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Questões de Concursos Médico Infectologista

Resolva questões de Médico Infectologista comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q689722 | Medicina, Médico Infectologista, UFF, COSEAC, 2019

A droga de escolha para tratamento de todas as formas de esquistossomose é o(a):
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162Q683605 | Medicina, Médico Infectologista, UFF, COSEAC, 2019

A osteomielite é frequentemente provocada pela infecção estafilocócica. Entretanto um dos microrganismos abaixo relacionados é uma causa particular desta afecção em pacientes portadores de anemia falciforme. Trata-se de:
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163Q689758 | Medicina, Médico Infectologista, Prefeitura de Salvador BA, FGV, 2019

A droga de escolha para o tratamento da febre maculosa brasileira é a 
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164Q690510 | Medicina, Médico Infectologista, Prefeitura de Salvador BA, FGV, 2019

Um indivíduo que realizou exame para marcadores sorológicos de hepatite B e apresenta apenas anti-HBs positivo, deve ser classificado como 
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165Q681642 | Medicina, Médico Infectologista, UFF, COSEAC, 2019

Em 2017, o Ministério da Saúde, seguindo o Guia de Tratamento da Malária da OMS (2015) e estudo das evidências científicas, retirou a indicação de um medicamento do tratamento de adultos e crianças com malária grave (incluindo as gestantes em todos os trimestres e mulheres lactantes). Esse medicamento, sua dosagem e via de administração são respectivamente:
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166Q685393 | Medicina, Médico Infectologista, UFF, COSEAC, 2019

O paciente em que, a despeito de dois ciclos de tratamento com glicocorticoides, o eritema nodoso hansênico ainda parece estar recorrente ou persistente deve iniciar o tratamento com:
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167Q1058588 | Português, Fonologia, Médico Infectologista, Prefeitura de Camboriú SC, FURB, 2025

Texto associado.
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maiormetrópoledaAméricado Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, aperiferianunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou oshábitosde leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim SãoLuís, Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "queme o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulherestêmum papel fundamental nas periferias, nãonas questões do dia a dia, no trato com aprópriafamília, com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quantotambémcom a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da populaçãoperiférica— que incluimangás,clássicos, autores negros eindígenas— mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta aimportânciada representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas,negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muitoalémda sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de -produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/. Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Há no texto dezessete palavras sublinhadas. Julgue as assertivas a seguir considerando essas palavras e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Duas palavras acentuadas atendem à regra das palavras oxítonas terminadas em -em.

(__)Quatro palavras acentuadas atendem à regra das palavras paroxítonas terminadas em ditongo oral átono, seja ele crescente ou decrescente.

(__)Seis palavras acentuadas atendem à regra das palavras proparoxítonas.

(__)Uma palavra acentuada atende à regra das palavras oxítonas terminadas em -a/-as.

(__)Três palavras acentuadas atendem às regras das monossílabas tônicas.

(__)Uma palavra acentuada atende à regra dos hiatos.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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168Q1058590 | Português, Crase, Médico Infectologista, Prefeitura de Camboriú SC, FURB, 2025

As assertivas a seguir apresentam usos de crase. Esses usos dependem do contexto e da regência das palavras. Analise, nas palavras destacadas, se o uso ou não do acento grave (crase) está correto:

I. Maria, não me refiro à você, mas Joaquim, que leu o livro e não gostou.
II. Àquela situação de racismo, daria devida importância e acionaria a justiça.
III. Ela tem alergia à alguma substância desse medicamento, por isso está toda vermelha.
IV. Chegamos Camboriú logo cedo para não perder nada do evento.

É correto o que se apresenta em:

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169Q1042545 | Medicina, Doenças Infecto Parasitárias, Médico Infectologista, Prefeitura de Caraguatatuba SP, FGV, 2024

Homem de 34 anos é internado para investigação de crises convulsivas de início recente. A ressonância magnética do crânio evidenciou oito lesões císticas com halo hiperdenso, algumas com discreto edema circunjacente, além de lguns pontos esparsos de calcificação. Em uma das lesões foi identificada uma estrutura compatível com um escólex de um helminto.
Considerando a hipótese diagnóstica mais provável para o caso, analise as afirmativas a seguir.

