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Questões de Concursos MODALIDADE INTEGRADO

Resolva questões de MODALIDADE INTEGRADO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


21Q939689 | História, Medievalidade Europeia, MODALIDADE INTEGRADO, IFBA, INEP, 2019

“Mas é verdade que a cidade medieval, por sua lógica econômica fundada mais no dinheiro do que na terra, por seu sistema de valores no qual, em face do ideal aristocrático de hierarquia vertical, de duração, de ociosidade e de largueza, impunha a si mesmo outra concepção, outro ideal de hierarquia horizontal, do tempo, do trabalho e do cálculo, podia minar por dentro o sistema feudal para transformá-lo em sistema capitalista. Foi preciso, entretanto, esperar pela revolução industrial.”
LE GOFF, Jacques. O Apogeu da Cidade Medieval. São Paulo, Martins Fontes, 1992. p.58.
Em relação ao trabalho, a cidade feudal diferia do campo, entre outras razões, por:
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22Q939676 | Matemática, Sistema de Unidade de Medidas, MODALIDADE INTEGRADO, IFBA, INEP, 2019

Um grupo de 80 motoqueiros viaja por 60 dias e suas motos totalizaram um consumo de 10000l Se este mesmo grupo tivesse sido composto com 20 motoqueiros a menos, em quantos dias neste grupo, suas motos totalizariam um consumo de 8000l, supondo todas as motos com mesmo rendimento de consumo?
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23Q939677 | Matemática, Médias, MODALIDADE INTEGRADO, IFBA, INEP, 2019

Numa escola o grupo A é composto por 6 pessoas e tem a média de idade de 13 anos. O grupo B tem a mesma soma de idade que o grupo A. Entram no grupo B duas pessoas com idades de 14 anos e 18 anos, e então a média de idade do grupo B passa a ser de 11 anos. Quantos integrantes tinha o grupo B, antes da chegada dos dois últimos integrantes?
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24Q939694 | Atualidades, MODALIDADE INTEGRADO, IFBA, INEP, 2019

Para responder a essa questão, leia o trecho da reportagem que segue, intitulada “Quênia proíbe produção, venda e uso de sacolas plásticas” de 01/09/2017:
“O que era para ser um objeto prático e útil do dia-a-dia, tornou-se um dos maiores problemas ambientais da humanidade: a sacola plástica. A produção e o descarte em quantidades irracionais fizeram com que este resíduo não só entulhasse lixões e aterros sanitários, levando centenas de anos para se decompor, mas o pior de tudo, poluindo os oceanos do planeta, matando animais, pois o Quênia, na África, decidiu tomar uma decisão radical para combater esta situação: proibiu a produção, comercialização e o uso de sacolas plásticas. Quem desrespeitar a nova lei poderá pagar multa de até 38 mil dólares ou ainda prisão de quatro anos. Para conseguir aprovar a rígida legislação, foram necessários dez anos de muitas negociações. Foram três tentativas – frustradas – para colocar a norma em vigor, mas a partir de hoje, não há mais discussão.”
Texto adaptado. Disponível em: <https://catracalivre.com. br/cidadania/quenia-proibe-producao-venda-e-uso-desacolas-plasticas/>. Acessado em 26/07/2018

Sobre o problema relatado pela reportagem e a solução proposta pelo Quênia, analise as afirmações que seguem e marque a única verdadeira:
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25Q939687 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, MODALIDADE INTEGRADO, IFBA, INEP, 2019

Voyages contém dados sobre mais de 3,8 milhões de escravos embarcados em navios luso-brasileiro na África e cerca de 3,4 milhões desembarcados nas Américas (…). A maior parte dos africanos trazidos por comerciantes luso-brasileiros embarcou em navios que haviam partido de portos brasileiros. De acordo com Voyages, pelo menos 37% dos escravos transportados por traficantes luso-brasileiros embarcaram em navios que haviam partido do Rio de Janeiro, 36% em navios saídos de Salvador da Bahia e 12% em embarcações de Recife em Pernambuco. O restante, cerca de 15%, foi transportado em navios que haviam partido de outros portos, com Lisboa, Porto, Belém do Pará e São Luís do Maranhão.”
SILVA, Daniel B. Domingues da. Brasil e Portugal no Comércio atlântico de escravos: um balanço histórico e estatístico. In. GUEDES, Roberto (org.). África – Brasileiros e Portugueses. Rio de Janeiro, Mauad X, 2013 p.53-54.
No início do século XVII, o tráfico de escravos da África para o Brasil passou a ser regular e tinha intima relação com as economias desenvolvidas no Brasil colonial. Com base nos dados apresentados, é possível afirmar que:
I – Pelos dados apresentados, o porto do Rio de Janeiro já era o mais concorrido para o desembarque de pessoas na condição de escravos, podendo evidenciar a maior atividade econômica desta região, como, por exemplo, a economia aurífera ou do ouro.
II – A cidade do Salvador, com base nos dados apresentados, mantinha o segundo lugar no trato de escravos podendo evidenciar a continuidade da importância da economia do açúcar e do tabaco.
III – Pernambuco, pelos dados do Voyages, aparecia com 12% dos navios embarcados revelando a falência da economia açucareira e aurífera daquela região.
IV – A presença de diversos portos no trato ou tráfico de escravos evidencia o quanto a economia do escravismo e da escravidão estavam disseminadas na Idade Moderna.
Marque a alternativa que apresenta as preposições verdadeiras:
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26Q939691 | Geografia, MODALIDADE INTEGRADO, IFBA, INEP, 2019

O Manifesto Comunista de 1848, elaborado por Karl Marx e F. Engels é um documento fundamental para compreender a crítica social ao capitalismo no século XIX.
“Seguraram com firmeza as visões originais de seus mestres, em oposição ao desenvolvimento histórico progressivo do proletariado. Eles, portanto, empenharam-se, de modo consistente, para enfraquecer a luta de classe e para reconciliar os antagonismo de classe. Ainda sonham com a realização experimental de suas utopias sociais, de fundar phalanstères isolados, de fundar “colônias residenciais”, e de erigir uma Pequena Içaria – décima segunda edição da Nova Jerusalém, e para realizar todos estes castelos no ar, são compelidos a apelar para os sentimentos e bolsas dos burgueses.”
MARX, Karl. O Manifesto Comunista. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1998. p. 62.
Na passagem acima os autores daquele documento criticavam:
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