto do Jardim Botânico. Quando chegou ao local do encontro Guedes já sabia que Delfina não estava dormindo, como chegaram a supor as pessoas que a encontraram, devido à tranqüilidade do seu rosto e à postura confortável do corpo no assento do carro. Guedes, porém, havia tomado conhecimento, ainda na delegacia, do ferimento letal oculto pela blusa de seda que Delfina vestia.
      O local já havia sido isolado pelos policiais. A rua Diamantina tinha árvores dos dois lados e, naquela hora da manhã, o sol varava a copa das árvores e refletia na capota amarelo-metáfico do carro, fazendo-a brilhar como se fosse de ouro.
      Guedes acompanhou atentamente o trabalho dos peritos do Instituto de Criminalística. Havia poucas impressões digitais no carro, colhidas cuidadosamente pelos peritos da polícia. Foram feitas várias fotos de Delfina, alguns closes da mão calibre 22. No pulso da mão esquerda, um relógio de ouro. Dentro da bolsa, sobre o banco do carro, havia um talão de cheques, vários cartões de crédito, objetos de maquiagem num pequeno estojo, um vidro de perfume francês, um lenço de cambraia, uma receita de papel timbrado do médico Pedro Baran (hematologia, oncologia) e um aviso de correio do Leblon para Delfina Delamare apanhar correspondência registrada, Esses dois documentos Guedes colocou no bolso. Havia no porta-luvas, além do documento do carro, um livro, Os Amantes, de Gustavo Flávio, com a dedicatória “Para Delfina que sabe que a poesia é uma ciência tão exata quanto a geometria, G.F.” A dedicatória não tinha data e fora escrita com uma caneta de ponta macia e tinta preta. Guedes colocou o livro debaixo do braço. Esperou a perícia terminar o seu lento trabalho no local; aguardou o rabecão chegar e levar o corpo da morta numa caixa de metal amassada e suja para ser autopsiado no Instituto Médico Legal. Delfina recebeu dos homens do rabecão o mesmo tratamento dos mendigos que caem mortos na sarjeta.

FONSECA, Rubem. Bufo & Spailanzani. 24a ed. rev. pelo autor. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p. 13-14.


“Guedes [...] jamais supôs que um dia iria encontrar a socialite Delfina Delamare.” / “Na verdade ela não gostava muito de viajar.” Esses trechos, situados, respectivamente, no início do primeiro e no terceiro parágrafos, sugerem que o narrador:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

196Q832402 | Português, Medico Clinico Geral, Prefeitura de Louveira SP, Avança SP, 2021

Em torno de 1560, um artesão anônimo fez, na Alemanha, um fascinante boneco de madeira que atualmente pode ser visto no Deutsches Museum de Munique. Com o nome de Monge Pregador, chamava a atenção pela barba e pelas sandálias. Para disfarçar o mecanismo simples que o fazia funcionar, localizado nos pés, o boneco vestia um grande e comprido capote. As pernas duras se mexiam, os braços balançavam e a cabeça girava de um lado para o outro. Uma sequência programada de passos controlava o boneco, portanto é possível afirmar que ele foi um precursor do computador. Era uma novidade que o boneco conseguisse caminhar. E se também conseguisse fazer contas? Quase três séculos mais tarde, Charles Babbage, um matemático talentoso e um tanto rabugento, desenvolveu uma máquina capaz de calcular em alta velocidade. Chamou o equipamento de máquina diferencial. Pesando cerca de 3 toneladas, o aparelho tinha certa semelhança com um piano mecânico. Não chegou a ser terminado. Um século e meio mais tarde, em 1991, um modelo dessa máquina foi completado pelo Science Museum de Londres, em comemoração ao bicentenário do nascimento de Babbage. Ele não se surpreenderia ao saber que sua invenção funcionou. Além de imitar as habilidades mentais humanas, a máquina de Babbage também inspirava imitadores. Um pouco antes da Segunda Guerra Mundial, foi aperfeiçoada por jovens cientistas, entre os quais Zuse, um engenheiro berlinense, e Turing, um jovem matemático britânico. Alguns anos mais tarde, durante a guerra, o talento de Turing foi aproveitado pela Inglaterra, onde a partir de 1939, ele trabalhou em segredo para a Code and Cypher School, na linha férrea entre Oxford e Cambridge. A missão era decifrar os códigos secretos usados pela Alemanha nazista na comunicação com seus comandantes navais e militares e seus aliados. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 29011, p. 166). 
São sinônimos da palavra “rabugento”, utilizada pelo autor, EXCETO:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

197Q849811 | História e Geografia de Estados e Municípios, História e Geografia do Estado de Santa Catarina, Médico Clínico Geral, AMAUC, 2020

A Prefeita de Alto Bela Vista, Cátia Tessmann Reichert, além da função administrativa de governar o município assumiu recentemente a presidência:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

198Q213919 | Medicina, Médico Clínico Geral, DEPEN, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A insuficiência adrenal é um distúrbio desencadeado por alteração da função adrenocortical, caracterizado pela deficiência de glicocorticoides, mineralocorticoides e andrógenos renais. Como a doença apresenta sinais e sintomas bastante inespecíficos, o médico dispõe de um baixo limiar para o diagnóstico. De acordo com essas informações, julgue os próximos itens.

As principais neoplasias que acometem as glândulas adrenais são as neoplasias metastáticas de pulmão, mamas, linfomas e sarcomas.

  1. ✂️
  2. ✂️

199Q433395 | Direito Constitucional, Repartição de Competências, Médico Clínico Geral, Prefeitura de Araquari SC, IOBV

Em relação a Constituição Federal de 1988 é INCORRETO:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

200Q214121 | Medicina, Médico Clínico Geral, DEPEN, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

No que se refere a doenças sexualmente transmissíveis, julgue os itens seguintes

No Brasil, somente a AIDS, a sífilis congênita e a sífilis na gestação são doenças de notificação compulsória.

  1. ✂️
  2. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.