I. As lesões identificadas correspondem a estruturas de uma fase larval de Taenia saginata ou Taenia solium.
II. Antes de iniciar o tratamento antiparasitário o paciente deverá realizar exame oftalmológico.
III. A forma mais comum de aquisição dessa infecção é a ingestão de ovos do helminto.
IV. A pesquisa de anticorpos específicos contra o helminto no líquor é o teste mais sensível para o diagnóstico.

Está correto o que apenas se afirma em
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170Q989082 | Medicina, Sepse Grave e Choque Séptico, Médico Infectologista, Prefeitura de Joinville SC, IBADE, 2024

Acerca da sepse e do choque séptico, assinale a alternativa INCORRETA.
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171Q1058587 | Português, Pontuação, Médico Infectologista, Prefeitura de Camboriú SC, FURB, 2025

Texto associado.
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maiormetrópoledaAméricado Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, aperiferianunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou oshábitosde leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim SãoLuís, Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "queme o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulherestêmum papel fundamental nas periferias, nãonas questões do dia a dia, no trato com aprópriafamília, com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quantotambémcom a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da populaçãoperiférica— que incluimangás,clássicos, autores negros eindígenas— mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta aimportânciada representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas,negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muitoalémda sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de -produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/. Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Considere o excerto que segue e analise as assertivas:

"Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás, clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso 'às literaturas' precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler".

I.A respeito do uso dos travessões, eles podem ser substituídos por vírgulas sem causar prejuízo na coesão e no sentido do texto.
II.As aspas duplas indicam que o excerto é uma citação direta feita aqui na questão. Logo, a expressão àsliteraturasque, no texto original, está entre aspas duplas, aparece corretamente, nesta citação, entre aspas simples.
III.A palavraatentoconcorda comacesso, uma vez que se refere a esta palavra.

É correto o que se afirma em:
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172Q909468 | Medicina, Médico Infectologista, Prefeitura de Lorena SP, Avança SP, 2024

O tratamento específico do HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) È uma parte crucial no controle da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS).

Teste seu conhecimento sobre o tratamento do HIV com a seguinte pergunta.

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173Q991098 | Medicina, Médico Infectologista, Prefeitura de Joinville SC, IBADE, 2024

É uma complicação que pode ocorrer como consequência da cólera:
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174Q909474 | Medicina, Médico Infectologista, Prefeitura de Lorena SP, Avança SP, 2024

A glomerulonefrite aguda pós-estreptocócica (GNAP) é uma das principais causas de glomerulonefrite em crianças em todo o mundo. A doença ocorre após uma infecção por certas cepas de estreptococos beta-hemolíticos do grupo A, comumente associadas a infecções faríngeas ou cutâneas.

Considerando a epidemiologia da GNAP, qual das seguintes afirmações é mais precisa?

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175Q1058585 | Português, Funções Morfossintáticas da Palavra que, Médico Infectologista, Prefeitura de Camboriú SC, FURB, 2025

Texto associado.
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maiormetrópoledaAméricado Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, aperiferianunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou oshábitosde leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim SãoLuís, Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "queme o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulherestêmum papel fundamental nas periferias, nãonas questões do dia a dia, no trato com aprópriafamília, com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quantotambémcom a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da populaçãoperiférica— que incluimangás,clássicos, autores negros eindígenas— mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta aimportânciada representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas,negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muitoalémda sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de -produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/. Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto a seguir e analise as assertivas:
"Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade,quenão deixou 'nenhum preconceito impedir de acessar a literatura'".

I.O pronome relativo "que" tem como referente "comunidade", podendo ser substituído por "a qual" sem prejuízo na coesão e no sentido do texto.

