Relação Médico-Família-Criança
Uma criança de 7 anos, residente em Queimadas, PB,
tem um histórico de múltiplas consultas médicas
relacionadas a distúrbios comportamentais e
dificuldades escolares. A família expressa
preocupações sobre a saúde mental e o desempenho
escolar da criança, mas demonstra resistência em
aderir a algumas das recomendações médicas
propostas.
Quais estratégias são fundamentais para fortalecer a
relação médico-família-criança e promover a adesão ao
tratamento?
1. Realização de consultas periódicas que incluam
discussões abertas com a família sobre as
preocupações e expectativas em relação ao tratamento
normalmente não atinge os resultados esperados.
2. Envolvimento da escola no plano de cuidados da
criança, estabelecendo uma comunicação contínua
entre os professores e o médico. Apesar de ser
importante, é inviável na implantação.
3. Implementação de uma abordagem centrada na
família, que valorize o papel dos pais como parceiros
ativos no processo terapêutico.
4. Oferta de recursos de apoio psicológico para a
família, ajudando-os a lidar com o estresse relacionado
à condição da criança.
5. Adaptação do plano de tratamento conforme
necessário, levando em consideração as preferências e
as necessidades da família.
Alternativas:
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