II.O pronome relativo "que" pode ter dois referentes, sendo eles "coordenadora" e "comunidade". Cabe à pessoa que lê o texto decidir qual referente deixa o texto mais claro.

III.O pronome relativo "que" introduz uma explicação, qualificando a comunidade.

IV.O pronome relativo "que" introduz uma oração restritiva, ou seja, tem-se apenas uma comunidade e essa não deixou o preconceito impedir o acesso àliteratura.


É correto o que se afirma em:
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176Q1042540 | Medicina, Doenças Infecto Parasitárias, Médico Infectologista, Prefeitura de Caraguatatuba SP, FGV, 2024

Nos últimos anos, o surgimento de novos antibióticos para tratamento de bactérias multirresistentes ampliou um pouco o reduzido arsenal terapêutico contra essas infecções. Um desses novos medicamentos é a ceftolozana-tazobactam.
A respeito desse antibiótico, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) Possibilita o tratamento de infecções por Acinetobacter sp. e Staphylococcus sp. com padrões prevalentes de resistência.

( ) É uma alternativa para tratamento de infecções por enterobactérias produtoras de NDM.

( ) Pode ser utilizada para tratamento de pneumonia associada a ventilação mecânica por Pseudomonas aeruginosa.

As afirmativas são, respectivamente,
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177Q991097 | Medicina, Médico Infectologista, Prefeitura de Joinville SC, IBADE, 2024

Leia as afirmativas abaixo e marque V para verdadeiro e F para falso acerca da cólera.

( ) É uma doença bacteriana infecciosa intestinal aguda, transmitida por contaminação fecal-oral direta ou pela ingestão de água ou alimentos contaminados.

( ) Frequentemente, a infecção é assintomática ou causa diarreia leve.

( ) A doença está ligada diretamente ao saneamento básico e à higiene.

( ) O período de incubação da bactéria, tempo que leva para provocar os primeiros sintomas no organismo, varia de 2 a 4 semanas da infecção.


Assinale a alternativa que contém a sequência correta.
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178Q1048473 | Medicina, Epidemiologia, Médico Infectologista, Prefeitura de Caraguatatuba SP, FGV, 2024

Considerando o perfil epidemiológico atual do sarampo, assinale a opção que apresenta corretamente condutas aplicáveis a viajantes oriundos do Brasil que se dirigem a outros países.
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179Q1048482 | Medicina, Doenças Infecto Parasitárias, Médico Infectologista, Prefeitura de Caraguatatuba SP, FGV, 2024

Durante um grande congresso da área médica, um simpósio satélite de um dos patrocinadores do evento, realizado no horário de almoço, ofereceu para os participantes que estavam presentes uma “lunch box” contendo um sanduíche de peito de peru com salada, suco de laranja e um biscoito doce. Cerca de 90 minutos após o fim da palestra, 12 participantes começaram a apresentar dor abdominal, vômitos e diarreia, sem febre.
Assinale a opção que contém um patógeno comumente associado ao quadro descrito.
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180Q1042538 | Medicina, Doenças Infecto Parasitárias, Médico Infectologista, Prefeitura de Caraguatatuba SP, FGV, 2024

No triênio de 2017 a 2019, vivemos, no Brasil, a maior epidemia de febre amarela desde a década de 1940. Nesse período, a experiência adquirida com o manejo clínico da doença fora da região amazônica levou o Ministério da Saúde a emitir a recomendação de que todos os casos que receberem alta hospitalar deverão ser acompanhados ambulatorialmente por pelo menos 90 dias, em virtude de complicações tardias que podem ocorrer. Entre essas complicações, destaca-se a hepatite tardia.
A respeito de tal complicação, analise as afirmativas a seguir.

I. Tem início 60 dias após o término da chamada fase ictérica.

II. Os valores de ALT costumam ser maiores que os valores de AST.

III. Tem desfecho benigno, com normalização das aminotransferases dentro de 120 dias.

IV. A biópsia hepática com imuno-histoquímica revela positividade para o vírus da febre amarela.


Está correto o que se afirma em
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